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Guia de Obras de Estudantes

Welsh Landscape

Nome Turma Data

Augusto Edwin John, Welsh Landscape (1914), The Stanley - Audrey Burton Gallery. Reproduzido para fins de referência; todos os direitos reservados ao detentor dos direitos. Veja esta tela sob uma luz em movimento: o desenho, a cor real sob o verniz, o pigmento puro

Informações principais

Artista
Augusto Edwin John topimpressionists.com/pt/artists/augusto-edwin-john_pt/
Datas do artista
1878 – 1961
Pintura
1914
Técnica
Oil
Dimensões originais
31 x 38 cm
Movimento
Impressionism Painters working fast and outdoors to catch how light actually looked at one moment, rather than finishing smoothly in a studio.
Período
Modern
Realizado em
The Stanley - Audrey Burton Gallery topimpressionists.com/pt/museums/the-stanley-audrey-burton-gallery-leeds/
Notable elements
River, mountains, rocks, and a small house
Subject or theme
Serene mountainous landscape

No contexto

Welsh Landscape — Augusto Edwin John

Dimensões

As dimensões originais são 31 × 38 cm (altura × largura), representadas aqui ao lado de um adulto de altura média.

Ano de criação

  1. 1870
  2. 1880
  3. 1890
  4. 1900
  5. 1910
  6. 1920
  7. 1930
  8. 1940
  9. 1950
  10. 1960

Linha acima: os anos. Linha abaixo: a idade do artista no início e no fim de cada período — 0 ao nascer, 83 ao falecer.

Pintado quando o artista tinha 36. O artista viveu até aos 83. 53 das 167 obras datadas deste artista em nosso catálogo são anteriores.

Sombreado: a trajetória de Augusto Edwin John (1878–1961) ▲ esta obra, 1914 cada pintura datada, década por década

Primeiras obras: até 1912 Principais anos de atividade: 1912–1933 Obras tardias: a partir de 1933

Essas três faixas dividem as obras que este catálogo data em um primeiro quarto, uma metade central e um último quarto. Elas não representam a produção completa do artista: um período de escassez pode ser uma lacuna no registro, em vez de um intervalo de baixa atividade. Os mesmos anos com a vida do artista traçada neles

Obras comparáveis

Escolha uma obra acima: mencione duas semelhanças entre ela e esta, e uma diferença.

Mais obras para acompanhar esta: topimpressionists.com/pt/art/similar/augustus-edwin-john-welsh-landscape-AQRL2Q-en/

Paleta de cores

Medido a partir da imagem

    Cor principal

    Putty #d1dae5

    Paleta catalogada

    • #D1DAE5
    • #7E6550
    • #B89C8C
    • #B68F4D

    Estas cores dentro de toda a paleta do artista Encontre outras pinturas por cor

    Paleta
    Neutrals A família de cores predominante na imagem.
    Nome da cor principal
    Putty
    Intensidade
    Vivid O quão saturadas e variadas são as cores, desde um único tom suave até muitos tons vibrantes.
    Contraste
    Gentle O grau de variação da luminosidade e saturação das cores ao longo da imagem.
    Harmonia
    Strong Color Unity A forma como as cores interagem entre si, desde o contraste marcante até a total harmonia.
    Brilho
    Brilliant O nível de luminosidade ou escuridão da imagem como um todo, desde as sombras profundas até os brilhos intensos.
    Saturação
    Balanced Soft Quão puras e intensas são as cores, do quase cinza ao totalmente vívido.

    Onde no mundo esta pintura é apreciada?

    • com menos de 1%
    • 1–3%
    • 3–8%
    • 8–20%
    • 20% ou mais
    Esta pintura sozinha possui poucos visitantes registrados para mapear, portanto, a placa apresenta todas as obras de Augusto Edwin John nos últimos doze meses — 6 países ao todo. De onde vêm estes números

    Os dez principais países

    1. 1 China 89,9%
    2. 2 Estados Unidos da América 4,3%
    3. 3 Reino Unido 1,4%
    4. 4 Itália 1,4%
    5. 5 Polónia 1,4%
    6. 6 Singapura 1,4%

    Encontre os três países mais escuros no mapa. O museu que guarda esta pintura está em algum deles? Escreva um motivo pelo qual pessoas de longe poderiam visitá-la.

