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Guia de Obras de Estudantes

The Squatters

Nome Turma Data

George Caleb Bingham, The Squatters (1850), Museu de Belas Artes, Boston. Domínio público. Veja esta tela sob uma luz em movimento: o desenho, a cor real sob o verniz, o pigmento puro

Informações principais

Artista
George Caleb Bingham topimpressionists.com/pt/artists/george-caleb-bingham_pt/
Datas do artista
1811 – 1879
Pintura
1850
Técnica
Oil On Canvas
Movimento
Romanticism Art that puts feeling, wildness and the power of nature above calm order and rules.
Período
19th Century
Realizado em
Museu de Belas Artes, Boston topimpressionists.com/pt/museums/museu-de-belas-artes-boston-boston_pt/
Artistic style
Realism with Romanticism
Notable elements or techniques
Sunset sky, log cabin, warm earth tones
Subject or theme
Frontier life and settlement

No contexto

The Squatters — George Caleb Bingham

Ano de criação

  1. 1810
  2. 1820
  3. 1830
  4. 1840
  5. 1850
  6. 1860
  7. 1870

Linha acima: os anos. Linha abaixo: a idade do artista no início e no fim de cada período — 0 ao nascer, 68 ao falecer.

Pintado quando o artista tinha 39. O artista viveu até aos 68. 27 das 60 obras datadas deste artista em nosso catálogo são anteriores.

Sombreado: a trajetória de George Caleb Bingham (1811–1879) ▲ esta obra, 1850 cada pintura datada, década por década

Primeiras obras: até 1845 Principais anos de atividade: 1845–1853 Obras tardias: a partir de 1853

Essas três faixas dividem as obras que este catálogo data em um primeiro quarto, uma metade central e um último quarto. Elas não representam a produção completa do artista: um período de escassez pode ser uma lacuna no registro, em vez de um intervalo de baixa atividade. Os mesmos anos com a vida do artista traçada neles

Obras comparáveis

Escolha uma obra acima: mencione duas semelhanças entre ela e esta, e uma diferença.

Mais obras para acompanhar esta: topimpressionists.com/pt/art/similar/george-caleb-bingham-the-squatters-8LHV53-en/

Paleta de cores

Medido a partir da imagem

    Cor principal

    Putty #d8d3c6

    Paleta catalogada

    • #D8D3C6
    • #341111
    • #D4B493
    • #733826

    Estas cores dentro de toda a paleta do artista Encontre outras pinturas por cor

    Paleta
    Neutrals A família de cores predominante na imagem.
    Nome da cor principal
    Putty
    Intensidade
    Balanced O quão saturadas e variadas são as cores, desde um único tom suave até muitos tons vibrantes.
    Contraste
    Statement O grau de variação da luminosidade e saturação das cores ao longo da imagem.
    Harmonia
    Balanced Harmony A forma como as cores interagem entre si, desde o contraste marcante até a total harmonia.
    Brilho
    Bright O nível de luminosidade ou escuridão da imagem como um todo, desde as sombras profundas até os brilhos intensos.
    Saturação
    Balanced Soft Quão puras e intensas são as cores, do quase cinza ao totalmente vívido.

    Onde no mundo esta pintura é apreciada?

    • com menos de 1%
    • 1–3%
    • 3–8%
    • 8–20%
    • 20% ou mais
    Esta pintura sozinha possui poucos visitantes registrados para mapear, portanto, a placa apresenta todas as obras de George Caleb Bingham nos últimos doze meses — 6 países ao todo. De onde vêm estes números

    Os dez principais países

    1. 1 China 73,7%
    2. 2 Estados Unidos da América 14,5%
    3. 3 Hong Kong 7,9%
    4. 4 Coréia do Sul 1,3%
    5. 5 México 1,3%
    6. 6 Singapura 1,3%

    Encontre os três países mais escuros no mapa. O museu que guarda esta pintura está em algum deles? Escreva um motivo pelo qual pessoas de longe poderiam visitá-la.

