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Guia de Obras de Estudantes

Saint John the Baptist

Nome Turma Data

Leonardo Da Vinci, Saint John the Baptist (1515), Museu do Louvre. Domínio público. Veja esta tela sob uma luz em movimento: o desenho, a cor real sob o verniz, o pigmento puro

Dados principais

Artista
Leonardo Da Vinci topimpressionists.com/pt/artists/leonardo-da-vinci_pt/
Datas do artista
1452 – 1519
Pintura a óleo
1515
Técnica
Óleo sobre tela
Movimento
Renascença Alta The brief peak when balance, depth and anatomy came together — Leonardo, Raphael, Michelangelo.
Período
Renascimento
Realizado em
Museu do Louvre topimpressionists.com/pt/museums/museu-do-louvre-paris_pt/
Artistic style
Renaissance Portraiture
Influences
Classical Art
Notable elements or techniques
Sfumato
Subject or theme
Religious Iconography

No contexto

Saint John the Baptist — Leonardo Da Vinci

Quando foi pintado?

  1. 1450
  2. 1460
  3. 1470
  4. 1480
  5. 1490
  6. 1500
  7. 1510

Linha acima: os anos. Linha abaixo: a idade do artista no início e no fim de cada período — 0 ao nascer, 67 ao falecer.

Pintado quando o artista tinha 63. O artista viveu até aos 67. 360 das 395 obras datadas deste artista em nosso catálogo são anteriores.

Sombreado: a trajetória de Leonardo Da Vinci (1452–1519) ▲ esta obra, 1515 cada pintura datada, década por década

Primeiras obras: até 1487 Principais anos de atividade: 1487–1506 Obras tardias: a partir de 1506

Essas três faixas dividem as obras datadas neste catálogo em um primeiro quarto, uma metade central e um último quarto. Elas não representam a produção completa do artista: um período de escassez pode ser uma lacuna no registro, em vez de um intervalo de baixa atividade. Os mesmos anos com a trajetória do artista neles traçada

Comparar com

Escolha uma obra acima: mencione duas semelhanças entre ela e esta, e uma diferença.

Mais obras para acompanhar esta: topimpressionists.com/pt/art/similar/leonardo-da-vinci-saint-john-the-baptist-5ZKCWM-pt/

Cores

Medido a partir da imagem

    Cor principal

    Café expresso #3d2f25

    Paleta catalogada

    • #3D2F25
    • #1E1C1A
    • #DCA759
    • #8C6339

    Estas cores integradas em toda a paleta do artista Encontre outras pinturas por cor

    Paleta
    Tons terrosos A família de cores predominante na imagem.
    Nome da cor principal
    Café expresso
    Intensidade
    Monocromático O quão saturadas e variadas são as cores, desde um único tom suave até muitos tons vibrantes.
    Contraste
    Suave O grau de variação da luminosidade e saturação das cores ao longo da imagem.
    Harmonia
    Forte unidade cromática A harmonia entre as cores, desde o contraste marcante até a total unidade.
    Brilho
    Sombras profundas O nível de luminosidade ou escuridão da imagem como um todo, desde as sombras profundas até os brilhos intensos.
    Saturação
    Suave Quão puras e intensas são as cores, do quase cinza ao totalmente vívido.

    Onde no mundo esta pintura é apreciada?

    • menos de 1%
    • 1–3%
    • 3–8%
    • 8–20%
    • 20% ou mais
    Percentual dos visitantes que visualizaram esta pintura nos últimos doze meses — 20 países ao todo. Origem destes dados

    Os dez principais países

    1. 1 Hungria 14,0%
    2. 2 Brasil 11,6%
    3. 3 China 9,3%
    4. 4 Panamá 9,3%
    5. 5 Hong Kong 7,0%
    6. 6 Nigéria 7,0%
    7. 7 Estados Unidos da América 7,0%
    8. 8 Equador 4,7%
    9. 9 México 4,7%
    10. 10 Alemanha 2,3%
    11. · 10 outros países 23,1%

    Encontre os três países mais escuros no mapa. O museu que guarda esta pintura está em algum deles? Escreva um motivo pelo qual pessoas de longe poderiam visitá-la.

