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Guia de Obras de Estudantes

Jacinta

Nome Turma Data

Louis Ginnett, Jacinta (1925), The Mercer Art Gallery. Domínio público. Veja esta tela sob uma luz em movimento: o desenho, a cor real sob o verniz, o pigmento puro

Informações principais

Artista
Louis Ginnett topimpressionists.com/pt/artists/louis-ginnett/
Datas do artista
1875 – 1946
Pintura
1925
Dimensões originais
74 x 63 cm
Movimento
Contemporary Realism Living artists painting the real world with traditional skill, often from photographs as well as from life.
Realizado em
The Mercer Art Gallery topimpressionists.com/pt/museums/the-mercer-art-gallery-harrogate_pt/

No contexto

Jacinta — Louis Ginnett

Dimensões

As dimensões originais são 74 × 63 cm (altura × largura), representadas aqui ao lado de um adulto de altura média.

Ano de criação

  1. 1870
  2. 1880
  3. 1890
  4. 1900
  5. 1910
  6. 1920
  7. 1930
  8. 1940

Linha acima: os anos. Linha abaixo: a idade do artista no início e no fim de cada período — 0 ao nascer, 71 ao falecer.

Pintado quando o artista tinha 50. O artista viveu até aos 71. 4 das 7 obras datadas deste artista em nosso catálogo são anteriores.

Sombreado: a trajetória de Louis Ginnett (1875–1946) ▲ esta obra, 1925 cada pintura datada, década por década

Obras comparáveis

Escolha uma obra acima: mencione duas semelhanças entre ela e esta, e uma diferença.

Mais obras para acompanhar esta: topimpressionists.com/pt/art/similar/louis-ginnett-jacinta-AQTU6S-en/

Paleta de cores

Medido a partir da imagem

    Cor principal

    Rosy Brown #c99b6f

    Paleta catalogada

    • #C99B6F
    • #724533
    • #0B1012
    • #073256

    Estas cores dentro de toda a paleta do artista Encontre outras pinturas por cor

    Nome da cor principal
    Rosy Brown
    Intensidade
    Monochromatic O quão saturadas e variadas são as cores, desde um único tom suave até muitos tons vibrantes.
    Contraste
    Balanced O grau de variação da luminosidade e saturação das cores ao longo da imagem.
    Harmonia
    Discordant Palette A forma como as cores interagem entre si, desde o contraste marcante até a total harmonia.
    Brilho
    Deep_shadow O nível de luminosidade ou escuridão da imagem como um todo, desde as sombras profundas até os brilhos intensos.
    Saturação
    Muted Quão puras e intensas são as cores, do quase cinza ao totalmente vívido.

    Onde no mundo esta pintura é apreciada?

    • com menos de 1%
    • 1–3%
    • 3–8%
    • 8–20%
    • 20% ou mais
    Esta pintura sozinha possui poucos visitantes registrados para mapear, portanto, a placa apresenta todas as obras de Louis Ginnett nos últimos doze meses — 2 países ao todo. De onde vêm estes números

    Os dez principais países

    1. 1 China 87,5%
    2. 2 Estados Unidos da América 12,5%

    Encontre os três países mais escuros no mapa. O museu que guarda esta pintura está em algum deles? Escreva um motivo pelo qual pessoas de longe poderiam visitá-la.

    As 8 obras mais visualizadas de Louis Ginnett

    1. 1 Four Trees and a Building 30,0%
    2. 2 HRH Arthur (1850–1943), Duke of Connaught, President of the Royal Academy of Music (1901–1942) (copy after Philip Alexius de László), 1939 20,0%
    3. 3 The Coat of Many Colours, 1926 10,0%
    4. 4 Mary Sitting in a Wood 10,0%
    5. 5 Cathedral Facade 10,0%
    6. 6 Ruined Castle 10,0%
    7. 7 Mary 10,0%
    8. — Jacinta, 1925 esta pintura 0,0%

    Juntas, estas obras representam 100,0% de toda a atenção que as pinturas deste artista receberam nos últimos doze meses. O catálogo contém 29 obras deste artista, das quais 7 foram visualizadas pelo menos uma vez. Esta pintura ainda não foi visualizada nesse período — ela encerra a lista sem uma classificação. Os mesmos números, mês a mês

    As barras medem a atenção, não a qualidade. Escolha a obra no topo e esta aqui: mencione um fator que poderia tornar uma pintura famosa para além da sua técnica de execução.

