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Guia de Obras de Estudantes

Peter Dollond (1731–1821)

Nome Turma Data

John Hoppner, Peter Dollond (1731–1821), College of Optometrists. Domínio público. Veja esta tela sob uma luz em movimento: o desenho, a cor real sob o verniz, o pigmento puro

Dados principais

Artista
John Hoppner topimpressionists.com/pt/artists/john-hoppner_pt/
Datas do artista
1758 – 1810
Dimensões originais
73 x 63 cm
Movimento
Neoclassicism A deliberate return to the calm balance and clear outlines of ancient Greek and Roman art.
Realizado em
College of Optometrists topimpressionists.com/pt/museums/college-of-optometrists-london/

No contexto

Peter Dollond (1731–1821) — John Hoppner

Qual é o tamanho?

As dimensões originais são 73 × 63 cm (altura × largura), representadas aqui ao lado de um adulto de altura média.

Quando poderá ter sido pintada esta obra?

  1. 1750
  2. 1760
  3. 1770
  4. 1780
  5. 1790
  6. 1800
  7. 1810

Linha acima: os anos. Linha abaixo: a idade do artista no início e no fim de cada período — 0 ao nascer, 52 ao falecer.

Sombreado: a trajetória de John Hoppner (1758–1810) cada pintura datada, década por década

Primeiras obras: até 1793 Principais anos de atividade: 1793–1800 Obras tardias: a partir de 1800

Essas três faixas dividem as obras datadas neste catálogo em um primeiro quarto, uma metade central e um último quarto. Elas não representam a produção completa do artista: um período de escassez pode ser uma lacuna no registro, em vez de um intervalo de baixa atividade. Os mesmos anos com a trajetória do artista neles traçada

Este disco não possui um ano exato registrado — considerando a trajetória do artista e o estilo da obra, de qual década você o estimaria?

Comparar com

Escolha uma obra acima: mencione duas semelhanças entre ela e esta, e uma diferença.

Mais obras para acompanhar esta: topimpressionists.com/pt/art/similar/john-hoppner-peter-dollond-1731-1821-AQRMM8-en/

Cores

Medido a partir da imagem

    Cor principal

    Clay #a07357

    Paleta catalogada

    • #A07357
    • #241F18
    • #47381D
    • #CAAB8F

    Estas cores integradas em toda a paleta do artista Encontre outras pinturas por cor

    Paleta
    Earthy A família de cores predominante na imagem.
    Nome da cor principal
    Clay
    Intensidade
    Monochromatic O quão saturadas e variadas são as cores, desde um único tom suave até muitos tons vibrantes.
    Contraste
    Serene O grau de variação da luminosidade e saturação das cores ao longo da imagem.
    Harmonia
    Strong Color Unity A harmonia entre as cores, desde o contraste marcante até a total unidade.
    Brilho
    Deep_shadow O nível de luminosidade ou escuridão da imagem como um todo, desde as sombras profundas até os brilhos intensos.
    Saturação
    Muted Quão puras e intensas são as cores, do quase cinza ao totalmente vívido.

    Onde no mundo esta pintura é apreciada?

    • menos de 1%
    • 1–3%
    • 3–8%
    • 8–20%
    • 20% ou mais
    Esta pintura sozinha possui poucos visitantes registrados para mapear, portanto, a placa apresenta todas as obras de John Hoppner nos últimos doze meses — 11 países ao todo. Origem destes dados

    Os dez principais países

    1. 1 China 72,0%5.400 visits
    2. 2 Equador 5,3%400 visits
    3. 3 Hong Kong 5,3%400 visits
    4. 4 Estados Unidos da América 5,3%400 visits
    5. 5 Brasil 2,7%200 visits
    6. 6 Singapura 2,7%200 visits
    7. 7 Argentina 1,3%100 visits
    8. 8 Costa Rica 1,3%100 visits
    9. 9 França 1,3%100 visits
    10. 10 Reino Unido 1,3%100 visits
    11. · 1 outros países 1,5%100 visits

    Encontre os três países mais escuros no mapa. O museu que guarda esta pintura está em algum deles? Escreva um motivo pelo qual pessoas de longe poderiam visitá-la.

