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Guia de Obras de Estudantes

The burial

Nome Turma Data

Édouard Manet, The burial (1867). Domínio público. Veja esta tela sob uma luz em movimento: o desenho, a cor real sob o verniz, o pigmento puro

Informações principais

Artista
Édouard Manet topimpressionists.com/pt/artists/edouard-manet_pt/
Datas do artista
1832 – 1883
Pintura
1867
Técnica
Oil On Canvas
Dimensões originais
72 x 90 cm
Movimento
Contemporary Realism Living artists painting the real world with traditional skill, often from photographs as well as from life.
Período
19th Century
Artistic style
Genre Painting
Influences
Caravaggio, Velázquez
Notable elements or techniques
Loose brushstrokes, muted palette
Subject or theme
Mortality, Grief

No contexto

The burial — Édouard Manet

Dimensões

As dimensões originais são 72 × 90 cm (altura × largura), representadas aqui ao lado de um adulto de altura média.

Ano de criação

  1. 1830
  2. 1840
  3. 1850
  4. 1860
  5. 1870
  6. 1880

Linha acima: os anos. Linha abaixo: a idade do artista no início e no fim de cada período — 0 ao nascer, 51 ao falecer.

Pintado quando o artista tinha 35. O artista viveu até aos 51. 100 das 325 obras datadas deste artista em nosso catálogo são anteriores.

Sombreado: a trajetória de Édouard Manet (1832–1883) ▲ esta obra, 1867 cada pintura datada, década por década

Primeiras obras: até 1865 Principais anos de atividade: 1865–1879 Obras tardias: a partir de 1879

Essas três faixas dividem as obras que este catálogo data em um primeiro quarto, uma metade central e um último quarto. Elas não representam a produção completa do artista: um período de escassez pode ser uma lacuna no registro, em vez de um intervalo de baixa atividade. Os mesmos anos com a vida do artista traçada neles

Obras comparáveis

Escolha uma obra acima: mencione duas semelhanças entre ela e esta, e uma diferença.

Mais obras para acompanhar esta: topimpressionists.com/pt/art/similar/edouard-manet-the-burial-8EWFN5-en/

Paleta de cores

Medido a partir da imagem

    Cor principal

    Putty #ccb9a2

    Paleta catalogada

    • #CCB9A2
    • #5E5549
    • #2E282B
    • #978570

    Estas cores dentro de toda a paleta do artista Encontre outras pinturas por cor

    Paleta
    Earthy A família de cores predominante na imagem.
    Nome da cor principal
    Putty
    Intensidade
    Monochromatic O quão saturadas e variadas são as cores, desde um único tom suave até muitos tons vibrantes.
    Contraste
    Statement O grau de variação da luminosidade e saturação das cores ao longo da imagem.
    Harmonia
    Balanced Harmony A forma como as cores interagem entre si, desde o contraste marcante até a total harmonia.
    Brilho
    Balanced O nível de luminosidade ou escuridão da imagem como um todo, desde as sombras profundas até os brilhos intensos.
    Saturação
    Muted Quão puras e intensas são as cores, do quase cinza ao totalmente vívido.

    Onde no mundo esta pintura é apreciada?

    • com menos de 1%
    • 1–3%
    • 3–8%
    • 8–20%
    • 20% ou mais
    Esta pintura sozinha possui poucos visitantes registrados para mapear, portanto, a placa apresenta todas as obras de Édouard Manet nos últimos doze meses — 70 países ao todo. De onde vêm estes números

    Os dez principais países

    1. 1 China 38,4%
    2. 2 França 7,5%
    3. 3 Estados Unidos da América 7,3%
    4. 4 Hong Kong 5,8%
    5. 5 Singapura 5,1%
    6. 6 Japão 4,0%
    7. 7 Espanha 3,4%
    8. 8 Itália 2,8%
    9. 9 Roménia 2,2%
    10. 10 Argentina 1,8%
    11. · 60 outros países 21,7%

    Encontre os três países mais escuros no mapa. O museu que guarda esta pintura está em algum deles? Escreva um motivo pelo qual pessoas de longe poderiam visitá-la.