    Artista e museu

    Artista

    Louis Ginnett

    Louis Ginnett (1875–1946): A Quiet Master of Victorian Domesticity

    Louis Ginnett was born in Brighton, England, on July 24th, 1875, into a family steeped in artistic tradition. His father, William Ginnett, was a sculptor and instilled in Louis a lifelong appreciation for craftsmanship and observation—skills that would prove crucial to his burgeoning career as a painter. While biographical details remain somewhat sparse, Ginnett’s formative years were spent absorbing the aesthetic sensibilities of Victorian England, an era characterized by meticulous detail and a fascination with capturing everyday life.

    Early Training & Influences: Ginnett's artistic education began at the École Supérieure des Beaux-Arts in Paris, where he honed his skills under the tutelage of Jean Le Bret and Henri Matisse. This exposure to Impressionism and Fauvism undoubtedly broadened his artistic horizons and encouraged him to experiment with bolder color palettes—though Ginnett ultimately favored a more restrained approach.

    Academic Recognition & Return to Brighton: He graduated from the École Julian in Paris, securing prestigious honors and establishing himself as a respected artist within the Parisian avant-garde. However, Ginnett’s heart remained firmly rooted in his hometown of Brighton, where he established a prolific studio and dedicated himself to teaching at the Brighton School of Art from 1909 until his retirement in 1939.

    A Painter of Interiors & Domestic Scenes

    Ginnett’s artistic style is instantly recognizable for its serene beauty and remarkable accuracy. He excelled particularly in portraying interiors—drawing rooms, bedrooms, kitchens—with an astonishing level of realism that captured the subtle nuances of light and texture. Unlike many artists of his time who sought grand narratives or dramatic compositions, Ginnett focused on capturing the quiet dignity of domestic life, presenting scenes of ordinary people engaged in commonplace activities with remarkable sensitivity. His canvases are imbued with a palpable sense of atmosphere—a feeling for the warmth of hearth fires, the dappled sunlight filtering through curtains, and the comforting familiarity of familiar surroundings.

    Technique & Materials: Ginnett employed meticulous brushwork and layered glazes to achieve his signature effect – achieving luminous surfaces that seemed to emanate from within. He favored oil paints on canvas, meticulously blending colors to create harmonious tonal relationships and capturing the subtle gradations of light with exceptional precision.

    Notable Works: Among his most celebrated paintings are “The Drawing Room,” “Mrs. Arthur Finch’s Bedroom” and "Still Life with Fruit," each demonstrating Ginnett's mastery of technique and his profound understanding of visual perception. These works reside in the permanent collections of Brighton Museum & Art Gallery and Imperial War Museum, testament to their enduring artistic merit.

    War Artist & Patronage

    Ginnett’s involvement with the First World War extended beyond mere observation; he actively participated as a war artist, documenting the realities of trench warfare for the British War Office. His depictions of soldiers and landscapes conveyed both solemn dignity and poignant empathy—reflecting Ginnett's humanist sensibilities. He was awarded an MBE (Member of the Order of the British Empire) for his service during the conflict. Furthermore, Ginnett’s artistic reputation garnered him considerable patronage from wealthy benefactors who recognized his talent and supported his creative endeavors.

