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Guia de Obras de Estudantes

Red Roofs

Nome Turma Data

John Guthrie Spence Smith, Red Roofs, Wolverhampton Art Gallery. Domínio público. Veja esta tela sob uma luz em movimento: o desenho, a cor real sob o verniz, o pigmento puro

Informações principais

Artista
John Guthrie Spence Smith topimpressionists.com/pt/artists/john-guthrie-spence-smith/
Datas do artista
1880 – 1951
Dimensões originais
41 x 51 cm
Realizado em
Wolverhampton Art Gallery topimpressionists.com/pt/museums/wolverhampton-art-gallery-wolverhampton_pt/

No contexto

Red Roofs — John Guthrie Spence Smith

Dimensões

As dimensões originais são 41 × 51 cm (altura × largura), representadas aqui ao lado de um adulto de altura média.

Quando poderá ter sido pintada esta obra?

  1. 1880
  2. 1890
  3. 1900
  4. 1910
  5. 1920
  6. 1930
  7. 1940
  8. 1950

Linha acima: os anos. Linha abaixo: a idade do artista no início e no fim de cada período — 0 ao nascer, 71 ao falecer.

Sombreado: a trajetória de John Guthrie Spence Smith (1880–1951) cada pintura datada, década por década

Primeiras obras: até 1920 Principais anos de atividade: 1920–1940 Obras tardias: a partir de 1940

Essas três faixas dividem as obras que este catálogo data em um primeiro quarto, uma metade central e um último quarto. Elas não representam a produção completa do artista: um período de escassez pode ser uma lacuna no registro, em vez de um intervalo de baixa atividade. Os mesmos anos com a vida do artista traçada neles

Este disco não possui um ano exato registrado — considerando a trajetória do artista e o estilo da obra, de qual década você o estimaria?

Obras comparáveis

  • Bakehouse Close, 1941 topimpressionists.com/pt/art/john-guthrie-spence-smith-bakehouse-close-AQUSHK-en/
  • Cir Mhor topimpressionists.com/pt/art/john-guthrie-spence-smith-cir-mhor-AQUSJ9-en/
  • Old Perth Buildings, 1932 topimpressionists.com/pt/art/john-guthrie-spence-smith-old-perth-buildings-AQUSHH-en/

Escolha uma obra acima: mencione duas semelhanças entre ela e esta, e uma diferença.

Mais obras para acompanhar esta: topimpressionists.com/pt/art/similar/john-guthrie-spence-smith-red-roofs-AQUSJF-en/

Paleta de cores

Medido a partir da imagem

    Cor principal

    Driftwood #887548

    Paleta catalogada

    • #887548
    • #B09163
    • #B6B6A5
    • #5D5E45

    Estas cores dentro de toda a paleta do artista Encontre outras pinturas por cor

    Nome da cor principal
    Driftwood
    Intensidade
    Balanced O quão saturadas e variadas são as cores, desde um único tom suave até muitos tons vibrantes.
    Contraste
    Gentle O grau de variação da luminosidade e saturação das cores ao longo da imagem.
    Harmonia
    Strong Color Unity A forma como as cores interagem entre si, desde o contraste marcante até a total harmonia.
    Brilho
    Bright O nível de luminosidade ou escuridão da imagem como um todo, desde as sombras profundas até os brilhos intensos.
    Saturação
    Balanced Soft Quão puras e intensas são as cores, do quase cinza ao totalmente vívido.

    Onde no mundo esta pintura é apreciada?

    • com menos de 1%
    • 1–3%
    • 3–8%
    • 8–20%
    • 20% ou mais
    Esta pintura sozinha possui poucos visitantes registrados para mapear, portanto, a placa apresenta todas as obras de John Guthrie Spence Smith nos últimos doze meses — 2 países ao todo. De onde vêm estes números

    Os dez principais países

    1. 1 China 90,0%
    2. 2 Reino Unido 10,0%

    Encontre os três países mais escuros no mapa. O museu que guarda esta pintura está em algum deles? Escreva um motivo pelo qual pessoas de longe poderiam visitá-la.

