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Guia de Obras de Estudantes

Snowdon

Nome Turma Data

James Peel, Snowdon (1870), Llyfrgell Genedlaethol Cymru / The National Library of Wales. Domínio público. Veja esta tela sob uma luz em movimento: o desenho, a cor real sob o verniz, o pigmento puro

Informações principais

Artista
James Peel topimpressionists.com/pt/artists/james-peel/
Datas do artista
1811 – 1906
Pintura
1870
Dimensões originais
75 x 120 cm
Realizado em
Llyfrgell Genedlaethol Cymru / The National Library of Wales topimpressionists.com/pt/museums/llyfrgell-genedlaethol-cymru-the-national-library-of-wales-aberystwyth_pt/

No contexto

Snowdon — James Peel

Dimensões

As dimensões originais são 75 × 120 cm (altura × largura), representadas aqui ao lado de um adulto de altura média.

Ano de criação

  1. 1810
  2. 1820
  3. 1830
  4. 1840
  5. 1850
  6. 1860
  7. 1870
  8. 1880
  9. 1890
  10. 1900

Linha acima: os anos. Linha abaixo: a idade do artista no início e no fim de cada período — 0 ao nascer, 95 ao falecer.

Pintado quando o artista tinha 59. O artista viveu até aos 95. 5 das 14 obras datadas deste artista em nosso catálogo são anteriores.

Sombreado: a trajetória de James Peel (1811–1906) ▲ esta obra, 1870 cada pintura datada, década por década

Primeiras obras: até 1865 Principais anos de atividade: 1865–1877 Obras tardias: a partir de 1877

Essas três faixas dividem as obras que este catálogo data em um primeiro quarto, uma metade central e um último quarto. Elas não representam a produção completa do artista: um período de escassez pode ser uma lacuna no registro, em vez de um intervalo de baixa atividade. Os mesmos anos com a vida do artista traçada neles

Obras comparáveis

Escolha uma obra acima: mencione duas semelhanças entre ela e esta, e uma diferença.

Mais obras para acompanhar esta: topimpressionists.com/pt/art/similar/james-peel-snowdon-AQTS2Q-en/

Paleta de cores

Medido a partir da imagem

    Cor principal

    Sap Green #716a50

    Paleta catalogada

    • #716A50
    • #362D16
    • #E1E2D8
    • #B9B3A5

    Estas cores dentro de toda a paleta do artista Encontre outras pinturas por cor

    Paleta
    Neutrals A família de cores predominante na imagem.
    Nome da cor principal
    Sap Green
    Intensidade
    Monochromatic O quão saturadas e variadas são as cores, desde um único tom suave até muitos tons vibrantes.
    Contraste
    Statement O grau de variação da luminosidade e saturação das cores ao longo da imagem.
    Harmonia
    Strong Color Unity A forma como as cores interagem entre si, desde o contraste marcante até a total harmonia.
    Brilho
    Bright O nível de luminosidade ou escuridão da imagem como um todo, desde as sombras profundas até os brilhos intensos.
    Saturação
    Muted Quão puras e intensas são as cores, do quase cinza ao totalmente vívido.

    Onde no mundo esta pintura é apreciada?

    • com menos de 1%
    • 1–3%
    • 3–8%
    • 8–20%
    • 20% ou mais
    Esta pintura sozinha possui poucos visitantes registrados para mapear, portanto, a placa apresenta todas as obras de James Peel nos últimos doze meses — 2 países ao todo. De onde vêm estes números

    Os dez principais países

    1. 1 China 90,9%
    2. 2 Reino Unido 9,1%

    Encontre os três países mais escuros no mapa. O museu que guarda esta pintura está em algum deles? Escreva um motivo pelo qual pessoas de longe poderiam visitá-la.

    As 11 obras mais visualizadas de James Peel

    1. 1 Roke Farm, Witley, Surrey 16,7%
    2. 2 Borrowdale, Cumbria 16,7%
    3. 3 Church Field at Edmonton, 1869 8,3%
    4. 4 Landscape with a River, 1877 8,3%
    5. 5 Totteridge, near Hampstead, 1900 8,3%
    6. 6 Near Rosthwaite 8,3%
    7. 7 The Head of Loch Lomond 8,3%
    8. 8 The Reaper 8,3%
    9. 9 Cotherstone, Yorkshire 8,3%
    10. 10 Landscape with Cows 8,3%
    11. — Snowdon, 1870 esta pintura 0,0%

    Juntas, estas obras representam 99,8% de toda a atenção que as pinturas deste artista receberam nos últimos doze meses. O catálogo contém 41 obras deste artista, das quais 10 foram visualizadas pelo menos uma vez. Esta pintura ainda não foi visualizada nesse período — ela encerra a lista sem uma classificação. Os mesmos números, mês a mês

    As barras medem a atenção, não a qualidade. Escolha a obra no topo e esta aqui: mencione um fator que poderia tornar uma pintura famosa para além da sua técnica de execução.