    As 20 obras mais visualizadas de George Caleb Bingham

    1. 1 Canvassing for a Vote, 1851 4,8%
    2. 2 Landscape with Waterwheel and Boy Fishing, 1853 3,6%
    3. 3 The Trappers 3,6%
    4. 4 Trappers' Return, 1851 3,6%
    5. 5 Boatmen on the Missouri 3,6%
    6. 6 Jane Breathitt Sappington (also known as Mrs. John Sappington), 1834 3,6%
    7. 7 Fur Traders Descending the Missouri, 1845 2,4%
    8. 8 The Concealed Enemy, 1845 2,4%
    9. 9 The County Election (no.1), 1851 2,4%
    10. 10 Landscape with Cattle, 1846 2,4%
    11. 11 The Veredict of the People 2,4%
    12. 12 The Squatters, 1850 esta pintura 2,4%
    13. 13 Self Portrait, 1877 2,4%
    14. 14 The Mill Boy: The Boonville Juvenile Clay Club Banner, 1844 2,4%
    15. 15 Deer in Landscape 2,4%
    16. 16 John Locke Hardeman, 1850 2,4%
    17. 17 The County Election 2,4%
    18. 18 Study of a Flatboatman 3 2,4%
    19. 19 Study of a Figure 9 2,4%
    20. 20 Study of a Figure 54 2,4%

    Juntas, estas obras representam 56,4% de toda a atenção que as pinturas deste artista receberam nos últimos doze meses. O catálogo contém 169 obras deste artista, das quais 53 foram visualizadas pelo menos uma vez. Esta pintura ocupa a 12 posição entre elas, com 2,4% dessa atenção. Os mesmos números, mês a mês

    As barras medem a atenção, não a qualidade. Escolha a obra no topo e esta aqui: mencione um fator que poderia tornar uma pintura famosa para além da sua técnica de execução.

    Sobre esta obra

    The Squatters — George Caleb Bingham

    The Enduring Spirit of the Frontier

    To gaze upon "The Squatters" is to be transported across time, standing at the threshold of a bygone American era. This painting captures more than just a scene; it encapsulates an entire ethos—the raw, tenacious spirit of early settlement in the vast American West during the mid-nineteenth century. The composition centers on two figures and their loyal dog, positioned before a humble, roughly constructed log cabin. It is a tableau vivant of resilience, where the grandeur of nature meets the grit of human endeavor. The artist masterfully grounds the viewer within this moment, allowing us to feel the cool evening air and smell the woodsmoke mingling with the scent of wild earth.

    A Symphony in Earth Tones: Technique and Palette

    Technically, the work speaks volumes through its handling of light and color. The palette is dominated by rich, warm earth tones—deep browns, burnt oranges, and mellow yellows—that speak directly to the materials at hand: wood, soil, and setting sun. The sky itself is a breathtaking spectacle, bleeding hues of soft orange, delicate pink, and deep purple, hallmarks of a dramatic sunset that bathes the entire scene in a golden, diffused glow. While the overall effect is one of smooth, almost hazy blending, suggesting the layered application of oil paint on canvas, this softness belies the implied roughness of the terrain and the cabin's logs. The artist achieves depth not through rigid perspective lines alone, but by allowing the light to soften and diminish as the landscape recedes into the distance, creating a palpable sense of space.

    Symbolism of Survival and Mastery

    Every element within "The Squatters" seems imbued with symbolic weight. The cabin itself is more than mere shelter; it represents the fragile establishment of civilization against the immensity of the wilderness. Above the doorway, the presence of deer antlers serves as a potent visual marker—a trophy that speaks to successful survival, mastery over the wild, and the necessary connection between man and the hunt. This painting whispers tales of self-reliance. It is a meditation on what it means to build a life from nothing but grit and determination, suggesting that true wealth lies not in possessions, but in endurance.

    Emotional Resonance for the Modern Collector

    For the contemporary admirer, this piece offers an unparalleled emotional anchor. The prevailing mood is one of quiet contemplation mixed with profound resilience. It invites us to pause our modern rush and consider the foundational struggles that built the world we inhabit. Owning a reproduction of "The Squatters" is not merely decorating a wall; it is curating a narrative—a tribute to pioneering spirit, enduring partnership between man and nature, and the quiet dignity found in simple existence. It brings an air of romantic, historical gravitas into any space, making it a captivating focal point for those who appreciate art steeped in American history and profound human character.

