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Guia de Obras de Estudantes

Drying Salted Fish

Nome Turma Data

Cheong Soo Pieng, Drying Salted Fish (1978), National Museum of Singapore. Reproduzido para fins de referência; todos os direitos reservados ao detentor dos direitos. Veja esta tela sob uma luz em movimento: o desenho, a cor real sob o verniz, o pigmento puro

Dados principais

Artista
Cheong Soo Pieng topimpressionists.com/pt/artists/cheong-soo-pieng/
Datas do artista
1917 – 1983
Pintura a óleo
1978
Dimensões originais
30 x 700 cm
Movimento
Nanyang Style
Realizado em
National Museum of Singapore topimpressionists.com/pt/museums/national-museum-of-singapore-singapura_pt/

No contexto

Drying Salted Fish — Cheong Soo Pieng

Qual é o tamanho?

As dimensões originais são 30 × 700 cm (altura × largura), representadas aqui ao lado de um adulto de altura média.

Quando foi pintado?

  1. 1910
  2. 1920
  3. 1930
  4. 1940
  5. 1950
  6. 1960
  7. 1970
  8. 1980

Linha acima: os anos. Linha abaixo: a idade do artista no início e no fim de cada período — 0 ao nascer, 66 ao falecer.

Pintado quando o artista tinha 61. O artista viveu até aos 66. 3 das 6 obras datadas deste artista em nosso catálogo são anteriores.

Sombreado: a trajetória de Cheong Soo Pieng (1917–1983) ▲ esta obra, 1978 cada pintura datada, década por década

Comparar com

  • Bali Beach topimpressionists.com/pt/art/cheong-soo-pieng-bali-beach-D4Q9H6-en/
  • Still Life topimpressionists.com/pt/art/cheong-soo-pieng-still-life-D4Q9CB-en/
  • Weaver, 1981 topimpressionists.com/pt/art/cheong-soo-pieng-weaver-D9DJG3-en/

Escolha uma obra acima: mencione duas semelhanças entre ela e esta, e uma diferença.

Mais obras para acompanhar esta: topimpressionists.com/pt/art/similar/cheong-soo-pieng-drying-salted-fish-D9DJAV-en/

Cores

Medido a partir da imagem

    Cor principal

    Gray #67665a

    Paleta catalogada

    • #67665A
    • #C7BBA5
    • #A99F8A
    • #8C8473

    Estas cores integradas em toda a paleta do artista Encontre outras pinturas por cor

    Paleta
    Neutrals A família de cores predominante na imagem.
    Nome da cor principal
    Gray
    Intensidade
    Balanced O quão saturadas e variadas são as cores, desde um único tom suave até muitos tons vibrantes.
    Contraste
    Serene O grau de variação da luminosidade e saturação das cores ao longo da imagem.
    Harmonia
    Unified Palette A harmonia entre as cores, desde o contraste marcante até a total unidade.
    Brilho
    Brilliant O nível de luminosidade ou escuridão da imagem como um todo, desde as sombras profundas até os brilhos intensos.
    Saturação
    Muted Quão puras e intensas são as cores, do quase cinza ao totalmente vívido.

    Onde no mundo esta pintura é apreciada?

    • menos de 1%
    • 1–3%
    • 3–8%
    • 8–20%
    • 20% ou mais
    Esta pintura sozinha possui poucos visitantes registrados para mapear, portanto, a placa apresenta todas as obras de Cheong Soo Pieng nos últimos doze meses — 2 países ao todo. Origem destes dados

    Os dez principais países

    1. 1 China 85,7%
    2. 2 Malásia 14,3%

    Encontre os três países mais escuros no mapa. O museu que guarda esta pintura está em algum deles? Escreva um motivo pelo qual pessoas de longe poderiam visitá-la.