    As 20 obras mais visualizadas de Leonardo Da Vinci

    1. 1 Mona Lisa (La Gioconda), 1519 44,1%
    2. 2 Vitruviano 7,4%
    3. 3 A Última Ceia, 1495 4,0%
    4. 4 Dama com uma Ermine, 1490 2,5%
    5. 5 O Último Banquete, 1495 1,9%
    6. 6 Explore ‘O Batismo de Cristo’ de Leonardo da Vinci! Uma obra-prima renascentista que mostra o gênio inicial e as técnicas inovadoras a óleo. Admire seu simbolismo e beleza nesta obra de arte icônica., 1475 1,8%
    7. 7 A Anunciação, 1472 1,6%
    8. 8 Dama com uma Ermelinda, 1490 1,4%
    9. 9 A Virgem e o Filho com São Ana, 1513 1,4%
    10. 10 A Virgem e o Menino com Santa Ana, 1510 1,2%
    11. 11 O Último Banquete, 1497 1,1%
    12. 12 Salvator Mundi, 1500 0,9%
    13. 13 Saint John the Baptist, 1515 esta obra 0,6%
    14. 14 Virgem das Rocas, 1486 0,5%
    15. 15 Batismo de Cristo, 1475 0,5%
    16. 16 Madonna Litta, 1490 0,5%
    17. 17 Retrato de uma Mulher Desconhecida (La Belle Ferronnière), 1490 0,5%
    18. 18 Портрет Джиневры де'Бенчи, 1474 0,4%
    19. 19 A Bela Ferronière, 1490 0,4%
    20. 20 Self Portrait, 1512 0,4%

    Juntas, estas obras representam 73,1% de toda a atenção que as pinturas deste artista receberam nos últimos doze meses. O catálogo contém 548 obras deste artista, das quais 477 foram visualizadas pelo menos uma vez. Esta pintura ocupa a 13 posição entre elas, com 0,6% dessa atenção. Os mesmos números, mês a mês

    As barras medem a atenção, não a qualidade. Escolha a obra no topo e esta aqui: mencione um fator que poderia tornar uma pintura famosa para além da sua técnica de execução.

    Sobre esta obra

    Saint John the Baptist — Leonardo Da Vinci

    Saint John the Baptist: A Masterpiece of Renaissance Isolation

    Saint John the Baptist, painted by Leonardo da Vinci, is a captivating oil painting on walnut wood that showcases the artist’s mastery of High Renaissance art. Completed between 1513 and 1516, this work is believed to be Da Vinci's last painting—a poignant testament to his artistic vision as he approached the twilight of his life. Its enduring appeal lies not only in its exquisite beauty but also in its profound exploration of human emotion and spiritual contemplation. The piece depicts St. John the Baptist in isolation, dressed in simple pelts, with long curly hair, and an enigmatic smile reminiscent of Da Vinci’s famous Mona Lisa. This deliberate choice of pose speaks volumes about the artist's preoccupation with psychological realism, a hallmark of his era. He holds a reed cross in his left hand while pointing up toward heaven with his right—a gesture laden with symbolic meaning that underscores John’s role as herald of Christ and his unwavering faith.

    Artist: Leonardo da Vinci

    Year Painted: Approximately 1513–1516

    Medium: Oil on Walnut Wood

    Location: Musée du Louvre, Paris, France

    The Painting’s Significance

    The original size of the painting was 69x57 cm, and it is now exhibited at the Musée du Louvre in Paris, France—a pilgrimage for art enthusiasts worldwide. The piece depicts St. John the Baptist in isolation, dressed in simple pelts, with long curly hair, and an enigmatic smile reminiscent of Da Vinci’s famous Mona Lisa. This deliberate choice of pose speaks volumes about the artist's preoccupation with psychological realism, a hallmark of his era. He holds a reed cross in his left hand while pointing up toward heaven with his right—a gesture laden with symbolic meaning that underscores John’s role as herald of Christ and his unwavering faith. The painting embodies the spirit of Renaissance humanism, moving away from medieval religious dogma towards a more nuanced understanding of human experience. Da Vinci’s intention was to capture not merely an image of Saint John but also his inner state—his contemplation of God and his acceptance of his destiny as the forerunner of Jesus Christ.

