Papel

Guia de Obras de Estudantes

Dysphoria

Nome Turma Data

Lizzie Rowe, Dysphoria (1990), Laing Art Gallery. Reproduzido para fins de referência; todos os direitos reservados ao detentor dos direitos. Veja esta tela sob uma luz em movimento: o desenho, a cor real sob o verniz, o pigmento puro

Dados principais

Artista
Lizzie Rowe topimpressionists.com/pt/artists/lizzie-rowe/
Datas do artista
1955 –
Pintura a óleo
1990
Dimensões originais
225 x 213 cm
Realizado em
Laing Art Gallery topimpressionists.com/pt/museums/laing-art-gallery-newcastle-upon-tyne_pt/

No contexto

Dysphoria — Lizzie Rowe

Qual é o tamanho?

As dimensões originais são 225 × 213 cm (altura × largura), representadas aqui ao lado de um adulto de altura média. É demasiado grande para ser representada à escala nesta página.

Quando foi pintado?

  1. 1950
  2. 1960
  3. 1970
  4. 1980
  5. 1990
  6. 2000

Linha superior: os anos. Linha inferior: a idade do artista no início e no fim de cada período, contando 0 a partir do nascimento.

Pintado quando o artista tinha 35. 0 das 5 obras datadas deste artista em nosso catálogo são anteriores.

▲ esta obra, 1990 cada pintura datada, década por década

Comparar com

Escolha uma obra acima: mencione duas semelhanças entre ela e esta, e uma diferença.

Mais obras para acompanhar esta: topimpressionists.com/pt/art/similar/lizzie-rowe-dysphoria-ARALQU-en/

Cores

Medido a partir da imagem

    Cor principal

    Gray #797769

    Paleta catalogada

    • #797769
    • #ACA99A
    • #424036
    • #DBDDD1

    Estas cores integradas em toda a paleta do artista Encontre outras pinturas por cor

    Paleta
    Neutrals A família de cores predominante na imagem.
    Nome da cor principal
    Gray
    Intensidade
    Monochromatic O quão saturadas e variadas são as cores, desde um único tom suave até muitos tons vibrantes.
    Contraste
    Bold O grau de variação da luminosidade e saturação das cores ao longo da imagem.
    Harmonia
    Balanced Harmony A harmonia entre as cores, desde o contraste marcante até a total unidade.
    Brilho
    Brilliant O nível de luminosidade ou escuridão da imagem como um todo, desde as sombras profundas até os brilhos intensos.
    Saturação
    Muted Quão puras e intensas são as cores, do quase cinza ao totalmente vívido.

    Onde no mundo esta pintura é apreciada?

    • menos de 1%
    • 1–3%
    • 3–8%
    • 8–20%
    • 20% ou mais
    Esta pintura sozinha possui poucos visitantes registrados para mapear, portanto, a placa apresenta todas as obras de Lizzie Rowe nos últimos doze meses — 1 países ao todo. Origem destes dados

    Os dez principais países

    1. 1 Reino Unido 100,0%

    Encontre os três países mais escuros no mapa. O museu que guarda esta pintura está em algum deles? Escreva um motivo pelo qual pessoas de longe poderiam visitá-la.

    As 3 obras mais visualizadas de Lizzie Rowe

    1. 1 Conundrum Triptych (centre panel), 1991 33,3%
    2. 2 Dysphoria, 1990 esta obra 33,3%
    3. 3 Professor Jane Taylor, 2007 33,3%

    Juntas, estas obras representam 99,9% de toda a atenção que as pinturas deste artista receberam nos últimos doze meses. O catálogo contém 6 obras deste artista, das quais 3 foram visualizadas pelo menos uma vez. Esta pintura ocupa a 2 posição entre elas, com 33,3% dessa atenção. Os mesmos números, mês a mês

    As barras medem a atenção, não a qualidade. Escolha a obra no topo e esta aqui: mencione um fator que poderia tornar uma pintura famosa para além da sua técnica de execução.

