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Guia de Obras de Estudantes

Fish Magic

Nome Turma Data

Paul Klee, Fish Magic (1925), Museu de Arte da Filadélfia. Domínio público. Veja esta tela sob uma luz em movimento: o desenho, a cor real sob o verniz, o pigmento puro

Dados principais

Artista
Paul Klee topimpressionists.com/pt/artists/paul-klee_pt/
Datas do artista
1879 – 1940
Pintura a óleo
1925
Dimensões originais
98 x 77 cm
Movimento
Surrealist Expressionism Dream logic painted with waking precision: impossible things shown as if they were ordinary.
Período
Modern
Realizado em
Museu de Arte da Filadélfia topimpressionists.com/pt/museums/museu-de-arte-da-filadelfia-filadelfia_pt/
Artistic style
Expressionist blend
Influences
Cubism
Notable elements or techniques
Layered washes & dry brush
Subject or theme
Aquatic life & abstraction

No contexto

Fish Magic — Paul Klee

Qual é o tamanho?

As dimensões originais são 98 × 77 cm (altura × largura), representadas aqui ao lado de um adulto de altura média.

Quando foi pintado?

  1. 1870
  2. 1880
  3. 1890
  4. 1900
  5. 1910
  6. 1920
  7. 1930
  8. 1940

Linha acima: os anos. Linha abaixo: a idade do artista no início e no fim de cada período — 0 ao nascer, 61 ao falecer.

Pintado quando o artista tinha 46. O artista viveu até aos 61. 116 das 235 obras datadas deste artista em nosso catálogo são anteriores.

Sombreado: a trajetória de Paul Klee (1879–1940) ▲ esta obra, 1925 cada pintura datada, década por década

Primeiras obras: até 1920 Principais anos de atividade: 1920–1937 Obras tardias: a partir de 1937

Essas três faixas dividem as obras datadas neste catálogo em um primeiro quarto, uma metade central e um último quarto. Elas não representam a produção completa do artista: um período de escassez pode ser uma lacuna no registro, em vez de um intervalo de baixa atividade. Os mesmos anos com a trajetória do artista neles traçada

Comparar com

Escolha uma obra acima: mencione duas semelhanças entre ela e esta, e uma diferença.

Mais obras para acompanhar esta: topimpressionists.com/pt/art/similar/paul-klee-fish-magic-D2KHRF-en/

Cores

Medido a partir da imagem

    Cor principal

    Phthalo Green #23271d

    Paleta catalogada

    • #23271D
    • #85592E
    • #403F2D
    • #8E8780

    Estas cores integradas em toda a paleta do artista Encontre outras pinturas por cor

    Nome da cor principal
    Phthalo Green
    Intensidade
    Monochromatic O quão saturadas e variadas são as cores, desde um único tom suave até muitos tons vibrantes.
    Contraste
    Serene O grau de variação da luminosidade e saturação das cores ao longo da imagem.
    Harmonia
    Softly Mixed Palette A harmonia entre as cores, desde o contraste marcante até a total unidade.
    Brilho
    Deep_shadow O nível de luminosidade ou escuridão da imagem como um todo, desde as sombras profundas até os brilhos intensos.
    Saturação
    Subtle Color Quão puras e intensas são as cores, do quase cinza ao totalmente vívido.

    Onde no mundo esta pintura é apreciada?

    • menos de 1%
    • 1–3%
    • 3–8%
    • 8–20%
    • 20% ou mais
    Esta pintura sozinha possui poucos visitantes registrados para mapear, portanto, a placa apresenta todas as obras de Paul Klee nos últimos doze meses — 57 países ao todo. Origem destes dados

    Os dez principais países

    1. 1 China 41,2%62.100 visitas
    2. 2 Estados Unidos da América 10,5%15.800 visitas
    3. 3 Hong Kong 6,5%9.800 visitas
    4. 4 Singapura 6,5%9.800 visitas
    5. 5 Alemanha 3,3%5.000 visitas
    6. 6 Itália 3,2%4.900 visitas
    7. 7 França 2,8%4.300 visitas
    8. 8 Brasil 2,7%4.000 visitas
    9. 9 Espanha 2,2%3.300 visitas
    10. 10 Argentina 1,9%2.900 visitas
    11. · 47 outros países 19,2%29.000 visitas

    Encontre os três países mais escuros no mapa. O museu que guarda esta pintura está em algum deles? Escreva um motivo pelo qual pessoas de longe poderiam visitá-la.