    As 9 obras mais visualizadas de Cheong Soo Pieng

    1. 1 Harvesting 20,0%
    2. 2 Drying Salted Fish, 1978 esta obra 10,0%
    3. 3 Bali Beach 10,0%
    4. 4 Still Life 10,0%
    5. 5 (Untitled) Portrait of a Young Man, 1952 10,0%
    6. 6 Repose 10,0%
    7. 7 Scene 10,0%
    8. 8 Abstract 10,0%
    9. 9 Padi Planting Malaysia 10,0%

    Juntas, estas obras representam 100,0% de toda a atenção que as pinturas deste artista receberam nos últimos doze meses. O catálogo contém 18 obras deste artista, das quais 9 foram visualizadas pelo menos uma vez. Esta pintura ocupa a 2 posição entre elas, com 10,0% dessa atenção. Os mesmos números, mês a mês

    As barras medem a atenção, não a qualidade. Escolha a obra no topo e esta aqui: mencione um fator que poderia tornar uma pintura famosa para além da sua técnica de execução.

    Sobre esta obra

    Drying Salted Fish — Cheong Soo Pieng

    Cheong Soo Pieng (1917-1983) is regarded as a pivotal figure in Singapore

    Artista e museu

    Artista

    Cheong Soo Pieng

    The Architect of Nanyang Modernism

    In the vibrant tapestry of twentieth-century Asian art, few threads shine as brightly or as uniquely as those woven by Cheong Soo Pieng. A visionary who bridged the vast distance between the ancient traditions of the East and the avant-garde movements of the West, Cheong stands as a monumental figure in Singaporean art history. Born in 1917 in Amoy, China, his early life was marked by a profound connection to the classical aesthetics of his heritage, yet his spirit was destined for the tropical rhythms of Southeast Asia. His formative education at the Xiamen Academy of Fine Art and later in Shanghai provided him with a rigorous foundation in Chinese ink painting, but it was his move to Singapore in 1946 that would ignite his true artistic revolution.

    Cheong did not merely adopt a new landscape; he reimagined it through a lens of modernism. Alongside contemporaries like Chen Wen Hsi, he became a primary architect of the Nanyang style—a movement that sought to capture the soul of the Malay Peninsula and the Indonesian archipelago. This was not a mere imitation of European trends, but a sophisticated fusion. He took the structural lessons of Cubism and the dreamlike qualities of Surrealism and breathed into them the warmth, color, and cultural vitality of Southeast Asian life. His work became a dialogue between the geometric precision of the West and the organic, flowing essence of the tropics.

    A Symphony of Form and Local Essence

    To gaze upon a Cheong Soo Pieng masterpiece is to witness a masterful command of both line and light. His technique was characterized by an extraordinary ability to use bold, saturated colors and thick black contours to delineate forms that felt both grounded and ethereal. He possessed a signature way of depicting indigenous tribal people, often portraying figures with elongated limbs and almond-shaped eyes—a stylistic choice that lent his subjects a graceful, almost mythic quality. This rhythmic approach to the human figure allowed him to transform everyday scenes into something timeless and iconic.

    His subject matter served as a love letter to the regional identity. Through his brush, the mundane became magnificent:

    The Rhythms of Labor: He captured the communal spirit of Weaver and the industriousness of fishermen hauling nets or farmers tending to rice paddies.

    Cultural Heritage: Works like Kayan Musician celebrate the traditional musical performances that define the region's cultural heartbeat.

    Tropical Serenity: In pieces such as Bali Beach, he invited viewers into a world of relaxation and sun-drenched landscapes, using fragmented geometric shapes to mirror the heat and movement of the shore.

    The Beauty of the Ordinary: Even in his more intimate studies, such as Drying Salted Fish or his various still lifes, there is an unwavering dedication to the palpable essence of human experience within a specific cultural context.

