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Guia de Obras de Estudantes

Weeping Coconuts or Coconut Tears

Nome Turma Data

Frida Kahlo, Weeping Coconuts or Coconut Tears (1951), Museu de Arte do Condado de Los Angeles. Domínio público. Veja esta tela sob uma luz em movimento: o desenho, a cor real sob o verniz, o pigmento puro

Dados principais

Artista
Frida Kahlo topimpressionists.com/pt/artists/frida-kahlo_pt/
Datas do artista
1907 – 1954
Pintura a óleo
1951
Dimensões originais
23 x 31 cm
Realizado em
Museu de Arte do Condado de Los Angeles topimpressionists.com/pt/museums/museu-de-arte-do-condado-de-los-angeles-los-angeles_pt/

No contexto

Weeping Coconuts or Coconut Tears — Frida Kahlo

Qual é o tamanho?

As dimensões originais são 23 × 31 cm (altura × largura), representadas aqui ao lado de um adulto de altura média.

Quando foi pintado?

  1. 1900
  2. 1910
  3. 1920
  4. 1930
  5. 1940
  6. 1950

Linha acima: os anos. Linha abaixo: a idade do artista no início e no fim de cada período — 0 ao nascer, 47 ao falecer.

Pintado quando o artista tinha 44. O artista viveu até aos 47. 86 das 101 obras datadas deste artista em nosso catálogo são anteriores.

Sombreado: a trajetória de Frida Kahlo (1907–1954) ▲ esta obra, 1951 cada pintura datada, década por década

Primeiras obras: até 1932 Principais anos de atividade: 1932–1945 Obras tardias: a partir de 1945

Essas três faixas dividem as obras datadas neste catálogo em um primeiro quarto, uma metade central e um último quarto. Elas não representam a produção completa do artista: um período de escassez pode ser uma lacuna no registro, em vez de um intervalo de baixa atividade. Os mesmos anos com a trajetória do artista neles traçada

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Cores

Medido a partir da imagem

    Cor principal

    Terracota #a66c2f

    Paleta catalogada

    • #A66C2F
    • #322A1B
    • #485E2C
    • #CAA53A

    Estas cores integradas em toda a paleta do artista Encontre outras pinturas por cor

    Paleta
    Tons escuros A família de cores predominante na imagem.
    Nome da cor principal
    Terracota
    Intensidade
    Vívido O quão saturadas e variadas são as cores, desde um único tom suave até muitos tons vibrantes.
    Contraste
    Suave O grau de variação da luminosidade e saturação das cores ao longo da imagem.
    Harmonia
    Harmonia equilibrada A harmonia entre as cores, desde o contraste marcante até a total unidade.
    Brilho
    Brilhante O nível de luminosidade ou escuridão da imagem como um todo, desde as sombras profundas até os brilhos intensos.
    Saturação
    Presença de cor nítida Quão puras e intensas são as cores, do quase cinza ao totalmente vívido.

    Onde no mundo esta pintura é apreciada?

    • menos de 1%
    • 1–3%
    • 3–8%
    • 8–20%
    • 20% ou mais
    Esta pintura sozinha possui poucos visitantes registrados para mapear, portanto, a placa apresenta todas as obras de Frida Kahlo nos últimos doze meses — 80 países ao todo. Origem destes dados

    Os dez principais países

    1. 1 China 14,8%31.800 visits
    2. 2 França 12,6%27.200 visits
    3. 3 Itália 9,4%20.300 visits
    4. 4 Espanha 8,9%19.100 visits
    5. 5 Alemanha 8,3%17.900 visits
    6. 6 Estados Unidos da América 6,7%14.400 visits
    7. 7 México 3,6%7.700 visits
    8. 8 Hong Kong 2,8%6.000 visits
    9. 9 Japão 2,6%5.700 visits
    10. 10 Singapura 2,3%5.000 visits
    11. · 70 outros países 28,0%60.200 visits

    Encontre os três países mais escuros no mapa. O museu que guarda esta pintura está em algum deles? Escreva um motivo pelo qual pessoas de longe poderiam visitá-la.

