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Guia de Obras de Estudantes

Cumberland

Nome Turma Data

Raymond James Coxon, Cumberland (1934), Pallant House Gallery. Reproduzido para fins de referência; todos os direitos reservados ao detentor dos direitos. Veja esta tela sob uma luz em movimento: o desenho, a cor real sob o verniz, o pigmento puro

Dados principais

Artista
Raymond James Coxon topimpressionists.com/pt/artists/raymond-james-coxon_pt/
Datas do artista
1896 – 1997
Pintura a óleo
1934
Dimensões originais
10 x 13 cm
Movimento
Contemporary Realism Living artists painting the real world with traditional skill, often from photographs as well as from life.
Período
Modern
Realizado em
Pallant House Gallery topimpressionists.com/pt/museums/pallant-house-gallery-chichester_pt/
Artistic style
Landscape painting
Notable elements
Cows, mountains, dramatic red/orange sky
Subject or theme
Pastoral scene and nature harmony

No contexto

Cumberland — Raymond James Coxon

Qual é o tamanho?

As dimensões originais são 10 × 13 cm (altura × largura), representadas aqui ao lado de um adulto de altura média.

Quando foi pintado?

  1. 1890
  2. 1900
  3. 1910
  4. 1920
  5. 1930
  6. 1940
  7. 1950
  8. 1960
  9. 1970
  10. 1980
  11. 1990

Linha acima: os anos. Linha abaixo: a idade do artista no início e no fim de cada período — 0 ao nascer, 101 ao falecer.

Pintado quando o artista tinha 38. O artista viveu até aos 101. 9 das 16 obras datadas deste artista em nosso catálogo são anteriores.

Sombreado: a trajetória de Raymond James Coxon (1896–1997) ▲ esta obra, 1934 cada pintura datada, década por década

Primeiras obras: até 1927 Principais anos de atividade: 1927–1940 Obras tardias: a partir de 1940

Essas três faixas dividem as obras datadas neste catálogo em um primeiro quarto, uma metade central e um último quarto. Elas não representam a produção completa do artista: um período de escassez pode ser uma lacuna no registro, em vez de um intervalo de baixa atividade. Os mesmos anos com a trajetória do artista neles traçada

Comparar com

  • Playing Marbles, 1928 topimpressionists.com/pt/art/raymond-james-coxon-playing-marbles-AQSE2Z-en/
  • Midday, 1927 topimpressionists.com/pt/art/raymond-james-coxon-midday-AQSE37-en/
  • Dewpond, Surrey, 1929 topimpressionists.com/pt/art/raymond-james-coxon-dewpond-surrey-AQSE35-pt/

Escolha uma obra acima: mencione duas semelhanças entre ela e esta, e uma diferença.

Mais obras para acompanhar esta: topimpressionists.com/pt/art/similar/raymond-james-coxon-cumberland-AQSE33-en/

Cores

Medido a partir da imagem

    Cor principal

    Driftwood #826e4d

    Paleta catalogada

    • #826E4D
    • #B87449
    • #394549
    • #BAA174

    Estas cores integradas em toda a paleta do artista Encontre outras pinturas por cor

    Paleta
    Dark A família de cores predominante na imagem.
    Nome da cor principal
    Driftwood
    Intensidade
    Vivid O quão saturadas e variadas são as cores, desde um único tom suave até muitos tons vibrantes.
    Contraste
    Gentle O grau de variação da luminosidade e saturação das cores ao longo da imagem.
    Harmonia
    Softly Mixed Palette A harmonia entre as cores, desde o contraste marcante até a total unidade.
    Brilho
    Bright O nível de luminosidade ou escuridão da imagem como um todo, desde as sombras profundas até os brilhos intensos.
    Saturação
    Clear Color Presence Quão puras e intensas são as cores, do quase cinza ao totalmente vívido.

    Onde no mundo esta pintura é apreciada?