    Artista e museu

    Artista

    Lizzie Rowe

    A Life Unveiled: The Art of Lizzie Rowe

    Lizzie Rowe, a name resonating within the contemporary art landscape, particularly in the North East of England, represents far more than just an artist; she embodies a journey of self-discovery rendered onto canvas with unflinching honesty and remarkable skill. Born Stephen Rowe in Portsmouth in 1955, her life was one of profound transformation, a narrative woven into the very fabric of her evocative portraits and figurative works. While initially navigating a conventional path – marriage, fatherhood, and a career as an art lecturer – a burgeoning awareness of gender fluidity began to surface, ultimately leading to a high-profile sex change in 1996, documented with sensitivity by Channel 4. This wasn’t merely a personal shift; it became the core subject matter of her artistic exploration, challenging societal norms and inviting viewers into an intimate space of identity and emotion.

    Early Influences & Artistic Development

    Rowe's early aptitude for art was evident from childhood, with anecdotes shared by her brother Ben recalling precocious doodles brimming with talent. Despite initial reservations from her father regarding the practicality of a career in fine art, she pursued studies at Reading University, initially in philosophy before swiftly transitioning to the Fine Art program. This period laid the foundation for her technical prowess and conceptual approach. The 1980s saw Rowe establish herself within the Newcastle Polytechnic as a senior lecturer, simultaneously building a reputation through regional exhibitions. However, it was the late 1980s that marked a pivotal turning point – the courageous decision to embrace her true identity and embark on a path of transition. This personal revolution wasn’t isolated from her art; rather, it became inextricably linked, fueling a new wave of creative expression. Her work began to delve into the domestic routines and rituals surrounding gender, exploring themes of femininity, sexuality, and self-perception with an increasingly bold and nuanced perspective.

    Themes & Techniques: A Portrait of Transformation

    Rowe’s artistic style is characterized by its realism, yet it transcends mere representation. She possessed a remarkable ability to capture not just the physical likeness of her subjects but also their inner lives – their vulnerabilities, strengths, and complexities. Her paintings often feature iconic items of clothing—frocks, underwear—imbued with personality and demanding attention. These weren’t simply depictions of garments; they became symbols representing the rituals of dressing, challenging conventional notions of femininity and exploring the performative aspects of gender. The series The Unironed Frock & Other Stories exemplifies this approach, presenting enchanting studies that invite viewers to contemplate the relationship between identity and appearance. Her technique involved detailed brushwork and a keen eye for observation, resulting in works that are both aesthetically pleasing and emotionally resonant. She wasn’t afraid to confront difficult subjects, often portraying her own journey with unflinching honesty, creating pieces that were at times challenging but always deeply personal.

    Recognition & Legacy

    Throughout her career, Lizzie Rowe garnered significant recognition within the art world. Her work was exhibited regionally, nationally, and internationally, finding its way into numerous public collections including the Laing Art Gallery in Newcastle. Commissions poured in, testament to her growing reputation and artistic skill. However, perhaps her most enduring legacy lies not just in the quantity of her work but in its profound impact on viewers. A recent exhibition at Sunderland’s Abject Gallery, organized by her brother Ben following her unexpected death in December 2023, served as a powerful tribute to her talent and life. The show, featuring over 100 paintings, charted her transition from male to female with stunning clarity and emotional depth. The event highlighted the importance of Rowe’s work in challenging societal norms and fostering dialogue around gender identity. Her art continues to resonate today, inspiring artists and viewers alike to embrace authenticity and explore the complexities of the human experience.