    As 20 obras mais visualizadas de Frida Kahlo

    1. 1 As Duas Fridas 18,9%70.600 visits
    2. 2 Viva la Vida, 1954 8,1%30.200 visits
    3. 3 Autretrato com Colar de Espinhas e Colibri 6,3%23.500 visits
    4. 4 Autorretrato com Macacos, 1943 5,3%19.700 visits
    5. 5 Árvore da Esperança, 1946 5,2%19.400 visits
    6. 6 A Coluna Quebrada, 1944 2,3%8.400 visits
    7. 7 A Suicídio de Dorothy Hale, 1938 2,2%8.200 visits
    8. 8 O Abraço Cósmico do Universo, 1949 1,7%6.400 visits
    9. 9 Viva la Vida, Melancias, 1954 1,7%6.400 visits
    10. 10 Self Portrait Dedicated to Dr Eloesser, 1940 1,7%6.300 visits
    11. 11 A Coluna Rota 1,6%5.800 visits
    12. 12 Alguns Pequenos Cortes (Passionadamente Apaixonada), 1935 1,4%5.400 visits
    13. 13 Meu Vestido Pendurado Ali, 1933 1,3%4.900 visits
    14. 14 Autorretrato com Bonito 1,2%4.500 visits
    15. 15 Frida y Diego Rivera, 1931 1,2%4.400 visits
    16. 16 Meus Avós, Meus Pais e Eu (Árvore Genealógica), 1936 1,2%4.300 visits
    17. 17 Me and my Parrots 1,2%4.300 visits
    18. 18 Hospital de Henry Ford 1,1%4.000 visits
    19. 19 Raízes 1,0%3.900 visits
    20. 79 Weeping Coconuts or Coconut Tears, 1951 esta obra 0,2%700 visits

    Juntas, estas obras representam 64,8% de toda a atenção que as pinturas deste artista receberam nos últimos doze meses. O catálogo contém 218 obras deste artista, das quais 178 foram visualizadas pelo menos uma vez. This painting ranks 79 of them, with 0,2% of that attention (700 visits). Os mesmos números, mês a mês

    As barras medem a atenção, não a qualidade. Escolha a obra no topo e esta aqui: mencione um fator que poderia tornar uma pintura famosa para além da sua técnica de execução.

    Sobre esta obra

    Weeping Coconuts or Coconut Tears — Frida Kahlo

    A Symphony of Sorrow and Abundance: Unpacking Frida Kahlo’s “Weeping Coconuts”

    Frida Kahlo's "Weeping Coconuts or Coconut Tears," painted in 1951, is not merely a still life; it’s a raw, intensely personal exploration of grief, resilience, and the duality of Mexican identity. Created during a period marked by increasing physical pain and emotional turmoil – following her devastating bus accident – the painting offers a glimpse into Kahlo's uniquely introspective world. Measuring a modest 23 x 31 cm on masonite, this work immediately draws the eye with its vibrant palette and seemingly chaotic arrangement of fruits, yet beneath the surface lies a carefully constructed narrative brimming with symbolic weight.

    The Language of Fruit: Symbolism in Abundance

    At first glance, the composition appears joyful – an exuberant display of apples, oranges, and coconuts. These aren’t simply decorative elements; they are imbued with potent symbolism deeply rooted in Mexican culture. The apples, traditionally associated with fertility and new beginnings, sit prominently in the lower left corner, perhaps representing a yearning for restoration or a desire to overcome past hardships. Oranges, symbols of warmth, vitality, and prosperity, are scattered throughout the scene, suggesting an attempt to cultivate happiness amidst suffering. However, it’s the coconuts that hold the painting's most poignant message. Their drooping posture, almost as if weeping, directly references the title and speaks volumes about Kahlo’s internal state – a quiet sorrow layered beneath a vibrant exterior.

    Primitivism and Personal Vision: A Unique Artistic Voice

    Kahlo's style in "Weeping Coconuts" is a fascinating blend of traditional Mexican folk art with the burgeoning modernist movement. The use of bold, flat colors and simplified forms echoes the vibrant imagery found in indigenous textiles and murals. Yet, unlike purely decorative works, Kahlo’s approach is deeply personal and emotionally charged. There's a deliberate primitivism at play – an emphasis on direct representation and symbolic resonance rather than meticulous detail. This simplification allows the viewer to connect with the painting on a visceral level, bypassing intellectual analysis and tapping into raw emotion. The masonite support itself contributes to this effect, lending a textured, almost tactile quality to the work.

    Contextualizing the Canvas: Frida’s World and Legacy

    "Weeping Coconuts" was created during a time of significant personal upheaval for Kahlo. Following her accident in 1925, she endured numerous surgeries and chronic pain, profoundly impacting her life and art. The painting reflects this ongoing struggle with physical limitations and emotional vulnerability. It’s important to note that the work is housed at the Los Angeles County Museum of Art (LACMA), a testament to its enduring significance within the broader context of Kahlo's oeuvre and the global appreciation for her unique artistic vision. Her exploration of identity, pain, and resilience continues to resonate deeply with audiences today, making "Weeping Coconuts" not just a beautiful painting but a powerful window into the soul of one of the 20th century’s most compelling artists.

