Papel

Guia de Obras de Estudantes

Cotherstone, Yorkshire

Nome Turma Data

James Peel, Cotherstone, Yorkshire, Laing Art Gallery. Domínio público. Veja esta tela sob uma luz em movimento: o desenho, a cor real sob o verniz, o pigmento puro

Dados principais

Artista
James Peel topimpressionists.com/pt/artists/james-peel/
Datas do artista
1811 – 1906
Dimensões originais
69 x 118 cm
Realizado em
Laing Art Gallery topimpressionists.com/pt/museums/laing-art-gallery-newcastle-upon-tyne_pt/

No contexto

Cotherstone, Yorkshire — James Peel

Qual é o tamanho?

As dimensões originais são 69 × 118 cm (altura × largura), representadas aqui ao lado de um adulto de altura média.

Quando poderá ter sido pintada esta obra?

  1. 1810
  2. 1820
  3. 1830
  4. 1840
  5. 1850
  6. 1860
  7. 1870
  8. 1880
  9. 1890
  10. 1900

Linha acima: os anos. Linha abaixo: a idade do artista no início e no fim de cada período — 0 ao nascer, 95 ao falecer.

Sombreado: a trajetória de James Peel (1811–1906) cada pintura datada, década por década

Primeiras obras: até 1865 Principais anos de atividade: 1865–1877 Obras tardias: a partir de 1877

Essas três faixas dividem as obras datadas neste catálogo em um primeiro quarto, uma metade central e um último quarto. Elas não representam a produção completa do artista: um período de escassez pode ser uma lacuna no registro, em vez de um intervalo de baixa atividade. Os mesmos anos com a trajetória do artista neles traçada

Este disco não possui um ano exato registrado — considerando a trajetória do artista e o estilo da obra, de qual década você o estimaria?

Comparar com

Escolha uma obra acima: mencione duas semelhanças entre ela e esta, e uma diferença.

Mais obras para acompanhar esta: topimpressionists.com/pt/art/similar/james-peel-cotherstone-yorkshire-AQTS4S-en/

Cores

Medido a partir da imagem

    Cor principal

    Celadon #bebda9

    Paleta catalogada

    • #BEBDA9
    • #63592F
    • #3D381B
    • #8C8461

    Estas cores integradas em toda a paleta do artista Encontre outras pinturas por cor

    Nome da cor principal
    Celadon
    Intensidade
    Balanced O quão saturadas e variadas são as cores, desde um único tom suave até muitos tons vibrantes.
    Contraste
    Statement O grau de variação da luminosidade e saturação das cores ao longo da imagem.
    Harmonia
    Unified Palette A harmonia entre as cores, desde o contraste marcante até a total unidade.
    Brilho
    Bright O nível de luminosidade ou escuridão da imagem como um todo, desde as sombras profundas até os brilhos intensos.
    Saturação
    Subtle Color Quão puras e intensas são as cores, do quase cinza ao totalmente vívido.

    Onde no mundo esta pintura é apreciada?

    • menos de 1%
    • 1–3%
    • 3–8%
    • 8–20%
    • 20% ou mais
    Esta pintura sozinha possui poucos visitantes registrados para mapear, portanto, a placa apresenta todas as obras de James Peel nos últimos doze meses — 2 países ao todo. Origem destes dados

    Os dez principais países

    1. 1 China 90,9%1.000 visits
    2. 2 Reino Unido 9,1%100 visits

    Encontre os três países mais escuros no mapa. O museu que guarda esta pintura está em algum deles? Escreva um motivo pelo qual pessoas de longe poderiam visitá-la.

