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Guia de Obras de Estudantes

St. Jerome penitente

Nome Turma Data

Jusepe de Ribera, St. Jerome penitente (1652), Museu do Prado. Domínio público. Veja esta tela sob uma luz em movimento: o desenho, a cor real sob o verniz, o pigmento puro

Dados principais

Artista
Jusepe de Ribera topimpressionists.com/pt/artists/jusepe-de-ribera_pt/
Datas do artista
1591 – 1652
Pintura a óleo
1652
Técnica
Oil On Canvas
Dimensões originais
77 x 71 cm
Realizado em
Museu do Prado topimpressionists.com/pt/museums/museu-do-prado-madrid_pt-1/
Artistic style
Dramatic Realism
Influences
Caravaggio
Notable elements or techniques
Tenebrism
Subject or theme
Religious Painting

No contexto

St. Jerome penitente — Jusepe de Ribera

Qual é o tamanho?

As dimensões originais são 77 × 71 cm (altura × largura), representadas aqui ao lado de um adulto de altura média.

Quando foi pintado?

  1. 1590
  2. 1600
  3. 1610
  4. 1620
  5. 1630
  6. 1640
  7. 1650

Linha acima: os anos. Linha abaixo: a idade do artista no início e no fim de cada período — 0 ao nascer, 61 ao falecer.

Pintado quando o artista tinha 61. O artista viveu até aos 61. 59 das 61 obras datadas deste artista em nosso catálogo são anteriores.

Sombreado: a trajetória de Jusepe de Ribera (1591–1652) ▲ esta obra, 1652 cada pintura datada, década por década

Primeiras obras: até 1628 Principais anos de atividade: 1628–1639 Obras tardias: a partir de 1639

Essas três faixas dividem as obras datadas neste catálogo em um primeiro quarto, uma metade central e um último quarto. Elas não representam a produção completa do artista: um período de escassez pode ser uma lacuna no registro, em vez de um intervalo de baixa atividade. Os mesmos anos com a trajetória do artista neles traçada

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Mais obras para acompanhar esta: topimpressionists.com/pt/art/similar/jusepe-de-ribera-st-jerome-penitente-D2UGPP-en/

Cores

Medido a partir da imagem

    Cor principal

    Phthalo Green #2e2723

    Paleta catalogada

    • #2E2723
    • #A98D5C
    • #0F1214
    • #735E3B

    Estas cores integradas em toda a paleta do artista Encontre outras pinturas por cor

    Paleta
    Earthy A família de cores predominante na imagem.
    Nome da cor principal
    Phthalo Green
    Intensidade
    Monochromatic O quão saturadas e variadas são as cores, desde um único tom suave até muitos tons vibrantes.
    Contraste
    Balanced O grau de variação da luminosidade e saturação das cores ao longo da imagem.
    Harmonia
    Strong Color Unity A harmonia entre as cores, desde o contraste marcante até a total unidade.
    Brilho
    Deep_shadow O nível de luminosidade ou escuridão da imagem como um todo, desde as sombras profundas até os brilhos intensos.
    Saturação
    Muted Quão puras e intensas são as cores, do quase cinza ao totalmente vívido.

    Onde no mundo esta pintura é apreciada?

    • menos de 1%
    • 1–3%
    • 3–8%
    • 8–20%
    • 20% ou mais
    Esta pintura sozinha possui poucos visitantes registrados para mapear, portanto, a placa apresenta todas as obras de Jusepe de Ribera nos últimos doze meses — 16 países ao todo. Origem destes dados

    Os dez principais países

    1. 1 China 71,1%
    2. 2 Estados Unidos da América 7,2%
    3. 3 Hong Kong 5,4%
    4. 4 Itália 4,2%
    5. 5 Singapura 3,0%
    6. 6 França 2,4%
    7. 7 Coréia do Sul 1,2%
    8. 8 Argentina 0,6%
    9. 9 Brasil 0,6%
    10. 10 Hungria 0,6%
    11. · 6 outros países 3,7%

    Encontre os três países mais escuros no mapa. O museu que guarda esta pintura está em algum deles? Escreva um motivo pelo qual pessoas de longe poderiam visitá-la.

