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Guia de Obras de Estudantes

Counting the Cost

Nome Turma Data

James Smetham, Counting the Cost (1855), Walker Art Gallery. Domínio público. Veja esta tela sob uma luz em movimento: o desenho, a cor real sob o verniz, o pigmento puro

Dados principais

Artista
James Smetham topimpressionists.com/pt/artists/james-smetham/
Datas do artista
1821 – 1889
Pintura a óleo
1855
Dimensões originais
107 x 91 cm
Realizado em
Walker Art Gallery topimpressionists.com/pt/museums/walker-art-gallery-liverpool_pt/

No contexto

Counting the Cost — James Smetham

Qual é o tamanho?

As dimensões originais são 107 × 91 cm (altura × largura), representadas aqui ao lado de um adulto de altura média.

Quando foi pintado?

  1. 1820
  2. 1830
  3. 1840
  4. 1850
  5. 1860
  6. 1870
  7. 1880

Linha acima: os anos. Linha abaixo: a idade do artista no início e no fim de cada período — 0 ao nascer, 68 ao falecer.

Pintado quando o artista tinha 34. O artista viveu até aos 68. 3 das 14 obras datadas deste artista em nosso catálogo são anteriores.

Sombreado: a trajetória de James Smetham (1821–1889) ▲ esta obra, 1855 cada pintura datada, década por década

Primeiras obras: até 1855 Principais anos de atividade: 1855–1870 Obras tardias: a partir de 1870

Essas três faixas dividem as obras datadas neste catálogo em um primeiro quarto, uma metade central e um último quarto. Elas não representam a produção completa do artista: um período de escassez pode ser uma lacuna no registro, em vez de um intervalo de baixa atividade. Os mesmos anos com a trajetória do artista neles traçada

Comparar com

Escolha uma obra acima: mencione duas semelhanças entre ela e esta, e uma diferença.

Mais obras para acompanhar esta: topimpressionists.com/pt/art/similar/james-smetham-counting-the-cost-AQTW3Q-en/

Cores

Medido a partir da imagem

    Cor principal

    Driftwood #bb915b

    Paleta catalogada

    • #BB915B
    • #834A29
    • #B9B297
    • #422A1B

    Estas cores integradas em toda a paleta do artista Encontre outras pinturas por cor

    Paleta
    Earthy A família de cores predominante na imagem.
    Nome da cor principal
    Driftwood
    Intensidade
    Balanced O quão saturadas e variadas são as cores, desde um único tom suave até muitos tons vibrantes.
    Contraste
    Statement O grau de variação da luminosidade e saturação das cores ao longo da imagem.
    Harmonia
    Strong Color Unity A harmonia entre as cores, desde o contraste marcante até a total unidade.
    Brilho
    Balanced O nível de luminosidade ou escuridão da imagem como um todo, desde as sombras profundas até os brilhos intensos.
    Saturação
    Balanced Soft Quão puras e intensas são as cores, do quase cinza ao totalmente vívido.

    Onde no mundo esta pintura é apreciada?

    • menos de 1%
    • 1–3%
    • 3–8%
    • 8–20%
    • 20% ou mais
    Esta pintura sozinha possui poucos visitantes registrados para mapear, portanto, a placa apresenta todas as obras de James Smetham nos últimos doze meses — 2 países ao todo. Origem destes dados

    Os dez principais países

    1. 1 China 80,0%400 visits
    2. 2 Estados Unidos da América 20,0%100 visits

    Encontre os três países mais escuros no mapa. O museu que guarda esta pintura está em algum deles? Escreva um motivo pelo qual pessoas de longe poderiam visitá-la.

    As 6 obras mais visualizadas de James Smetham

    1. 1 'Thoughts too deep for tears', 1844 20,0%100 visits
    2. 2 The Village Genius, 1864 20,0%100 visits
    3. 3 The Surprise 20,0%100 visits
    4. 4 The Rose of Dawn, 1870 20,0%100 visits
    5. 5 Imogen and the Shepherds, 1870 20,0%100 visits
    6. — Counting the Cost, 1855 esta obra 0,0%0 visits

    Juntas, estas obras representam 100,0% de toda a atenção que as pinturas deste artista receberam nos últimos doze meses. O catálogo contém 26 obras deste artista, das quais 5 foram visualizadas pelo menos uma vez. Esta pintura ainda não foi visualizada neste período — ela encerra a lista sem uma classificação. Os mesmos números, mês a mês

    As barras medem a atenção, não a qualidade. Escolha a obra no topo e esta aqui: mencione um fator que poderia tornar uma pintura famosa para além da sua técnica de execução.

    Artista e museu

    Artista

    James Smetham

    James Smetham: A Pre-Raphaelite Visionary Lost in the Shadows

    James Smetham (1821-1889) remains a curiously compelling figure within the broader narrative of Victorian art, an artist whose profound talent and evocative imagery were largely overshadowed by personal struggles and a lack of consistent recognition. Born into a deeply religious family – his father a prominent Wesleyan Methodist minister in Yorkshire – Smetham’s early life was steeped in both artistic aspiration and spiritual conviction. This duality would profoundly shape his creative output, resulting in paintings that are simultaneously imbued with Pre-Raphaelite aesthetics and a distinctly personal, almost visionary quality.