    As 20 obras mais visualizadas de Paul Klee

    1. 1 Máquina Cantante 1 4,4%9.700 visitas
    2. 2 To Parnassus - Para Parnassos, 1932 3,5%7.700 visitas
    3. 3 Flora na areia, 1927 2,4%5.200 visitas
    4. 4 Paisagem com Pássaros Amarelos, 1923 2,0%4.500 visitas
    5. 5 Lenda do Nilo, 1937 1,9%4.100 visitas
    6. 6 Southern (Tunisian) Gardens 1,8%3.900 visitas
    7. 7 Ritmos Vermelho-Verde-Violeta-Amarelo, 1920 1,6%3.500 visitas
    8. 8 Fire at Full Moon 1,5%3.200 visitas
    9. 9 Jardim de Rosas, 1920 1,4%3.100 visitas
    10. 10 Fish Image, 1925 1,1%2.500 visitas
    11. 11 Tale à la Hoffmann 1,1%2.500 visitas
    12. 12 Folheto dos Comediantes, 1938 1,0%2.300 visitas
    13. 13 Women, 1921 1,0%2.300 visitas
    14. 14 Serpent, 1926 1,0%2.300 visitas
    15. 15 Arabian Princess 1,0%2.300 visitas
    16. 16 Reconstruindo, 1926 1,0%2.200 visitas
    17. 17 Crepúsculo em fogo, 1929 1,0%2.100 visitas
    18. 18 The messenger of autumn, 1922 0,9%2.000 visitas
    19. 19 Orvalho Ártico, 1920 0,9%2.000 visitas
    20. 37 Fish Magic, 1925 esta obra 0,5%1.100 visitas

    Juntas, estas obras representam 31,0% de toda a atenção que as pinturas deste artista receberam nos últimos doze meses. O catálogo contém 501 obras deste artista, das quais 415 foram visualizadas pelo menos uma vez. Esta pintura ocupa a 37 posição entre elas, com 0,5% dessa atenção (1.100 visitas). Os mesmos números, mês a mês

    As barras medem a atenção, não a qualidade. Escolha a obra no topo e esta aqui: mencione um fator que poderia tornar uma pintura famosa para além da sua técnica de execução.

    Sobre esta obra

    Fish Magic — Paul Klee

    Introduction

    Paul Klee, a Swiss-born German painter, was celebrated for his unique blend of expressionism, cubism, and surrealism. His work is characterized by its whimsical imagery, vibrant colors, and innovative techniques. One of his most iconic paintings, 'Fish Magic' (1925), exemplifies these qualities and offers a fascinating exploration of style, composition, and subject matter.

    Style

    Klee's style is often described as a fusion of various movements, including expressionism, cubism, and surrealism. In 'Fish Magic', he employs a distinctive visual language that combines abstract forms with representational elements. The painting features bold, geometric shapes, such as triangles and rectangles, which are overlaid with delicate lines and intricate patterns. This juxtaposition of forms creates a dynamic tension between the abstract and the figurative, resulting in a highly original work of art.

    Composition

    The composition of 'Fish Magic' is carefully balanced, with a strong emphasis on symmetry and repetition. The painting features two main elements: a large, central fish and a series of smaller, abstract shapes that surround it. These shapes are arranged in a circular pattern, creating a sense of movement and rhythm. Additionally, the use of contrasting colors and textures adds depth and visual interest to the composition.

    Subject Matter

    The subject matter of 'Fish Magic' is open to interpretation, as Klee often left his paintings untitled and refused to provide explicit explanations of their meaning. However, it is clear that the painting is inspired by the natural world, with its intricate patterns and organic forms. The central fish, in particular, is a recurring motif in Klee's work and may symbolize transformation, renewal, or spiritual rebirth.

    Conclusion

    Paul Klee's 'Fish Magic' is a masterpiece of expressionism that showcases the artist's innovative style, composition, and subject matter. Its whimsical imagery, vibrant colors, and intricate patterns make it a captivating work of art that continues to inspire and delight viewers today.

    Related Paintings

    If you enjoyed 'Fish Magic', be sure to check out these other works by Paul Klee:

    Paul Klee: Fish Image (1925)

    Paul Klee: Red Fish (1926)

    Paul Klee: Fish Collage (1925)

    All of these paintings are available as high-quality reproductions on AllPaintingsStore.com.