    As 9 obras mais visualizadas de John Guthrie Spence Smith

    1. 1 A Midlothian Farm, 1925 18,2%
    2. 2 John Knox's House, High Street, Edinburgh, 1929 18,2%
    3. 3 Old Perth Buildings, 1932 9,1%
    4. 4 The Croft, Anstruther, 1920 9,1%
    5. 5 Red Roofs esta pintura 9,1%
    6. 6 Mowbray House, High Street, Edinburgh, 1930 9,1%
    7. 7 St Monance Kirk, 1930 9,1%
    8. 8 St Monance Kirk, 1950 9,1%
    9. 9 Standing Female Nude 9,1%

    Juntas, estas obras representam 100,0% de toda a atenção que as pinturas deste artista receberam nos últimos doze meses. O catálogo contém 43 obras deste artista, das quais 9 foram visualizadas pelo menos uma vez. Esta pintura ocupa a 5 posição entre elas, com 9,1% dessa atenção. Os mesmos números, mês a mês

    As barras medem a atenção, não a qualidade. Escolha a obra no topo e esta aqui: mencione um fator que poderia tornar uma pintura famosa para além da sua técnica de execução.

    Artista e museu

    Artista

    John Guthrie Spence Smith

    John Guthrie Spence Smith: A Visionary of Scottish Landscapes

    John Guthrie Spence Smith (1880-1951) remains a quietly significant figure in 20th-century British art, particularly within the rich tapestry of Scottish painting. Born in Perth, Scotland, into a family profoundly shaped by tragedy – his three older brothers succumbed to illness at young ages – Smith’s early life instilled a sensitivity and perhaps an unusual focus on observation. A childhood affliction robbed him of speech and hearing, a circumstance that arguably sharpened his visual perception and fostered a unique way of engaging with the world around him. This formative experience deeply influenced his artistic approach, imbuing his landscapes with a profound sense of stillness and quiet contemplation.

    Smith’s formal training began at Dundee College of Art, followed by studies at Edinburgh College of Art and the prestigious Royal Scottish Academy Life Drawing Classes under the tutelage of Robert Burns and Charles Hodge Mackie. These formative years exposed him to established artistic traditions while simultaneously nurturing his own distinctive style. He quickly distinguished himself as a talented artist, winning several prizes during his time at the RSA, demonstrating an early aptitude for capturing light, atmosphere, and the subtle nuances of the Scottish countryside. Crucially, he became involved with the Edinburgh Group, a collective of artists who challenged academic conventions and sought to forge a new path for modern art in Scotland. This association exposed him to innovative ideas and provided a platform for his work to be seen alongside other emerging talents.

    A Distinctive Style: Landscape and Streetscapes

    Smith’s artistic output is primarily characterized by meticulously rendered landscapes and evocative street scenes, predominantly depicting the familiar yet subtly transformed vistas of Perthshire, Angus, and the surrounding areas. He wasn't interested in dramatic, sweeping compositions; instead, he favored a measured approach, capturing the quiet dignity of rural life and the understated beauty of everyday settings. His palette was restrained, relying on muted earth tones – ochres, browns, greys, and blues – to create a sense of atmospheric depth and realism. He skillfully employed light and shadow to convey the changing moods of the Scottish weather, imbuing his paintings with a palpable sense of time and place. His work is often described as having a “colourist” quality, echoing the influence of artists like J.M. Whistler, though Smith’s approach was firmly rooted in his own unique vision.

    Influences and Artistic Development

    Smith's artistic journey reveals a complex interplay of influences. The traditional landscape painting of the Scottish Colourists – particularly their emphasis on capturing the essence of light and colour – undoubtedly shaped his early style. However, he also absorbed elements from Impressionism and Post-Impressionism, evident in his use of broken brushstrokes and his exploration of subjective perception. His time spent in France during World War I, though brief, provided a crucial opportunity to study the works of masters like Monet and Renoir, further expanding his artistic horizons. Following the war, he returned to Scotland, continuing to develop his distinctive style while maintaining close ties with the Edinburgh art community. His later work demonstrates an increasing confidence and maturity, reflecting a deeper understanding of both his subject matter and his own artistic voice.