    Artista e museu

    Artista

    George Caleb Bingham

    Nascido em Augusta County, Estados Unidos da América

    A Vida Pintada na Fronteira Americana

    George Caleb Bingham, nascido em 1811, em meio aos paisagens onduladas da Virgínia, não foi destinado a uma vida imersa em convenções artísticas. Seus primeiros anos foram marcados por movimento e adaptação, com sua família se mudando para a crescente fronteira do Missouri, moldando profundamente sua perspectiva. Essa mudança do estabelecido Leste para a energia bruta do Oeste tornou-se o alicerce fundamental de sua visão artística. As dificuldades enfrentadas por sua família lhe infundiram uma consciência aguda das lutas e triunfos inerentes à experiência americana – temas que dominaram suas telas por décadas. Um encontro crucial aos nove anos com Chester Harding, um artista itinerante que passava por Franklin, Missouri, acendeu uma faísca. Essa breve exposição não foi apenas uma introdução à técnica; foi uma revelação do poder da arte para capturar não apenas a semelhança, mas a própria essência do caráter humano. Embora inicialmente majoritariamente autodidata, Bingham aperfeiçoou suas habilidades por meio de aprendizes, aprendendo desenho meticuloso e um olho para o detalhe – qualidades que se tornariam marcas registradas de seu estilo maduro. Em dezessete anos, já estava ganhando a vida como pintor de retratos, demonstrando um talento inato que rapidamente lhe garantiu um lugar na comunidade local. Esse sucesso precoce impulsionou-o em direção a St. Louis, um centro vibrante onde buscava refinar suas habilidades e se imergir em um crescente milieu artístico.

    O Toque Luminista e o Realismo Americano

    A jornada artística de Bingham não foi confinada por treinamento formal; foi profundamente entrelaçada com o mundo ao seu redor – os majestosos rios Mississippi e Missouri, as movimentadas cidades ribeirinhas cheias de vida e os diversos indivíduos que navegavam nesse cenário dinâmico. Ele se tornou um observador atento da sociedade americana, particularmente ao longo dessas rotas vitais que serviam como artérias de comércio e migração. Seu estilo evoluiu gradualmente, incorporando elementos do Luminismo, um movimento artístico caracterizado por sua ênfase em efeitos atmosféricos e na sutil interação entre luz e sombra. Isso é evidenciado de forma notável em obras como Order at the Border (1850), onde os tons dourados do entardecer iluminam uma negociação tensa entre colonos e nativos americanos, imbuindo a cena com beleza e tensão subjacente. No entanto, Bingham não era apenas um pintor Luminista; ele infundiu seu trabalho com uma poderosa dose de realismo, buscando retratar a vida americana com honestidade e autenticidade inabaláveis. The County Election (1844) se destaca como sua representação mais icônica disso – uma composição vibrante que captura a energia boêmia e o espírito democrático da política da fronteira. A pintura não é apenas um retrato de um evento; é um comentário social, oferecendo insights sobre os valores, ansiedades e aspirações dos americanos do século XIX. Sua habilidade em capturar a essência da cultura americana também é demonstrada poderosamente em St. Louis Jockey, on the Battlefield (1862), uma reflexão pungente sobre o impacto da Guerra Civil na vida cotidiana, revelando as cicatrizes sutis deixadas na psique da nação.

    Temas da Vida na Fronteira e Comentário Social

    Ao longo de sua carreira, Bingham consistentemente retornou a temas centrais à experiência americana: expansão para o oeste, participação política, os ritmos da vida ribeirinha e as complexidades das interações humanas. Ele não teve medo de abordar questões difíceis, muitas vezes incorporando comentários sociais sutis em representações aparentemente simples de cenas cotidianas. Suas pinturas não eram apenas esteticamente agradáveis; elas eram narrativas, oferecendo vislumbres da moralidade e dos dilemas éticos que enfrentavam uma jovem nação lutando para definir sua identidade. Raftsmen Playing Cards e The Checker Players, por exemplo, capturam momentos de lazer, mas também sugerem as dificuldades e incertezas enfrentadas por aqueles que trabalhavam nos rios. Esses trabalhos demonstram sua habilidade em imbuir atividades aparentemente mundanas com um senso de profundidade e significado. Ele não estava interessado em idealizar a fronteira; ele buscava retratá-la como ela era – um lugar de oportunidade, dificuldade e mudança constante. Suas pinturas oferecem um registro histórico valioso, fornecendo insights sobre os costumes sociais, atitudes políticas e vidas cotidianas dos americanos durante um período crucial de sua história. Family Life on the Frontier (1845) exemplifica essa abordagem, oferecendo uma representação terna, mas realista, da domesticidade em meio aos desafios da vida pioneira. Mesmo seus retratos, como o de Samuel Bullitt Churchill, revelam uma profundidade psicológica que vai além da mera representação física.