    As 20 obras mais visualizadas de Jusepe de Ribera

    1. 1 Martyrdom of Saint Bartholomew, 1644 4,9%
    2. 2 Man Tied to a Tree, and a Figure Resting, 1635 2,2%
    3. 3 Christ with crown of thorns 2,2%
    4. 4 Jacob's Dream 1,6%
    5. 5 Saint Michael Archangel 1,6%
    6. 6 Martírio de Bartolomeu 1,6%
    7. 7 Clubfooted boy 1,6%
    8. 8 Penitent St. Gerome 1,6%
    9. 9 St. Thomas 1 1,6%
    10. 10 Apollo flaying Marsyas 1,6%
    11. 11 The Martyrdom of Saint Lawrence 1,6%
    12. 12 Pitagoras 1,6%
    13. 13 St. Jerome penitente, 1652 esta obra 1,6%
    14. 14 St. Jerome, 1644 1,6%
    15. 15 Saint Sebastian Attended by Saint Irene, 1628 1,6%
    16. 16 St. Jerome, 1651 1,6%
    17. 17 St. Onuphrius, 1637 1,6%
    18. 18 Archimedes, 1630 1,6%
    19. 19 The Martyrdom of Saint Bartholomew, 1634 1,1%
    20. 20 Christ among the Doctors, 1613 1,1%

    Juntas, estas obras representam 35,5% de toda a atenção que as pinturas deste artista receberam nos últimos doze meses. O catálogo contém 329 obras deste artista, das quais 114 foram visualizadas pelo menos uma vez. Esta pintura ocupa a 13 posição entre elas, com 1,6% dessa atenção. Os mesmos números, mês a mês

    As barras medem a atenção, não a qualidade. Escolha a obra no topo e esta aqui: mencione um fator que poderia tornar uma pintura famosa para além da sua técnica de execução.

    Sobre esta obra

    St. Jerome penitente — Jusepe de Ribera

    Saint Jerome Penitente - A Masterpiece of Dramatic Realism

    “St. Jerome penitente,” painted in 1638–40 by Jusepe de Ribera, stands as a cornerstone of Baroque art and exemplifies the artist’s unparalleled ability to convey profound spiritual emotion through meticulously crafted realism. Located within the Museo del Prado’s collection in Madrid, Spain, this monumental canvas transcends mere depiction; it plunges viewers into a visceral experience of contemplation and remorse.

    Ribera's signature style—known as tenebrism—dominates the composition. This technique employs stark contrasts between light and dark, creating an atmosphere of dramatic intensity that draws attention to Jerome’s central figure. The artist skillfully manipulates chiaroscuro, highlighting Jerome’s face and torso while enveloping the background in deep shadows, mirroring the saint's inner turmoil.

    Subject Matter: The painting portrays Saint Jerome, a revered biblical hermit who famously wrestled with demons to renounce worldly pleasures and dedicate himself to prayer. Ribera captures Jerome in a moment of intense introspection, reflecting on his past sins and contemplating the skull—a potent symbol of mortality and human vanity.

    Style: Tenebrism is characterized by its dramatic use of light and dark, prioritizing emotional impact over precise anatomical detail. Ribera’s meticulous observation of human anatomy contributes to the realism of Jerome's portrayal, yet he prioritizes conveying psychological depth.

    Technique: Ribera employed oil paint on canvas with a layering technique that builds up texture and luminosity. The artist meticulously blended pigments to achieve subtle gradations of color, enhancing the overall visual richness of the artwork.

    Historical Context: Created in Naples during the Baroque period (approximately 1638-40), “The Penitent Saint Jerome” exemplifies the artistic sensibilities of the era—a fascination with dramatic emotion and spiritual contemplation. It reflects the broader cultural preoccupation with themes of faith, suffering, and redemption.

    Symbolism: The skull serves as a central symbol in the painting, representing human mortality and reminding viewers of the ephemeral nature of earthly existence. Jerome’s gaze downward reinforces this theme, conveying a sense of solemn reflection and acceptance.

    A Masterpiece of Baroque Emotion

    “The Penitent Saint Jerome” stands as a testament to Jusepe de Ribera's unparalleled ability to distill profound spiritual ideas into visually arresting compositions. More than just a depiction of Saint Jerome—a revered biblical figure known for his unwavering devotion and tireless translation efforts—the painting transcends its subject matter, becoming an emblem of Baroque artistic ideals. Ribera’s masterful use of tenebrism – a technique characterized by stark contrasts between light and dark – immediately commands attention, plunging the viewer into an atmosphere of solemn contemplation. This dramatic chiaroscuro isn't merely stylistic; it serves to heighten the emotional impact of the scene, mirroring Jerome’s inner turmoil and spiritual struggle.