    Legacy and Recognition

    Despite not achieving widespread fame during his lifetime, John Guthrie Spence Smith’s contribution to Scottish art is now increasingly recognized. His paintings are held in public collections across Scotland, including those of Glasgow, Paisley, Perth, and Greenock Museums, testament to the enduring quality of his work. His membership in the Royal Scottish Academy and his association with the Edinburgh Group cemented his place within a pivotal period of artistic innovation in Scotland. Smith’s legacy lies not only in his beautiful paintings but also in his quiet determination to pursue his artistic vision despite significant personal challenges. He represents a compelling example of an artist who found solace and expression through observation, capturing the essence of Scottish life with remarkable sensitivity and skill. His work continues to resonate with viewers today, offering a glimpse into a bygone era and a profound appreciation for the beauty of the Scottish landscape.

    Further Resources

    Art UK: https://artuk.org/discover/artists/smith-john-guthrie-spence-18801951

    Fleming Collection: https://www.flemingcollection.com/copy-of-spencer-richard-b

    Glasgow Museums Collections Online: https://collections.glasgowmuseums.com/mwebcgi/mweb?request=record;id=8890;type=701

    askART: https://www.askart.com/artist/john_guthrie_spence/11071253/john_guthrie_spence.aspx?alert=info

    Museu

    Wolverhampton Art Gallery

    Em exibição em Wolverhampton, Reino Unido

    Wolverhampton Art Gallery: Uma Joia das West Midlands

    A Wolverhampton Art Gallery ergue-se como um testemunho do patrimônio artístico, aninhada na vibrante cidade de Wolverhampton, oferecendo aos visitantes uma experiência imersiva na grandiosidade vitoriana e no artesanato japonês. Estabelecida em 1884, o apelo duradouro desta galeria provém da sua coleção notavelmente diversa — um pilar da identidade cultural regional — e do seu compromisso em fomentar a apreciação da arte através das gerações.

    Localização e Arquitetura:

    Situada na Lichfield Street, a Wolverhampton Art Gallery ocupa um edifício que personifica a elegância vitoriana. Embora planos arquitetônicos detalhados não estejam prontamente disponíveis, a própria estrutura contribui significativamente para a jornada do visitante, transportando os convidados no tempo para uma era definida por detalhes ornamentados e espaços grandiosos.

    Um Legado de Patronato Artístico:

    As origens da galeria estão enraizadas em uma visão filantrópica — o desejo de cultivar a compreensão artística dentro de Wolverhampton. Apoiada por proeminentes benfeitores locais, ela rapidamente foi reconhecida como um recurso vital para promover a cultura visual e fomentar conexões entre os artistas e a comunidade.

    Destaques da Coleção: Arte Vitoriana – Ecos de Elegância

    O acervo de arte vitoriana da galeria representa uma concentração excepcional de obras-primas do período, refletindo as sensibilidades artísticas e os valores sociais de uma era transformadora. Os visitantes podem maravilhar-se com pinturas de luminares como Frank Brangwyn — renomado por suas paisagens monumentais infundidas com o espírito Romântico — e esculturas que capturam os ideais escultóricos prevalentes durante o reinado da Rainha Victoria. A coleção demonstra não apenas destrelação técnica, mas também explorações temáticas sobre moralidade, espiritualidade e a beleza da natureza.

    Pinturas Notáveis:

    Admire obras como “Scotsman”, de Henrie Pitcher (1903), um retrato repleto de pinceladas expressivas e tons quentes — uma representação magistral de dignidade e contemplação. Explore paisagens inspiradas no movimento Romântico, que capturam vistas dramáticas e transmitem emoções profundas.

    Excelência Escultural:

    Descubra esculturas que incorporam os ideais artísticos vitorianos — formas refinadas e um trabalho meticuloso que reflete a fascinação da época pelas influências clássicas.

    Uma Coleção Singular: Os Tsuba de Wolverhampton

    Além de seus tesouros vitorianos, a Wolverhampton Art Gallery ostenta uma coleção verdadeiramente excepcional de Tsuba — intrincados acessórios japoneses para espadas — tornando-se um dos principais repositórios desta forma de arte fora do Japão. Estes objetos representam mais do que meros adornos decorativos; são símbolos da honra e da arte samurai, exibindo uma habilidade inigualável em metalurgia e gravura. Cada Tsuba conta uma história — retratando criaturas mitológicas, motivos florais ou cenas de narrativas históricas — proporcionando uma visão inestimável da cultura e do artesanato japonês.