    As 10 obras mais visualizadas de James Peel

    1. 1 Roke Farm, Witley, Surrey 16,7%200 visits
    2. 2 Borrowdale, Cumbria 16,7%200 visits
    3. 3 Church Field at Edmonton, 1869 8,3%100 visits
    4. 4 Landscape with a River, 1877 8,3%100 visits
    5. 5 Totteridge, near Hampstead, 1900 8,3%100 visits
    6. 6 Near Rosthwaite 8,3%100 visits
    7. 7 The Head of Loch Lomond 8,3%100 visits
    8. 8 The Reaper 8,3%100 visits
    9. 9 Cotherstone, Yorkshire esta obra 8,3%100 visits
    10. 10 Landscape with Cows 8,3%100 visits

    Juntas, estas obras representam 99,8% de toda a atenção que as pinturas deste artista receberam nos últimos doze meses. O catálogo contém 41 obras deste artista, das quais 10 foram visualizadas pelo menos uma vez. This painting ranks 9 of them, with 8,3% of that attention (100 visits). Os mesmos números, mês a mês

    As barras medem a atenção, não a qualidade. Escolha a obra no topo e esta aqui: mencione um fator que poderia tornar uma pintura famosa para além da sua técnica de execução.

    Artista e museu

    Artista

    James Peel

    James Peel: A Painter of Northern Light

    Born in Newcastle upon Tyne in 1811, James Peel’s life and artistic journey were inextricably linked to the rugged beauty of northern England – specifically, Northumberland, Yorkshire, and Wales. His early years, steeped in the industrial heritage of his father's woollen drapery business, provided a grounding in observation and an appreciation for the changing landscapes around him. Unlike many artists of his era who sought grand, idealized vistas, Peel’s work possessed a remarkable intimacy, capturing not just the scenery but also the subtle textures, atmospheric conditions, and quiet rhythms of rural life. His artistic development was nurtured by Alexander Dalziel, a skilled wood engraver, who recognized Peel's innate talent for drawing and encouraged his pursuit of painting.

    Peel’s formal training began at Bruce’s School in Newcastle, where he honed his skills alongside notable figures like Sir Charles Mark Palmer and John Collingwood Bruce. However, it was a move to London in 1840 that truly propelled his career forward. Initially drawn to portraiture – producing striking copies of works by Wilkie Collins, including ‘Blind Fiddler’ and ‘The Village Festival,’ both housed within the National Gallery – Peel soon gravitated towards landscape painting. This shift reflected a deeper connection with the natural world, an impulse he would consistently pursue throughout his career.

    A Palette of Northern Moods

    Peel's artistic style is characterized by a remarkable sensitivity to light and atmosphere. He wasn’t interested in dramatic sunsets or sweeping vistas; instead, he meticulously rendered the subtle shifts in color and tone that defined the northern skies – the bruised purples of impending rain, the hazy greys of misty mornings, and the golden hues of late afternoon. His brushwork was precise yet fluid, conveying a sense of immediacy and spontaneity. He frequently depicted scenes of everyday rural life: shepherds tending their flocks, farmers working in their fields, and villagers engaged in their routines. These weren’t romanticized depictions; they were honest portrayals of a hardworking people living in harmony with the land.

    A key element of Peel's technique was his masterful rendering of trees – an obsession that became almost synonymous with his name. He possessed an extraordinary ability to capture their intricate forms, the play of light and shadow on their bark, and the way they stood sentinel against the sky. Works like ‘A Lane in Berwickshire’ and ‘Cotherstone, Yorkshire,’ now residing in the Laing Art Gallery in Newcastle, exemplify this skill, showcasing a deep understanding of tree structure and an almost tactile quality to his brushstrokes.

    Royal Recognition and Artistic Circles

    Peel's dedication and talent quickly gained him recognition within the established art world. He began exhibiting at the Royal Academy in 1843 and subsequently joined the Royal Society of British Artists, a prestigious organization that championed English landscape painting. His work was consistently praised for its sincerity, technical skill, and evocative portrayal of northern landscapes. He wasn’t merely documenting scenery; he was conveying a feeling – a sense of quiet contemplation, rustic charm, and deep connection to the land.

    Peel's artistic circle extended beyond the Royal Academy. He actively participated in “free” exhibitions organized by figures like Ford Madox Brown and William Bell Scott, challenging the established norms of the art market and advocating for greater accessibility to art. These initiatives demonstrated his commitment to fostering a vibrant and inclusive artistic community.