    Redescoberta e Legado Duradouro

    Apesar de sua proeminência durante sua vida, a obra de Bingham experimentou um período de obscuridade relativa após sua morte em 1879, impulsionada por uma crescente apreciação pelo Realismo e Regionalismo Americano. Essa redescoberta levou a uma reavaliação de suas contribuições para a história da arte americana, reconhecendo-o como mestre tanto da técnica Luminista quanto do comentário social. Até os anos 1930, quando o interesse por sua arte ressurgiu, impulsionado por um apreço crescente pela cultura americana. Sua influência continua a ressoar hoje, inspirando artistas que buscam capturar a beleza e a complexidade da paisagem americana e de seu povo. Seu legado se estende além de suas pinturas individuais; ele ajudou a definir uma voz artística distintamente americana, uma que celebrou o caráter único da nação e confrontou seus desafios com honestidade e perspicácia.

    Canvassing for a Vote: Uma representação poderosa do engajamento político na fronteira.

    Order No. 11: Ilustra as complexidades das interações entre colonos e nativos americanos.

    Lighter Relieving the Steamboat Aground: Captura um momento da vida rural americana com detalhes impressionantes.

    Explorar o mundo de Bingham através de reproduções permite que os entusiastas da arte se conectem com suas obras-primas de uma forma tangível, preservando seu legado para as gerações futuras.

    Museu

    Museu de Belas Artes, Boston

    Em exibição em Boston, Estados Unidos da América

    A Legado de uma Visão Artística: O Museu de Belas Artes de Boston

    Aninhado no coração vibrante de Boston, o Museu de Belas Artes é mais do que um mero depósito de arte; é um relato vivo da criatividade humana que se estende por milênios. Desde suas origens modestas em 1870 nas paredes do Athenæum de Boston até sua atual e imponente morada neoclássica na Huntington Avenue, o MFA tem consistentemente defendido a expressão artística e fomentado uma profunda apreciação pelo poder transformador da beleza. O edifício em si – uma homenagem deliberada aos ideais clássicos concebida pelo arquiteto Guy Lowell – é uma declaração imediata de ambição, com sua fachada de granito que irradia solidez e elegância, enquanto a rotunda, adornada com monumentais afrescos de John Singer Sargent, serve como um portal deslumbrante para um mundo de maravilhas artísticas. Essa grandiosidade inicial foi apenas o prelúdio para uma evolução contínua, marcada por expansões subsequentes que integraram harmoniosamente o design moderno ao seu núcleo histórico, criando um diálogo dinâmico entre passado e presente.

    O coração do MFA reside em sua coleção extraordinariamente diversificada, um testemunho de seu compromisso em representar tradições artísticas de todo o mundo. As obras-primas europeias – as pinceladas cintilantes de Monet capturando a luz fugaz, a intensidade dramática das paisagens de Van Gogh, os retratos elegantes de Renoir e Degas – formam uma pedra angular inegável, oferecendo vislumbres íntimos da vida e das visões de alguns dos artistas mais celebrados da história. No entanto, limitar o museu apenas à Europa seria um erro fundamental. O MFA possui uma coleção incomparável de artefatos egípcios antigos – sarcófagos adornados com intrincadas hieróglifos, estátuas que personificam o poder faraônico e joias que sussurram histórias de rituais elaborados – transportando os visitantes milhares de anos para explorar os mistérios de uma civilização que continua a nos cativar. Ao aprofundar-se na Ásia, descobrimos bronzeiras chinesas requintadas que irradiam significado simbólico, gravuras japonesas delicadas que revelam as nuances das técnicas de blocos de madeira e esculturas indianas poderosas que refletem a devoção espiritual. A dedicação do museu se estende além dessas peças icônicas para incluir retrato americano, artes decorativas de todo o mundo – móveis que falam volumes sobre status social e artesanato, cerâmicas que exibem estilos regionais, tecidos ricos em cor e padrão – cada objeto oferecendo uma janela única para seu tempo e lugar. A vasta gama de representação é verdadeiramente notável, demonstrando o compromisso inabalável do MFA em celebrar a expressão artística através das fronteiras geográficas.