    • menos de 1%
    • 1–3%
    • 3–8%
    • 8–20%
    • 20% ou mais
    Esta pintura sozinha possui poucos visitantes registrados para mapear, portanto, a placa apresenta todas as obras de Raymond James Coxon nos últimos doze meses — 2 países ao todo. Origem destes dados

    Os dez principais países

    1. 1 China 83,3%
    2. 2 Malásia 16,7%

    Encontre os três países mais escuros no mapa. O museu que guarda esta pintura está em algum deles? Escreva um motivo pelo qual pessoas de longe poderiam visitá-la.

    As 7 obras mais visualizadas de Raymond James Coxon

    1. 1 Cumberland, 1934 esta obra 14,3%
    2. 2 Tremadoc, 1938 14,3%
    3. 3 Chrysanthemums, 1950 14,3%
    4. 4 Convoy, 1942 14,3%
    5. 5 Playing Marbles, 1928 14,3%
    6. 6 Crackpot Hill, Swaledale, 1940 14,3%
    7. 7 Muker Village, Swaledale 14,3%

    Juntas, estas obras representam 100,0% de toda a atenção que as pinturas deste artista receberam nos últimos doze meses. O catálogo contém 34 obras deste artista, das quais 7 foram visualizadas pelo menos uma vez. Esta pintura ocupa a 1 posição entre elas, com 14,3% dessa atenção. Os mesmos números, mês a mês

    As barras medem a atenção, não a qualidade. Escolha a obra no topo e esta aqui: mencione um fator que poderia tornar uma pintura famosa para além da sua técnica de execução.

    Artista e museu

    Artista

    Raymond James Coxon

    Nascido em Hanley, Reino Unido

    Um Século de Visão: A Vida e o Legado de Raymond James Coxon

    A história da arte britânica do século XX é frequentemente narrada através da lente de movimentos súbitos e mudanças radicais, mas poucas vidas encarnam o espírito duradouro da evolução artística tão profundamente quanto a de Raymond James Coxon. Nascido em Hanley, Staffordshire, em 1896, a jornada de Coxon foi marcada por uma longevidade notável e uma amplitude estilística que abrangeu quase um século inteiro de exploração criativa. Sua vida foi moldada pelas marés tumultuadas da história, desde as experiências angustiantes da Grande Guerra até os momentos quietos e contemplativos da reconstrução do pós-guerra. Esta vasta tela temporal permitiu-lhe testemunhar — e participar — da transformação da paisagem estética britânica, movendo-se dos rigorosos fundamentos clássicos de sua juventidade em direção a um modernismo mais matizado e experimental.

    A identidade artística de Coxon foi forjada nos prestigiados corredores da Leeds School of Art e do Royal College of Art. Foi durante esses anos formativos que ele desenvolveu um profundo respeito pelo domínio técnico, uma característica nutrida sob a orientação de figuras influentes como Sir William Rothenstein. Suas primeiras conquistas acadêmicas foram nada menos que ambiciosas; sua obra de diploma, um mural monumental inspirado na Expulsão do Paraíso de Masaccio, revelou um jovem artista capaz de lidar com grandes narrativas clássicas e complexas emoções humanas. Este período também foi marcado por conexões sociais significativas, notadamente uma amizade com o lendário escultor Henry Moore, que colocou Coxon dentro de um círculo vibrante de artistas que redefiniriam os limites da escultura e da pintura britânicas.

    Do Campo de Batalha à Tela

    A trajetória da carreira de Coxon foi irrevogavelmente alterada pelo seu serviço no Machine Gun Corps durante a Primeira Guerra Mundial. Embora o conflito tenha trazido imensas dificuldades, também proporcionou uma perspectiva única e visceral que informaria para sempre suas habilidades de observação. Servindo na seção de cavalaria, Coxon utilizou miniaturas em aquarela para documentar as realidades fugazes e muitas vezes brutais das linhas de frente. Essas obras de pequena escala serviram como janelas íntimas para um mundo em caos, exigindo uma precisão e uma capacidade de capturar a atmosfera que mais tarde se tornariam marcas registradas de seu repertório mais amplo. Este período de documentação instilou nele um profundo senso da importância do "momento" — a habilidade de congelar o tempo através da ponta de um pincel.