    Artist: Frida Kahlo

    Title: Weeping Coconuts or Coconut Tears

    Year: 1951

    Medium: Masonite with oil paints

    Dimensions: 23 x 31 cm (9.06 x 12.2 inches)

    Location: Los Angeles County Museum of Art (LACMA), Los Angeles, USA

    WahooArt offers meticulously crafted hand-painted reproductions of “Weeping Coconuts or Coconut Tears,” allowing you to experience the raw emotion and vibrant beauty of this iconic work in stunning detail. Each reproduction is created by skilled artists using archival quality materials, ensuring a faithful representation of Kahlo’s original vision for generations to come.

    Artista e museu

    Artista

    Frida Kahlo

    Nascido em Cidade do México, México

    A Life Forged in Pain and Passion

    Magdalena Carmen Frida Kahlo y Calderón, known to the world simply as Frida Kahlo, was more than an artist; she was a force of nature, a defiant spirit whose life became inextricably woven into her art. Born on July 6, 1907, in Coyoacán, Mexico City, her existence was marked by physical suffering and emotional turbulence, experiences that would ultimately fuel the intensely personal and symbolic imagery for which she is celebrated. Her father, Guillermo Kahlo, a German-Mexican photographer, fostered her intellectual curiosity and artistic inclinations from an early age. However, Frida’s childhood was shadowed by illness; at six years old, she contracted polio, leaving her with a permanent limp and impacting her physical development. This early encounter with vulnerability and limitation would become a recurring theme in her work, shaping her perspective on the body, pain, and resilience.

    The Shattered Body, The Blossoming Art

    In 1925, at the tender age of eighteen, Frida’s life irrevocably changed. A horrific bus accident left her with catastrophic injuries – fractures to her spine, pelvis, and leg, among others. Confined to a lengthy period of recovery, often bedridden and encased in plaster casts, she turned inward, finding solace and expression through painting. Her mother provided an easel adapted for use while lying down, transforming the confines of her physical limitations into a space for artistic exploration. It was during this time that Frida began to explore self-portraiture with relentless intensity. Unable to venture out into the world, she turned her gaze inward, meticulously documenting her own image as a means of understanding and confronting her pain, both physical and emotional. These early works were not merely representations of her likeness; they were visceral explorations of identity, vulnerability, and the enduring power of the human spirit. The accident wasn’t simply a tragedy; it was a catalyst that unlocked her artistic potential, forcing her to confront her own mortality and find meaning in suffering.

    A Tumultuous Union and Artistic Flourishing

    Frida's life took another pivotal turn in 1929 when she married the renowned Mexican muralist Diego Rivera. Their relationship was a passionate but tempestuous affair, marked by intense love, infidelity, artistic rivalry, and periods of separation and reconciliation. Despite the emotional turmoil, Rivera proved to be a significant influence on Frida’s artistic development. He encouraged her unique vision, offering constructive criticism while recognizing the raw power and originality of her work. Under his guidance, and through her own relentless experimentation, Frida's style began to coalesce, blending elements of Mexican folk art, realism, and surrealism into a distinctive visual language. Her paintings became increasingly symbolic, exploring themes of identity, the human body, pain, death, and the complexities of female experience. She didn’t shy away from depicting her own suffering; instead, she embraced it as a central theme in her work, transforming personal trauma into universal statements about the human condition.

    Symbols of Suffering, Resilience, and Identity

    Frida Kahlo is perhaps best known for her self-portraits, which are characterized by their unflinching honesty and symbolic depth. Works like The Two Fridas (1939), a powerful depiction of her dual identity following her divorce from Rivera, showcase her ability to externalize internal conflict through striking visual metaphors. Self-Portrait with Thorn Necklace and Hummingbird (1940) is laden with symbolism – the thorns representing pain, the hummingbird symbolizing hope and resilience, and the black cat a harbinger of bad luck. The Broken Column (1944), a harrowing portrayal of her physical suffering, depicts Frida’s torso split open to reveal a crumbling Ionic column in place of her spine, held together by straps and pierced with nails. Even Henry Ford Hospital (1932), a raw and deeply personal depiction of her miscarriage, demonstrates her willingness to confront taboo subjects with unflinching honesty. These paintings are not merely representations of pain; they are acts of defiance, assertions of selfhood in the face of adversity.