    As 20 obras mais visualizadas de Augusto Edwin John

    1. 1 Lord Conway of Allington, 1930 5,5%
    2. 2 Sir Edmund Craster (1879–1959), 1944 5,5%
    3. 3 Portrait of a Young Man, 1929 4,1%
    4. 4 Mulher Nu em Cenário de Caverna, 1930 4,1%
    5. 5 Study in Provence, 1926 2,7%
    6. 6 Dr Louis C. G. Clarke (1881–1960), Fellow (1929–1960), 1922 2,7%
    7. 7 The Blue Pool, 1910 2,7%
    8. 8 Olives in Spain, 1922 2,7%
    9. 9 Edwin John, 1940 2,7%
    10. 10 May Earp, 1920 2,7%
    11. 11 Oliver Elton (1861–1945), 1902 2,7%
    12. 12 Portrait of a Boatman 2,7%
    13. 13 Harbour 2,7%
    14. 14 Sir Archibald Sinclair (1876–1956) 2,7%
    15. 15 Archibald Henry Macdonald Sinclair (1890–1970), 1st Baronet of Ulbster and 1st Viscount Thurso, Liberal Statesman, Secretary of State for Scotland and Secretary of State for Air, 1924 1,4%
    16. 16 Dorothy Rose Burns, née Duveen, 1940 1,4%
    17. 17 Dorothea Head, née Ashley Cooper, 1930 1,4%
    18. 18 Welsh Landscape, 1914 esta pintura 1,4%
    19. 19 Mrs Randolph Schwabe, 1917 1,4%
    20. 20 Two Jamaican Girls, 1937 1,4%

    Juntas, estas obras representam 54,6% de toda a atenção que as pinturas deste artista receberam nos últimos doze meses. O catálogo contém 220 obras deste artista, das quais 53 foram visualizadas pelo menos uma vez. Esta pintura ocupa a 18 posição entre elas, com 1,4% dessa atenção. Os mesmos números, mês a mês

    As barras medem a atenção, não a qualidade. Escolha a obra no topo e esta aqui: mencione um fator que poderia tornar uma pintura famosa para além da sua técnica de execução.

    Sobre esta obra

    Welsh Landscape — Augusto Edwin John

    A Serene Vision of the Welsh Wilderness

    In the quietude of 1914, Augustus Edwin John captured a moment of profound stillness in his masterpiece, Welsh Landscape. This evocative work invites the viewer into a lush, mountainous sanctuary where the rhythmic flow of a river serves as the lifeblood of the terrain. The composition is a masterclass in natural harmony, presenting a verdant expanse where rolling hills, draped in vibrant emerald grasses, meet the rugged textures of scattered stones. At the heart of this pastoral dream lies a solitary small house, a humble human presence that does not disrupt the wilderness but rather finds its place within it. This delicate balance between civilization and the untamed earth creates a sense of sanctuary, making the painting an ideal centerpiece for those looking to bring a touch of contemplative peace into a modern living space.

    The technique employed by John reflects his exceptional training at the Slade School of Fine Art, showcasing a command over light and organic form that breathes life into the canvas. Through fluid brushwork and a sophisticated palette of deep greens, earthy browns, and soft sky tones, he achieves a painterly texture that feels both tactile and ethereal. The way the light seems to graze the mountain peaks suggests a fleeting afternoon glow, capturing the ephemeral beauty of the Welsh countryside. For the discerning collector or interior designer, this reproduction offers more than just visual appeal; it provides a window into a world of soft shadows and luminous highlights, capable of adding depth and a sophisticated, organic warmth to any curated gallery wall or elegant study.