    Simbolismo e Técnica:

    Examine o detalhe meticuloso das gravações nos Tsuba — muitas vezes incorporando folhas de ouro e esmalte — demonstrando técnicas aperfeiçoadas ao longo de séculos. Considere o simbolismo embutido em cada peça, refletindo crenças sobre coragem, proteção e significado espiritual.

    Expandindo Horizontes: A Arte Britânica Além da Era Vitoriana

    O compromisso da Wolverhampton Art Gallery estende-se para além da estética vitoriana, abrangendo um panorama mais amplo das conquistas artísticas britânicas. Os visitantes podem encontrar obras de George Arthur Hickin (“On the Conway”, 1853) — uma pintura de paisagem que captura a beleza serena do Lago Windermere — e de William Linton (179 de 1876), cujas telas ressoam com influências clássicas e representações idealizadas de paisagens italianas. Estas peças iluminam as diversas correntes artísticas que moldaram a Grã-Bretanha durante as eras Vitoriana e Eduardiana.

    Influências Contemporâneas:

    Observe como artistas como Hickin e Linton buscaram inspiração nos mestres europeus — particularmente Wilson e Lorrain — estabelecendo a Wolverhampton Art Gallery como um portal para a compreensão de diálogos artísticos mais amplos.

    Engajamento Comunitário e Visões de Futuro

    A Wolverhampton Art Gallery cultiva ativamente conexões com a comunidade local, oferecendo atividades envolventes para famílias e promovendo a apreciação da arte entre o público mais jovem. Além disso, seu compromisso contínuo em realizar exposições — incluindo “David Cox: The Elder” (“Conway Castle”, Caernarvonshire) — garante que o legado artístico de Wolverhampton continue a inspirar e enriquecer vidas.

    Saiba mais

    Disponível online

    QR code que direciona para a página de download de Red Roofs

    topimpressionists.com/pt/art/download/john-guthrie-spence-smith-red-roofs-AQUSJF-en/

    Como citar esta obra

    MLA
    Smith, John Guthrie Spence. Red Roofs. n.d., Wolverhampton Art Gallery. https://topimpressionists.com/pt/art/john-guthrie-spence-smith-red-roofs-AQUSJF-en/
    APA
    Smith, John Guthrie Spence (n.d.). Red Roofs [Painting]. Wolverhampton Art Gallery. https://topimpressionists.com/pt/art/john-guthrie-spence-smith-red-roofs-AQUSJF-en/
    Chicago
    John Guthrie Spence Smith. Red Roofs. n.d. Wolverhampton Art Gallery. https://topimpressionists.com/pt/art/john-guthrie-spence-smith-red-roofs-AQUSJF-en/
    Harvard
    Smith, John Guthrie Spence (n.d.) Red Roofs. Wolverhampton Art Gallery. Available at: https://topimpressionists.com/pt/art/john-guthrie-spence-smith-red-roofs-AQUSJF-en/

    Observe de perto

    Red Roofs — John Guthrie Spence Smith

    Olhar de perto

    Responda com suas próprias palavras. Não existem respostas erradas aqui — apenas respostas que você possa explicar.

    1. O que chama a sua atenção primeiro e por quê?
    2. Quais cores ou formas criam a atmosfera — e que atmosfera é essa?
    3. Relembre Bakehouse Close (1941), apresentado anteriormente neste guia. Identifique dois elementos que esta obra compartilha com a anterior e um que seja diferente.
    4. O que o artista pode ter querido que você sentisse?
    5. Se você pudesse fazer uma pergunta ao artista sobre esta obra, qual seria?

    Sua resposta

    Escreva um pequeno parágrafo sobre esta obra de arte. Utilize as informações das etapas anteriores deste guia e as suas respostas acima.

    Perguntas e Respostas

    Qual é a orientação de "Red Roofs" de John Guthrie Spence Smith?

    "Red Roofs" de John Guthrie Spence Smith é uma composição em Landscape. As proporções valem a pena ser conferidas antes de escolher o tamanho da impressão.

    Qual é a tonalidade predominante que percorre "Red Roofs" de John Guthrie Spence Smith?

    "Red Roofs" inclina-se para um tom Ochre to Sepia.

    As cores de "Red Roofs" parecem intensas ou suaves?

    As cores em "Red Roofs" de John Guthrie Spence Smith possuem uma intensidade Balanced.