    Technique and Artistic Innovation

    Ribera’s approach to painting was revolutionary for its time. Unlike many artists who favored idealized representations, he prioritized realism—capturing the textures and nuances of human flesh with astonishing accuracy. He achieved this remarkable feat through meticulous observation and painstaking layering of glazes – thin coats of translucent paint that gradually build up color and luminosity over time. The artist’s studio was filled with canvases bearing the imprint of his tireless dedication to perfecting his craft, a testament to his unwavering commitment to artistic excellence. His palette favored earthy tones—browns, ochres, and siennas—creating a subdued yet profoundly expressive visual experience.

    Historical Context: Naples Under Spanish Rule

    The painting’s creation coincided with Naples's status as a vibrant center of Baroque art under the patronage of Philip IV of Spain. This royal support fueled artistic innovation and encouraged experimentation, fostering an environment where artists like Ribera could flourish. The influence of Caravaggio—Ribera’s mentor—is palpable in his dramatic use of light and shadow, reflecting the broader artistic trends of the era. Furthermore, the painting speaks to the anxieties and spiritual fervor prevalent during this period, mirroring the Catholic Church's fervent desire for art that conveyed religious devotion and moral instruction.

    Symbolism: The Skull and Contemplation

    The inclusion of a skull—a recurring motif in Ribera’s oeuvre—serves as a potent symbol of mortality and human vanity. It compels the viewer to confront the inevitability of death, prompting reflection on the ephemeral nature of earthly existence. Positioned prominently within the composition, it directs the gaze downward, emphasizing introspection and spiritual contemplation. The figure's posture embodies humility and penitence, mirroring the saint’s devotion to God and his acceptance of suffering as a path toward salvation.

    Technique: Tenebrism – Darkness Embraced

    Ribera masterfully employed tenebrism—a technique characterized by extreme contrasts between light and dark—to heighten dramatic impact and convey emotional intensity. This stylistic approach, popularized by Caravaggio, utilizes a deep black background punctuated by strategically placed pools of luminous illumination. The resulting chiaroscuro effect sculpts the figure’s form, creating an illusion of depth and realism while simultaneously emphasizing its spiritual significance. Ribera's meticulous attention to detail—evident in the rendering of skin texture and drapery folds—further underscores his commitment to portraying human anatomy with uncompromising accuracy.

    Artista e museu

    Artista

    Jusepe de Ribera

    Nascido em Xativa, Espanha

    A Life Forged in Shadow and Light

    Jusepe de Ribera, conhecido por muitos como Lo Spagnoletto – “o Espanholito” – foi uma figura imponente da era Barroca, um artista cujas telas pulsavam com intensidade dramática e realismo implacável. Nascido em Xàtiva, Espanha, em 1591, sua jornada o levou longe de suas origens valencianas, estabelecendo-o finalmente como um dos artistas mais significativos da Itália no século XVII, uma cidade então sob domínio espanhol. A vida de Ribera não foi meramente um relato do desenvolvimento artístico; foi uma narrativa tecida com dificuldades, ambição e um compromisso inabalável em retratar a condição humana em toda a sua complexidade crua. Embora os detalhes biográficos iniciais permaneçam parcialmente envoltos em mistério, sabemos que ele chegou à Itália por volta de 1607, inicialmente estabelecendo-se em Roma antes de se dirigir a Nápoles em 1616 – uma cidade que logo se tornaria tanto seu lar artístico quanto o crisol para seu estilo único. Seu casamento com Caterina Azzolino, filha de um pintor local, consolidou ainda mais seus laços com o mundo da arte napolitano, permitindo-lhe prosperar dentro de sua atmosfera vibrante, mas frequentemente turbulenta.

    O Abraço do Tenebrismo e a Visão Realista

    A formação artística de Ribera foi profundamente moldada pelas correntes predominantes da pintura italiana. A influência de Caravaggio é inegável; Ribera absorveu o uso revolucionário do mestre para o tenebrismo – essa dramática interação entre luz e sombra – para criar cenas carregadas de poder emocional. No entanto, ele não simplesmente imitou. Ele sintetizou essa técnica com elementos extraídos de outros mestres como Guido Reni, incorporando uma sensibilidade clássica em suas composições ao mesmo tempo que mantinha o impacto visceral do realismo de Caravaggio. Essa fusão resultou em um estilo singularmente seu: caracterizado por contrastes marcantes, figuras intensamente focadas e uma quase brutal honestidade na representação da dor humana e do êxtase espiritual. Suas obras iniciais, como o Martírio de São Bartolomeu, exemplificam essa abordagem – uma representação angustiante de sofrimento, renderizada com detalhes implacáveis. Ele não hesitou em retratar as realidades físicas do martírio, os corpos contorcidos, os músculos tensos, a própria textura da pele e dos ossos. Esse compromisso com o realismo se estendeu além dos temas religiosos; seus retratos de mendigos e pessoas comuns, frequentemente representados como filósofos ou santos, elevaram os marginalizados a um nível de dignidade e importância raramente visto na arte antes.

