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Guia de Obras de Estudantes

Retrato de Si Mesmo

Nome Turma Data

Edvard Munch, Retrato de Si Mesmo (1915). Domínio público. Veja esta tela sob uma luz em movimento: o desenho, a cor real sob o verniz, o pigmento puro

Dados principais

Artista
Edvard Munch topimpressionists.com/pt/artists/edvard-munch_pt/
Datas do artista
1863 – 1944
Pintura a óleo
1915
Artistic style
Introspecção emocional
Influences
Simbolismo
Notable elements or techniques
Enquadramento único no rosto
Subject or theme
Reflexão sobre a existência

No contexto

Retrato de Si Mesmo — Edvard Munch

Quando foi pintado?

  1. 1860
  2. 1870
  3. 1880
  4. 1890
  5. 1900
  6. 1910
  7. 1920
  8. 1930
  9. 1940

Linha acima: os anos. Linha abaixo: a idade do artista no início e no fim de cada período — 0 ao nascer, 81 ao falecer.

Pintado quando o artista tinha 52. O artista viveu até aos 81. 351 das 410 obras datadas deste artista em nosso catálogo são anteriores.

Sombreado: a trajetória de Edvard Munch (1863–1944) ▲ esta obra, 1915 cada pintura datada, década por década

Primeiras obras: até 1893 Principais anos de atividade: 1893–1908 Obras tardias: a partir de 1908

Essas três faixas dividem as obras datadas neste catálogo em um primeiro quarto, uma metade central e um último quarto. Elas não representam a produção completa do artista: um período de escassez pode ser uma lacuna no registro, em vez de um intervalo de baixa atividade. Os mesmos anos com a trajetória do artista neles traçada

Comparar com

  • O Grito, 1893 topimpressionists.com/pt/art/edvard-munch-o-grito-8XXU48-pt/
  • Melancolia, 1894 topimpressionists.com/pt/art/edvard-munch-melancolia-8XXU3N-pt/
  • Edvard Munch, 1894 topimpressionists.com/pt/art/edvard-munch-edvard-munch-8YDETZ-pt/

Escolha uma obra acima: mencione duas semelhanças entre ela e esta, e uma diferença.

Mais obras para acompanhar esta: topimpressionists.com/pt/art/similar/edvard-munch-retrato-de-si-mesmo-6WHKEA-pt/

Cores

Medido a partir da imagem

    Cor principal

    Branco #eee6f0

    Paleta catalogada

    • #EEE6F0
    • #575157
    • #9A939D
    • #CAC3CD

    Estas cores integradas em toda a paleta do artista Encontre outras pinturas por cor

    Paleta
    Tons neutros A família de cores predominante na imagem.
    Nome da cor principal
    Branco
    Intensidade
    Monocromático O quão saturadas e variadas são as cores, desde um único tom suave até muitos tons vibrantes.
    Contraste
    Suave O grau de variação da luminosidade e saturação das cores ao longo da imagem.
    Harmonia
    Paleta Unificada A harmonia entre as cores, desde o contraste marcante até a total unidade.
    Brilho
    Brilhante O nível de luminosidade ou escuridão da imagem como um todo, desde as sombras profundas até os brilhos intensos.
    Saturação
    Sóbria Quão puras e intensas são as cores, do quase cinza ao totalmente vívido.

    Onde no mundo esta pintura é apreciada?

    • menos de 1%
    • 1–3%
    • 3–8%
    • 8–20%
    • 20% ou mais
    Esta pintura sozinha possui poucos visitantes registrados para mapear, portanto, a placa apresenta todas as obras de Edvard Munch nos últimos doze meses — 87 países ao todo. Origem destes dados

    Os dez principais países

    1. 1 China 24,0%88.300 visits
    2. 2 Espanha 14,2%52.400 visits
    3. 3 França 8,7%32.100 visits
    4. 4 Estados Unidos da América 5,9%21.800 visits
    5. 5 Singapura 4,2%15.300 visits
    6. 6 Hong Kong 4,0%14.800 visits
    7. 7 Itália 3,7%13.500 visits
    8. 8 Brasil 3,2%11.700 visits
    9. 9 Japão 2,4%8.900 visits
    10. 10 Alemanha 2,1%7.600 visits
    11. · 77 outros países 27,6%102.200 visits

    Encontre os três países mais escuros no mapa. O museu que guarda esta pintura está em algum deles? Escreva um motivo pelo qual pessoas de longe poderiam visitá-la.