    Historical Resonance and Emotional Depth

    Beyond its aesthetic splendor, Welsh Landscape carries the weight of a pivotal era in British art history. Painted during the dawn of the First World War, the painting offers a poignant contrast to the global upheaval of the time, acting as a nostalgic retreat into the timeless stability of the natural world. Augustus Edwin John, a figure synonymous with the Bohemian spirit of early 20th-century Wales, utilizes this landscape to evoke a sense of enduring tranquility. The symbolism of the flowing river and the steadfast mountains speaks to the cyclical nature of life and the permanence of the earth amidst human change. It is an emotional journey that moves from the initial awe of the grand scale to a deep, intimate connection with the quietude of the valley.

    Integrating such a piece into an interior design scheme allows for a narrative-driven decor. Whether paired with contemporary minimalist furniture or nestled within a classic, traditional setting, the painting acts as an emotional anchor. It evokes a sense of nostalgia and a longing for the pastoral, making it a powerful tool for creating atmospheres of relaxation and introspection. For those seeking to invest in high-quality art reproductions, this work stands as a testament to John's ability to transform a specific geographical location into a universal symbol of peace and natural grace.

    Artista e museu

    Artista

    Augusto Edwin John

    Nascido em Tenby, Reino Unido

    A Welsh Bohemian: The Life and Art of Augustus Edwin John

    Augustus Edwin John, uma figura singular na história da arte britânica, transcendeu a mera definição de pintor. Sua vida e obra foram intrinsecamente ligadas à intensidade emocional, à busca por autenticidade e a um estilo vibrante que desafiou as convenções do seu tempo. Nascido em Tenby, no coração de Gales, em 4 de janeiro de 1878, John foi moldado desde cedo pela paisagem selvagem e pela cultura rica da região, elementos que se refletiriam profundamente em sua arte. Sua jornada artística não foi linear; marcada por momentos de aclamação e desafios, seu legado permanece como um testemunho da força da individualidade e da capacidade da arte de capturar a essência do ser humano.

    Influências e o Desenvolvimento de um Estilo Único

    A alma de Augustus Edwin John era alimentada por uma miríade de influências, que se entrelaçaram para criar um estilo inconfundível. A influência primordial reside nos mestres clássicos, especialmente Peter Paul Rubens, cujas composições dinâmicas e paletas de cores exuberantes o inspiraram a buscar a vitalidade e a expressividade em suas telas. Paralelamente, absorveu as inovações dos contemporâneos franceses como Matisse e Gauguin, abraçando sua liberdade cromática e a rejeição das rígidas amarras da academia. A sutileza tonal de Puvis de Chavannes também deixou uma marca indelével em sua visão estética, influenciando-o a explorar a atmosfera e as emoções através do uso magistral da luz e sombra. Essa convergência de influências resultou em um estilo caracterizado por cores vibrantes, pinceladas fluidas e um foco implacável na revelação da vida interior de seus personagens. John não se contentava em reproduzir a aparência; buscava desvendar as emoções fugazes que definiam cada indivíduo, capturando a essência do ser através de sua arte.

    Portraits e o Fascínio pelos Romani: Uma Vida Plena

    A fama de Augustus Edwin John reside primordialmente em seus retratos, obras que transcendem a mera representação para se tornarem janelas para a alma de seus modelos. Suas telas revelam personalidades marcantes da aristocracia e do mundo literário, como David Lloyd George, James Joyce e George Bernard Shaw, cada um capturado com uma profundidade psicológica que desafia as expectativas. O retrato de Archibald Henry Macdonald Sinclair (1924) e Francis Henry Crittall (1919) exemplificam sua maestria nesse gênero, demonstrando sua capacidade de transmitir a complexidade e a individualidade de seus sujeitos. No entanto, o interesse artístico de John se estendia muito além dos limites convencionais do retrato. Um fascínio profundo pela cultura Romani o impulsionou a adotar um estilo de vida nômade, viajando em uma caravana com sua família por um período prolongado. Essa imersão total na cultura Romani impregnou sua arte com temas de liberdade, desejo de aventura e a beleza da natureza selvagem. Sua conexão íntima com essa comunidade culminou em sua presidência da Gypsy Lore Society, consolidando seu compromisso com a compreensão e a celebração de suas tradições únicas. Air Mechanic Shaw (1935), um retrato de T.E. Lawrence, é outro exemplo notável de sua habilidade em capturar a complexidade dos personagens com sensibilidade excepcional.