    Uma Carreira em Diversos Gêneros e Estilos Evolutivos

    A produção artística de Ribera foi notavelmente diversa. Embora seja talvez mais conhecido por suas pinturas religiosas – cenas de martírio, representações de santos e dramáticas narrativas bíblicas –, ele também se destacou na pintura de retrato, natureza morta e até mesmo paisagem. Sua obra São Jerônimo Lendo , por exemplo, apresenta um lado mais suave e contemplativo de sua arte, ao mesmo tempo que mantém a característica iluminação dramática que define seu trabalho. Ao longo de sua carreira, o estilo de Ribera passou por evoluções sutis, mas significativas. Suas primeiras pinturas são marcadas por um realismo quase austero e pelo uso estático de tenebrismo. À medida que amadurecia, particularmente após se estabelecer firmemente em Nápoles, sua paleta tornou-se mais rica, suas composições mais complexas e sua iluminação um pouco mais suave. No entanto, os elementos centrais de sua estética barroca – a intensidade emocional, as narrativas dramáticas e o compromisso inabalável em retratar a experiência humana com honestidade – permaneceram constantes. Ele era um artesão mestre, capaz de render texturas com precisão notável, desde o tecido rústico do manto de um mendigo até a pele lisa de um santo jovem.

    Influências e Legado

    Ribera foi influenciado por uma variedade de artistas e movimentos, incluindo Caravaggio, Guido Reni e os mestres da pintura veneziana. No entanto, seu estilo único é resultado de sua síntese dessas influências, criando uma obra que é ao mesmo tempo dramática e realista. Ele também foi um importante pintor espanhol, ao lado de Velázquez, Zurbarán e Murillo. Seu uso inovador do tenebrismo e seu realismo implacável influenciaram gerações de artistas em toda a Europa. Sua obra ressoou com aqueles que buscavam romper com as formas idealizadas da pintura renascentista e abraçar um estilo mais visceral e emocionalmente carregado. Mesmo artistas posteriores se inspiraram em suas composições dramáticas e representações poderosas da condição humana. Hoje, as pinturas de Ribera são exibidas em museus prestigiosos em todo o mundo – o Museu do Prado em Madri, a National Gallery of Art em Washington D.C., e inúmeras instituições na Europa – garantindo que seu legado continue a inspirar e cativar públicos por séculos após sua morte em 1652. Ele é um testemunho do poder da arte para confrontar verdades difíceis, explorar as profundezas da emoção humana e iluminar o espírito duradouro da fé e da resiliência.

    Um Mestre e Sua Duradoura Atração

    A atração contínua pela obra de Ribera reside em sua capacidade de transcender o tempo e as fronteiras culturais. Suas pinturas não são meros artefatos históricos; são declarações poderosas sobre a condição humana – sobre sofrimento, fé, esperança e desespero. Seu realismo implacável nos força a confrontar verdades desconfortáveis, enquanto suas composições dramáticas e seu uso magistral da luz e sombra criam uma atmosfera de intenso ressonância emocional. Lo Spagnoletto, como era carinhosamente chamado, deixou para trás um corpo de trabalho que é ao mesmo tempo profundamente comovente e intelectualmente estimulante – um legado que garante seu lugar entre os maiores mestres da era Barroca. Suas pinturas não são apenas a serem admiradas; são para serem experimentadas—sentidas nas profundezas do ser.

    Museu

    Museu do Prado

    Em exibição em Madrid, Spain

    Um Palácio Pulsante Através dos Séculos: O Museu Nacional do Prado

    Entrar no Museu Nacional do Prado é como cruzar um portal para a história da arte espanhola e europeia, uma jornada que se desenrola sob os tetos imponentes de um palácio que respira séculos. Mais do que um simples repositório de obras-primas, o Prado é um testemunho vivo da evolução artística da Espanha, nutrida pelo mecenato real ao longo dos tempos. Originalmente concebido como um "Gabinete de História Natural" por Fernando VII, a visão audaciosa de transformar este projeto numa celebração da herança artística espanhola resultou num dos museus mais reverenciados do mundo – um lugar onde a grandiosidade do passado se entrelaça com o pulso vibrante da erudição contemporânea.