    Historical Significance & Enduring Impact

    Lizzie Rowe's contribution extends beyond the realm of aesthetics; she was a pioneer who fearlessly explored themes that were often marginalized or taboo during her time. Her work played a crucial role in shaping conversations around gender identity, paving the way for greater acceptance and understanding. She wasn’t simply documenting her own journey; she was challenging viewers to confront their preconceived notions about gender, sexuality, and self-expression. Her art served as a powerful form of social commentary, prompting reflection on societal expectations and the fluidity of identity. The recent rediscovery of her work, coupled with exhibitions like the one at Abject Gallery, underscores its enduring relevance in contemporary society. Rowe’s legacy is one of courage, authenticity, and artistic innovation—a testament to the transformative power of art and the importance of embracing one's true self.

    Museu

    Laing Art Gallery

    Em exibição em Newcastle upon Tyne, Reino Unido

    Laing Art Gallery: Um Farol do Patrimônio Artístico Britânico em Newcastle upon Tyne

    Aninhada na New Bridge Street West, em Newcastle upon Tyne, a Laing Art Gallery ergue-se como um testemunho da filantropia vitoriana e como um repositório extraordinário da arte britânica que atravessa séculos. Fundada em 1904 por Alexander Laing — um comerciante de vinhos local cuja generosidade assegurou o seu legado duradouro — a galeria acolhe os visitantes gratuitamente (exceto em exposições especiais), promovendo a acessibilidade e enriquecendo a paisagem cultural de Newcastle.

    Localização:

    Newcastle upon Tyne, Northumberland e West Lothian

    Endereço:

    Laing Art Gallery, New Bridge Street, Newcastle upon Tyne, NE1 8AG

    Website:

    https://en.wikipedia.org/wiki/Laing_Art_Gallery

    A missão da galeria é exaltar a arte britânica dos séculos XVIII e XIX, ao mesmo tempo que apresenta obras contemporâneas e celebra o talento artístico local. Os seus curadores organizam meticulosamente exposições que iluminam diversos movimentos e perspetivas artísticas, oferecendo aos visitantes uma jornada estimulante através da cultura visual.

    Uma Coleção que Captura Emoção e Visão

    Pinturas:

    A coleção da Laing é ancorada por obras-primas de luminares como J.M.W. Turner — cujas paisagens dramáticas transmitem uma beleza sublime — Edward Burne-Jones — renomado pelas suas opulentas fantasias simbolistas — e John Martin — um pioneiro do horror romântico, cujas telas monumentais evocam emoções viscerais. Notavelmente, “The Destruction of Sodom and Gomorras” de Martin permanece como uma representação assombrosa da catástrofe bíblica, enquanto “Laus Veneris”, de Burne-Jones, personifica a graça etérea e a grandeza mitológica.

    Aquarelas e Desenhos:

    Complementando as pinturas, encontram-se requintadas aquarelas e desenhos de Turner e John Sell Cotman — artistas que capturaram com maestria as condições atmosféricas e renderizaram detalhes intrincados. Estas obras exemplificam as técnicas artísticas prevalentes na sua época, revelando uma compreensão profunda da luz e da cor.

    Artes Decorativas:

    Para além das artes visuais, o acervo da galeria abrange objetos históricos decorativos que refletem as ricas tradições artesanais de Newcastle. Pode-se admirar a prata de Newcastle — um símbolo do orgulho cívico —, os delicadamente esmaltados copos criados por William Beilby — demonstrando o artesanato vitoriano — e as cerâmicas produzidas pela Maling pottery — celebradas pelos seus tons vibrantes de vidrado e designs artísticos.

    Elegância Arquitetónica: Raízes Barrocas, Toque Art Nouveau

    Projetada no estilo Barroco com subtis influências Art Nouveau pelos arquitetos Cackett & Burns Dick, a Laing Art Gallery é um edifício classificado de Grau II — um lembrete tangível da grandeza vitoriana de Newcastle. Os seus tetos altos e detalhes ornamentados evocam a estética opulenta dos palácios europeus, enquanto delicados motivos florais se entrelaçam sutilmente com proporções clássicas.