    Artista e museu

    Artista

    James Peel

    James Peel: A Painter of Northern Light

    Born in Newcastle upon Tyne in 1811, James Peel’s life and artistic journey were inextricably linked to the rugged beauty of northern England – specifically, Northumberland, Yorkshire, and Wales. His early years, steeped in the industrial heritage of his father's woollen drapery business, provided a grounding in observation and an appreciation for the changing landscapes around him. Unlike many artists of his era who sought grand, idealized vistas, Peel’s work possessed a remarkable intimacy, capturing not just the scenery but also the subtle textures, atmospheric conditions, and quiet rhythms of rural life. His artistic development was nurtured by Alexander Dalziel, a skilled wood engraver, who recognized Peel's innate talent for drawing and encouraged his pursuit of painting.

    Peel’s formal training began at Bruce’s School in Newcastle, where he honed his skills alongside notable figures like Sir Charles Mark Palmer and John Collingwood Bruce. However, it was a move to London in 1840 that truly propelled his career forward. Initially drawn to portraiture – producing striking copies of works by Wilkie Collins, including ‘Blind Fiddler’ and ‘The Village Festival,’ both housed within the National Gallery – Peel soon gravitated towards landscape painting. This shift reflected a deeper connection with the natural world, an impulse he would consistently pursue throughout his career.

    A Palette of Northern Moods

    Peel's artistic style is characterized by a remarkable sensitivity to light and atmosphere. He wasn’t interested in dramatic sunsets or sweeping vistas; instead, he meticulously rendered the subtle shifts in color and tone that defined the northern skies – the bruised purples of impending rain, the hazy greys of misty mornings, and the golden hues of late afternoon. His brushwork was precise yet fluid, conveying a sense of immediacy and spontaneity. He frequently depicted scenes of everyday rural life: shepherds tending their flocks, farmers working in their fields, and villagers engaged in their routines. These weren’t romanticized depictions; they were honest portrayals of a hardworking people living in harmony with the land.

    A key element of Peel's technique was his masterful rendering of trees – an obsession that became almost synonymous with his name. He possessed an extraordinary ability to capture their intricate forms, the play of light and shadow on their bark, and the way they stood sentinel against the sky. Works like ‘A Lane in Berwickshire’ and ‘Cotherstone, Yorkshire,’ now residing in the Laing Art Gallery in Newcastle, exemplify this skill, showcasing a deep understanding of tree structure and an almost tactile quality to his brushstrokes.

    Royal Recognition and Artistic Circles

    Peel's dedication and talent quickly gained him recognition within the established art world. He began exhibiting at the Royal Academy in 1843 and subsequently joined the Royal Society of British Artists, a prestigious organization that championed English landscape painting. His work was consistently praised for its sincerity, technical skill, and evocative portrayal of northern landscapes. He wasn’t merely documenting scenery; he was conveying a feeling – a sense of quiet contemplation, rustic charm, and deep connection to the land.

    Peel's artistic circle extended beyond the Royal Academy. He actively participated in “free” exhibitions organized by figures like Ford Madox Brown and William Bell Scott, challenging the established norms of the art market and advocating for greater accessibility to art. These initiatives demonstrated his commitment to fostering a vibrant and inclusive artistic community.

    Legacy and Enduring Appeal

    James Peel died in Reading in 1906, leaving behind a substantial body of work that continues to resonate with viewers today. His paintings are not grand statements but intimate glimpses into the heart of northern England – a region he loved deeply and captured with remarkable honesty and skill. His influence can be seen in subsequent generations of landscape artists who sought to emulate his sensitivity to light, his meticulous technique, and his profound appreciation for the beauty of the natural world.

    Peel’s legacy extends beyond his artistic achievements. He represents a pivotal moment in British art history – a time when landscape painting moved away from idealized representations and embraced a more direct and personal approach. His work serves as a reminder that true artistry lies not just in technical skill but also in the ability to capture the essence of a place and its people.

    Museu

    Llyfrgell Genedlaethol Cymru / The National Library of Wales

    Em exibição em Aberystwyth, Reino Unido

    Um Baluarte da Identidade Galesa

    Aninhada na encantadora cidade universitária de Aberystwyth, com vista para a deslumbrante extensão da Baía de Cardigan, ergue-se um monumento não apenas à literatura e à arte, mas à própria alma do País Gales. A

    Llyfrgell Genedlaethol Cymru / Biblioteca Nacional de Gales

    é muito mais do que um simples repositório de livros; é um arquivo vibrante e vivo, dedicado a preservar e celebrar a rica tapeçaria da cultura, história e língua galesas. Estabelecida por Carta Real, esta instituição nasceu de um desejo apaixonado de salvaguardar a identidade nacional, impulsionada tanto pelo apoio governamental quanto pelas contribuições notáveis das classes trabalhadoras do País de Gales. Ela serve como um farol para o saber e a investigação, atuando como a guardiã da memória da nação através do seu estatuto de depósito legal, garantindo que cada publicação produzida em solo galês encontre um lar dentro de suas paredes sagradas.