    As 20 obras mais visualizadas de Édouard Manet

    1. 1 Olympia, 1863 16,3%
    2. 2 Um Bar na Folies-Bergère, 1882 6,9%
    3. 3 O Piquenique Sobre a Grama, 1863 5,4%
    4. 4 O Caminho de Ferro 1,8%
    5. 5 Um Bar Aux Folies Bergère 1,7%
    6. 6 Nana, 1877 1,6%
    7. 7 Música no Jardim das Tulherias, 1862 1,4%
    8. 8 Primavera (Estudo de Jeanne Demarsy), 1882 1,3%
    9. 9 Boating, Metropolitan Museum of Art, Nova York, 1874 1,3%
    10. 10 Execução do Imperador Maximiliano de México, 1867 1,2%
    11. 11 Rue Mosnier com Bandeiras, 1878 1,0%
    12. 12 Canto num Café-Concerto, 1878 1,0%
    13. 13 The Waitress 0,9%
    14. 14 Duas Rosas sobre uma Toalha de Mesa, 1883 0,9%
    15. 15 Bouquet of violets, 1872 0,8%
    16. 16 Le Déjeuner sur l'herbe, 1863 0,8%
    17. 17 A Servidora, 1878 0,8%
    18. 18 A Fuga de Rochefort, 1880 0,6%
    19. 19 A Barricada, 1871 0,6%
    20. 127 The burial, 1867 esta pintura 0,2%

    Juntas, estas obras representam 46,5% de toda a atenção que as pinturas deste artista receberam nos últimos doze meses. O catálogo contém 489 obras deste artista, das quais 395 foram visualizadas pelo menos uma vez. Esta pintura ocupa a 127 posição entre elas, com 0,2% dessa atenção. Os mesmos números, mês a mês

    As barras medem a atenção, não a qualidade. Escolha a obra no topo e esta aqui: mencione um fator que poderia tornar uma pintura famosa para além da sua técnica de execução.

    Sobre esta obra

    The burial — Édouard Manet

    The Somber Beauty of Manet’s “The Burial”

    Édouard Manet's "The Burial" (1867) is not merely a depiction of a funeral; it’s a profound meditation on mortality, grief, and the evolving role of art in capturing the complexities of modern life. This oil-on-canvas painting, housed within the Staatliche Museen zu Berlin, stands as a pivotal work in Manet's trajectory – a bridge between the academic traditions he initially embraced and the revolutionary Realism that would define his legacy. The scene unfolds against a backdrop of a cloudy sky, immediately establishing a mood of solemnity and quiet despair. A small group gathers around a recently interred body, their faces etched with sorrow, while a horse-drawn hearse dominates the right side of the composition, suggesting the traditional procession accompanying such events. Yet, Manet doesn’t offer a romanticized or idealized vision of mourning; instead, he presents a raw and unvarnished portrayal of everyday grief, reflecting the realities of Parisian life in the mid-19th century.

    Composition and Symbolism: A Study in Human Emotion

    Manet's compositional choices are deliberate and powerfully evocative. The painting’s dimensions – 72 x 90 cm – create a sense of intimacy, drawing the viewer into the scene as if they were a silent observer amongst the mourners. The figures aren’t arranged in a formal or hierarchical manner; they seem caught in a moment of shared sorrow, their interactions understated yet deeply resonant. Notice the subtle gestures: a hand placed gently on an arm, a downward gaze towards the ground – these small details speak volumes about the emotional weight of the occasion. The horse, often interpreted as a symbol of transportation and remembrance, adds another layer to the scene, grounding it in the practicalities of burial rituals while simultaneously hinting at the passage of time and the enduring nature of loss. The muted color palette—dominated by grays, browns, and blues—further reinforces the painting’s somber atmosphere, creating a visual echo of the grief that permeates the scene.

    Realism and the Dawn of Modern Art

    “The Burial” is a cornerstone example of Realism in art, a movement that emerged as a direct challenge to the idealized forms and mythological subjects favored by the established artistic academies. Unlike the Romantic painters who sought to evoke grand emotions through dramatic landscapes and heroic figures, Manet focused on depicting ordinary people and everyday events with unflinching honesty. He eschewed elaborate ornamentation and carefully rendered details, opting instead for loose brushstrokes and a simplified approach to form. This commitment to realism was revolutionary at the time, as it represented a shift away from traditional artistic conventions and towards a more direct engagement with contemporary life. Manet’s use of oil on canvas allowed him to capture subtle textures and tonal variations, enhancing the painting's sense of immediacy and realism. His work directly influenced artists like Claude Monet and Pierre-Auguste Renoir, who would later develop their own distinct styles while building upon Manet’s foundation.

    Context and Legacy: A Reflection on Mortality

    Édouard Manet's life and career were inextricably linked to the broader artistic and social changes taking place in 19th-century France. He was a key figure in the transition from Realism to Impressionism, experimenting with new techniques and challenging established norms. The painting’s subject matter—a common funeral procession—reflects the realities of urban life in Paris during this period, where death was an ever-present reality. “The Burial” isn't simply a record of a specific event; it’s a broader commentary on human mortality and the shared experience of grief. It invites viewers to contemplate their own relationship with loss and remembrance. The painting’s enduring power lies in its ability to evoke a profound sense of empathy and understanding, reminding us that even in moments of sorrow, there is beauty to be found in the simple act of witnessing another's pain. For those seeking to explore more works by Manet, reproductions are readily available through platforms like AllPaintingsStore.com, offering a tangible connection to this groundbreaking artist’s vision. Consider also exploring “The Execution of the Emperor Maximilian” and “The Balcony,” both powerful reflections on contemporary society.