    Mais do que Apenas Arte: Engajamento e Inspiração

    O que distingue a Laing Art Gallery é o seu compromisso inabalável em promover a apreciação artística e o envolvimento comunitário. Exposições rotativas regulares apresentam obras inovadoras ao lado de clássicos estabelecidos — inspirando o diálogo e ampliando perspetivas. Além disso, a galeria acolhe eventos gratuitos — incluindo palestras esclarecedoras, atividades envolventes para famílias — e workshops estimulantes liderados por artistas — criando um espaço vibrante para o aprendizado e a criatividade.

    Explorando Mais Longe

    Exposições Notáveis:

    Exposições recentes exploraram temas de identidade britânica, inovação artística e o papel da arte na formação de narrativas culturais.

    Parcerias Comunitárias:

    Colaborações com escolas e organizações locais enriquecem os programas educativos e promovem o alcance artístico dentro de Newcastle upon Tyne.

    Uma visita à Laing Art Gallery é uma experiência imersiva — uma oportunidade para se conectar com o patrimônio artístico britânico, descobrir obras de arte inspiradoras e celebrar o poder duradouro da criatividade.

    Onde ler mais

    • O artista Lizzie Rowe topimpressionists.com/pt/artists/lizzie-rowe/
    • O museu Laing Art Gallery topimpressionists.com/pt/museums/laing-art-gallery-newcastle-upon-tyne_pt/
    • Obras semelhantes Mais obras para comparar topimpressionists.com/pt/art/similar/lizzie-rowe-dysphoria-ARALQU-en/

    Encontre online

    QR code que direciona para a página de download de Dysphoria

    topimpressionists.com/pt/art/download/lizzie-rowe-dysphoria-ARALQU-en/

    Como citar esta obra

    MLA
    Rowe, Lizzie. Dysphoria. 1990, Laing Art Gallery. https://topimpressionists.com/pt/art/lizzie-rowe-dysphoria-ARALQU-en/
    APA
    Rowe, Lizzie (1990). Dysphoria [Painting]. Laing Art Gallery. https://topimpressionists.com/pt/art/lizzie-rowe-dysphoria-ARALQU-en/
    Chicago
    Lizzie Rowe. Dysphoria. 1990. Laing Art Gallery. https://topimpressionists.com/pt/art/lizzie-rowe-dysphoria-ARALQU-en/
    Harvard
    Rowe, Lizzie (1990) Dysphoria. Laing Art Gallery. Available at: https://topimpressionists.com/pt/art/lizzie-rowe-dysphoria-ARALQU-en/

    Observe de perto

    Dysphoria — Lizzie Rowe

    Observe de perto

    Responda com suas próprias palavras. Não existem respostas erradas aqui — apenas respostas que você possa explicar.

    1. O que chama a sua atenção primeiro e por quê?
    2. Quais cores ou formas criam a atmosfera — e que atmosfera é essa?
    3. Relembre Professor Sir Frederick Halliday, visto anteriormente neste guia. Nomeie duas características que esta obra compartilha com a anterior e uma que seja diferente.
    4. Lizzie Rowe tinha cerca de 35 anos quando esta obra foi feita. O que nela parece ser o trabalho de um artista nessa fase?
    5. O que o artista pode ter querido que você sentisse?

    Sua resposta

    Escreva um pequeno parágrafo sobre esta obra de arte. Utilize as informações das etapas anteriores deste guia e as suas respostas acima.

    Perguntas e Respostas

    Qual era a idade de Lizzie Rowe quando "Dysphoria" foi criada?

    Lizzie Rowe tinha 35 anos quando criou "Dysphoria" em 1990. A idade é calculada a partir do ano de nascimento do artista, 1955.

    Qual é o formato de "Dysphoria"?

    O formato de "Dysphoria" é Square. Esta informação é útil ao planejar onde uma reprodução será colocada.

    Os direitos autorais de "Dysphoria", de Lizzie Rowe permitem reproduções?

    "Dysphoria", de Lizzie Rowe, pertencente ao Laing Art Gallery, está em ainda protegido por direitos autorais. Este status determina se reproduções da imagem podem ser feitas.