    Um Legado Complexo: Reconhecimento e Reavaliação

    Ao longo de sua carreira, John experimentou tanto o reconhecimento generalizado quanto períodos de crítica variável. Inicialmente celebrado por suas técnicas inovadoras de pintura a óleo e desenhos figurativos, alguns críticos posteriormente consideraram seu trabalho excessivamente flamboyant ou carente de refinamento pictórico. Seu serviço como artista de guerra durante a Primeira Guerra Mundial, atuando como oficial no exército canadense, resultou em retratos memoráveis de soldados, mas um incidente infeliz levou à sua convocação para retornar à Inglaterra. Apesar desses desafios, Augustus Edwin John permaneceu uma figura importante na história da arte britânica. Foi um dos poucos artistas de sua época a alcançar reconhecimento público amplo e desempenhou um papel crucial na popularização do pós-impressionismo no Reino Unido. Recebeu a Ordem do Mérito em 1942, e documentou sua vida e filosofia artística em dois volumes de autobiografia: Chiaroscuro (1952) e Finishing Touches (publicado postumamente em 1964). Embora sua reputação tenha diminuído um pouco após a Segunda Guerra Mundial, seu trabalho tem sido redescoberto nos últimos anos, especialmente pela vivacidade e originalidade de suas obras iniciais. Seu legado é enriquecido ainda mais pelas realizações artísticas de sua irmã, Gwen John, cuja própria visão única contribuiu significativamente para o movimento modernista.

    Nascido: 4 de janeiro de 1878, Tenby, Gales

    Faleceu: 31 de outubro de 1961, Fordingbridge, Inglaterra

    A arte de Augustus Edwin John continua a cativar e inspirar, lembrando-nos do poder da expressão individual e do fascínio duradouro de uma vida vivida com paixão e integridade artística.

    Museu

    The Stanley - Audrey Burton Gallery

    Em exibição em Leeds, United Kingdom

    A Sanctuary of Light and Line

    Nestled within the venerable walls of the Brotherton Library, a Grade II listed masterpiece of Neoclassical design, lies an unexpected jewel of the University of Leeds campus. The

    Stanley & Audrey Burton Gallery

    serves as more than a mere repository for fine art; it is a deliberate invitation to pause and contemplate beauty amidst the academic rigor of university life. As one enters this sanctuary, the Art Deco elegance of the surrounding architecture begins to harmonize with the curated treasures within, creating an atmosphere where history and modernity exist in a delicate, breathless balance. For the art lover or the discerning interior designer, the gallery offers a profound sense of tranquility, acting as a respite where the soul can engage with the sublime.

    The heart of the gallery beats most vibrantly through its magnificent

    British Paintings

    collection. Here, the canvases whisper tales of a changing nation, spanning centuries of artistic evolution. Visitors are transported to the sweeping, atmospheric dramas of the Romantic era, where the masterful brushstrokes of

    John Constable

    and

    J.M.W. Turner

    capture the ephemeral light and rugged spirit of the English countryside. These works do not merely depict landscapes; they evoke the very essence of the sublime, inviting viewers to lose themselves in the interplay of mist, shadow, and sunlight. This tradition of observation is complemented by the intimate elegance of Victorian portraiture and the luminous, experimental energy of Impressionistic explorations, making the collection a vital chronicle of the British aesthetic journey.

