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Guia de Obras de Estudantes

Watermill

Nome Turma Data

John Kelt Edwards, Watermill (1912), Llyfrgell Genedlaethol Cymru / The National Library of Wales. Domínio público. Veja esta tela sob uma luz em movimento: o desenho, a cor real sob o verniz, o pigmento puro

Informações principais

Artista
John Kelt Edwards topimpressionists.com/pt/artists/john-kelt-edwards/
Datas do artista
1875 – 1934
Pintura
1912
Dimensões originais
23 x 29 cm
Realizado em
Llyfrgell Genedlaethol Cymru / The National Library of Wales topimpressionists.com/pt/museums/llyfrgell-genedlaethol-cymru-the-national-library-of-wales-aberystwyth_pt/

No contexto

Watermill — John Kelt Edwards

Dimensões

As dimensões originais são 23 × 29 cm (altura × largura), representadas aqui ao lado de um adulto de altura média.

Ano de criação

  1. 1870
  2. 1880
  3. 1890
  4. 1900
  5. 1910
  6. 1920
  7. 1930

Linha acima: os anos. Linha abaixo: a idade do artista no início e no fim de cada período — 0 ao nascer, 59 ao falecer.

Pintado quando o artista tinha 37. O artista viveu até aos 59. 9 das 22 obras datadas deste artista em nosso catálogo são anteriores.

Sombreado: a trajetória de John Kelt Edwards (1875–1934) ▲ esta obra, 1912 cada pintura datada, década por década

Primeiras obras: até 1905 Principais anos de atividade: 1905–1912 Obras tardias: a partir de 1912

Essas três faixas dividem as obras que este catálogo data em um primeiro quarto, uma metade central e um último quarto. Elas não representam a produção completa do artista: um período de escassez pode ser uma lacuna no registro, em vez de um intervalo de baixa atividade. Os mesmos anos com a vida do artista traçada neles

Obras comparáveis

Escolha uma obra acima: mencione duas semelhanças entre ela e esta, e uma diferença.

Mais obras para acompanhar esta: topimpressionists.com/pt/art/similar/john-kelt-edwards-watermill-AQV9BH-en/

Paleta de cores

Medido a partir da imagem

    Cor principal

    Rosy Brown #bcb38e

    Paleta catalogada

    • #BCB38E
    • #727256
    • #98956E
    • #E3D4AF

    Estas cores dentro de toda a paleta do artista Encontre outras pinturas por cor

    Paleta
    Neutrals A família de cores predominante na imagem.
    Nome da cor principal
    Rosy Brown
    Intensidade
    Vivid O quão saturadas e variadas são as cores, desde um único tom suave até muitos tons vibrantes.
    Contraste
    Serene O grau de variação da luminosidade e saturação das cores ao longo da imagem.
    Harmonia
    Unified Palette A forma como as cores interagem entre si, desde o contraste marcante até a total harmonia.
    Brilho
    Brilliant O nível de luminosidade ou escuridão da imagem como um todo, desde as sombras profundas até os brilhos intensos.
    Saturação
    Balanced Soft Quão puras e intensas são as cores, do quase cinza ao totalmente vívido.

    Onde no mundo esta pintura é apreciada?

    • com menos de 1%
    • 1–3%
    • 3–8%
    • 8–20%
    • 20% ou mais
    Esta pintura sozinha possui poucos visitantes registrados para mapear, portanto, a placa apresenta todas as obras de John Kelt Edwards nos últimos doze meses — 1 países ao todo. De onde vêm estes números

    Os dez principais países

    1. 1 China 100,0%

    Encontre os três países mais escuros no mapa. O museu que guarda esta pintura está em algum deles? Escreva um motivo pelo qual pessoas de longe poderiam visitá-la.