    Artistic Style and Technique

    Da Vinci’s use of sfumato, a painting technique that creates a soft, hazy effect by layering thin glazes of paint, is evident in the subtle gradations of light and shadow on St. John's face—a masterful demonstration of optical illusion that elevates the portrait beyond mere representation. This technique, perfected by Da Vinci during his work on Mona Lisa, allows for an unprecedented level of realism, blurring boundaries between form and atmosphere. The artist meticulously studied optics to achieve this effect, painstakingly analyzing how light interacts with surfaces to create depth and luminosity. Furthermore, the dark background dramatically emphasizes the figure of Saint John, drawing the viewer’s eye directly to his expressive countenance. This careful consideration of composition and tonal harmony exemplifies Da Vinci’s unwavering commitment to achieving artistic perfection.

    Historical Context

    During the High Renaissance, artists like Da Vinci were experimenting with new techniques and styles—a reaction against the rigid conventions of medieval art and a fervent embrace of classical ideals. This period saw a shift from traditional religious iconography to more humanistic and realistic depictions of subjects—reflecting the burgeoning intellectual curiosity and humanist spirit of the time. Saint John the Baptist embodies this transition, blending elements of both Christian symbolism and Greco-Roman influences—a testament to Da Vinci’s ability to synthesize disparate artistic traditions into a unified aesthetic experience. The painting reflects the broader cultural movement towards rational thought and observation, mirroring advancements in science and philosophy that were reshaping European understanding of the natural world.

    Symbolism

    The pose of Saint John—pointing upwards toward heaven—represents his unwavering faith and anticipation of Christ’s arrival. The reed cross symbolizes Jesus's sacrifice and serves as a reminder of divine grace. The simple pelts worn by St. John signify humility and asceticism, reflecting the spiritual values prevalent during Da Vinci’s time. The enigmatic smile on St. John’s face—a characteristic feature of Da Vinci’s portraits—suggests inner contemplation and profound emotion, inviting viewers to ponder the mysteries of faith and human consciousness. It is a portrait that transcends mere likeness, aiming instead for an expression of spiritual truth.

    Conclusion

    Leonardo da Vinci's Saint John the Baptist remains one of his most enduring masterpieces—a testament to his unparalleled artistic genius and his unwavering pursuit of beauty and truth. As one of his final paintings, it represents the culmination of his artistic journey during this transformative period—continuing to captivate audiences with its serene expression and masterful execution. To appreciate the full significance of this artwork, consider visiting the Musée du Louvre in Paris, where you can experience firsthand the brilliance of Da Vinci’s vision.

    Artista e museu

    Artista

    Leonardo Da Vinci

    Nascido em Vinci, Itália

    A Vida e o Legado de Leonardo da Vinci.

    Leonardo di ser Piero da Vinci, nascido em 1452 perto da vila toscana de Vinci, permanece indiscutivelmente como a figura mais universalmente reconhecida do Renascimento — um verdadeiro polímata cuja curiosidade insaciável o impulsionou através de diversas disciplinas, deixando uma marca indelével na arte, na ciência e na engenharia. Seu próprio nome tornou-se sinônimo de gênio, um testemunho de sua extraordinária amplitude de talento e pensamento visionário. Nascido fora do casamento de Piero da Vinci, um notário, e Caterina, uma camponesa, a vida inicial de Leonardo foi pouco convencional, mas proporcionou-lhe o acesso tanto ao mundo prático quanto a uma apreciação pela natureza que moldaria profundamente sua visão artística. Ele recebeu uma educação básica em leitura, escrita e aritmética, mas foi seu aprendizado sob a tutela de Andrea del Verrocchio, em Florença, que verdadeiramente acendeu sua centelha criativa. Dentro do atelier de Verrocchio, Leonardo não estava apenas aprendendo a pintar ou esculpir; ele estava imerso em um mundo de habilidade técnica, dominando a metalurgia, a carpintaria, o desenho e as complexidades da criação artística — uma base sobre a qual construiria seu gênio multifacetado. Mesmo durante este período formativo, circulavam sussurros sobre seu talento excepcional, com relatos sugerindo que o próprio Verrocchio abandonou a pintura após testemunhar a capacidade superior de Leonardo.