    As 20 obras mais visualizadas de John Hoppner

    1. 1 Matthew Raine 13,4%1.100 visits
    2. 2 Girl With A Rabbit 3,7%300 visits
    3. 3 A Worshipful Master 3,7%300 visits
    4. 4 Elizabeth James Parkyns, 1794 2,4%200 visits
    5. 5 IOSEPH HAYDEN, M.D. Oxon., 1791 2,4%200 visits
    6. 6 Henry Langford (1758–1800), 1800 2,4%200 visits
    7. 7 Henry Augustus Dillon Lee (1777–1832), 13º Conde de Costello Gallin 2,4%200 visits
    8. 8 Jacob Pleydell-bouverie 2,4%200 visits
    9. 9 General The Honourable Frederick St John 2,4%200 visits
    10. 10 Portrait Of Elizabeth Howard 2,4%200 visits
    11. 11 Admiral Adam Duncan 2,4%200 visits
    12. 12 The Frankland Sisters, 1795 2,4%200 visits
    13. 13 Untitled (D2X748), 1805 2,4%200 visits
    14. 14 The Honourable Reverend Henry Cockayne Cust 2,4%200 visits
    15. 15 Sir William Scott (1745–1836), afterwards Baron Stowell, Elder Brother of the Earl of Eldon, Fellow (1764), Judge of the High Court of the Admiralty, 1806 1,2%100 visits
    16. 16 Thomas Williams, 1800 1,2%100 visits
    17. 17 Maria Wilson (1772–1852), Lady Trevelyan, 1791 1,2%100 visits
    18. 18 The Right Honourable William Windham (1750–1810), MP for Norwich, 1804 1,2%100 visits
    19. 19 Sir Giles Rooke (1743–1808) 1,2%100 visits
    20. — Peter Dollond (1731–1821) esta obra 0,0%0 visits

    Juntas, estas obras representam 53,2% de toda a atenção que as pinturas deste artista receberam nos últimos doze meses. O catálogo contém 260 obras deste artista, das quais 57 foram visualizadas pelo menos uma vez. Esta pintura ainda não foi visualizada neste período — ela encerra a lista sem uma classificação. Os mesmos números, mês a mês

    As barras medem a atenção, não a qualidade. Escolha a obra no topo e esta aqui: mencione um fator que poderia tornar uma pintura famosa para além da sua técnica de execução.

    Artista e museu

    Artista

    John Hoppner

    Nascido em Londres, Reino Unido

    a life of artistry and royal patronage

    John Hoppner (4 de Abril de 1758 – 23 de Janeiro de 1810) foi um retratista e pintor inglês. Ele alcançou a fama como colorista brilhante. O seu toque tem qualidades de amplitude e liberdade que dão aos seus quadros um pálido reflexo do charme de Reynolds. Nasceu em Whitechapel, Londres, filho de pais alemães, a sua mãe era uma das atendentes alemães no palácio real. O interesse paternal e o patrocínio do rei George sobre o menino deu origem a rumores, bastante infundados, de que ele possa ter sido seu filho ilegítimo. Hoppner tornou-se um cantor na capela real, mas mostrou forte inclinação para a arte, e em 1775 ele entrou para a Academia Real. Em 1778 ele ganhou uma medalha de prata pelo desenho de formas de vida, e em 1782, a mais alta condecoração da Academia, a medalha de ouro para pintura histórica, com o tema Rei Lear. Sua carreira começou na Academia Real em 1780 onde suas primeiras obras demonstraram um profundo conhecimento da técnica e uma sensibilidade estética que prenunciavam seu estilo único. Um amor pela paisagem inicialmente o atraiu para este gênero artístico, mas a necessidade de sustento o impulsionou para o trabalho mais lucrativo: o retrato. Ele rapidamente estabeleceu-se como um dos artistas mais procurados da época, trabalhando para membros importantes da aristocracia e do governo britânico. Sua habilidade em capturar a beleza humana e transmitir emoções através da pintura o consagrou como um dos maiores representantes da estética neoclássica inglesa.

    early life and training

    Hoppner recebeu uma educação privilegiada graças ao apoio familiar alemão, que lhe proporcionou acesso à cultura erudita e às artes clássicas. Sua formação inicial na capela real despertou seu interesse pela música e pelo desenho, habilidades que ele desenvolveu com maestria durante seus estudos na Academia Real. Em particular, ele admirava o trabalho de Joshua Reynolds, considerado o pintor mais importante do período neoclássico inglês, cujo estilo caracterizado por uma composição equilibrada e uma paleta cromática rica influenciou profundamente sua obra. Sua habilidade em reproduzir formas de vida com precisão e expressividade foi reconhecida desde cedo pelos críticos da época, que destacaram seu talento natural e sua capacidade de transmitir emoções através da pintura.