    As 20 obras mais visualizadas de Edvard Munch

    1. 1 O Grito, 1893 27,5%140.700 visits
    2. 2 Edvard Munch, 1894 8,3%42.400 visits
    3. 3 Melancolia, 1894 6,8%34.900 visits
    4. 4 Perto da cama da morte (febre), 1915 2,1%10.500 visits
    5. 5 The Child and Death, 1899 1,8%9.100 visits
    6. 6 Kiss, 1897 1,3%6.700 visits
    7. 7 Cinzas, 1894 1,2%5.900 visits
    8. 8 Meninas na Pier, 1904 1,1%5.400 visits
    9. 9 Ciúme, 1895 0,9%4.800 visits
    10. 10 Julaften i bordell, 1905 0,9%4.600 visits
    11. 11 O Dia Depois, 1895 0,9%4.600 visits
    12. 12 A Dança da Vida, 1899 0,9%4.400 visits
    13. 13 Madonna, 1894 0,7%3.800 visits
    14. 14 As Garotas na Ponte, 1901 0,7%3.600 visits
    15. 15 Man! I Feel Like a Woman!, 1905 0,6%3.300 visits
    16. 16 Autorretrato, 1895 0,5%2.600 visits
    17. 17 Jealousy, 1907 0,4%2.300 visits
    18. 18 O Scream, 1893 0,4%2.300 visits
    19. 19 To the Forest, 1897 0,4%2.100 visits
    20. 228 Retrato de Si Mesmo, 1915 esta obra 0,1%400 visits

    Juntas, estas obras representam 57,5% de toda a atenção que as pinturas deste artista receberam nos últimos doze meses. O catálogo contém 629 obras deste artista, das quais 478 foram visualizadas pelo menos uma vez. This painting ranks 228 of them, with 0,1% of that attention (400 visits). Os mesmos números, mês a mês

    As barras medem a atenção, não a qualidade. Escolha a obra no topo e esta aqui: mencione um fator que poderia tornar uma pintura famosa para além da sua técnica de execução.

    Sobre esta obra

    Retrato de Si Mesmo — Edvard Munch

    Um Retrato Introspectivo: Edvard Munch e Sua Autoportrait

    Edvard Munch, um nome que ecoa na história da arte moderna, permanece uma figura enigmática e profundamente tocante. Sua obra transcende a mera representação visual; ela captura o espírito angustiado de uma época marcada por mudanças sociais e psicológicas significativas, oferecendo ao espectador uma janela para as profundezas da experiência humana.

    O Contexto Histórico: Criado em 1915, durante o período pré-bélico europeu, o “Self Portrait” de Munch reflete a crescente preocupação com questões existenciais que permeiam o início do século XX. O artista viveu em um momento crítico da história, testemunhando o surgimento de novas ideias filosóficas e científicas que desafiaram as certezas tradicionais.

    Estilo Expressionista: Munch é considerado um dos principais representantes do movimento expressionista, uma estética que busca transmitir emoções internas de forma visceral e subjetiva. Diferentemente da arte realista ou impressionista, o expressionismo abandona a objetividade em favor da expressão emocional pura, utilizando cores intensas e pinceladas vigorosas para comunicar estados psicológicos.

    Técnica: O retrato foi realizado em óleo sobre tela, uma técnica comum na época que permitia aos artistas explorar diferentes efeitos de luz e sombra. Munch empregou uma paleta cromática limitada, dominada por tons de amarelo e azul, criando uma atmosfera sombria e melancólica que reforça o sentimento de introspecção presente na obra.

    Simbolismo Profundo: O rosto fechado do artista é um elemento chave para compreender o significado da pintura. Os olhos fechados sugerem uma busca por paz interior, uma tentativa desesperada de escapar das forças perturbadoras que assombram a consciência humana. Além disso, o uso de amarelo – uma cor associada à luz e à alegria – contrasta fortemente com o azul predominante, criando um efeito simbólico que pode representar a luta entre esperança e desespero.

    Impacto Emocional: O “Self Portrait” não apenas apresenta uma imagem física do artista, mas também revela sua alma exposta. É uma obra que provoca reflexões sobre temas universais como identidade, medo e morte. Sua força emocional reside na capacidade de transmitir o sentimento de vulnerabilidade humana diante da inevitabilidade do destino, um tema recorrente na obra de Munch e que continua a fascinar artistas e espectadores até hoje.