    Legacy and Enduring Appeal

    James Peel died in Reading in 1906, leaving behind a substantial body of work that continues to resonate with viewers today. His paintings are not grand statements but intimate glimpses into the heart of northern England – a region he loved deeply and captured with remarkable honesty and skill. His influence can be seen in subsequent generations of landscape artists who sought to emulate his sensitivity to light, his meticulous technique, and his profound appreciation for the beauty of the natural world.

    Peel’s legacy extends beyond his artistic achievements. He represents a pivotal moment in British art history – a time when landscape painting moved away from idealized representations and embraced a more direct and personal approach. His work serves as a reminder that true artistry lies not just in technical skill but also in the ability to capture the essence of a place and its people.

    Museu

    Laing Art Gallery

    Em exibição em Newcastle upon Tyne, Reino Unido

    Laing Art Gallery: Um Farol do Patrimônio Artístico Britânico em Newcastle upon Tyne

    Aninhada na New Bridge Street West, em Newcastle upon Tyne, a Laing Art Gallery ergue-se como um testemunho da filantropia vitoriana e como um repositório extraordinário da arte britânica que atravessa séculos. Fundada em 1904 por Alexander Laing — um comerciante de vinhos local cuja generosidade assegurou o seu legado duradouro — a galeria acolhe os visitantes gratuitamente (exceto em exposições especiais), promovendo a acessibilidade e enriquecendo a paisagem cultural de Newcastle.

    Localização:

    Newcastle upon Tyne, Northumberland e West Lothian

    Endereço:

    Laing Art Gallery, New Bridge Street, Newcastle upon Tyne, NE1 8AG

    Website:

    https://en.wikipedia.org/wiki/Laing_Art_Gallery

    A missão da galeria é exaltar a arte britânica dos séculos XVIII e XIX, ao mesmo tempo que apresenta obras contemporâneas e celebra o talento artístico local. Os seus curadores organizam meticulosamente exposições que iluminam diversos movimentos e perspetivas artísticas, oferecendo aos visitantes uma jornada estimulante através da cultura visual.

    Uma Coleção que Captura Emoção e Visão

    Pinturas:

    A coleção da Laing é ancorada por obras-primas de luminares como J.M.W. Turner — cujas paisagens dramáticas transmitem uma beleza sublime — Edward Burne-Jones — renomado pelas suas opulentas fantasias simbolistas — e John Martin — um pioneiro do horror romântico, cujas telas monumentais evocam emoções viscerais. Notavelmente, “The Destruction of Sodom and Gomorras” de Martin permanece como uma representação assombrosa da catástrofe bíblica, enquanto “Laus Veneris”, de Burne-Jones, personifica a graça etérea e a grandeza mitológica.

    Aquarelas e Desenhos:

    Complementando as pinturas, encontram-se requintadas aquarelas e desenhos de Turner e John Sell Cotman — artistas que capturaram com maestria as condições atmosféricas e renderizaram detalhes intrincados. Estas obras exemplificam as técnicas artísticas prevalentes na sua época, revelando uma compreensão profunda da luz e da cor.

    Artes Decorativas:

    Para além das artes visuais, o acervo da galeria abrange objetos históricos decorativos que refletem as ricas tradições artesanais de Newcastle. Pode-se admirar a prata de Newcastle — um símbolo do orgulho cívico —, os delicadamente esmaltados copos criados por William Beilby — demonstrando o artesanato vitoriano — e as cerâmicas produzidas pela Maling pottery — celebradas pelos seus tons vibrantes de vidrado e designs artísticos.

    Elegância Arquitetónica: Raízes Barrocas, Toque Art Nouveau

    Projetada no estilo Barroco com subtis influências Art Nouveau pelos arquitetos Cackett & Burns Dick, a Laing Art Gallery é um edifício classificado de Grau II — um lembrete tangível da grandeza vitoriana de Newcastle. Os seus tetos altos e detalhes ornamentados evocam a estética opulenta dos palácios europeus, enquanto delicados motivos florais se entrelaçam sutilmente com proporções clássicas.