    Related Artists

    If you're interested in Paul Klee's work, be sure to explore the art of these other expressionist painters:

    Wassily Kandinsky

    Franz Marc

    Georgia O'Keeffe

    Their work, like Klee's, is characterized by its innovative style, bold colors, and expressive imagery.

    Artista e museu

    Artista

    Paul Klee

    Nascido em Münchenbuchsee, Suíça

    A Infância de Paul Klee

    Nascido em 18 de dezembro de 1879, em Münchenbuchsee, perto de Berna, na Suíça, Paul Klee cresceu em um lar definido pela disciplina da música. Ele era o segundo filho de Hans Wilhelm Klee, um professor de música alemão, e Ida Marie Klee, uma cantora suíça. Os sons das profissões de seus pais provavelmente moldaram a atmosfera de sua infância, proporcionando uma base rítmica que o acompanharia por todos os seus anos de maturidade. Aos onze anos, Klee já demonstrava um talento significativo para o violino, conquistando o convite para tocar com a Associação Musical de Berna.

    Apesar de sua aptidão musical, um caminho diferente começou a chamá-lo à medida que envelhecia. Em 1898, ele mudou-se para Munique para iniciar seus estudos na Academia de Belas Artes. Entre 1898 e 1901, ele treinou sob a orientação de Heinrich Knirr e Franz von Stuck. Esses primeiros anos de estudo formal foram um período de intenso aprendizado e luta. Embora demonstrasse uma habilidade natural para o desenho, ele frequentemente encontrava no uso da cor um obstáculo difícil de superar durante aqueles primeiros invernos rigorosos em Munique.

    Uma Jornada em Direção à Abstração

    O caminho rumo a uma nova forma de enxergar não foi uma linha reta. Nos seus primeiros anos, Paul Klee viajou para a Itália, de outubro de 1901 a maio de 1902, acompanhado por Hermann Haller. Embora a experiência tenha sido significativa, ele observou mais tarde que a luta com a cor permanecia como um desafio difícil e de longo prazo. Ele se viu preso entre as tradições clássicas do passado e um desejo crescente de encontrar uma linguagem visual mais pessoal. Por muito tempo, sua obra manteve-se amplamente focada no desenho e em composições em preto e branco, frequentemente inclinando-se para o grotesco ou para o satírico.

    Uma mudança profunda ocorreu em 1914, durante uma viagem à Tunísia com August Macke e Louis Moilliet. A luz límpida do Norte da África mudou tudo para ele. Sob aquela luz solar intensa, ele começou a desvincular a cor de seu dever de descrever objetos físicos. Em vez de usar a cor para imitar o mundo, ele a utilizou como uma força independente. Essa percepção forneceu o impulso de que ele precisava para avançar em direção à abstração. Por volta de 1915, ele havia dado as costas à natureza e nunca mais pintou a partir de modelos, optando, em vez disso, por expressar o mundo através de seus próprios símbolos internos e de sua imaginação.

    Hammamet com sua Mesquita (1914)

    Os Anos da Bauhaus e a Docência

    Em 1920, um novo capítulo de sua trajetória começou quando Walter Gropius convidou Paul Klee para integrar o corpo docente da Bauhaus. Ele dedicou a década seguinte à escola, trabalhando lado a lado com Wassily Kandinsky. Este período foi, talvez, o mais prolífico de sua carreira, visto que quase metade de toda a sua produção artística foi gestada ao longo desses dez anos. Sua passagem pela Bauhaus permitiu-lhe explorar a intrincada relação entre cor e forma com uma precisão quase científica, a qual ele documentou extensivamente em seus cadernos. Tais escritos tornaram-se fundamentais para qualquer um que busque compreender as engrenagens da composição moderna.

    Contudo, a estabilidade de sua carreira docente foi interrompida pelas convulsões políticas na Alemanha. Em 1933, Paul Klee foi destituído de seu cargo na Academia de Belas Artes de Düsseldorf devido à ascensão do regime Nacional-Socialista, que classificou sua obra como “degenerada”. Esse cenário forçou-o a deixar a academia e retornar à sua Berna natal. A mudança em seu entorno e o crescente turbilhão político começaram a alterar o tom de sua obra, afastando-a do lúdico de seus anos anteriores em direção a uma perspectiva mais sombria e densa.