    rise to fame and notable works

    Hoppner alcançou o reconhecimento público graças à sua série de retratos femininos, que foram considerados obras-primas pela crítica especializada e pelo público em geral. Sua técnica inovadora, caracterizada por uma liberdade expressiva e uma atenção meticulosa aos detalhes, permitiu que ele criasse imagens excepcionalmente vibrantes e emotivas. Entre suas obras mais importantes destacam-se:

    Mrs. Jordan as Viola in 'Twelfth Night', uma obra que hoje está localizada na English Heritage em Londres e demonstra sua maestria na pintura de retratos femininos

    Retratos do príncipe de Gales, o duque e duquesa de York, Lord Rodney e Lord Nelson, que foram exibidos nos apartamentos de estado no Palácio de St. James's Palace e refletem seu profundo conhecimento da vida cortesã inglesa

    legacy and later life

    Apesar de uma doença crônica do fígado que marcou seus últimos anos, Hoppner deixou um legado artístico duradouro, celebrado por gerações de artistas e críticos. Sua obra permanece admirada pela beleza estética e pela profundidade emocional, sendo considerada um marco da pintura neoclássica inglesa. Ele é reconhecido como um dos artistas mais importantes do século XVIII, cuja influência pode ser observada em obras posteriores de outros pintores ingleses. Sua habilidade em capturar a essência humana e transmitir emoções através da pintura o consagrou como um dos maiores representantes da estética neoclássica inglesa.

    Museu

    College of Optometrists

    Em exibição em London, United Kingdom

    The Legacy of Sight: Unveiling the Secrets of the Eye at London’s Oldest Optics Museum

    Nestled within a pair of meticulously preserved Georgian townhouses on Craven Street, lies a treasure trove for those fascinated by the history of vision and its meticulous study – the College of Optometrists Museum. More than just a collection of spectacles, this unique institution offers a profoundly intimate glimpse into centuries of innovation, artistry, and the very human desire to understand and correct our perception of the world. Founded in 1901, it stands as the world’s oldest museum dedicated solely to ophthalmic optics, a quiet testament to the enduring pursuit of clarity and the evolution of how we see.

    The museum's heart beats within its remarkable collection of over 28,000 historic spectacles. These aren’t merely functional objects; they are miniature works of art, each frame telling a silent story of its owner – a wealthy merchant in the 18th century, a pioneering surgeon in the Victorian era, or perhaps a discerning gentleman seeking to enhance his vision for reading and leisure. The collection isn't limited to spectacles; it encompasses an astonishing array of ophthalmic instruments, from early retinoscopes used to examine the retina to intricate surgical tools that foreshadowed modern techniques. Examining these objects is akin to tracing the lineage of medical technology itself – a tangible record of incremental advancements driven by human ingenuity and a deep-seated need to alleviate suffering.

    Beyond its technical significance, the museum reveals an unexpected connection to visual culture. A dedicated section showcases artwork, prints, and scientific illustrations that explore the very concept of sight. You’ll find detailed anatomical drawings alongside evocative depictions of the eye, reflecting both the scientific understanding and the artistic fascination with this remarkable organ. The building itself adds another layer to this narrative; originally housing a telescope and optical toy shop in the 1820s – a period marked by burgeoning interest in astronomy and optics – it embodies the museum’s roots in the broader history of visual exploration.

    A Foundation Built on Expertise: History and Heritage

    The College of Optometrists Museum's origins are inextricably linked to the British Optical Association (BOA), established in 1895. This organization, along with several other professional bodies, recognized the need for a centralized institution dedicated to advancing the science and practice of optometry. In 1980, these entities coalesced to form the College of Optometrists, solidifying its position as the leading authority in the field. The Royal Charter granted by Queen Elizabeth II in 1995 served as a formal recognition of the institution’s importance and established it as a vital resource for both practitioners and researchers.

    The museum's location at 41-42 Craven Street, London WC2, is itself a piece of history. These two Georgian townhouses, built in the 1730s, represent a significant architectural style of the period. The building’s transformation from a telescope and optical toy shop to a dedicated museum reflects a remarkable evolution – a testament to the enduring value placed on understanding and improving vision.