    Uma Narrativa Arquitetônica: Uma Sinfonia de Estilos

    O espaço físico do Museu de Belas Artes não é apenas um cenário para a arte; é parte integrante da narrativa do museu. O edifício original, projetado por Guy Lowell em 1909, incorpora a grandiosidade do estilo Beaux-Arts – uma homenagem deliberada aos ideais clássicos e à ambição de Boston durante a Era Progressista. Sua imponente fachada de granito irradia solidez e elegância, enquanto a rotunda, um espaço deslumbrante adornado com os afrescos monumentais de Sargent, serve como o ponto focal mais icônico do museu. Essas pinturas retratam cenas da mitologia clássica – Apollo presidindo sobre seu panteão, Diana caçando na floresta iluminada pela lua – e não são meras decorações; representam o compromisso do MFA em conectar tradições artísticas que abrangem milênios. A integração cuidadosa de luz, cor e escala dentro da rotunda cria uma experiência imersiva que estabelece imediatamente a sensação de grandiosidade e ambição artística do museu.

    No entanto, a história do museu não termina com a visão de Lowell. Expansões subsequentes, meticulosamente executadas por Hugh Stubbins & Associates e I.M. Pei, adicionaram camadas de complexidade e sofisticação ao seu cenário arquitetônico. O Linde Family Wing para Arte Contemporânea, concebido por I.M. Pei, é uma declaração ousada de inovação artística – um átrio de vidro imponente que cria uma atmosfera etérea, contrastando dramaticamente com os salões históricos do museu. Este espaço foi projetado para envolver os visitantes com obras de arte de ponta, fomentando o diálogo e a exploração de novas fronteiras criativas. A integração dessas adições modernas demonstra a capacidade do MFA de evoluir ao mesmo tempo em que honra seu rico patrimônio. A justaposição do estilo Beaux-Arts de Lowell com o design modernista de Pei cria uma tensão dinâmica que reflete o engajamento contínuo do museu com a história da arte e as tendências artísticas contemporâneas.

    Um Tapete Global: Exposições e Engajamento Contínuo

    Ao longo de sua história, o Museu de Belas Artes tem sido um catalisador para o debate artístico, hospedando exposições inovadoras que cativaram públicos em todo o mundo. Das retrospectivas celebrando artistas icônicos como Picasso e Warhol – artistas que redefiniram nossa compreensão da arte moderna – às explorações temáticas que abordam questões sociais urgentes, o MFA consistentemente ultrapassa os limites e estimula a curiosidade intelectual. A filiação do museu à Escola de Belas Artes Tufts University promove um ambiente dinâmico onde artistas, estudantes e pesquisadores colaboram, alimentando a inovação e expandindo os limites da expressão artística. Exposições recentes exploraram temas diversos – da influência do Egito antigo no design contemporâneo à evolução do retrato através das culturas – demonstrando o compromisso do museu em apresentar a arte de novas e envolventes maneiras.

    A dedicação do MFA se estende além de sua coleção permanente por meio de um programa vibrante de exposições temporárias, palestras, workshops e programas educacionais. Essas iniciativas são projetadas para atender a uma ampla gama de públicos, desde entusiastas de arte experientes até famílias em busca de experiências culturais enriquecedoras. O museu promove ativamente o acesso, garantindo que seus tesouros sejam apreciados por todos os visitantes, independentemente da capacidade. O compromisso do MFA com o engajamento comunitário solidifica sua posição como um contribuinte vital para a riqueza cultural e a compreensão artística, fomentando uma apreciação de vida pela arte.

    Horizontes Digitais: Expandindo Alcance e Acessibilidade

    Reconhecendo a importância de alcançar um público global, o Museu de Belas Artes abraçou plataformas digitais como Google Arts & Culture, expandindo seu alcance muito além das fronteiras de Boston. Através de passeios virtuais, imagens em alta resolução e histórias envolventes, os visitantes de todo o mundo podem explorar a extraordinária coleção do museu – um testemunho da dedicação do MFA à democratização do acesso à arte e ao fomento de uma apreciação mais profunda do patrimônio cultural. A integração dessas ferramentas digitais destaca o compromisso do museu com a inovação e seu papel como uma voz líder na evolução do cenário educacional e de engajamento artístico. A presença online permite que indivíduos que não podem visitar fisicamente Boston ainda experimentem a beleza e a importância da coleção, aprofundando a missão do MFA de tornar a arte acessível a todos.