    Legacy and the Enduring Spirit of Innovation

    As his career progressed, Cheong’s experimentation knew no bounds. He was never content with staying within the safety of oil or watercolor; he fearlessly pushed the limits of his medium by exploring metal reliefs, lacquer, Masonite, and mixed media. This relentless pursuit of innovation ensured that his work remained dynamic, evolving from the figurative clarity of his early Nanyang years toward more complex, layered, and abstract compositions. His later works, such as Abstract Composition, demonstrate a profound depth where texture and color take center stage, reflecting a mature artist grappling with the very essence of spatial relationships.

    Cheong Soo Pieng passed away in 1983, but his influence remains an indelible part of the global art canon. He did more than create paintings; he helped forge a visual identity for a region in transition. By rejecting rigid European academic conventions in favor of a style that honored local textures and rhythms, he gave Southeast Asia a modern voice. Today, his works reside in prestigious collections such as the National Gallery Singapore, serving as a permanent testament to a man who saw the beauty in the fragmented, the strength in the stylized, and the eternal in the everyday.

    Museu

    National Museum of Singapore

    Em exibição em Singapura, Singapura

    Um Baluarte do Patrimônio: A Alma de Singapura

    O Museu Nacional de Singapura é muito mais do que um mero repositório de artefatos; é a personificação viva e pulsante da alma de uma nação. Estabelecida em 1849 como uma modesta seção dentro da Biblioteca e Museu Raffles, sua história memorável espelha a própria evolução de Singapura — uma jornada de um posto colonial a uma metrópole vibrante e cosmopolita. Erguendo-se com orgulho na Stamford Road, o museu serve como um farol luminoso que ilumina o passado enquanto participa ativamente dos diángulos que moldam o futuro de Singapura. Cruzar suas portas é embarcar em uma odisseia temporal, onde cada corredor oferece a chance de testemunhar a resiliência e a transformação de uma nação insular.

    A arquitetura do museu é um diálogo magistral entre eras, refletindo uma herança dual que é, ao mesmo tempo, reverente à tradição e otimista quanto ao progresso. Sua magnífica fachada, caracterizada pela elegância neoclássica, utiliza colunas imponentes e proporções simétricas para evocar a estabilidade e o prestígio da era colonial de Singapura. No entanto, esta grandeza histórica não existe isoladamente; ela se integra perfeitamente a extensões contemporâneas moldadas em vidro e aço. Esta justaposição deliberada entre o antigo e o novo simboliza uma nação que honra suas raízes enquanto abraça incansavelmente a inovação, criando um ambiente onde o peso da história encontra a leveza do design moderno.

    Uma Tapeçaria de Brilhantismo Artístico e Identidade Cultural

    Dentro destes salões meticulosamente curados, os visitantes encontram uma coleção deslumbrante que serve como um microcosmo da identidade multicultural de Singapura. O museu não apenas exibe objetos; ele constróis narrativas imersivas que convidam à contemplação profunda. Os amantes da arte se sentirão cativados pelas texturas opulentas de

    “Faust e Margarida,”

    de Sir Lawrence Alma-Tadema, uma obra-prima do romance vitoriano que exibe pinceladas magistrais e profunda emoção humana. Este clássico europeu encontra seu companheiro nas esculturas evocativas de Julius Mordecai Pinchas, como

    “Nu Sentado com Chinelos Azuis,”

    que explora a delicada interação entre forma e textura. A coleção oferece até mesmo vislumbres da serenidade impressionista da paisagem parisiense através de

    “Lili Butler no Jardim de Claude Monet,”

    de Theodore Earl Butler.

    Além das belas artes, a coleção do museu é singularmente caracterizada pelo seu compromisso em documentar a evolução tangível da vida singapurense. A inclusão de relíquias contemporâneas inesperadas — como mobiliário resgatado de trens desativados da SMRT e componentes do Airbus A3verso inaugural da Singapore Airlines — demonstra uma dedicação profunda em capturar o pulso da sociedade moderna. Esta mistura de alta arte, tesouros etnográficos e história industrial torna o museu um destino essencial tanto para colecionadores quanto para historiadores, oferecendo uma perspectiva multifacetada sobre como a identidade é forjada através de grandes movimentos e transições cotidianas.