    O Prado não é apenas um museu; é uma experiência sensorial, uma viagem através do tempo e da arte que cativa visitantes de todos os cantos do globo. A coleção, vasta e deslumbrante, reflete a riqueza do legado artístico espanhol e as suas conexões intrínsecas com a história da arte europeia. No seu coração, reside um acervo inigualável de arte barroca espanhola – um espetáculo deslumbrante que apresenta Rubens, Zurbarán, Murillo e a profunda influência de Caravaggio sobre os pintores espanhóis. Para além disso, o Prado ostenta uma impressionante variedade de obras-primas de mestres europeus: Titian e Veronese, enriquecendo a tapeçaria artística europeia com as suas cores vibrantes; Rembrandt van Rijn, cuja Artemis demonstra a sua habilidade em manipular a luz e a sombra para evocar um sentido de mistério e drama; e El Greco, cujas composições etéreas transportam o espectador para outro reino com a sua intensidade espiritual. A narrativa do museu começa não num atelier de artista, mas nas salas de uma visão real – a determinação de Fernando VII em estabelecer um espaço dedicado à pintura e escultura, cimentando o legado do museu como símbolo da crescente consciência cultural espanhola.

    A Visão de Villanueva: Arquitetura Como Obra de Arte

    Mas o Prado é mais do que apenas as suas obras de arte; é um edifício em si mesmo – uma obra-prima da arquitetura neoclássica, desenhada por Juan de Villanueva. Inicialmente concebido como um Gabinete de História Natural, a ambição de Fernando VII rapidamente deslocou-se para a criação de um museu dedicado à pintura e escultura. O palácio resultante incorpora clareza, ordem e razão – mas sutilmente infundido com sensibilidades distintamente espanholas. O design de Villanueva priorizou a luz natural, maximizando a sua penetração nas galerias – uma escolha deliberada que reflete os ideais iluministas da racionalidade e beleza. Os tetos imponentes, as fachadas simétricas e os interiores meticulosamente trabalhados criam um sentido de grandeza que fala do patrocínio real espanhol durante este período. O pátio central oferece um oásis tranquilo no meio da cidade movimentada, proporcionando aos visitantes um espaço para descanso e reflexão. Observe os intrincados pisos de mármore, as decorações em estuque ornamentadas – cada elemento cuidadosamente considerado para aprimorar a apreciação das obras-primas que estão expostas. O edifício não é apenas um recipiente para arte; é uma parte integrante da experiência, moldando como percebemos e interagimos com as obras em exibição.

    Maestros da Luz e Sombra: Uma Jornada Através do Brilho Artístico

    O fascínio do Prado reside não apenas no seu volume de arte, mas na profunda habilidade e profundidade emocional demonstradas em cada peça. Francisco de Goya se destaca como uma das figuras mais cativantes do museu, suas representações implacáveis ​​do sofrimento humano – das cenas angustiantes da guerra à beleza pungente encontrada na vida cotidiana – oferecendo um reflexo sombrio e profundamente comovente de sua era tumultuada. A maestria de Goya é particularmente evidente em obras como Saturno Devorando Seu Filho, uma representação visceral do medo primordial e do desespero, demonstrando uma capacidade incomparável de transmitir emoção crua através da cor e composição. Igualmente cativante é As Meninas (Os Ajudantes de Honra) de Velázquez, uma obra-prima complexa e infinitamente debatida que explora a própria natureza da percepção, criação artística e o papel da corte real. O gênio de Velázquez reside em sua capacidade de capturar não apenas semelhança, mas também a essência de seus sujeitos – suas personalidades irradiando da tela através do uso magistral da luz e sombra, ou chiaroscuro, criando uma sensação de profundidade e drama.