    Inovações Milanesas e o Florescimento Artístico

    Em 1482, Leonardo embarcou em um novo capítulo, entrando ao serviço de Ludovico Sforza, Duque de Milão. Este não foi apenas um compromisso artístico; Leonardo atuou como engenheiro militar, arquiteto, escultor e designer para a corte — um testemunho de suas diversas habilidades. Ele concebeu fortificações inovadoras, projetou cenários elaborados e até esboçou planos para máquinas fantásticas. No entanto, foi durante este período que ele iniciou o trabalho em uma de suas obras-primas mais icônicas: A Última Ceia. Pintada como um afresco no refeitório do monastério Santa Maria delle Grazie, a obra transcende a mera representação; é uma exploração profunda da emoção humana e do drama psicológico, capturando o momento exato em que Cristo anuncia sua traição. A composição, inovadora para sua época, e o uso magistral da perspectiva influenciariam profundamente a arte ocidental por séculos. Embora muitos projetos escultóricos tenham permanecido inacabados durante seu período milanês, o espírito inventivo de Leonardo continuou a florescer, lançando as bases para futuras explorações científicas.

    O Retorno Florentino e a Busca pela Perfeição

    Após a invasão francesa de Milão em 1499, Leonardo retornou a Florença, uma cidade que vivenciava o auge do desenvolvimento artístico. Embora tenha produzido menos obras concluídas durante este tempo, seu impacto foi imenso. Foi aqui que ele começou a trabalhar no que se tornaria, indiscutivelmente, a pintura mais famosa do mundo: a Mona Lisa (La Gioconda). O sorriso enigmático e o olhar cativante da figura têm fascinado espectadores por gerações, enquanto a revolucionária técnica de sfumato de Leonardo — a mistura sutil de luz e sombra para criar contornos esfumaçados e perspectiva atmosférica — contribuiu significativamente para a qualidade etérea da pintura. Este período também testemunhou o refinamento contínuo de seus estudos anatômíamos, impulsionado por um desejo inabalável de compreender a forma humana com precisão científica. Ele dissecou cadáveres, documentando meticulosamente músculos, ossos e órgãos em uma série de desenhos incrivelmente detalhados que estavam séculos à frente de seu tempo.

    Um Legado Além da Arte: Ciência, Invenção e Influência Duradoura

    Os anos finais de Leonardo foram marcados por viagens entre Florença, Milão e Roma, sempre sendo procurado por sua expertise, mas muitas vezes deixando projetos incompletos — um reflexo, talvez, de seu intelecto inquieto e da magnitude de seus interesses. Em 1516, ele aceitou um convite do Rei Francisco I para viver e trabalhar no Château du Clos Lucé, perto de Amboise, na França, onde passou seus últimos anos. Ele morreu lá em 1519, deixando um vasto legado que se estende muito além do reino da arte. Seus cadernos revelam um trabalho pioneiro em anatomia, óptica, hidráulica, geologia e cartografia — e conceberam invenções séculos à frente de seu tempo, incluindo máquinas voadoras, tanques e armamentos avançados. O impacto de Leonardo da Vinci na história da arte é imensurável. Ele elevou o status dos artistas de artesãos habilidosos a figuras intelectuais, demonstrando que a criação artística poderia ser informada pela investigação científica e por uma compreensão profunda do mundo natural. Suas pinturas são celebradas por seu realismo, profundidade psicológica e técnicas inovadoras. Ele permanece como um símbolo da curiosidade humana, da crienteividade e da busca incessante pelo conhecimento — uma verdadeira personificação do espírito renascentista cujo legado continua a inspirar admiração e fascínio séculos após sua morte.