    A Lasting Legacy

    Frida Kahlo’s influence extends far beyond the realm of art. She was a cultural icon who challenged traditional gender roles and societal expectations through her life and work. Her embrace of Mexican culture and identity helped to elevate its profile on the international stage, and her unflinching portrayal of pain resonated with audiences worldwide, making her a symbol of resilience and strength. She became an important figure for Chicanos in the United States, representing their cultural heritage and struggles. Though she resisted being categorized as a Surrealist, her work shares affinities with the movement’s exploration of the subconscious and dreamlike imagery. Today, Frida Kahlo is celebrated as one of the most important artists of the 20th century, whose legacy continues to inspire generations to embrace their identities, confront adversity, and express themselves authentically. Her art remains a testament to the enduring power of the human spirit to find beauty and meaning even in the darkest of times.

    Museu

    Museu de Arte do Condado de Los Angeles

    Em exibição em Los Angeles, Estados Unidos da América

    A Jornada Através da Expressão Artística: O Museu de Arte do Condado de Los Angeles

    Aninhado no verdejante abraço de Hancock Park, a apenas um passo do vasto oceano Pacífico e do vibrante pulso central de Los Angeles, encontra-se o Museu de Arte do Condado de Los Angeles (LACMA). Mais do que um mero repositório de tesouros artísticos, o LACMA é um testemunho da alma duradoura da cidade – um cruzamento dinâmico onde história e imaginação convergem, e onde os ecos de inúmeras culturas ressoam em seus amplos salões. Fundado em 1961 com uma visão audaciosa, nascida da ambição compartilhada de Edward W. Carter e Howard F. Ahmanson Sr., o LACMA evoluiu para se tornar uma das instituições artísticas mais significativas da América, um lugar onde os visitantes embarcam em uma jornada inesquecível através de milênios de expressão criativa.

    A gênese do museu está inextricavelmente ligada à arquitetura visionária de William Pereira – uma obra-prima modernista caracterizada por imponentes fachadas de vidro e formas geométricas que imediatamente estabeleceram o LACMA como um marco. Essa declaração arquitetônica não era apenas sobre estética; era uma afirmação de aspiração, refletindo a crescente paisagem cultural da cidade. No entanto, o design original do edifício apresentou desafios – as piscinas reflexivas ao redor da estrutura logo foram inundadas com óleo das proximidades das Alcaravens de Tar Pits, levando a modificações engenhosas que, em última análise, aprimoraram o impacto visual do museu. As subsequentes adições por Hardy Holzman Pfeiffer Associates e Bruce Goff – o Edifício Robert O. Anderson para arte do século XX e o Pavilhão para Arte Japonesa, respectivamente – solidificaram ainda mais a reputação do LACMA como um defensor da inovação e de vozes artísticas diversas. Cada edifício, em seu distinto estilo, contribui para a narrativa geral do museu – uma história de crescimento contínuo e engajamento com o mundo da arte.

    Um Kaleidoscópio de Coleções

    A força do LACMA não reside apenas em seu impressionante espaço físico, mas, crucialmente, na amplitude e profundidade de sua coleção. Abrangendo uma gama surpreendente de épocas e tradições artísticas, o museu possui holdings que contam uma história convincente da criatividade humana. Desde as misteriosas pinturas rupestres das cavernas pré-históricas até as instalações de ponta de hoje, o inventário do museu é um verdadeiro cronograma do desenvolvimento artístico. Um destaque particular reside em sua coleção de pintura europeia – um deslumbrante conjunto de retratos renascentistas por mestres como Tician e Rafael, oferecendo vislumbres íntimos das vidas e aspirações de épocas passadas. Igualmente cativantes são as coleções californianas, celebrando a identidade única da região através de obras de artistas como Norman Charles Zammitt e Marianne Sadowski. O compromisso do museu com a representação global é demonstrado poderosamente em sua coleção de Arte Asiática – uma assembléia impressionante de esculturas intrincadas do Japão e da China, cada peça um testemunho do legado artístico centenário.