    Um Diálogo Através do Tempo: Relevância Contemporânea e Exposições em Curso

    O Museu Nacional do Prado não é apenas um museu do passado; é um espaço dinâmico ativamente envolvido com a arte contemporânea e a erudição. Atualmente, o museu está apresentando Antonio Muñoz Degrain, destacando sua abordagem inovadora à pintura abstrata e reafirmando o compromisso do Prado em construir pontes entre o passado e o presente. Exposições contínuas exploram as conexões entre obras-primas históricas e visões artísticas modernas, promovendo um diálogo crítico e expandindo nossa compreensão da relevância duradoura da arte. O museu regularmente recebe exposições temporárias que trazem novas perspectivas para trabalhos familiares, garantindo uma experiência em constante evolução para os visitantes. De palestras e workshops a exibições digitais e instalações interativas, o Prado abraça a inovação, permanecendo profundamente enraizado em sua herança histórica.

    Onde ler mais

    Encontre online

    QR code que direciona para a página de download de St. Jerome penitente

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    Como citar esta obra

    MLA
    Ribera, Jusepe de. St. Jerome penitente. 1652, Museu do Prado. https://topimpressionists.com/pt/art/jusepe-de-ribera-st-jerome-penitente-D2UGPP-en/
    APA
    Ribera, Jusepe de (1652). St. Jerome penitente [Painting]. Museu do Prado. https://topimpressionists.com/pt/art/jusepe-de-ribera-st-jerome-penitente-D2UGPP-en/
    Chicago
    Jusepe de Ribera. St. Jerome penitente. 1652. Museu do Prado. https://topimpressionists.com/pt/art/jusepe-de-ribera-st-jerome-penitente-D2UGPP-en/
    Harvard
    Ribera, Jusepe de (1652) St. Jerome penitente. Museu do Prado. Available at: https://topimpressionists.com/pt/art/jusepe-de-ribera-st-jerome-penitente-D2UGPP-en/

    Observe de perto

    St. Jerome penitente — Jusepe de Ribera

    Observe de perto

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    1. O que chama a sua atenção primeiro e por quê?
    2. Quais cores ou formas criam a atmosfera — e que atmosfera é essa?
    3. O nosso catálogo classifica esta obra sob: religious figure, penitence, skull. Concorda? O que acrescentaria ou removeria?
    4. Relembre St. Onuphrius (1637), apresentado anteriormente neste guia. Identifique dois elementos que esta obra compartilha com a anterior e um que seja diferente.
    5. Jusepe de Ribera tinha cerca de 61 anos quando esta obra foi feita. O que nela parece ser o trabalho de um artista nessa fase?

    Sua resposta

    Escreva um pequeno parágrafo sobre esta obra de arte. Utilize as informações das etapas anteriores deste guia e as suas respostas acima.

    Quiz de arte

    St. Jerome penitente — Jusepe de Ribera

    O quanto você conhece esta obra de arte?

    Selecione uma resposta para cada uma das 5 perguntas abaixo. Cada uma possui exatamente uma resposta correta.

    1. 1. What artistic style is prominently featured in Jusepe de Ribera’s ‘St. Jerome penitente’?

      • A Renaissance
      • B Impressionism
      • C Tenebrism
    2. 2. The painting depicts Saint Jerome as a figure contemplating what symbol?

      • A A flowering garden
      • B A skull representing human vanity
      • C A depiction of the Virgin Mary
    3. 3. In which city did Jusepe de Ribera establish his artistic career and achieve significant fame?

      • A Florence
      • B Rome
      • C Naples
    4. 4. What is the primary technique employed by Ribera in ‘St. Jerome penitente’?

      • A Fresco painting
      • B Oil paint with dramatic chiaroscuro (light and dark)
      • C Watercolor glazing
    5. 5. What is the overall mood conveyed by Ribera’s portrayal of Saint Jerome?

      • A Joyful celebration
      • B Quiet contemplation and sorrow
      • C Energetic dynamism

    Minha pontuação: ____ de 5

    Gabarito — para o professor

    Isto inicia uma nova página impressa, de modo que ela pode simplesmente ser omitida das cópias.

    1C · 2B · 3C · 4B · 5B

    Confira qualquer resposta comparando com o registro do catálogo desta pintura

    Perguntas e Respostas

    Quem criou "St. Jerome penitente" e em qual estilo se encontra?

    "St. Jerome penitente" foi criada por Jusepe de Ribera no estilo Baroque Drama and Light. O artista e o movimento identificam a tradição da obra.

    Que paleta e que sentimento "St. Jerome penitente" evoca?

    "St. Jerome penitente", de Jusepe de Ribera combina uma paleta Earthy com um tom Melancholic.

    As cores de "St. Jerome penitente" parecem intensas ou suaves?

    "St. Jerome penitente", de Jusepe de Ribera apresenta uma intensidade de cor Monochromatic.