    Entrar na Biblioteca é como embarcar em uma jornada através do tempo, onde a própria arquitetura narra uma história de harmonia e transição. O edifício, uma obra-prima concluída em 1937, reflete uma mistura cuidadosa de elementos clássicos e modernos projetados por Sidney Greenslade, com adições posteriores de Charles Holden. Sua fachada impressionante, apresentando o contraste da pedra de Portland nos andares superiores e o granito de Cornualha na base, cria uma presença visualmente impactante que impõe respeito. Para o designer de interiores, a interação entre pedra, luz e espaço nesta estrutura oferece uma aula magistral de estética monumental e digna. A Sala de Leitura Norte, banhada por uma luz natural suave, permanece como um espaço sagrado para a contemplação, projetada especificamente para fomentar a criatividade e inspirar pensamentos profundos entre os pesquisadores.

    Tesouros do Espírito Galês

    Para o entusiasta e colecionador de arte, as coleções da Biblioteca oferecem uma janela inigualável para o espírito galês. Embora o coração da instituição resida em seus milhões de livros e periódicos, seus tesouros visuais são igualmente profundos. A coleção apresenta pinturas significativas, gravuras topográficas e retratos que capturam a essência da nação. Os amantes da arte encontrarão uma ressonância particular nas obras de

    Kyffin Williams

    e

    Donald McIntyre

    , cujas representações magistrais das paisagens do Parque Nacional de Snowdonia e da Baía de Cardigan servem tanto como triunfos estéticos quanto como registros visuais vitais do ambiente em constante evolução do País de Gales. Estas obras, caracterizadas pela sensibilidade à luz e à textura, proporcionam uma conexão profunda com a beleza rústica do terreno galês.

    O caráter único da Biblioteca é ainda mais enriquecido por seu acervo diversificado, que inclui:

    A Coleção Peniarth:

    Um conjunto de renome mundial de manuscritos medievais que serve como pedra angular da história celta.

    Arquivo Nacional de Imagem e Som:

    Uma coleção imersiva que traz o patrimônio galês à vida através de filmagens e gravações sonoras.

    Arquivos Visuais:

    Uma coleção abrangente de mapas, imagens fotográficas e retratos que documentam a evolução da paisagem e do povo galês.

    Além de seu acervo permanente, a Biblioteca prospera como um centro cultural dinâmico, evoluindo constantemente através de exposições envolventes que constroem pontes entre o antigo e o contemporâneo. Desde a exploração dos mistérios da mitologia celta até a celebração das nuances da história da arte galesa moderna, estas exibições curadas atraem visitantes de toda a Europa e além. Continua sendo um lugar onde os ecos do passado encontram as inovações do século XXI em um diálogo fluido e belo.

    Saiba mais

    Disponível online

    QR code que direciona para a página de download de Snowdon

    topimpressionists.com/pt/art/download/james-peel-snowdon-AQTS2Q-en/

    Como citar esta obra

    MLA
    Peel, James. Snowdon. 1870, Llyfrgell Genedlaethol Cymru / The National Library of Wales. https://topimpressionists.com/pt/art/james-peel-snowdon-AQTS2Q-en/
    APA
    Peel, James (1870). Snowdon [Painting]. Llyfrgell Genedlaethol Cymru / The National Library of Wales. https://topimpressionists.com/pt/art/james-peel-snowdon-AQTS2Q-en/
    Chicago
    James Peel. Snowdon. 1870. Llyfrgell Genedlaethol Cymru / The National Library of Wales. https://topimpressionists.com/pt/art/james-peel-snowdon-AQTS2Q-en/
    Harvard
    Peel, James (1870) Snowdon. Llyfrgell Genedlaethol Cymru / The National Library of Wales. Available at: https://topimpressionists.com/pt/art/james-peel-snowdon-AQTS2Q-en/

    Observe de perto

    Snowdon — James Peel

    Olhar de perto

    Responda com suas próprias palavras. Não existem respostas erradas aqui — apenas respostas que você possa explicar.

    1. O que chama a sua atenção primeiro e por quê?
    2. Quais cores ou formas criam a atmosfera — e que atmosfera é essa?
    3. Relembre Moel Siabod, North Wales (1870), apresentado anteriormente neste guia. Identifique dois elementos que esta obra compartilha com a anterior e um que seja diferente.
    4. James Peel tinha cerca de 59 anos quando esta obra foi feita. O que nela parece ser o trabalho de um artista nessa fase?
    5. O que o artista pode ter querido que você sentisse?

    Sua resposta

    Escreva um pequeno parágrafo sobre esta obra de arte. Utilize as informações das etapas anteriores deste guia e as suas respostas acima.

    Perguntas e Respostas

    Onde posso comprar uma impressão de "Snowdon" de James Peel?

    "Snowdon" está disponível como uma impressão fine art em tela de algodão ou papel canvas de arquivo. Os pedidos são feitos em sua página de Impressão Fine Art, no tamanho de sua escolha.

    Como é construída a composição cromática de "Snowdon" de James Peel?

    A análise cromática de "Snowdon" de James Peel registra um contraste Statement e uma harmonia Strong Color Unity.

    Os direitos autorais de "Snowdon" de James Peel permitem reproduções?

    A obra original "Snowdon" encontra-se no Llyfrgell Genedlaethol Cymru / The National Library of Wales, e a obra está em em domínio público - seus direitos autorais expiraram.