    Técnica e Estilo Artístico

    Paul Klee era um desenhista nato, dotado de uma compreensão profunda e quase científica da teoria das cores. Sua abordagem à tela raramente se limitava à simples imitação da realidade; em vez disso, ele construía suas composições através de um estilo altamente individual, tecido pelas influências do expressionismo, cubismo e surrealismo. Frequentemente, trabalhava em pequena escala, utilizando meios delicados como a aquarela sobre gaze ou papel com base de giz. Essa experimentação permitia-lhe explorar a interação entre a luz e o pigmento de maneiras que a pintura a óleo tradicional não seria capaz de capturar. Além disso, revelou-se um gravador prolífico, utilizando águas-fortes em placas de zinco e litografias para expandir seu rico vocabulário visual.

    Havia uma certa ludicidade em sua imaginação que evocava, simultaneamente, o sofisticado e o simples. Ele costumava povoar suas obras com motivos recorrentes: pequenas figuras de palito, peixes suspensos e rostos lunares. Esses símbolos eram frequentemente organizados em grades ou padrões que ressoavam como música visual. Sua curiosidade técnica o levou até métodos pouco convencionais, como o uso de uma agulha para desenhar sobre vidro enegrecido, uma técnica que utilizou para criar cinquenta e sete obras distintas. Tal método exigia uma mão firme e uma compreensão precisa de como a luz incidiria sobre os sulcos deixados na superfície escura.

    With the Egg (1917)

    Fish Magic (1925)

    Static-Dynamic Gradation (1923)

    Comedians' Handbill (1938)

    Obras-Chave e Composições Notáveis

    A capacidade de Paul Klee de traduzir o invisível em algo visível é, talvez, mais evidente em suas obras de maturidade. Em 1915, ele pintou Woman Knitting, uma peça que captura uma sensação de movimento rítmico e silencioso. À medida que seu fascínio pela relação entre cor e forma se aprofundava, ele produziu Fish Magic em 1925, uma obra que demonstra sua habilidade de utilizar formas simples para sugerir algo muito mais complexo e misterioso. Suas composições frequentemente dependiam de um tipo específico de música visual, onde linhas e cores atuavam como notas em uma partitura.

    Já no final da década de 1920, seu trabalho assumiu uma qualidade mais estruturada, quase arquitetônica. Ships in the Dark, criada em 1927, revela sua destreza em equilibrar luz e sombra para criar uma sensação de profundidade espacial. Conforme o clima político na Europa tornava-se mais pesado, sua arte acompanhou esse movimento. O ludismo de seus anos iniciais começou a desvanecer, sendo substituído por um tom mais sombrio. Essa transição é visível em Comedians' Handbill, de 1938, onde as linhas tornam-se mais espessas e as formas mais generalizadas. Mesmo em seus anos finais, com o declínio de sua saúde, ele continuou a encontrar maneiras de expressar a gravidade de seu entorno, como se observa na obra de 1939, Angel Applicant.

    Woman Knitting (1915)

    Fish Magic (1925)

    Ships in the Dark (1927)

    Comedians' Handbill (1938)

    Angel Applicant (1939)

    Anos Tardios e Morte

    O clima político na Europa começou a escurecer significativamente durante a década de 1930. Em 1933, os Nacional-Socialistas declararam sua arte como "degenerada", uma decisão que o forçou a deixar seu cargo de professor na Academia de Belas Artes de Düsseldorf. Essa demissão encerrou um período de relativa estabilidade e o enviou de volta à sua Berna natal. À medida que as sombras da guerra e o tumulto político cresciam, sua obra começou a se transformar. A leveza de seus anos anteriores desvaneceu-se, substituída por uma perspectiva mais sombria e melancólica. Suas linhas tornaram-se mais pesadas, transformando-se frequentemente em grossas barras pretas, e suas formas tornaram-se mais generalizadas e amplas.

    Essa mudança em sua pintura refletia a gravidade crescente do mundo ao seu redor. O lúdico que outrora definia suas composições deu lugar a um sentimento de peso e seriedade. Mesmo com o declínio de sua própria saúde, ele continuou a produzir obras que capturavam a tensão daquela era. Suas peças tardias frequentemente pareciam mais despojadas, utilizando cores mais simples e formas mais substanciais para expressar um senso de perda ou gravidade. Ele faleceu em 29 de junho de 1940, em Muralto, na Suíça.

    Comedians' Handbill (1938)

    Angel Applicant (1939)

    Onde Ver Suas Obras Hoje

    Para encontrar os vestígios de sua prolífica produção, pode-se viajar até Berna, na Suíça. O Zentrum Paul Klee detém uma presença significativa de sua obra, oferecendo um espaço para o encontro com a linguagem visual que ele desenvolveu ao longo de toda a sua vida. Próximo dali, o Kunstmuseum Bern também preserva fragmentos de sua história, incluindo obras como To Parnassus.