    Artista e museu

    Artista

    Edvard Munch

    Nascido em Ådalsbruk, Suécia

    Uma Vida Imersa em Sombras: O Mundo de Edvard Munch

    Edvard Munch, nascido em 1863 no cenário austero da Noruega, foi um artista cuja obra se tornou sinônimo das ansiedades e turbulências emocionais da era moderna. Sua vida, profundamente marcada pela perda e por uma melancolia persistente, serviu como a fonte primordial de sua arte expressiva. Desde uma infância assombrada pelas mortes prematuras de sua mãe e irmã – ambas vítimas da tuberculose – Munch desenvolveu uma obsessão inquietante pela mortalidade, doença e fragilidade da existência humana. Essas experiências não eram meros detalhes biográficos; tornaram-se o núcleo de sua visão artística, alimentando uma exploração implacável do interior, dos medos, da dor e da saudade. A crença religiosa estrita de seu pai e suas próprias lutas contra a doença mental contribuíram para um sentimento de pavor que permeou o mundo de Munch, moldando não apenas sua vida pessoal, mas também a linguagem simbólica de suas pinturas. Ele não se limitava a retratar cenas; externalizava um estado interno, traduzindo angústia psicológica em forma visual.

    A Gênese da Expressão: Influências e Desenvolvimento Artístico

    A jornada artística de Munch começou com treinamento formal na Escola Real de Arte e Design em Kristiania (Oslo), mas foi seu encontro com os círculos boêmios e a filosofia niilista de Hans Jæger que realmente incendiou sua criatividade. Jæger incentivou Munch a abandonar os estilos acadêmicos convencionais e, em vez disso, mergulhar nas profundezas de sua própria experiência subjetiva, um conceito que ele chamou de “pintura da alma”. Essa mudança crucial marcou o início do estilo distinto de Munch – caracterizado por emoção crua, formas distorcidas e rejeição da representação naturalista. Suas viagens a Paris na década de 1890 o expuseram ao movimento pós-impressionista em ascensão, onde absorveu influências de artistas como Paul Gauguin, Vincent van Gogh e Henri de Toulouse-Lautrec. O uso ousado da cor, as pinceladas expressivas e a intensidade psicológica desses mestres ressoaram profundamente com as inclinações artísticas de Munch. Ele não estava simplesmente imitando suas técnicas; estava sintetizando-as em algo exclusivamente seu – uma linguagem visual capaz de transmitir as emoções humanas mais profundas e perturbadoras. Seu tempo em Berlim também se mostrou crucial, aproximando-o do dramaturgo August Strindberg, cuja exploração de temas psicológicos alimentou ainda mais suas investigações artísticas.

    Visões Icônicas: Principais Obras e seu Peso Simbólico

    A obra de Munch é povoada por imagens que se tornaram profundamente arraigadas na consciência coletiva. O Grito, talvez sua obra mais icônica, transcende seu status de pintura para se tornar um símbolo universal da angústia existencial. A paisagem turbulenta e a face contorcida da figura incorporam um grito primal contra a indiferença do universo. Madonna, uma peça controversa e profundamente pessoal, explora temas de sexualidade, maternidade e mortalidade com uma franqueza inquietante. Motivos recorrentes como A Criança Doente – inspirada na perda de sua irmã Sophie – servem como lembretes pungentes do trauma da infância de Munch e do espectro sempre presente da morte. Melancolia I & II, representações poderosas de profunda tristeza e isolamento, revelam uma vulnerabilidade que é ao mesmo tempo profundamente pessoal e universalmente identificável. Essas obras não são meramente representações da realidade externa; são janelas para a alma do artista, oferecendo aos espectadores um vislumbre implacável dos cantos mais escuros da psique humana. Munch não tinha como objetivo criar imagens bonitas; ele buscou transmitir a verdade – mesmo que essa verdade fosse dolorosa e perturbadora.

    Um Legado Duradouro: Significado Histórico e Influência Contínua

    A contribuição de Edvard Munch para a arte moderna é imensurável. Ele se destaca como uma figura fundamental no desenvolvimento do Expressionismo, abrindo caminho para artistas que priorizaram a emoção subjetiva sobre a representação objetiva. Sua exploração implacável de experiências humanas universais – amor, perda, ansiedade e morte – continua a ressoar com o público hoje, solidificando seu lugar como uma das figuras mais influentes e duradouras da história da arte. Seu trabalho impactou profundamente as gerações subsequentes de artistas, influenciando movimentos como o Expressionismo Alemão e além. Ele ousou confrontar os aspectos mais sombrios da condição humana, desafiando noções convencionais de beleza e representação artística. Mesmo após alcançar fama e reconhecimento – culminando na criação do Museu Munch em Oslo – sua vida pessoal permaneceu turbulenta, marcada por períodos de instabilidade mental e isolamento. No entanto, apesar de tudo, ele continuou a criar, deixando para trás um corpo de trabalho que continua a provocar, desafiar e inspirar. O legado de Munch não se resume apenas às pinturas em si; trata-se da coragem de confrontar as complexidades da existência humana e traduzir essas experiências em arte que fala às partes mais profundas do nosso ser.

