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Guia de Obras de Estudantes

Self-Portrait

Nome Turma Data

Arnold Schoenberg, Self-Portrait (1922), Arnold Schönberg Center. Domínio público. Veja esta tela sob uma luz em movimento: o desenho, a cor real sob o verniz, o pigmento puro

Informações principais

Artista
Arnold Schoenberg topimpressionists.com/pt/artists/arnold-schoenberg_pt/
Datas do artista
1874 – 1951
Pintura
1922
Dimensões originais
9 x 10 cm
Período
19th Century
Realizado em
Arnold Schönberg Center topimpressionists.com/pt/museums/arnold-schonberg-center-vienna_pt/
Artistic style
Atonality
Influences
Brahms, Wagner
Notable elements
Yellow/green hues
Subject or theme
Self-portraiture

No contexto

Self-Portrait — Arnold Schoenberg

Dimensões

As dimensões originais são 9 × 10 cm (altura × largura), representadas aqui ao lado de um adulto de altura média.

Ano de criação

  1. 1870
  2. 1880
  3. 1890
  4. 1900
  5. 1910
  6. 1920
  7. 1930
  8. 1940
  9. 1950

Linha acima: os anos. Linha abaixo: a idade do artista no início e no fim de cada período — 0 ao nascer, 77 ao falecer.

Pintado quando o artista tinha 48. O artista viveu até aos 77. 40 das 64 obras datadas deste artista em nosso catálogo são anteriores.

Sombreado: a trajetória de Arnold Schoenberg (1874–1951) ▲ esta obra, 1922 cada pintura datada, década por década

Primeiras obras: até 1910 Principais anos de atividade: 1910–1927 Obras tardias: a partir de 1927

Essas três faixas dividem as obras que este catálogo data em um primeiro quarto, uma metade central e um último quarto. Elas não representam a produção completa do artista: um período de escassez pode ser uma lacuna no registro, em vez de um intervalo de baixa atividade. Os mesmos anos com a vida do artista traçada neles

Obras comparáveis

Escolha uma obra acima: mencione duas semelhanças entre ela e esta, e uma diferença.

Mais obras para acompanhar esta: topimpressionists.com/pt/art/similar/arnold-schoenberg-self-portrait-D79463-en/

Paleta de cores

Medido a partir da imagem

    Cor principal

    Putty #ebd4a9

    Paleta catalogada

    • #EBD4A9
    • #796555
    • #DEBC50
    • #B99772

    Estas cores dentro de toda a paleta do artista Encontre outras pinturas por cor

    Paleta
    Neutrals A família de cores predominante na imagem.
    Nome da cor principal
    Putty
    Intensidade
    Vivid O quão saturadas e variadas são as cores, desde um único tom suave até muitos tons vibrantes.
    Contraste
    Serene O grau de variação da luminosidade e saturação das cores ao longo da imagem.
    Harmonia
    Unified Palette A forma como as cores interagem entre si, desde o contraste marcante até a total harmonia.
    Brilho
    Brilliant O nível de luminosidade ou escuridão da imagem como um todo, desde as sombras profundas até os brilhos intensos.
    Saturação
    Balanced Soft Quão puras e intensas são as cores, do quase cinza ao totalmente vívido.

    Onde no mundo esta pintura é apreciada?

    • com menos de 1%
    • 1–3%
    • 3–8%
    • 8–20%
    • 20% ou mais
    Esta pintura sozinha possui poucos visitantes registrados para mapear, portanto, a placa apresenta todas as obras de Arnold Schoenberg nos últimos doze meses — 10 países ao todo. De onde vêm estes números

    Os dez principais países

    1. 1 China 67,2%
    2. 2 Estados Unidos da América 9,8%
    3. 3 Brasil 4,9%
    4. 4 Espanha 4,9%
    5. 5 Países Baixos 4,9%
    6. 6 Alemanha 1,6%
    7. 7 Reino Unido 1,6%
    8. 8 Hong Kong 1,6%
    9. 9 Itália 1,6%
    10. 10 Singapura 1,6%

    Encontre os três países mais escuros no mapa. O museu que guarda esta pintura está em algum deles? Escreva um motivo pelo qual pessoas de longe poderiam visitá-la.