    Mais do que Apenas Arte: Engajamento e Inspiração

    O que distingue a Laing Art Gallery é o seu compromisso inabalável em promover a apreciação artística e o envolvimento comunitário. Exposições rotativas regulares apresentam obras inovadoras ao lado de clássicos estabelecidos — inspirando o diálogo e ampliando perspetivas. Além disso, a galeria acolhe eventos gratuitos — incluindo palestras esclarecedoras, atividades envolventes para famílias — e workshops estimulantes liderados por artistas — criando um espaço vibrante para o aprendizado e a criatividade.

    Explorando Mais Longe

    Exposições Notáveis:

    Exposições recentes exploraram temas de identidade britânica, inovação artística e o papel da arte na formação de narrativas culturais.

    Parcerias Comunitárias:

    Colaborações com escolas e organizações locais enriquecem os programas educativos e promovem o alcance artístico dentro de Newcastle upon Tyne.

    Uma visita à Laing Art Gallery é uma experiência imersiva — uma oportunidade para se conectar com o patrimônio artístico britânico, descobrir obras de arte inspiradoras e celebrar o poder duradouro da criatividade.

    Onde ler mais

    • O artista James Peel topimpressionists.com/pt/artists/james-peel/
    • O museu Laing Art Gallery topimpressionists.com/pt/museums/laing-art-gallery-newcastle-upon-tyne_pt/
    • Obras semelhantes Mais obras para comparar topimpressionists.com/pt/art/similar/james-peel-cotherstone-yorkshire-AQTS4S-en/

    Encontre online

    QR code que direciona para a página de download de Cotherstone, Yorkshire

    topimpressionists.com/pt/art/download/james-peel-cotherstone-yorkshire-AQTS4S-en/

    Como citar esta obra

    MLA
    Peel, James. Cotherstone, Yorkshire. n.d., Laing Art Gallery. https://topimpressionists.com/pt/art/james-peel-cotherstone-yorkshire-AQTS4S-en/
    APA
    Peel, James (n.d.). Cotherstone, Yorkshire [Painting]. Laing Art Gallery. https://topimpressionists.com/pt/art/james-peel-cotherstone-yorkshire-AQTS4S-en/
    Chicago
    James Peel. Cotherstone, Yorkshire. n.d. Laing Art Gallery. https://topimpressionists.com/pt/art/james-peel-cotherstone-yorkshire-AQTS4S-en/
    Harvard
    Peel, James (n.d.) Cotherstone, Yorkshire. Laing Art Gallery. Available at: https://topimpressionists.com/pt/art/james-peel-cotherstone-yorkshire-AQTS4S-en/

    Observe de perto

    Cotherstone, Yorkshire — James Peel

    Observe de perto

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    1. O que chama a sua atenção primeiro e por quê?
    2. Quais cores ou formas criam a atmosfera — e que atmosfera é essa?
    3. Relembre Moel Siabod, North Wales (1870), apresentado anteriormente neste guia. Identifique dois elementos que esta obra compartilha com a anterior e um que seja diferente.
    4. O que o artista pode ter querido que você sentisse?
    5. Se você pudesse fazer uma pergunta ao artista sobre esta obra, qual seria?

    Sua resposta

    Escreva um pequeno parágrafo sobre esta obra de arte. Utilize as informações das etapas anteriores deste guia e as suas respostas acima.

    Perguntas e Respostas

    Quais são as dimensões da obra original "Cotherstone, Yorkshire", de James Peel?

    "Cotherstone, Yorkshire" mede 69 x 118 cm em sua forma original. As dimensões originais são uma referência útil ao escolher o tamanho de uma reprodução.

    A obra "Cotherstone, Yorkshire" está disponível para download em alta resolução?

    Uma imagem digital de "Cotherstone, Yorkshire", de James Peel pode ser adquirida em sua página de Imagem Digital de Alta Resolução: download de imagem digital em alta resolução.

    A qual artista "Cotherstone, Yorkshire" é atribuída?

    O artista por trás de "Cotherstone, Yorkshire" é James Peel. A obra está catalogada sob o nome de James Peel.