    Sua influência estende-se muito além das fronteiras da Suíça. Em Nova York, o Metropolitan Museum of Art mantém uma coleção substancial, incluindo noventa obras que foram doadas por Heinz Berggruen. Essas peças permitem ao espectador testemunhar a evolução de seu pensamento através de seu uso específico de cor e forma. Em Londres, a coleção da Tate abriga diversas de suas composições, como Walpurgis Night.

    To Parnassus

    Walpurgis Night

    Museu

    Museu de Arte da Filadélfia

    Em exibição em Filadélfia, Estados Unidos da América

    A Sanctuary of Artistic Voices: The Philadelphia Museum of Art

    Nestled on the crest of Benjamin Franklin Parkway in the heart of Philadelphia, the Philadelphia Museum of Art is more than just a repository for art; it’s an immersive experience, a testament to centuries of human creativity and a vibrant reflection of American culture. From its humble beginnings as a showcase for the Centennial Exposition to its current status as one of the nation's premier art institutions, the museum has consistently evolved while remaining deeply rooted in its rich history. The iconic steps, immortalized in the film Rocky, beckon visitors not just to admire the building’s grandeur but to participate in a shared cultural narrative—a symbol of perseverance and the enduring power of artistic aspiration. More than simply displaying masterpieces, the museum invites contemplation, sparking dialogue and fostering a profound connection between the viewer and the art itself.

    The story begins with the grand vision of the 1876 Centennial Exposition. Initially conceived as a showcase for applied arts and sciences—a celebration of industry and innovation—it quickly blossomed into a comprehensive institution dedicated to preserving and exhibiting art from across globe. The architectural design, spearheaded by Horace Trumbauer and brought to life through the crucial contributions of Julian Abele—the first African-American graduate of the University of Pennsylvania’s Department of Architecture—is itself a work of art. Constructed from Minnesota dolomite, the building exudes an elegance and grandeur befitting its contents, a physical embodiment of artistic ideals. Abele's meticulous detailing – the delicate carvings, the precisely placed columns, the subtle variations in stone texture – adds a layer of refined beauty that elevates the entire structure beyond mere functionality. It’s a building designed not just to house art, but to celebrate it, a harmonious blend of classical inspiration and modern sensibility.

    Stepping inside is akin to embarking on a journey through time and across continents. The museum's collection boasts over 240,000 objects, encompassing an astonishing range of artistic mediums and historical periods. European paintings dominate the early galleries, offering a sweeping panorama from the Renaissance masters—Botticelli’s ethereal Venus, a study in delicate color and idealized beauty, Rembrandt’s dramatic lighting, capturing both the grandeur and vulnerability of human experience, to the Impressionists—Monet’s shimmering water lilies, evoking the fleeting nature of light and atmosphere, Renoir’s joyful gatherings, brimming with life and the celebration of everyday moments. However, to limit the museum to its European holdings would be a profound disservice. A comprehensive survey of American art unfolds before the visitor’s eyes, tracing the evolution of artistic expression within the United States from colonial times to contemporary explorations. This section provides a rich understanding of how America's unique cultural landscape has shaped its artistic identity, showcasing works by artists like William Michael Harnett, whose “Still Life: Writing Table” exemplifies the mastery of trompe-l’œil realism—a technique so convincing that it appears to leap off the canvas, blurring the line between art and reality, and Nettie Pettway Young, whose iconic Gee’s Bend quilts embody the spirit of African American artistry—each stitch a testament to tradition, resilience, and profound storytelling. Beyond Europe and America, the museum extends its reach across continents with an extensive collection of Asian art—ceramics, bronzes, paintings, and sculptures that offer glimpses into the region's profound artistic heritage, including the exquisite works of Gim Eung-won, a Korean master painter renowned for his intricate depictions of orchids and rocks – capturing both their delicate beauty and the strength of nature.

    A Living Cultural Hub: Exhibitions and Engagement

    The Philadelphia Museum of Art is not merely a place to view art; it’s a space designed to foster engagement and inspire creativity. The museum consistently hosts rotating special exhibitions that bring fresh perspectives and introduce new artists to the public eye, ranging from groundbreaking retrospectives celebrating the legacies of masters like Cézanne – exemplified by his poignant “Seated Peasant,” a study in muted tones and expressive brushstrokes – to thematic explorations of specific artistic movements. These initiatives ensure that the museum remains a dynamic cultural hub, constantly evolving and adapting to the needs of its community. Beyond these temporary displays, the museum offers a wealth of educational programs tailored for audiences of all ages—from family workshops and school tours designed to spark curiosity in young minds, to lectures and artist talks offering insights into the creative process, making art accessible and engaging for everyone.