    As 20 obras mais visualizadas de Arnold Schoenberg

    1. 1 Mauríce Zam, 1935 8,7%
    2. 2 Suite, op. 29 - Bi-directional twelve-tone row chart, 1924 7,2%
    3. 3 Piano Piece, op. 19/6, 1911 5,8%
    4. 4 Xeque Coalition, 1925 5,8%
    5. 5 Tape Dispenser, 1945 5,8%
    6. 6 Emil Hertzka, 1910 4,3%
    7. 7 Tears, 1910 4,3%
    8. 8 Pierrot lunaire, op. 21 - Night, 1912 4,3%
    9. 9 Five Pieces for Orchestra, op. 16/5 – First written copy, 1909 2,9%
    10. 10 Piano Concerto, op. 42 - Programmatic keywords, 1942 2,9%
    11. 11 Erwartung, op. 17, 1909 2,9%
    12. 12 Self-Portrait, 1922 esta pintura 2,9%
    13. 13 Alliance (Hands), 1910 2,9%
    14. 14 Expectation (Scene 3), 1911 2,9%
    15. 15 Suite for Piano, op. 25 - Prelude, 1921 2,9%
    16. 16 Peace on Earth, op. 13, 1907 2,9%
    17. 17 Mathilde Schönberg, 1909 2,9%
    18. 18 Self-Portrait, 1910 2,9%
    19. 19 Walking Self-Portrait, 1911 1,4%
    20. 20 Gertrud Schönberg, 1930 1,4%

    Juntas, estas obras representam 78,0% de toda a atenção que as pinturas deste artista receberam nos últimos doze meses. O catálogo contém 65 obras deste artista, das quais 35 foram visualizadas pelo menos uma vez. Esta pintura ocupa a 12 posição entre elas, com 2,9% dessa atenção. Os mesmos números, mês a mês

    As barras medem a atenção, não a qualidade. Escolha a obra no topo e esta aqui: mencione um fator que poderia tornar uma pintura famosa para além da sua técnica de execução.

    Sobre esta obra

    Self-Portrait — Arnold Schoenberg

    A Study in Yellow and Green: Arnold Schoenberg's Self-Portrait (1922)

    This intimate drawing, measuring just 9 x 10 cm, offers an arresting glimpse into the mind of one of the 20th century’s most revolutionary composers – Arnold Schoenberg. Executed in 1922, a pivotal year in his artistic development, the work transcends a simple portrait; it's a concentrated distillation of intellectual intensity and perhaps, a subtle self-examination rendered with remarkable precision. The stark palette of yellow and green immediately draws the viewer in, colors that would become increasingly significant within Schoenberg’s musical explorations of atonality and dissonance.

    Subject & Composition: The central focus is undeniably the artist himself – a man with a neatly trimmed mustache, his gaze direct and unwavering. The simplified rendering emphasizes key features: the piercing green eyes, a hallmark of Schoenberg’s artistic vision, and the strong jawline hinting at an unyielding intellect.

    Technique & Materials: Crafted in black and yellow tones, the drawing utilizes a technique that suggests both meticulous observation and a deliberate departure from representational realism. The use of shading creates depth and volume, while the limited color palette contributes to a sense of austerity and focused contemplation.

    The Second Viennese School & Atonality

    To fully appreciate this self-portrait, it’s crucial to understand Schoenberg's place within the artistic landscape of early 20th-century Vienna. He was at the heart of the “Second Viennese School,” a group of composers – including Alban Berg and Anton Webern – who radically challenged traditional harmonic structures. Schoenberg pioneered atonality, rejecting the established rules of key signatures and chord progressions, believing that music should be free from conventional constraints. This drawing can be seen as a visual manifestation of this intellectual shift; the deliberate use of color and simplified form reflects a desire to break away from established artistic conventions.

    The year 1922 was particularly significant for Schoenberg, marking a period of intense experimentation with serialism – a compositional technique based on mathematical series that further explored the possibilities of atonality. This self-portrait isn’t merely a likeness; it's a visual echo of his groundbreaking musical ideas.

    Symbolic Resonance & Emotional Impact

    While seemingly straightforward, the drawing possesses a subtle emotional depth. The intense gaze suggests introspection and perhaps a sense of isolation – feelings that likely accompanied Schoenberg as he navigated the turbulent waters of artistic innovation. The yellow and green hues, often associated with envy and growth respectively, could symbolize his ambition and relentless pursuit of new musical frontiers. The starkness of the image evokes a feeling of quiet contemplation, inviting the viewer to engage in their own thoughts about creativity, genius, and the challenges of pushing boundaries.

    A Collector’s Piece – Reproduction & Legacy

    This hand-painted reproduction captures not only the visual details of Schoenberg's self-portrait but also the spirit of a revolutionary artist. Each reproduction is meticulously crafted by skilled artisans, ensuring an authentic representation of this significant work. Perfect for interior design projects seeking a touch of intellectual sophistication or as a unique addition to any art collection, this piece offers a tangible connection to one of music’s most influential figures. Its small size makes it ideal for display in intimate settings, while its powerful imagery ensures that it will remain a captivating subject of contemplation for years to come.