    As 11 obras mais visualizadas de John Kelt Edwards

    1. 1 Sir William Vaughan Morgan (1831–1916), Lord Mayor of London (1905) 18,8%
    2. 2 J. N. Edwards (1847–1915) (the artist's father), 1903 12,5%
    3. 3 Harlech Castle from Cae Llan, 1905 12,5%
    4. 4 Rocky Landscape, 1910 12,5%
    5. 5 Felin Isaf, Cynwyd, 1912 6,2%
    6. 6 Ellen Gwendolen Edwards (1884–1902), 1919 6,2%
    7. 7 Y Ddraig Goch a Ddyry Gychwyn, 1916 6,2%
    8. 8 Dee Bridge at Cynwyd, 1905 6,2%
    9. 9 Farm Buildings, 1905 6,2%
    10. 10 Watermill, 1912 esta pintura 6,2%
    11. 11 Ellen Gwendolen Edwards, 1919 6,2%

    Juntas, estas obras representam 99,7% de toda a atenção que as pinturas deste artista receberam nos últimos doze meses. O catálogo contém 25 obras deste artista, das quais 11 foram visualizadas pelo menos uma vez. Esta pintura ocupa a 10 posição entre elas, com 6,2% dessa atenção. Os mesmos números, mês a mês

    As barras medem a atenção, não a qualidade. Escolha a obra no topo e esta aqui: mencione um fator que poderia tornar uma pintura famosa para além da sua técnica de execução.

    Artista e museu

    Artista

    John Kelt Edwards

    John Kelt Edwards: A Welsh Visionary of the Early 20th Century

    Born in 1875 amidst the rugged beauty of Blaenau Ffestiniog, Wales, John Kelt Edwards emerged as a distinctive figure in late Victorian and Edwardian art – a skilled artist and cartoonist whose work captured both the spirit of his homeland and the evolving currents of British society. His life was one of quiet dedication to his craft, punctuated by periods of travel, artistic study, and ultimately, a profound connection to the landscapes and people of Wales. Edwards’ legacy lies not in grand exhibitions or widespread fame during his lifetime, but rather in a collection of evocative portraits, detailed illustrations, and poignant social commentary that offer a unique window into a bygone era.

    Edwards' early life was shaped by his family’s modest circumstances – his father, Jonathan Edwards, ran an ironmongers shop, providing a grounding in practicality alongside the burgeoning artistic inclinations of his son. Education began at a local primary school before progressing to Llandovery College and Beaumont Academy in Jersey, experiences that instilled a foundation in traditional art techniques while exposing him to broader European influences. This early exposure proved crucial, leading him to study engraving in Wolverhampton and ultimately pursuing formal training at the École des Beaux-Arts in Paris – a pivotal moment that honed his skills and broadened his artistic horizons.

    A Career Bridging Art and Social Commentary

    Returning to Wales after his Parisian studies, Edwards initially found work as an engraver before quickly establishing himself as a portrait artist. He possessed a remarkable ability to capture the essence of his subjects – from prominent Welsh figures like Lloyd George and Megan Lloyd George to local characters and members of the community. His portraits weren’t merely likenesses; they conveyed personality, emotion, and a sense of place. He was particularly celebrated for his charcoal drawings, often capturing intimate moments and revealing subtle nuances in expression.

    Beyond portraiture, Edwards also contributed significantly to Welsh publishing, producing illustrations for books and magazines such as Cymru and the satirical journal Y Winllan. These commissions provided an opportunity to explore a wider range of subjects – landscapes, historical events, and social commentary. His work during this period reflects a growing awareness of Welsh identity and culture, alongside a keen observation of the realities of everyday life.

    A significant turning point in Edwards’ career came with his involvement in wartime design. During World War I, he was commissioned to create badges and banners for the Comrades of the Great War, demonstrating his versatility and ability to adapt his artistic skills to meet specific needs. Later, during the Second World War, he produced poignant war cartoons for newspapers, offering a critical perspective on the conflict.

    Style and Influences

    Edwards’ style was characterized by a meticulous attention to detail, informed by his training in engraving and drawing. He employed a range of media – pencil, charcoal, watercolor, pen and ink, and oil paint – each chosen to best suit the subject matter and desired effect. His portraits often featured soft lighting and subtle shading, creating a sense of intimacy and realism. His landscape paintings captured the dramatic beauty of the Welsh countryside with a keen eye for color and composition.