    E, claro, as coleções modernas e contemporâneas do LACMA estão constantemente ultrapassando os limites, exibindo obras por figuras influentes como Bruce Goff e Chris Burden. A coleção de arte americana é uma tapeçaria rica que abrange desde as criações pré-colombianas até as expressões vibrantes da era moderna, com obras notáveis ​​de artistas como Georgia O'Keeffe e Jackson Pollock. Além disso, o museu abriga um impressionante acervo de arte islâmica, apresentando uma coleção abrangente de caligrafias, cerâmicas e trabalhos em metal que refletem a rica herança artística do mundo árabe e muçulmano. A coleção de fotografia do LACMA é um tesouro, com imagens icônicas de Robert Mapplethorpe e outros grandes fotógrafos.

    Arquitetura Deslumbrante e Exposições Envolventes

    Além de suas coleções, o próprio LACMA é uma obra de arte imersiva. O campus é um ambiente cuidadosamente orquestrado, apresentando edifícios projetados por arquitetos renomados – cada um contribuindo para a harmonia estética geral do museu. Notavelmente, Urban Light de Chris Burden, uma assembléia hipnotizante de lâmpadas de rua vintage, tornou-se um símbolo icônico do LACMA – um farol radiante que atrai visitantes e fotógrafos de todo o mundo. Ao longo de sua história, o LACMA tem consistentemente defendido a experimentação artística e fomentado conversas críticas sobre questões sociais. Exposições passadas honraram artistas como Robert Irwin, cujas explorações perceptivas redefiniram os limites da arte, e Barbara Kruger, cujos trabalhos textuais provocadores desafiaram as normas sociais. Apresentações mais recentes têm explorado temas de vida familiar através da fotografia e celebrado a influência do design escandinavo – demonstrando o compromisso contínuo do museu em envolver públicos contemporâneos.

    Conexões e Comunidade

    A dedicação do LACMA se estende além de suas paredes, promovendo uma conexão vibrante com outras instituições dentro do Parque Exposition. O Museu de Tar Pits George C. Page e o California Science Center são parceiros integrais, oferecendo aos visitantes uma compreensão holística da descoberta científica ao lado da contemplação artística. A localização do museu fornece acesso incomparável ao coração cultural de Los Angeles, solidificando ainda mais seu papel como um recurso vital para a comunidade. O compromisso de inclusão do LACMA é evidente em seus programas educacionais, instalações acessíveis e esforços contínuos para envolver públicos de todos os tipos – inspirando criatividade, promovendo compreensão e reafirmando o poder transformador da arte para as gerações futuras. O museu continua a evoluir, abraçando novas tecnologias e perspectivas, ao mesmo tempo em que permanece firme em sua missão de celebrar o legado duradouro da expressão artística humana.

    Links Úteis

    Museu de Arte do Condado de Los Angeles

    Los Angeles County Museum of Art - Google Arts & Culture

    Onde ler mais

    Encontre online

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    Como citar esta obra

    MLA
    Kahlo, Frida. Weeping Coconuts or Coconut Tears. 1951, Museu de Arte do Condado de Los Angeles. https://topimpressionists.com/pt/art/frida-kahlo-weeping-coconuts-or-coconut-tears-D3JD66-en/
    APA
    Kahlo, Frida (1951). Weeping Coconuts or Coconut Tears [Painting]. Museu de Arte do Condado de Los Angeles. https://topimpressionists.com/pt/art/frida-kahlo-weeping-coconuts-or-coconut-tears-D3JD66-en/
    Chicago
    Frida Kahlo. Weeping Coconuts or Coconut Tears. 1951. Museu de Arte do Condado de Los Angeles. https://topimpressionists.com/pt/art/frida-kahlo-weeping-coconuts-or-coconut-tears-D3JD66-en/
    Harvard
    Kahlo, Frida (1951) Weeping Coconuts or Coconut Tears. Museu de Arte do Condado de Los Angeles. Available at: https://topimpressionists.com/pt/art/frida-kahlo-weeping-coconuts-or-coconut-tears-D3JD66-en/

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    2. Quais cores ou formas criam a atmosfera — e que atmosfera é essa?
    3. Relembre As Duas Fridas, visto anteriormente neste guia. Nomeie duas características que esta obra compartilha com a anterior e uma que seja diferente.
    4. Frida Kahlo tinha cerca de 44 anos quando esta obra foi feita. O que nela parece ser o trabalho de um artista nessa fase?
    5. O que o artista pode ter querido que você sentisse?

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    Perguntas e Respostas

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    Que atmosfera "Weeping Coconuts or Coconut Tears", de Frida Kahlo traz a um ambiente?

    "Weeping Coconuts or Coconut Tears", de Frida Kahlo possui uma atmosfera Tons terrosos e é recomendado para um(a) Sala de Estar. O clima é o que a obra traz para o espaço ao seu redor.