    Artista e museu

    Artista

    Édouard Manet

    Nascido em Paris, França

    Um Rebelde Parisiense: A Vida e a Arte de Édouard Manet

    Édouard Manet, nascido em 1832 no seio de uma confortável família burguesa parisiense, dificilmente estava destinado à vida de um artista revolucionário. Seu pai, um respeitado juiz, vislumbrava um futuro seguro para o filho na advocacia ou talvez na marinha – profissões respeitáveis que condiziam com seu status social. No entanto, desde tenra idade, o coração de Manet pertencia à arte. Aos onze anos, iniciou aulas formais de desenho e, embora brevemente aprendiz do pintor acadêmico Thomas Couture, logo encontrou os métodos rígidos de Couture sufocantes. Essa resistência inicial prenunciava uma vida inteira dedicada a desafiar as convenções artísticas. Manet não se interessava em simplesmente replicar o passado; buscava capturar a vitalidade – e, por vezes, as realidades inquietantes – da moderna vida parisiense. Frequentava o Louvre, não apenas para copiar os Velos Mestres, mas para dissecar suas técnicas, aprendendo com artistas como Caravaggio e Velázquez como a luz e a sombra poderiam esculpir formas e evocar emoções. Contudo, foi uma mudança nas correntes artísticas, particularmente o surgimento do Realismo defendido por Gustave Courbet, que verdadeiramente incendiou o caminho criativo de Manet. A insistência de Courbet em retratar a vida cotidiana sem idealização ressoou profundamente em Manet, libertando-o das amarras de temas históricos ou mitológicos.

    Rompendo com a Tradição: Escândalo e Inovação

    A década de 1860 marcou um período de intensa fermentação artística em Paris, e Manet encontrou-se no epicentro de tudo isso. A chegada das estampas japonesas – ukiyo-e – impactou profundamente sua sensibilidade estética. Ficou cativado por suas perspectivas achatadas, composições ousadas e uso marcante da cor, elementos que se tornariam marcas registradas de seu próprio estilo. Essa influência, combinada com sua crescente rejeição ao polimento acadêmico, levou a obras que chocaram e escandalizaram o mundo artístico parisiense. Le Déjeuner sur l'herbe (O Almoço na Relva), exibido no Salon des Refusés em 1863 – uma exposição para trabalhos rejeitados pelo Salão oficial – tornou-se um estopim para a controvérsia. A pintura, retratando uma mulher nua casualmente fazendo piquenique com dois homens totalmente vestidos, não se resumia à nudez; tratava-se de como essa nudez era apresentada. As figuras de Manet careciam das formas idealizadas e do contexto mitológico dos nus tradicionais. Eram inegavelmente modernas, confrontando o espectador com uma direta inquietude. O escândalo em torno de Le Déjeuner intensificou-se com sua obra-prima de 1865, Olympia. Esta pintura, uma reimaginação deliberada da Vênus de Urbino de Ticiano, apresentava uma prostituta contemporânea encarando ousadamente o espectador. O realismo implacável e o tema provocativo foram recebidos com ampla condenação. Críticos acusaram Manet de vulgaridade e incompetência artística, mas por baixo da indignação jazia um reconhecimento de que ele estava alterando fundamentalmente a linguagem da pintura.

    Uma Ponte para o Impressionismo: Luz, Pincelada e Vida Moderna

    Embora Manet nunca tenha abraçado totalmente o rótulo “Impressionista”, sua influência sobre o movimento foi inegável. Compartilhava sua rejeição às convenções acadêmicas e seu compromisso em capturar os efeitos fugazes da luz e da atmosfera. Expôs ao lado de Monet, Renoir, Degas e outros nas exposições independentes dos Impressionistas, solidificando sua posição como uma figura-chave na vanguarda. A técnica de Manet evoluiu para uma pincelada mais solta, priorizando a impressão da forma em detrimento do detalhe preciso. Experimentou com a cor, frequentemente usando contrastes acentuados para criar efeitos dramáticos. Além dos nus escandalosos, Manet explorou uma ampla gama de temas: retratos – incluindo representações marcantes de sua esposa Suzanne e do colega artista Émile Zola; cenas da vida noturna parisiense, como Um Bar no Folies-Bergère, que captura magistralmente a alienação e o espetáculo da vida urbana moderna; e cenas domésticas íntimas. Ele não se limitava a documentar esses temas; estava interrogando-os, questionando as normas sociais e desafiando concepções convencionais de beleza.