    Initially apprenticed to an architect, Smetham quickly recognized the pull of art and enrolled at the Royal Academy in 1843. However, he never achieved full admission, a setback that arguably contributed to his later isolation. He began his career as a portrait painter, a profession hampered by the burgeoning influence of photography, yet it was during this period that he developed a keen interest in the Pre-Raphaelite Brotherhood – a movement characterized by its reverence for medieval art and literature, and its rejection of academic conventions. While never formally inducted into the group, Smetham’s artistic sensibilities aligned closely with their core principles, particularly their emphasis on symbolism, narrative, and a return to vibrant color.

    The Dreamer's Palette: Style and Subject Matter

    Smetham’s paintings are immediately recognizable for their atmospheric depth and luminous quality. He eschewed the sharp realism favored by many of his contemporaries, instead employing a technique that prioritized mood and suggestion. His landscapes, in particular, possess a dreamlike quality – often featuring solitary figures immersed in contemplative scenes, rendered with an almost ethereal light. These aren’t simply depictions of nature; they are explorations of the human psyche, infused with religious symbolism and personal emotion.

    Notable works such as “The Dream” (1856) and “The Hymn of the Last Supper” (1857-58) exemplify this approach. "The Dream" depicts a young woman lost in reverie, bathed in an otherworldly glow, while “The Hymn of the Last Supper” is a monumental undertaking – a complex allegorical scene depicting Christ’s final meal with his disciples, rendered with meticulous detail and a profound sense of spiritual intensity. His portraits, too, are not mere likenesses; they capture the essence of his subjects, revealing their inner lives through subtle gestures and expressions.

    A Life Interrupted: Mental Health and Isolation

    Despite his artistic talent and early successes, Smetham’s life was marked by recurring episodes of mental distress. Following the death of his beloved elder brother in 1842, he experienced a severe breakdown – an event that would recur intermittently throughout his career. This instability profoundly impacted his ability to sustain a consistent artistic practice, leading him to seek refuge in the quiet village of Stoke Newington on the outskirts of London.

    In this secluded environment, Smetham continued to paint, producing thousands of miniature works – often referred to as “squaring” – that he meticulously documented in journals and letters. These intimate sketches reveal a deeply introspective mind grappling with profound spiritual questions. His personal struggles are reflected in his art—a sense of melancholy, longing, and an almost obsessive need for self-understanding permeates many of his paintings. The influence of his religious beliefs, coupled with the pressures of Victorian society, created a volatile combination that ultimately contributed to his isolation.

    Legacy and Rediscovery

    James Smetham’s artistic legacy remained largely unrecognized during his lifetime. His work was often dismissed as eccentric or derivative, overshadowed by the more prominent figures within the Pre-Raphaelite movement. However, in recent decades, a renewed interest in Victorian art and a growing appreciation for Smetham's unique vision have led to a reassessment of his contribution to the era.

    Today, Smetham’s paintings are increasingly recognized as significant examples of Pre-Raphaelite art—not simply as followers of Rossetti and his circle, but as independent artists who developed their own distinctive style and explored profound themes. His work offers a poignant glimpse into the mind of a sensitive and deeply spiritual artist, lost in the shadows of Victorian society yet capable of creating images of extraordinary beauty and emotional resonance. His story serves as a reminder that artistic genius can flourish alongside personal struggles, and that true appreciation often comes only after time has passed.

    Museu

    Walker Art Gallery

    Em exibição em Liverpool, Reino Unido

    Um Santuário Vitoriano: O Fascínio Atemporal da Walker Art Gallery

    Aninhada no coração vibrante de Liverpool, a

    Walker Art Gallery

    ergue-se como um majestoso testemunho do poder duradouro da visão artística. Esta grandiosa instituição vitoriana é muito mais do que um mero repositório de telas e pedras; é uma jornada imersiva pelos corredores do tempo. O esplendor arquitetônico do projeto de Evan James Hall prepara o visitante para um encontro profundo com a beleza, onde o próprio ar parece vibrar com os ecos dos mestres do Renascimento, os sussurras românticos dos sonhos pré-rafaelitas e as pinceladas ousadas e transformadoras do modernismo britânico.

    Entrar neste espaço é ingressar em mundos meticulosamente criados por artistas que buscaram a verdade nas formas mais profundas. O renome internacional da galeria está ancorado em sua coleção excepcional de

    pinturas pré-rafaelitas

    , indiscutivelmente um dos mais belos acervos existentes. Aqui, as obras de

    Dante Gabriel Rossetti

    e

    John Everett Millais

    transportam o espectador para reinos de beleza assombrosa e simbolismo intrincado. Pode-se encontrar perdido em paisagens exuberantes e detalhadas ou na profundidade psicológica de figuras imbuídas de uma certa melancolia etérea, enquanto estes artistas buscavam inspiração na pureza do início do Renascimento para alcançar uma intensidade emocional que permanece vital nos dias de hoje.