    Architectural Marvels and Historical Context

    The building itself is an integral part of the museum’s story. The original design by Horace Trumbauer, complemented by Julian Abele's masterful detailing, reflects a commitment to architectural grandeur and artistic harmony. However, the museum’s evolution has continued through significant expansions and renovations. The addition of the Rodin Museum, housing Auguste Rodin’s iconic sculptures including The Thinker, provides a dedicated space for this influential artist’s work – a powerful meditation on contemplation and humanity's inner struggles, and more recently, the Perelman Building, designed by Frank Gehry, opened in 2007, dramatically reshaping the interior and adding new galleries for prints, drawings, photographs, and design objects. This modern addition seamlessly integrates with the historic building, creating a dynamic and visually stunning space – a testament to the museum’s ability to embrace innovation while honoring its past.

    A Legacy of Innovation and Expansion

    Throughout its history, the Philadelphia Museum of Art has demonstrated a commitment to growth and innovation. The museum’s dedication to diversity, equity, inclusion, and accessibility is reflected in ongoing efforts to ensure that all visitors feel welcome and valued. The Core Project, completed in 2021, represents a monumental investment in the museum's future, transforming the interior with new galleries, improved circulation, and enhanced visitor amenities. The addition of stunning views of the city skyline from the renovated spaces further elevates the visitor experience. “Rocky Steps” themselves are more than just a visual landmark; they’re a symbol of determination and achievement, attracting visitors from around globe who come to reenact the iconic scene and connect with the spirit of perseverance. The museum's commitment extends beyond its main building, encompassing the historic colonial-era houses of Mount Pleasant and Cedar Grove in Fairmount Park, adding another layer to its historical significance and offering a glimpse into Philadelphia’s past.

    Onde ler mais

    Encontre online

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    topimpressionists.com/pt/art/download/paul-klee-fish-magic-D2KHRF-en/

    Como citar esta obra

    MLA
    Klee, Paul. Fish Magic. 1925, Museu de Arte da Filadélfia. https://topimpressionists.com/pt/art/paul-klee-fish-magic-D2KHRF-en/
    APA
    Klee, Paul (1925). Fish Magic [Painting]. Museu de Arte da Filadélfia. https://topimpressionists.com/pt/art/paul-klee-fish-magic-D2KHRF-en/
    Chicago
    Paul Klee. Fish Magic. 1925. Museu de Arte da Filadélfia. https://topimpressionists.com/pt/art/paul-klee-fish-magic-D2KHRF-en/
    Harvard
    Klee, Paul (1925) Fish Magic. Museu de Arte da Filadélfia. Available at: https://topimpressionists.com/pt/art/paul-klee-fish-magic-D2KHRF-en/

    Observe de perto

    Fish Magic — Paul Klee

    Observe de perto

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    1. O que chama a sua atenção primeiro e por quê?
    2. Quais cores ou formas criam a atmosfera — e que atmosfera é essa?
    3. Quantos rostos você consegue encontrar? ____ (o nosso catálogo conta 1 — você concorda?)
    4. O nosso catálogo classifica esta obra sob: geometric shapes, fish motif, dark palette. Concorda? O que acrescentaria ou removeria?
    5. Relembre Máquina Cantante 1, visto anteriormente neste guia. Nomeie duas características que esta obra compartilha com a anterior e uma que seja diferente.

    Sua resposta

    Escreva um pequeno parágrafo sobre esta obra de arte. Utilize as informações das etapas anteriores deste guia e as suas respostas acima.

    Perguntas e Respostas

    Qual é a situação dos direitos autorais de "Fish Magic", de Paul Klee?

    O status de direitos autorais de "Fish Magic" - em domínio público — seus direitos autorais expiraram - decorre do falecimento do artista em 1940.

    Para qual ambiente "Fish Magic", de Paul Klee é recomendado?

    "Fish Magic", de Paul Klee é recomendado para um(a) Living Room. Esta sugestão baseia-se no tema, nas cores e na atmosfera da obra.

    Qual é a técnica e a data de criação de "Fish Magic", de Paul Klee?

    "Fish Magic" foi realizada em 1925, em Acrylic On Canvas.