    Legado e Impacto Duradouro

    A morte prematura de Édouard Manet em 1883 devido à sífilis interrompeu uma carreira que já havia alterado irrevogavelmente o curso da história da arte. Embora sua reputação tenha crescido significativamente após sua morte, seu impacto foi imediatamente sentido por artistas mais jovens que o reconheceram como um libertador. Ele derrubou barreiras, desafiando as noções tradicionais de tema, técnica e propósito artístico.

    Sua ênfase em capturar a vida moderna abriu caminho para o Impressionismo e o Pós-Impressionismo.

    Seu uso inovador da pincelada e da cor influenciou gerações de pintores.

    Sua disposição em confrontar verdades desconfortáveis sobre a sociedade forçou os espectadores a questionarem suas próprias suposições.

    As pinturas de Manet continuam a ressoar hoje, não apenas por sua beleza estética, mas também por sua relevância duradoura. Ele permanece uma figura fundamental na transição do Realismo para o Impressionismo e é justamente celebrado como um dos pais fundadores da arte moderna – um rebelde parisiense que ousou pintar o mundo como o via, com todas as suas complexidades e contradições. Sua obra serve como um poderoso lembrete de que a verdadeira inovação artística muitas vezes vem ao custo de desafiar as normas estabelecidas e abraçar as verdades desconfortáveis do nosso tempo.

    Saiba mais

    Disponível online

    QR code que direciona para a página de download de The burial

    topimpressionists.com/pt/art/download/edouard-manet-the-burial-8EWFN5-en/

    Como citar esta obra

    MLA
    Manet, Édouard. The burial. 1867, https://topimpressionists.com/pt/art/edouard-manet-the-burial-8EWFN5-en/
    APA
    Manet, Édouard (1867). The burial [Painting]. https://topimpressionists.com/pt/art/edouard-manet-the-burial-8EWFN5-en/
    Chicago
    Édouard Manet. The burial. 1867. https://topimpressionists.com/pt/art/edouard-manet-the-burial-8EWFN5-en/
    Harvard
    Manet, Édouard (1867) The burial. Available at: https://topimpressionists.com/pt/art/edouard-manet-the-burial-8EWFN5-en/

    Observe de perto

    The burial — Édouard Manet

    Olhar de perto

    Responda com suas próprias palavras. Não existem respostas erradas aqui — apenas respostas que você possa explicar.

    1. O que chama a sua atenção primeiro e por quê?
    2. Quais cores ou formas criam a atmosfera — e que atmosfera é essa?
    3. O nosso catálogo classifica esta obra sob: funeral, mourning, parisian life. Concorda? O que acrescentaria ou removeria?
    4. Relembre Olympia (1863), apresentado anteriormente neste guia. Identifique dois elementos que esta obra compartilha com a anterior e um que seja diferente.
    5. Contemporary Realism: Living artists painting the real world with traditional skill, often from photographs as well as from life. Onde você pode observar isso nesta obra?

    Sua resposta

    Escreva um pequeno parágrafo sobre esta obra de arte. Utilize as informações das etapas anteriores deste guia e as suas respostas acima.

    Quiz de arte

    The burial — Édouard Manet

    O quanto você conhece esta obra de arte?

    Selecione uma resposta para cada uma das 5 perguntas abaixo. Cada uma possui exatamente uma resposta correta.

    1. 1. What artistic movement is Édouard Manet’s ‘The Burial’ considered to be?

      • A Romanticism
      • B Impressionism
      • C Realism
    2. 2. Where is ‘The Burial’ currently housed?

      • A Louvre Museum
      • B Musée d'Orsay
      • C Staatliche Museen zu Berlin
    3. 3. What prominent architectural structures are visible in the background of ‘The Burial’?

      • A Eiffel Tower
      • B Notre Dame Cathedral
      • C Arc de Triomphe
    4. 4. How would you describe Manet's use of brushstrokes in this painting?

      • A Detailed and meticulous
      • B Loose and expressive
      • C Geometric and precise
    5. 5. What is the primary emotional tone conveyed by ‘The Burial’?

      • A Joyful celebration
      • B Quiet solemnity
      • C Energetic dynamism

    Minha pontuação: ____ de 5

    Gabarito — para o professor

    Isto inicia uma nova página impressa, de modo que ela pode simplesmente ser omitida das cópias.

    1C · 2C · 3B · 4B · 5B

    Confira qualquer resposta comparando com o registro do catálogo desta pintura

    Perguntas e Respostas

    Quem é o autor e qual é a data de "The burial"?

    "The burial" foi criado por Édouard Manet em 1867.

    Como posso visualizar uma reprodução de "The burial" de Édouard Manet?

    Para visualizar uma reprodução de "The burial" de Édouard Manet, acesse a página de Visualização da obra.

    Qual é o tamanho de "The burial" de Édouard Manet na vida real?

    "The burial" mede 72 x 90 cm em sua forma original. As dimensões originais são uma referência útil ao escolher o tamanho de uma reprodução.