    Principais Conquistas e Impacto Duradouro

    Pintura: Mona Lisa, A Última Ceia, Virgem das Rochas, Anunciação

    Desenho e Esboço: Extensos estudos anatômicos, Projetos de engenharia (máquinas voadoras, armamentos), Ilustrações botânicas

    Ciência e Engenharia: Trabalho pioneiro em anatomia, óptica, hidráulica, geologia e cartografia. Concebeu invenções séculos à frente de seu tempo.

    Museu

    Museu do Louvre

    Em exibição em Paris, França

    Um Palácio Forjado no Tempo: Desvendando a Alma do Louvre

    O Musée du Louvre não é apenas um edifício que abriga obras-primas; é um palimpsesto gravado em pedra e tela, sussurrando histórias de dinastias em evolução, gostos mutáveis e uma busca incessante pela beleza. Percorrer seus salões é embarcar numa jornada através dos séculos, começando com a formidável fortaleza erguida por Filipe II no século XII – um baluarte pragmático contra ameaças externas. Deste núcleo medieval floresceu o opulento palácio que hoje domina o horizonte parisiense, cada monarca sucessivo deixando uma marca indelével em sua arquitetura e atmosfera. As próprias fundações do Louvre ressoam com a ambição de Luís XIV, cujo Grande Galerie, inaugurado com uma cerimônia luxuosa, serviu não apenas como um espaço para abrigar arte, mas como uma projeção deliberada de autoridade régia – um testemunho deslumbrante de domínio absoluto.

    A história do Louvre está inextricavelmente ligada à evolução da identidade parisiense. Inicialmente concebido para defesa, transformou-se numa residência real, refletindo prioridades e sensibilidades estéticas em mudança. A visão inicial de Pierre Lescot no Renascimento, com a sua magistral integração de elementos clássicos – evidente nas elegantes arcadas e tetos imponentes – continua a ressoar por todo o design do museu, proporcionando uma elegância fundamental que sustenta grande parte da arquitetura subsequente. As esculturas de Jacques Duval Brasseur injetam um charme distintamente parisiense, refletindo o espírito artístico da cidade e a sua profunda ligação às tradições clássicas. O Louvre não é apenas uma coleção; é uma narrativa cuidadosamente construída sobre a história francesa e o desenvolvimento artístico. Suas paredes testemunharam coroações, revoluções e a ascensão e queda de impérios, cada camada adicionando à sua história complexa e cativante.

    Ecos de Mundos Antigos: Uma Jornada no Tempo

    Para além da sua grandiosidade arquitetónica, a coleção do Louvre representa uma jornada incomparável através da criatividade humana ao longo dos milénios. A ala de antiguidades egípcias transporta os visitantes para a terra dos faraós, imersa em mitologia e ritual. Estátuas colossais de governantes como Ramsés II – personificações de autoridade divina e poder eterno – guardam sarcófagos intrincadamente esculpidos e joias delicadas feitas de ouro, lápis-lazúli e cornélio. Estes não são meros artefactos; são janelas para uma civilização sofisticada profundamente preocupada com a vida após a morte e imbuída de profundo simbolismo – oferecendo insights valiosos sobre as suas crenças, costumes e técnicas artísticas. Imagine estar diante destes vestígios antigos, sentindo o peso da história e os ecos de um mundo perdido. A sua escala colossal – abrangendo períodos dinásticos e englobando tudo, desde templos monumentais a objetos domésticos íntimos – proporciona uma imagem incrivelmente completa da vida e do pensamento egípcios.