    Useful Links:

    Museum of Fine Arts Boston

    Forsyth Wickes Museum of Fine Arts

    Useful Content:

    Science: A Preparation for the Mural in the Museum of Fine Arts, Boston

    Philosophy: A Preparation for the Mural in the Museum of Fine Arts, Boston

    Saiba mais

    Disponível online

    QR code que direciona para a página de download de The Squatters

    topimpressionists.com/pt/art/download/george-caleb-bingham-the-squatters-8LHV53-en/

    Como citar esta obra

    MLA
    Bingham, George Caleb. The Squatters. 1850, Museu de Belas Artes, Boston. https://topimpressionists.com/pt/art/george-caleb-bingham-the-squatters-8LHV53-en/
    APA
    Bingham, George Caleb (1850). The Squatters [Painting]. Museu de Belas Artes, Boston. https://topimpressionists.com/pt/art/george-caleb-bingham-the-squatters-8LHV53-en/
    Chicago
    George Caleb Bingham. The Squatters. 1850. Museu de Belas Artes, Boston. https://topimpressionists.com/pt/art/george-caleb-bingham-the-squatters-8LHV53-en/
    Harvard
    Bingham, George Caleb (1850) The Squatters. Museu de Belas Artes, Boston. Available at: https://topimpressionists.com/pt/art/george-caleb-bingham-the-squatters-8LHV53-en/

    Observe de perto

    The Squatters — George Caleb Bingham

    Olhar de perto

    Responda com suas próprias palavras. Não existem respostas erradas aqui — apenas respostas que você possa explicar.

    1. O que chama a sua atenção primeiro e por quê?
    2. Quais cores ou formas criam a atmosfera — e que atmosfera é essa?
    3. Quantos rostos você consegue encontrar? ____ (o nosso catálogo conta 2 — você concorda?)
    4. O nosso catálogo classifica esta obra sob: frontier life, log cabin, american west. Concorda? O que acrescentaria ou removeria?
    5. Relembre Washington Crossing the Delaware, visto anteriormente neste guia. Nomeie duas características que esta obra compartilha com a anterior e uma que seja diferente.

    Sua resposta

    Escreva um pequeno parágrafo sobre esta obra de arte. Utilize as informações das etapas anteriores deste guia e as suas respostas acima.

    Quiz de arte

    The Squatters — George Caleb Bingham

    O quanto você conhece esta obra de arte?

    Selecione uma resposta para cada uma das 5 perguntas abaixo. Cada uma possui exatamente uma resposta correta.

    1. 1. What is the primary subject matter depicted in "The Squatters"?

      • A A formal portrait of wealthy landowners
      • B Frontier life involving early settlers near a log cabin
      • C A bustling city marketplace scene
    2. 2. Which time period is suggested by the setting and subject matter of "The Squatters"?

      • A Early colonial America (17th century)
      • B Mid-19th century American West
      • C Victorian era urban life
    3. 3. What is the dominant color palette used in "The Squatters" to evoke a sense of atmosphere?

      • A Cool blues and grays
      • B Vibrant jewel tones
      • C Warm earth tones like browns, oranges, and yellows
    4. 4. The artistic style of "The Squatters" is best described as a blend of:

      • A Abstract Expressionism and Cubism
      • B Realism with touches of Romanticism
      • C Baroque dramatic flair
    5. 5. What element in the artwork might symbolize a successful hunt or mastery over the wilderness?

      • A The dog standing with the men
      • B The rolling hills in the background
      • C Deer antlers above the cabin door

    Minha pontuação: ____ de 5

    Gabarito — para o professor

    Isto inicia uma nova página impressa, de modo que ela pode simplesmente ser omitida das cópias.

    1A · 2A · 3B · 4A · 5B

    Confira qualquer resposta comparando com o registro do catálogo desta pintura

    Perguntas e Respostas

    Qual é a técnica e a data de criação de "The Squatters" de George Caleb Bingham?

    "The Squatters" foi criada em 1850 utilizando a técnica de Oil On Canvas. O material e a data descrevem como e quando o original foi feito.

    Como posso adquirir uma impressão de "The Squatters" de George Caleb Bingham?

    "The Squatters" está disponível como uma impressão fine art em tela de algodão ou papel canvas de arquivo. Os pedidos são feitos em sua página de Impressão Fine Art, no tamanho de sua escolha.

    Quais são os direitos de reprodução de "The Squatters" no Museu de Belas Artes, Boston?

    O status de direitos autorais de "The Squatters" de George Caleb Bingham é claro: a obra está em em domínio público - seus direitos autorais expiraram. Sua presença no Museu de Belas Artes, Boston não altera esse status.