    Um Legado de Descoberta e Conexão

    O que verdadeiramente distingue o Museu Nacional de Singapura é sua abordagem dinâmica à exposição e à educação. A programação do museu transcende as exibições estáticas, optando, em vez disso, por explorações interativas que mergulham no patrimônio marítimo, nas influências coloniais e nas árduas lutas pela independência. Estas exposições são projetadas para fomentar a curiosidade intelectual, utilizando a narrativa para garantir que os patrimônios culturais intangíveis sejam preservados e compreendidos pelas gerações futuras. Para o designer de interiores ou o entusiasta da arte, o museu serve como uma fonte profunda de inspiração, mostrando como a história pode ser tecida na trama da apreciação estética moderna.

    Em última análise, a missão do Museu Nacional estende-se muito além da preservação do passado; é um participante ativo na construção de um futuro coletivo. Ao cultivar o orgulho nacional e incentivar o diálogo intercultural, o museu capacita seus visitantes com conhecimento e promove um profundo senso de empatia. Ele permanece como um testemunho do poder dos museus de atuarem como catalisadores para a compreensão, lembrando-nos de que nossa história compartilhada é o alicerce sobre o qual construímos nosso mundo em constante mudança.

    Onde ler mais

    Encontre online

    QR code que direciona para a página de download de Drying Salted Fish

    topimpressionists.com/pt/art/download/cheong-soo-pieng-drying-salted-fish-D9DJAV-en/

    Como citar esta obra

    MLA
    Pieng, Cheong Soo. Drying Salted Fish. 1978, National Museum of Singapore. https://topimpressionists.com/pt/art/cheong-soo-pieng-drying-salted-fish-D9DJAV-en/
    APA
    Pieng, Cheong Soo (1978). Drying Salted Fish [Painting]. National Museum of Singapore. https://topimpressionists.com/pt/art/cheong-soo-pieng-drying-salted-fish-D9DJAV-en/
    Chicago
    Cheong Soo Pieng. Drying Salted Fish. 1978. National Museum of Singapore. https://topimpressionists.com/pt/art/cheong-soo-pieng-drying-salted-fish-D9DJAV-en/
    Harvard
    Pieng, Cheong Soo (1978) Drying Salted Fish. National Museum of Singapore. Available at: https://topimpressionists.com/pt/art/cheong-soo-pieng-drying-salted-fish-D9DJAV-en/

    Observe de perto

    Drying Salted Fish — Cheong Soo Pieng

    Observe de perto

    Responda com suas próprias palavras. Não existem respostas erradas aqui — apenas respostas que você possa explicar.

    1. O que chama a sua atenção primeiro e por quê?
    2. Quais cores ou formas criam a atmosfera — e que atmosfera é essa?
    3. Quantos rostos você consegue encontrar? ____ (o nosso catálogo conta 8 — você concorda?)
    4. O nosso catálogo classifica esta obra sob: rural life, southeast asia, fishing culture. Concorda? O que acrescentaria ou removeria?
    5. Relembre Bali Beach, visto anteriormente neste guia. Nomeie duas características que esta obra compartilha com a anterior e uma que seja diferente.

    Sua resposta

    Escreva um pequeno parágrafo sobre esta obra de arte. Utilize as informações das etapas anteriores deste guia e as suas respostas acima.

    Perguntas e Respostas

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    Qual é a tonalidade predominante de "Drying Salted Fish", de Cheong Soo Pieng?

    Um tom Ochre to Sepia percorre "Drying Salted Fish", de Cheong Soo Pieng.

    Quanta luz as cores de "Drying Salted Fish" parecem refletir?

    A luminância registrada para "Drying Salted Fish", de Cheong Soo Pieng é Gentle Luminance.