    A coleção estende-se para leste, abraçando a arte islâmica, exibindo requintados azulejos de cerâmica adornados com padrões geométricos e motivos florais – marcas distintivas da idade de ouro do Islão. O artesanato meticuloso fala volumes sobre uma dedicação à precisão e devoção religiosa, refletindo valores artísticos que floresceram durante séculos em diversas culturas. Considere o detalhe intrincado em cada azulejo, o equilíbrio harmonioso de cor e forma – um testemunho do poder duradouro da expressão artística. Da caligrafia elaborada adornando manuscritos à loiça brilhante, a arte islâmica revela uma sofisticada sensibilidade estética profundamente enraizada nos princípios matemáticos e na contemplação espiritual. A coleção do Louvre aqui é particularmente notável pela sua amplitude, representando tradições artísticas da Espanha e do Norte de África até à Pérsia e Ásia Central.

    O Panteão dos Mestres Europeus: Visões Icónicas

    Nenhuma exploração do Louvre estaria completa sem encontrar as suas obras-primas icónicas da arte europeia. A *Mona Lisa* de Leonardo da Vinci, com o seu sorriso enigmático, continua a cativar visitantes de todo o mundo, provocando especulações e admiração intermináveis – um testemunho das suas técnicas revolucionárias e insights psicológicos. O sfumato subtil, o delicado jogo de luz e sombra, cria uma ilusão de vida que fascina os espectadores há séculos. Perto dali, o David de Michelangelo incorpora o ideal renascentista de perfeição humana – uma escultura monumental celebrando a precisão anatómica e a habilidade artística. A sua escala colossal é impressionante, uma poderosa expressão de força e beleza. A justaposição destes dois titãs – Da Vinci e Michelangelo – dentro do Louvre sublinha o compromisso do museu em apresentar os maiores feitos da arte ocidental.

    A Venus de Rafael irradia beleza e graça atemporais, enquanto as paisagens românticas de Delacroix evocam emoções poderosas, capturando a grandeza da natureza ao lado da experiência humana turbulenta. A A Jangada da Medusa, arrepiante de Géricault, uma representação visceral da sobrevivência contra probabilidades intransponíveis, confronta os espectadores com as cruas realidades do sofrimento humano – um lembrete sombrio dos aspectos mais obscuros da história e da resiliência do espírito humano. Cada obra de arte conta uma história, convida à contemplação e oferece um vislumbre da alma do seu criador. A coleção do museu estende-se muito além destes destaques, englobando obras de Titian, Rembrandt, Caravaggio e inúmeros outros mestres, oferecendo uma visão abrangente do desenvolvimento artístico europeu do Renascimento ao século XIX.

    Um Museu Vivo: Inovação e Diálogo Contínuo

    O Louvre está longe de ser estático; é uma entidade vibrante e em evolução constantemente moldada por pesquisas contínuas, exposições inovadoras e envolvimento com o seu público. As recentes comemorações de Jacques-Louis David forneceram insights críticos sobre a sua influência na história francesa e nos movimentos artísticos. Os esforços colaborativos sublinham a relevância duradoura do museu como um centro de investigação académica e divulgação pública, promovendo a compreensão intercultural e a apreciação. O compromisso do museu com a acessibilidade é evidente nas suas inúmeras exposições temporárias, programas educativos e recursos digitais, garantindo que a arte permaneça envolvente e relevante para um público diversificado.

    Para além das obras-primas familiares, os percursos temáticos e os guias multimédia garantem que cada visitante possa criar uma ligação pessoal com os seus tesouros. As ruas circundantes – o Jardim das Tulherias, a Place du Carrousel e as margens do rio Sena – contribuem para a experiência geral, criando uma atmosfera vibrante que convida à exploração e à reflexão. Dentro destas paredes, o espírito de artistas como Louis-Marin Bonnet vive on, inspirando gerações futuras. Uma visita ao Louvre não é apenas um encontro com a arte; é uma imersão na história, cultura e no poder duradouro da criatividade humana.