    Onde ler mais

    Encontre online

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    topimpressionists.com/pt/art/download/edvard-munch-retrato-de-si-mesmo-6WHKEA-pt/

    Como citar esta obra

    MLA
    Munch, Edvard. Retrato de Si Mesmo. 1915, https://topimpressionists.com/pt/art/edvard-munch-retrato-de-si-mesmo-6WHKEA-pt/
    APA
    Munch, Edvard (1915). Retrato de Si Mesmo [Painting]. https://topimpressionists.com/pt/art/edvard-munch-retrato-de-si-mesmo-6WHKEA-pt/
    Chicago
    Edvard Munch. Retrato de Si Mesmo. 1915. https://topimpressionists.com/pt/art/edvard-munch-retrato-de-si-mesmo-6WHKEA-pt/
    Harvard
    Munch, Edvard (1915) Retrato de Si Mesmo. Available at: https://topimpressionists.com/pt/art/edvard-munch-retrato-de-si-mesmo-6WHKEA-pt/

    Observe de perto

    Retrato de Si Mesmo — Edvard Munch

    Observe de perto

    Responda com suas próprias palavras. Não existem respostas erradas aqui — apenas respostas que você possa explicar.

    1. O que chama a sua atenção primeiro e por quê?
    2. Quais cores ou formas criam a atmosfera — e que atmosfera é essa?
    3. O nosso catálogo classifica esta obra sob: melancholy, contemplation, inner landscape. Concorda? O que acrescentaria ou removeria?
    4. Relembre O Grito (1893), apresentado anteriormente neste guia. Identifique dois elementos que esta obra compartilha com a anterior e um que seja diferente.
    5. Edvard Munch tinha cerca de 52 anos quando esta obra foi feita. O que nela parece ser o trabalho de um artista nessa fase?

    Sua resposta

    Escreva um pequeno parágrafo sobre esta obra de arte. Utilize as informações das etapas anteriores deste guia e as suas respostas acima.

    Quiz de arte

    Retrato de Si Mesmo — Edvard Munch

    O quanto você conhece esta obra de arte?

    Selecione uma resposta para cada uma das 5 perguntas abaixo. Cada uma possui exatamente uma resposta correta.

    1. 1. ¿Qual é o artista responsável por esta obra?

      • A Vincent van Gogh
      • B Pablo Picasso
      • C Edvard Munch
    2. 2. ¿Em qué año fue creada esta pintura?

      • A 1889
      • B 1905
      • C 1915
    3. 3. ¿Qué técnica artística predominante utilizó Munch para crear este retrato?

      • A Óleo sobre lienzo
      • B Acrílico sobre madera
      • C Grabado en piedra
    4. 4. ¿Cuál es el estado de ánimo expresado por el hombre representado en la pintura?

      • A Alegría y entusiasmo
      • B Tristeza profunda y reflexión
      • C Indiferencia
    5. 5. ¿Por qué este retrato es considerado un icono de la expresión emocional en el arte moderno?

      • A Debido a su uso innovador del color
      • B Porque captura una sensación universal de angustia existencial
      • C Por ser una obra maestra técnicamente perfecta

    Minha pontuação: ____ de 5

    Gabarito — para o professor

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    1B · 2C · 3A · 4B · 5B

    Confira qualquer resposta comparando com o registro do catálogo desta pintura

    Perguntas e Respostas

    Que emoção transmite "Retrato de Si Mesmo", de Edvard Munch?

    "Retrato de Si Mesmo" está associada a um sentimento Melancólico. O tom emocional descreve a impressão que a obra transmite.

    Qual é o nível de contraste de "Retrato de Si Mesmo", de Edvard Munch?

    "Retrato de Si Mesmo", de Edvard Munch apresenta um contraste Suave entre suas áreas claras e escuras.

    "Retrato de Si Mesmo", de Edvard Munch, está em domínio público? E por quê?

    "Retrato de Si Mesmo", de Edvard Munch está em em domínio público — seus direitos autorais expiraram. O período de direitos autorais conta a partir do falecimento do artista, ocorrido em 1944.