    A Dialogue Between Eras

    Beyond the borders of Britain, the gallery opens a window onto the broader European tradition, offering a panoramic view of the continent's artistic soul. The collection features the dramatic tension of the Baroque period, where the mastery of artists like

    Rembrandt

    and

    Caravaggio

    is on full display. Through their legendary use of

    chiaroscuro

    —the profound interplay between deep shadow and piercing light—these works command an emotional intensity that remains unparalleled. This dialogue between light and dark is mirrored in the gallery's sculptural offerings, where neoclassical forms celebrating classical ideals stand alongside modernist experiments. These sculptures demonstrate a breathtaking precision, transforming raw, cold materials into evocative representations of the human form and natural grace.

    What truly distinguishes The Stanley & Audrey Burton Gallery is its role as a living, breathing institution of intellectual curiosity. It is a space where temporary exhibitions frequently challenge the status quo, placing cutting-edge contemporary art in direct conversation with historical treasures. This juxtaposition prompts a continuous re-evaluation of how artistic ideas evolve across time and culture. Affiliated with the broader University Library system—including the prestigious

    Treasures Gallery

    and the

    International Textile Collection

    —the gallery is part of a larger legacy of scholarship and creative pursuit, remaining a beacon of inspiration where the enduring legacy of human creativity is both preserved and perpetually reimagined.

    Saiba mais

    Disponível online

    QR code que direciona para a página de download de Welsh Landscape

    topimpressionists.com/pt/art/download/augustus-edwin-john-welsh-landscape-AQRL2Q-en/

    Como citar esta obra

    MLA
    John, Augusto Edwin. Welsh Landscape. 1914, The Stanley - Audrey Burton Gallery. https://topimpressionists.com/pt/art/augustus-edwin-john-welsh-landscape-AQRL2Q-en/
    APA
    John, Augusto Edwin (1914). Welsh Landscape [Painting]. The Stanley - Audrey Burton Gallery. https://topimpressionists.com/pt/art/augustus-edwin-john-welsh-landscape-AQRL2Q-en/
    Chicago
    Augusto Edwin John. Welsh Landscape. 1914. The Stanley - Audrey Burton Gallery. https://topimpressionists.com/pt/art/augustus-edwin-john-welsh-landscape-AQRL2Q-en/
    Harvard
    John, Augusto Edwin (1914) Welsh Landscape. The Stanley - Audrey Burton Gallery. Available at: https://topimpressionists.com/pt/art/augustus-edwin-john-welsh-landscape-AQRL2Q-en/

    Observe de perto

    Welsh Landscape — Augusto Edwin John

    Olhar de perto

    Responda com suas próprias palavras. Não existem respostas erradas aqui — apenas respostas que você possa explicar.

    1. O que chama a sua atenção primeiro e por quê?
    2. Quais cores ou formas criam a atmosfera — e que atmosfera é essa?
    3. O nosso catálogo classifica esta obra sob: mountains, river, small house. Concorda? O que acrescentaria ou removeria?
    4. Relembre Study in Provence (1926), apresentado anteriormente neste guia. Identifique dois elementos que esta obra compartilha com a anterior e um que seja diferente.
    5. Impressionism: Painters working fast and outdoors to catch how light actually looked at one moment, rather than finishing smoothly in a studio. Onde você pode observar isso nesta obra?

    Sua resposta

    Escreva um pequeno parágrafo sobre esta obra de arte. Utilize as informações das etapas anteriores deste guia e as suas respostas acima.

    Perguntas e Respostas

    "Welsh Landscape" de Augusto Edwin John é uma composição em formato retrato, paisagem ou quadrada?

    "Welsh Landscape" de Augusto Edwin John é uma composição em Landscape. As proporções valem a pena ser conferidas antes de escolher o tamanho da impressão.

    Onde e para qual finalidade é recomendado "Welsh Landscape"?

    "Welsh Landscape" é sugerida para Relaxation, e o espaço recomendado é um(a) Wellness Center.

    Qual paleta e cor predominante definem "Welsh Landscape"?

    A identidade cromática de "Welsh Landscape" de Augusto Edwin John: uma paleta Neutrals, dominada por Putty (#d1dae5).