    Onde ler mais

    Encontre online

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    topimpressionists.com/pt/art/download/leonardo-da-vinci-saint-john-the-baptist-5ZKCWM-pt/

    Como citar esta obra

    MLA
    Vinci, Leonardo Da. Saint John the Baptist. 1515, Museu do Louvre. https://topimpressionists.com/pt/art/leonardo-da-vinci-saint-john-the-baptist-5ZKCWM-pt/
    APA
    Vinci, Leonardo Da (1515). Saint John the Baptist [Painting]. Museu do Louvre. https://topimpressionists.com/pt/art/leonardo-da-vinci-saint-john-the-baptist-5ZKCWM-pt/
    Chicago
    Leonardo Da Vinci. Saint John the Baptist. 1515. Museu do Louvre. https://topimpressionists.com/pt/art/leonardo-da-vinci-saint-john-the-baptist-5ZKCWM-pt/
    Harvard
    Vinci, Leonardo Da (1515) Saint John the Baptist. Museu do Louvre. Available at: https://topimpressionists.com/pt/art/leonardo-da-vinci-saint-john-the-baptist-5ZKCWM-pt/

    Observe de perto

    Saint John the Baptist — Leonardo Da Vinci

    Observe de perto

    Responda com suas próprias palavras. Não existem respostas erradas aqui — apenas respostas que você possa explicar.

    1. O que chama a sua atenção primeiro e por quê?
    2. Quais cores ou formas criam a atmosfera — e que atmosfera é essa?
    3. O nosso catálogo classifica esta obra sob: retrato, leonardo da vinci, renascença italiana. Concorda? O que acrescentaria ou removeria?
    4. Relembre Mona Lisa (La Gioconda) (1519), apresentado anteriormente neste guia. Identifique dois elementos que esta obra compartilha com a anterior e um que seja diferente.
    5. Renascença Alta: The brief peak when balance, depth and anatomy came together — Leonardo, Raphael, Michelangelo. Onde você pode observar isso nesta obra?

    Sua resposta

    Escreva um pequeno parágrafo sobre esta obra de arte. Utilize as informações das etapas anteriores deste guia e as suas respostas acima.

    Quiz de arte

    Saint John the Baptist — Leonardo Da Vinci

    O quanto você conhece esta obra de arte?

    Selecione uma resposta para cada uma das 5 perguntas abaixo. Cada uma possui exatamente uma resposta correta.

    1. 1. Qual artista pintou "Saint John the Baptist"?

      • A Michelangelo Buonarroti
      • B Leonardo da Vinci
      • C Rafael Sanzio
    2. 2. Em que período foi concluída a pintura "Saint John the Baptist"?

      • A Século XIV
      • B Século XV
      • C Século XVI
    3. 3. Onde está atualmente exibida a obra "Saint John the Baptist"?

      • A Museu Britânico
      • B Louvre
      • C Galeria Nacional
    4. 4. Qual técnica pictórica Leonardo da Vinci utilizou para criar uma aparência suave e translúcida na pintura?

      • A Impasto
      • B Sfumatismo
      • C Cubismo
    5. 5. O tamanho original da pintura "Saint John the Baptist" era aproximadamente:

      • A 30x40 cm
      • B 69x57 cm
      • C 100x80 cm

    Minha pontuação: ____ de 5

    Gabarito — para o professor

    Isto inicia uma nova página impressa, de modo que ela pode simplesmente ser omitida das cópias.

    1B · 2C · 3B · 4B · 5B

    Confira qualquer resposta comparando com o registro do catálogo desta pintura

    Perguntas e Respostas

    "Saint John the Baptist" possui uma prévia em realidade aumentada?

    "Saint John the Baptist" possui uma prévia em realidade aumentada: a página de Prévia em RA da obra permite visualizá-la no seu próprio espaço através de um dispositivo compatível.

    Leonardo Da Vinci, criador(a) de "Saint John the Baptist", é conhecido(a) por outros nomes?

    Leonardo Da Vinci também é conhecido como Leonardo Di Ser Piero Da Vinci.

    Como faço para baixar a imagem de "Saint John the Baptist", de Leonardo Da Vinci?

    "Saint John the Baptist", de Leonardo Da Vinci pode ser descarregado na página de Download da obra, como download de imagem digital em alta resolução.