    While influenced by the Pre-Raphaelites and the Aesthetic Movement, Edwards developed a distinctly individual style – rooted in his Welsh heritage and shaped by his experiences traveling throughout Europe. He was particularly drawn to the work of John Frederick Lewis, whose Orientalist paintings demonstrated a masterful command of detail and a sensitivity to cultural nuances. Edwards’ own work often reflected this same appreciation for detail and a fascination with human character.

    Legacy and Rediscovery

    Despite his talent and dedication, Edwards never achieved widespread recognition during his lifetime. His work remained largely confined to Wales, and he struggled to secure the commissions necessary to establish a successful career. However, in recent decades, there has been a growing interest in his art – fueled by research at the National Library of Wales and the People’s Collection Wales. His letters to T. Gwynn Jones offer valuable insights into his artistic process and personal life.

    Today, John Kelt Edwards is recognized as a significant figure in Welsh art history – an artist who captured the spirit of his time with remarkable skill and sensitivity. His portraits, illustrations, and social commentary provide a unique perspective on Victorian and Edwardian Wales, offering a glimpse into the lives and experiences of ordinary people.

    Museu

    Llyfrgell Genedlaethol Cymru / The National Library of Wales

    Em exibição em Aberystwyth, Reino Unido

    Um Baluarte da Identidade Galesa

    Aninhada na encantadora cidade universitária de Aberystwyth, com vista para a deslumbrante extensão da Baía de Cardigan, ergue-se um monumento não apenas à literatura e à arte, mas à própria alma do País Gales. A

    Llyfrgell Genedlaethol Cymru / Biblioteca Nacional de Gales

    é muito mais do que um simples repositório de livros; é um arquivo vibrante e vivo, dedicado a preservar e celebrar a rica tapeçaria da cultura, história e língua galesas. Estabelecida por Carta Real, esta instituição nasceu de um desejo apaixonado de salvaguardar a identidade nacional, impulsionada tanto pelo apoio governamental quanto pelas contribuições notáveis das classes trabalhadoras do País de Gales. Ela serve como um farol para o saber e a investigação, atuando como a guardiã da memória da nação através do seu estatuto de depósito legal, garantindo que cada publicação produzida em solo galês encontre um lar dentro de suas paredes sagradas.

    Entrar na Biblioteca é como embarcar em uma jornada através do tempo, onde a própria arquitetura narra uma história de harmonia e transição. O edifício, uma obra-prima concluída em 1937, reflete uma mistura cuidadosa de elementos clássicos e modernos projetados por Sidney Greenslade, com adições posteriores de Charles Holden. Sua fachada impressionante, apresentando o contraste da pedra de Portland nos andares superiores e o granito de Cornualha na base, cria uma presença visualmente impactante que impõe respeito. Para o designer de interiores, a interação entre pedra, luz e espaço nesta estrutura oferece uma aula magistral de estética monumental e digna. A Sala de Leitura Norte, banhada por uma luz natural suave, permanece como um espaço sagrado para a contemplação, projetada especificamente para fomentar a criatividade e inspirar pensamentos profundos entre os pesquisadores.

    Tesouros do Espírito Galês

    Para o entusiasta e colecionador de arte, as coleções da Biblioteca oferecem uma janela inigualável para o espírito galês. Embora o coração da instituição resida em seus milhões de livros e periódicos, seus tesouros visuais são igualmente profundos. A coleção apresenta pinturas significativas, gravuras topográficas e retratos que capturam a essência da nação. Os amantes da arte encontrarão uma ressonância particular nas obras de

    Kyffin Williams

    e

    Donald McIntyre

    , cujas representações magistrais das paisagens do Parque Nacional de Snowdonia e da Baía de Cardigan servem tanto como triunfos estéticos quanto como registros visuais vitais do ambiente em constante evolução do País de Gales. Estas obras, caracterizadas pela sensibilidade à luz e à textura, proporcionam uma conexão profunda com a beleza rústica do terreno galês.