    Legacy & Recognition

    Louis Ginnett died peacefully in Brighton in 1946, leaving behind a legacy of exquisitely rendered paintings that continue to inspire admiration for their understated elegance and profound psychological insight. He served as President of the Royal Society of Portrait Painters from 1939 until his death, upholding the highest standards of artistic excellence and ensuring that his work would be remembered for generations to come. His enduring influence can be seen in the continuing appreciation for Victorian domestic interiors and the meticulous observation of everyday life—a testament to Ginnett’s singular vision as a painter.

    Museu

    The Mercer Art Gallery

    Em exibição em Harrogate, Reino Unido

    Uma Tapeçaria Vibrante da Alma Artística de North Yorkshire: The Mercer Art Gallery

    Aninhada na encantadora cidade termal de Harrogate, num edifício imbuído de grandeza vitoriana, encontra-se a The Mercer Art Gallery – muito mais do que um simples repositório de arte, mas um centro vibrante onde o património local se entrelaça com a expressão contemporânea. Originalmente concebida como um centro social e de entretenimento, a transformação da galeria num refúgio artístico é um testemunho da sua duradoura adaptabilidade e do seu compromisso em promover o envolvimento cultural. A sua localização nos antigos Promenade Rooms, um edifício magnífico que outrora acolheu concertos e reuniões, imprime-lhe imediatamente um sentido de história e narrativas estratificadas – uma ligação palpável ao passado de Harrogate como um próspero destino social.

    Um Legado de Coleção:

    O coração do apelo da Mercer reside na sua coleção notável, alojada principalmente na Harrogate District Fine Art Collection. Este conjunto cuidadosamente curado oferece uma visão profunda do espírito artístico de North Yorkshire e além, exibindo obras que abrangem séculos e diversos estilos. Desde paisagens evocativas que capturam a beleza dramática da região até retratos íntimos que revelam as vidas dos seus habitantes, cada peça conta uma história – um testemunho do talento duradouro cultivado neste canto da Inglaterra.

    Ecos Contemporâneos:

    No entanto, a Mercer não é definida apenas pelas suas raízes históricas. A galeria defende ativamente a arte contemporânea, acolhendo regularmente exposições rotativas que apresentam aos visitantes artistas emergentes e novas perspetivas audazes. Estas exibições dinâmentes servem como uma ponte crucial entre a tradição e a inovação, garantindo que a galeria permaneça um espaço relevante e envolvente tanto para colecionadores experientes quanto para recém-chegados curiosos.

    Experiências Imersivas: “H.A.P.P.Y” de Liz West

    Talvez uma das características mais distintas da Mercer seja a sua dedicação à criação de experiências imersivas – encontros que transcendem a visualização tradicional da arte. A peça central atual, a instalação "H.A.P.P.Y" de Liz West, exemplifica este compromisso. Esta obra hipnotizante utiliza luz colorida e reflexos para construir um ambiente sensorial cativante, incitando os espectadores a contemplar temas de alegria, bem-estar e a própria natureza da felicidade. O uso de iluminação dinâmica dentro dos históricos Promenade Rooms cria uma atmosfera etérea, transformando o espaço num santuário de cor e reflexão – uma experiência verdadeiramente inesquecível que envolve todos os sentidos.

    Um Edifício que Diz Muito: Arquitetura e História

    A importância arquitetónica da Mercer é tão fascinante quanto as suas ofertas artísticas. Alojada nos meticulosamente preservados antigos Promenade Rooms, a galeria combina perfeitamente a grandeza vitoriana com a funcionalidade moderna. Projetado originalmente como uma sala de concertos e salões de assembleia em meados do século XIX, o edifício retém muito do seu carácter original – estuques ornamentados, tetos altos e detalhes elegantes que evocam a opulência da época. Esta justaposição de arquitetura histórica e arte contemporânea cria um diálogo único entre o passado e o presente, oferecendo aos visitantes uma experiência rica e multifacetada.