    Artista e museu

    Artista

    Arnold Schoenberg

    Nascido em Viena, Áustria

    primeiros anos e o despertar musical

    arnold schoenberg, compositor austro-americano, nasceu em 13 de setembro de 1874, em viena, áustria. sua infância foi marcada por origens humildes, sendo seu pai um sapateiro. apesar disso, a paixão inata de schoenberg pela música o levou a um profundo processo de autodidatismo no campo musical.

    evolução musical e obras notáveis

    as primeiras obras de schoenberg, como verklärte nacht (1899), exibiam uma síntese entre o estilo de brahms e wagner. conforme sua arte progredia, ele se tornou a figura central da segunda escola vienense, ao lado de anton webern e alban berg. suas composições, incluindo o quarteto de cordas nº 2 (1907–1908), erwartung (1909) e pierrot lunaire (1912), exemplificaram sua abordagem inovadora em direção à atonalidade.

    ensino, emigração e vida tardia

    schoenberg renunciou à academia prussiana de artes em 1933 devido à ascensão do nazismo ao poder, que rotulou sua música como "degenerada". ele então lecionou nos estados unidos, inclusive na universidade da califórnia, los angeles (1936–1944), onde instalações levam seu nome em sua honra. [https://AllPaintingsStore.com/@/arnold-schaenberg](descubra mais sobre a vida e as obras de schoenberg na AllPaintingsStore).

    schoenberg explorou a música para cinema e escreveu composições mais tonais, concluindo sua sinfonia de câmara nº 2 em 1939.

    ele satirizou tiranos fascistas em ode a napoleão (1942), inspirado por byron.

    a viena do pós-guerra ofereceu-lhe a cidadania honorária, mas ele enfrentava problemas de saúde, como retratado em seu trio para cordas (1946).

    legado e influência

    conforme o mundo tomava conhecimento do holocausto, schoenberg imortalizou suas vítimas em a survivor from warsaw (1947). o conservatório e academia de música de israel elegeu-o presidente honorário em 1951. [https://AllPaintingsStore.com/@@/a@d3bqc7-the-museum-destroyed-by-fire-(united-states)](saiba mais sobre o impacto de seu trabalho na AllPaintingsStore). pontos principais:

    a música inovadora de schoenberg foi uma das mais influentes e polêmicas da música clássica do século XX.

    pelo menos três gerações de compositores expandiram seus princípios, ainda que formais.

    suas visões estéticas e musicohistóricas influenciaram os musicólogos theodor w. adorno e carl dahlhaus. [https://AllPaintingsStore.com/@@/a@d3cl2x--a-journey-through-art-history-with-AllPaintingsStore-s-extensive-collection-](explore a vasta coleção de arte na AllPaintingsStore, abrangendo do século XII ao XX).

    Museu

    Arnold Schönberg Center

    Em exibição em Viena, Áustria

    Um Santuário de Som e Visão

    No coração de Viena, uma cidade onde os ecos do génio musical ressoam por cada rua de paralelepípedos, encontra-se um santuário dedicado a uma das figuras mais transformadoras do século XX. O

    Arnold Schönberg Center

    é muito mais do que um mero repositório de documentos históricos; é um testemunho vivo e pulsante do espírito revolucionário do Modernismo Vienense. Cruzar as suas portas é entrar numa atmosfera intelectual carregada com o mesmo fermento criativo que outrora redefiniu os limites da expressão musical, oferecendo um vislumbre raro de uma era que alterou irrevocavelmente o curso da arte ocidental.

    A instituição serve como um profundo centro cultural onde o legado de Arnold Schönberg — o pioneiro da atonalidade e o arquitelo da técnica dodecafónica — não é apenas preservado, mas ativamente celebrado. O ambiente convida a uma exploração profunda da interconectividade das disciplinas modernas, atuando como um cruzamento vital onde a musicologia encontra a história da arte. Para o colecionador atento ou o amante das belas artes, o Centro oferece uma janela inigualável sobre como as complexidades estruturais do som podem espelhar a estética abstrata da forma visual.

    O Legado Íntimo e os Arquivos

    A coleção guardada neste prestigiado centro é um verdadeiro tesouro para académicos e entusiastas da arte, fundindo o auditivo com o visual numa tapeçaria histórica contínua. Os arquivos abrigam mais de 20.000 páginas de partituras musicais, diários pessoais e programas de concertos que traçam a evolução da composição moderna. No entanto, o que verdadeiramente cativa o visitante é a ligação íntima com a vida quotidiana do compositor. Através de réplicas meticulosamente preservadas do estúdio de Schönberg, completas com mobiliário e ferramentas originais, o Centro permite um encontro palpável com o seu processo criativo.