    Rare Books & Archives: Unearthing the Past

    Delving deeper into the museum's collection reveals a rich archive of rare books, manuscripts, and organizational records. These materials provide invaluable insights into the history of optometry, tracing its development from early practices to modern advancements. You’ll find publications detailing groundbreaking discoveries, correspondence between pioneering optometrists, and meticulous documentation of professional standards – offering a comprehensive narrative of the field's evolution.

    The archive is particularly significant for its preservation of historical records relating to the British Optical Association and the College of Optometrists. These documents illuminate the institutional development, debates within the profession, and the challenges faced by those dedicated to advancing the science of vision. It’s a window into the intellectual landscape that shaped modern optometry.

    A Hidden Gem for Curious Minds

    The College of Optometrists Museum offers a unique experience – a quiet sanctuary away from the bustling tourist routes of London, yet brimming with fascinating stories and remarkable artifacts. It's a place where history, science, and design converge, appealing to a diverse audience: eye care professionals seeking to connect with their heritage, history enthusiasts eager to explore the evolution of medical technology, and anyone captivated by the intricate workings of the human visual system.

    Guided tours are available, providing expert insights into the museum’s collection and its significance. A visit here is not merely a sightseeing excursion; it's an opportunity for contemplation, discovery, and a deeper appreciation for the remarkable journey of vision – from ancient spectacles to modern corrective lenses.

    Onde ler mais

    Encontre online

    QR code que direciona para a página de download de Peter Dollond (1731–1821)

    topimpressionists.com/pt/art/download/john-hoppner-peter-dollond-1731-1821-AQRMM8-en/

    Como citar esta obra

    MLA
    Hoppner, John. Peter Dollond (1731–1821). n.d., College of Optometrists. https://topimpressionists.com/pt/art/john-hoppner-peter-dollond-1731-1821-AQRMM8-en/
    APA
    Hoppner, John (n.d.). Peter Dollond (1731–1821) [Painting]. College of Optometrists. https://topimpressionists.com/pt/art/john-hoppner-peter-dollond-1731-1821-AQRMM8-en/
    Chicago
    John Hoppner. Peter Dollond (1731–1821). n.d. College of Optometrists. https://topimpressionists.com/pt/art/john-hoppner-peter-dollond-1731-1821-AQRMM8-en/
    Harvard
    Hoppner, John (n.d.) Peter Dollond (1731–1821). College of Optometrists. Available at: https://topimpressionists.com/pt/art/john-hoppner-peter-dollond-1731-1821-AQRMM8-en/

    Observe de perto

    Peter Dollond (1731–1821) — John Hoppner

    Observe de perto

    Responda com suas próprias palavras. Não existem respostas erradas aqui — apenas respostas que você possa explicar.

    1. O que chama a sua atenção primeiro e por quê?
    2. Quais cores ou formas criam a atmosfera — e que atmosfera é essa?
    3. O nosso catálogo classifica esta obra sob: portrait, neoclassicism, formal. Concorda? O que acrescentaria ou removeria?
    4. Relembre Richard Humphreys, the Boxer, visto anteriormente neste guia. Nomeie duas características que esta obra compartilha com a anterior e uma que seja diferente.
    5. Neoclassicism: A deliberate return to the calm balance and clear outlines of ancient Greek and Roman art. Onde você pode observar isso nesta obra?

    Sua resposta

    Escreva um pequeno parágrafo sobre esta obra de arte. Utilize as informações das etapas anteriores deste guia e as suas respostas acima.

    Perguntas e Respostas

    Qual é a paleta de cores de "Peter Dollond (1731–1821)"?

    "Peter Dollond (1731–1821)", de John Hoppner utiliza uma paleta de cores Earthy. A paleta sintetiza o caráter cromático geral da obra.

    Posso visualizar "Peter Dollond (1731–1821)", de John Hoppner antes de fazer o pedido?

    Uma prévia de "Peter Dollond (1731–1821)", de John Hoppner está disponível na página de Pré-visualização da obra.

    "Peter Dollond (1731–1821)", de John Hoppner é uma obra de tons claros ou escuros?

    "Peter Dollond (1731–1821)", de John Hoppner apresenta um brilho de deep_shadow, com uma luminância de Dark.