    Além das Paredes: Eventos e Envolvimento Comunitário

    A The Mercer Art Gallery é mais do que uma exibição estática; é um participante ativo na vida cultural de Harrogate. Eventos regulares, workshops e palestras proporcionam oportunidades de interação com artistas, curadores e entusiastas da arte. O compromisso da galeria com o alcance comunitário estende-se para além destes eventos formais, promovendo um ambiente acolhedor onde todos se sintam convidados a explorar o mundo da arte. Os "Friends of the Mercer Art Gallery" desempenham um papel vital no apoio à missão da galeria através de angariação de fundos e advocacia, garantindo o seu sucesso contínuo nos anos vindouros.

    Uma Mistura Única: Património e Inovação

    O que verdadeiramente distingue a The Mercer Art Gallery é a sua capacidade notável de fundir harmoniosamente o património artístico local com exposições contemporâneas de vanguarda. É um lugar onde os ecos do passado social de Harrogate ressoam ao lado de explorações da criatividade moderna, tudo dentro de um cenário vitoriano lindamente preservado. A galeria ergue-se como um testemunho do poder duradouro da arte para nos conectar à nossa história, inspirar as nossas imaginações e enriquecer as nossas vidas – uma verdadeira joia aninhada no coração de North Yorkshire.

    Saiba mais

    Disponível online

    QR code que direciona para a página de download de Jacinta

    topimpressionists.com/pt/art/download/louis-ginnett-jacinta-AQTU6S-en/

    Como citar esta obra

    MLA
    Ginnett, Louis. Jacinta. 1925, The Mercer Art Gallery. https://topimpressionists.com/pt/art/louis-ginnett-jacinta-AQTU6S-en/
    APA
    Ginnett, Louis (1925). Jacinta [Painting]. The Mercer Art Gallery. https://topimpressionists.com/pt/art/louis-ginnett-jacinta-AQTU6S-en/
    Chicago
    Louis Ginnett. Jacinta. 1925. The Mercer Art Gallery. https://topimpressionists.com/pt/art/louis-ginnett-jacinta-AQTU6S-en/
    Harvard
    Ginnett, Louis (1925) Jacinta. The Mercer Art Gallery. Available at: https://topimpressionists.com/pt/art/louis-ginnett-jacinta-AQTU6S-en/

    Observe de perto

    Jacinta — Louis Ginnett

    Olhar de perto

    Responda com suas próprias palavras. Não existem respostas erradas aqui — apenas respostas que você possa explicar.

    1. O que chama a sua atenção primeiro e por quê?
    2. Quais cores ou formas criam a atmosfera — e que atmosfera é essa?
    3. O nosso catálogo classifica esta obra sob: portrait painting, floral motif, vintage style. Concorda? O que acrescentaria ou removeria?
    4. Relembre HRH Arthur (1850–1943), Duke of Connaught, President of the Royal Academy of Music (1901–1942) (copy after Philip Alexius de László) (1939), apresentado anteriormente neste guia. Identifique dois elementos que esta obra compartilha com a anterior e um que seja diferente.
    5. Contemporary Realism: Living artists painting the real world with traditional skill, often from photographs as well as from life. Onde você pode observar isso nesta obra?

    Sua resposta

    Escreva um pequeno parágrafo sobre esta obra de arte. Utilize as informações das etapas anteriores deste guia e as suas respostas acima.

    Perguntas e Respostas

    Está disponível um download para "Jacinta"?

    Um download está disponível para "Jacinta": a página de Baixar da obra oferece download de imagem digital em alta resolução.

    Por que o status de direitos autorais de "Jacinta" é como é?

    O status de direitos autorais de "Jacinta" - em domínio público - seus direitos autorais expiraram - decorre do falecimento do artista em 1946.

    Como é construída a composição cromática de "Jacinta" de Louis Ginnett?

    A composição cromática de "Jacinta" de Louis Ginnett combina um contraste Balanced com uma harmonia Discordant Palette.