    Um Diálogo Entre Eras e Inovação

    Além do romantismo dos pré-rafaelitas, a coleção oferece um vislumbre deslumbrante das inovações cruciais do Renascimento. Obras-primas que redefinem a perspectiva e a graça humana permitem que os visitantes testemunhem o amanhecer da representação moderna. Das delicadas alegorias mitológicas de

    Botticelli

    à atmosfera divina e enevoada da

    Anunciação de Leonardo da Vinci

    , estas obras servem como monumentos ao intelecto humano e à curiosidade espiritual. Este diálogo entre eras é ainda mais enriquecido por um profundo compromisso com a identidade artística britânica, registrando a evolução de uma nação através de retratos imponentes e paisagens vastas que evocam a beleza rústica do campo britânico.

    A força da galeria reside em sua capacidade de construir uma ponte entre a grandeza histórica e a relevância contemporânea. A coleção reflete a identidade cosmopolita de Liverpool como uma cidade portuária global, incorporando titãs do século XX, como

    Lucian Freud

    e

    David Hockney

    . Esta diversidade torna o espaço um santuário para diversos entusiastas:

    Historiadores de Arte e Acadêmicos:

    Que podem traçar a linhagem do movimento, desde as raízes cubistas nas paisagens de David Bomberg até a evolução da retratística britânica.

    Designers de Interiores:

    Em busca da elegância silenciosa e do charme atmosférico encontrados em obras como

    Polishing Pans

    , de Marianne Stokes.

    Colecionadores e Sonhadores:

    Atraídos pela monumental habilidade anatômica presente em

    The Lincolnshire Ox

    , de George Stubbs, ou pelas cenas serenas e nostálgicas de uma era passada.

    O que verdadeiramente distingue a Walker Art Gallery é o seu papel como um centro cultural vivo e pulsante que permanece profundamente acessível a todos. Com entrada gratuita, ela garante que a arte de classe mundial nunca seja um luxo reservado a poucos, mas um patrimônio compartilhado, disponível para cada alma em busca de inspiração.

    Onde ler mais

    • O artista James Smetham topimpressionists.com/pt/artists/james-smetham/
    • O museu Walker Art Gallery topimpressionists.com/pt/museums/walker-art-gallery-liverpool_pt/
    • Obras semelhantes Mais obras para comparar topimpressionists.com/pt/art/similar/james-smetham-counting-the-cost-AQTW3Q-en/

    Encontre online

    QR code que direciona para a página de download de Counting the Cost

    topimpressionists.com/pt/art/download/james-smetham-counting-the-cost-AQTW3Q-en/

    Como citar esta obra

    MLA
    Smetham, James. Counting the Cost. 1855, Walker Art Gallery. https://topimpressionists.com/pt/art/james-smetham-counting-the-cost-AQTW3Q-en/
    APA
    Smetham, James (1855). Counting the Cost [Painting]. Walker Art Gallery. https://topimpressionists.com/pt/art/james-smetham-counting-the-cost-AQTW3Q-en/
    Chicago
    James Smetham. Counting the Cost. 1855. Walker Art Gallery. https://topimpressionists.com/pt/art/james-smetham-counting-the-cost-AQTW3Q-en/
    Harvard
    Smetham, James (1855) Counting the Cost. Walker Art Gallery. Available at: https://topimpressionists.com/pt/art/james-smetham-counting-the-cost-AQTW3Q-en/

    Observe de perto

    Counting the Cost — James Smetham

    Observe de perto

    Responda com suas próprias palavras. Não existem respostas erradas aqui — apenas respostas que você possa explicar.

    1. O que chama a sua atenção primeiro e por quê?
    2. Quais cores ou formas criam a atmosfera — e que atmosfera é essa?
    3. Relembre Woman with a Tambourine (Irene with a Tambourine) (1868), apresentado anteriormente neste guia. Identifique dois elementos que esta obra compartilha com a anterior e um que seja diferente.
    4. James Smetham tinha cerca de 34 anos quando esta obra foi feita. O que nela parece ser o trabalho de um artista nessa fase?
    5. O que o artista pode ter querido que você sentisse?

    Sua resposta

    Escreva um pequeno parágrafo sobre esta obra de arte. Utilize as informações das etapas anteriores deste guia e as suas respostas acima.

    Perguntas e Respostas

    Qual cor predomina na composição de "Counting the Cost", de James Smetham?

    Driftwood (#bb915b) é a cor predominante de "Counting the Cost", de James Smetham.

    "Counting the Cost", de James Smetham está em domínio público?

    "Counting the Cost", de James Smetham está em em domínio público — seus direitos autorais expiraram. Este status determina como a imagem da obra pode ser reproduzida.

    Qual é a tonalidade predominante de "Counting the Cost", de James Smetham?

    A tonalidade dominante de "Counting the Cost", de James Smetham é Golden Yellow Range. A tonalidade é o tom subjacente da paleta.