    O caráter único da Biblioteca é ainda mais enriquecido por seu acervo diversificado, que inclui:

    A Coleção Peniarth:

    Um conjunto de renome mundial de manuscritos medievais que serve como pedra angular da história celta.

    Arquivo Nacional de Imagem e Som:

    Uma coleção imersiva que traz o patrimônio galês à vida através de filmagens e gravações sonoras.

    Arquivos Visuais:

    Uma coleção abrangente de mapas, imagens fotográficas e retratos que documentam a evolução da paisagem e do povo galês.

    Além de seu acervo permanente, a Biblioteca prospera como um centro cultural dinâmico, evoluindo constantemente através de exposições envolventes que constroem pontes entre o antigo e o contemporâneo. Desde a exploração dos mistérios da mitologia celta até a celebração das nuances da história da arte galesa moderna, estas exibições curadas atraem visitantes de toda a Europa e além. Continua sendo um lugar onde os ecos do passado encontram as inovações do século XXI em um diálogo fluido e belo.

    Saiba mais

    Disponível online

    QR code que direciona para a página de download de Watermill

    topimpressionists.com/pt/art/download/john-kelt-edwards-watermill-AQV9BH-en/

    Como citar esta obra

    MLA
    Edwards, John Kelt. Watermill. 1912, Llyfrgell Genedlaethol Cymru / The National Library of Wales. https://topimpressionists.com/pt/art/john-kelt-edwards-watermill-AQV9BH-en/
    APA
    Edwards, John Kelt (1912). Watermill [Painting]. Llyfrgell Genedlaethol Cymru / The National Library of Wales. https://topimpressionists.com/pt/art/john-kelt-edwards-watermill-AQV9BH-en/
    Chicago
    John Kelt Edwards. Watermill. 1912. Llyfrgell Genedlaethol Cymru / The National Library of Wales. https://topimpressionists.com/pt/art/john-kelt-edwards-watermill-AQV9BH-en/
    Harvard
    Edwards, John Kelt (1912) Watermill. Llyfrgell Genedlaethol Cymru / The National Library of Wales. Available at: https://topimpressionists.com/pt/art/john-kelt-edwards-watermill-AQV9BH-en/

    Observe de perto

    Watermill — John Kelt Edwards

    Olhar de perto

    Responda com suas próprias palavras. Não existem respostas erradas aqui — apenas respostas que você possa explicar.

    1. O que chama a sua atenção primeiro e por quê?
    2. Quais cores ou formas criam a atmosfera — e que atmosfera é essa?
    3. Relembre Sir William Vaughan Morgan (1831–1916), Lord Mayor of London (1905), visto anteriormente neste guia. Nomeie duas características que esta obra compartilha com a anterior e uma que seja diferente.
    4. John Kelt Edwards tinha cerca de 37 anos quando esta obra foi feita. O que nela parece ser o trabalho de um artista nessa fase?
    5. O que o artista pode ter querido que você sentisse?

    Sua resposta

    Escreva um pequeno parágrafo sobre esta obra de arte. Utilize as informações das etapas anteriores deste guia e as suas respostas acima.

    Perguntas e Respostas

    Qual é a tonalidade predominante de "Watermill" de John Kelt Edwards?

    A tonalidade dominante de "Watermill" de John Kelt Edwards é Green to Violet Spectrum. A tonalidade é o tom subjacente da paleta.

    "Watermill" está livre de direitos autorais?

    Quanto aos direitos autorais, "Watermill" está em em domínio público - seus direitos autorais expiraram.

    Posso usar realidade aumentada para ver "Watermill" de John Kelt Edwards no meu ambiente?

    A página de Visualização em RA de "Watermill" de John Kelt Edwards utiliza realidade aumentada para mostrar a obra em seu próprio espaço, em um dispositivo compatível.