    Para além da palavra escrita, a coleção revela uma dimensão menos conhecida do maestro: o seu envolvimento com as artes visuais. Um

    catalogue raisonné

    das suas pinturas e desenhos revela uma estética abstrata que espelha as complexidades estruturais da sua música, proporcionando uma visão multidimensional de um homem cujo génio transcendeu um único meio. Os visitantes podem também explorar várias facetas deste rico património através de:

    A Biblioteca:

    Com o objetivo de alcançar a completude na documentação sobre publicações acerca de Arnold Schönberg em todas as línguas, complementando o acervo com escritos sobre a Segunda Escola de Viena e a história intelectual do século XX.

    Coleções de Som e Vídeo:

    Uma compilação abrangente de gravações sonoras que preserva integralmente interpretações que vão de 1922 até aos dias de hoje, juntamente com entrevistas e imagens documentais.

    Publicações Académicas:

    A produção regular do

    Journal of the Arnold Schönberg Center

    , que promove um profundo apreço académico pelas forças culturais em jogo.

    Uma Jornada de Resiliência e Regresso a Casa

    A história do Centro é uma narrativa comovente de deslocamento e eventual regresso ao lar. Após o falecimento do compositor, a gestão do seu espólio percorreu um longo e vigoroso caminho. Depois de um período em que grande parte do seu legado residiu na Universidade do Sul da Califórnia, um esforço dedicado da Cidade de Viena e da Internationale Schönberg-Gesellschaft garantiu que a sua obra regressasse ao seu local de nascimento legítimo. Este regresso ancorou as suas ideias revolucionárias novamente no solo vienense de onde floresceram.

    Este sentido de resiliência estende-se ainda à Casa Schönberg em Mödling, um monumento vivo onde os visitantes podem percorrer as mesmas salas onde os seus marcos criativos foram alcançados. Através de exposições regulares e distinções internacionais, como o prémio anual Arnold Schönberg, a instituição continua a fomentar uma profunda apreciação pelo poder duradouro da inovação humana.

    Saiba mais

    Disponível online

    QR code que direciona para a página de download de Self-Portrait

    topimpressionists.com/pt/art/download/arnold-schoenberg-self-portrait-D79463-en/

    Como citar esta obra

    MLA
    Schoenberg, Arnold. Self-Portrait. 1922, Arnold Schönberg Center. https://topimpressionists.com/pt/art/arnold-schoenberg-self-portrait-D79463-en/
    APA
    Schoenberg, Arnold (1922). Self-Portrait [Painting]. Arnold Schönberg Center. https://topimpressionists.com/pt/art/arnold-schoenberg-self-portrait-D79463-en/
    Chicago
    Arnold Schoenberg. Self-Portrait. 1922. Arnold Schönberg Center. https://topimpressionists.com/pt/art/arnold-schoenberg-self-portrait-D79463-en/
    Harvard
    Schoenberg, Arnold (1922) Self-Portrait. Arnold Schönberg Center. Available at: https://topimpressionists.com/pt/art/arnold-schoenberg-self-portrait-D79463-en/

    Observe de perto

    Self-Portrait — Arnold Schoenberg

    Olhar de perto

    Responda com suas próprias palavras. Não existem respostas erradas aqui — apenas respostas que você possa explicar.

    1. O que chama a sua atenção primeiro e por quê?
    2. Quais cores ou formas criam a atmosfera — e que atmosfera é essa?
    3. O nosso catálogo classifica esta obra sob: self-portrait, arnold schoenberg, musical artist. Concorda? O que acrescentaria ou removeria?
    4. Relembre Walking Self-Portrait (1911), apresentado anteriormente neste guia. Identifique dois elementos que esta obra compartilha com a anterior e um que seja diferente.
    5. Arnold Schoenberg tinha cerca de 48 anos quando esta obra foi feita. O que nela parece ser o trabalho de um artista nessa fase?

    Sua resposta

    Escreva um pequeno parágrafo sobre esta obra de arte. Utilize as informações das etapas anteriores deste guia e as suas respostas acima.

    Perguntas e Respostas

    Em que técnica foi executada a obra "Self-Portrait" de Arnold Schoenberg?

    A técnica de "Self-Portrait" de Arnold Schoenberg é Acrylic On Canvas. As reproduções visam reproduzir a aparência desta técnica.

    Em que fase da carreira de Arnold Schoenberg se situa "Self-Portrait", considerando a sua data?

    A data de 1922 situa "Self-Portrait" no Early Period do desenvolvimento de Arnold Schoenberg.

    Quais são as dimensões da obra original "Self-Portrait" de Arnold Schoenberg?

    As dimensões registradas de "Self-Portrait" de Arnold Schoenberg são 9 x 10 cm. Reproduções podem ser encomendadas em outros tamanhos, mantendo as mesmas proporções.