    À medida que as décadas progrediam, o trabalho de Coxon começou a refletir um afastamento fascinante das formas puramente representacionais. Embora permanecesse profundamente enraizado nas tradições da paisagem e do retrato, havia uma atração inconfundível pelo abstracionismo. Suas paisagens, como a evocativa Dewpond, Surrey, demonstram um domínio magistral sobre a luz e a topografia, mas também sugerem uma compreensão mais profunda e estrutural do mundo natural. Da mesma forma, seus retratos, exemplificados pelo elegante Model Resting, exibem um uso sofisticado de tom e forma para transmitir caráter e presença, fundindo a disciplina clássica de seu treinamento com uma sensibilidade moderna para a textura e o espaço.

    Uma Impressão Artística Duradoura

    A importância de Raymond James Coxon reside não apenas na amplitude de sua temática, mas em sua capacidade de permanecer relevante através das mudanças das épocas artísticas. Sua obra serve como uma ponte entre os valores tradicionalistas do final da era vitoriana e o espírito experimental de meados do século XX. Seja capturando a beleza rústica de Tremadoc ou explorando as complexidades da figura humana, o trabalho de Coxon permanece ancorado por um compromisso sincero com o ofício da pintura.

    Refletir sobre sua vida é traçar a própria evolução da arte britânica:

    Domínio Técnico: Uma base construída sobre princípios clássicos e um rigoroso treinamento acadêmico.

    Testemunha Histórica: Um artista cuja visão foi aguçada pela experiência direta de conflitos globais.

    Versatilidade Estilística: Uma transição fluida de miniaturas detalhadas em aquarela para explorações abstratas e audaciosas.

    Influência Duradoura: Um legado definido por uma dedicação vitalícia ao observar e interpretar o mundo ao seu redor.

    Através de suas paisagens, retratos e experimentos abstratos, Coxon deixou para trás um corpo de trabalho que continua a ressoar naqueles que buscam a intersecção entre a profundidade histórica e a beleza atemporal.

    Museu

    Pallant House Gallery

    Em exibição em Chichester, United Kingdom

    A Sanctuary for British Modernism

    Nestled in the heart of Chichester, a city steeped in Roman and Anglo-Saxon heritage,

    Pallant House Gallery

    serves as both a custodian of Britain’s vibrant artistic past and a beacon illuminating its contemporary expressions. More than just a destination for art lovers, it offers an immersive experience—a journey through the evolution of British art from the early 20th century to the present day. All these treasures are housed within the elegant embrace of a beautifully restored Queen Anne townhouse, where the very stones whisper stories of centuries past. This historic setting provides a striking and harmonious counterpoint to the often-challenging and innovative artworks contained within its walls, creating a space where walking through the rooms feels akin to stepping into a profound dialogue between history and modernity, tradition and rebellion.

    The soul of the gallery resides in its extraordinary collection, which traces the pulse of British creativity. The story begins with the remarkable vision of Walter Hussey, who in 1977 left a foundational bequest that established the gallery's core identity. This initial gift brought luminaries such as

    Barbara Hepworth

    ,

    Henry Moore

    ,

    John Piper

    ,

    Ceri Richards

    , and

    Graham Sutherland

    into the light of public appreciation. Over the decades, this landscape of expression has been enriched by generous donations from figures like Charles Kearley and Sir Colin St John Wilson, adding layers of complexity that bridge the gap between national identity and international movements. Visitors may find themselves captivated by the rhythmic abstractions of

    Ben Nicholson

    or drawn into the visceral, human depths of works by

    Lucian Freud

    and

    Richard Hamilton

    .

    Architectural Dialogue and Living Culture

    The architectural experience of Pallant House Gallery is a masterclass in the interplay between old and new. While the original Queen Anne townhouse exudes a timeless, stately elegance, the addition of the contemporary wing, designed by Long & Associates, demonstrates a bold embrace of the future. This extension is far more than a mere structural addition; it is a carefully considered architectural dialogue. The way light and shadow dance within the modern wing enhances the viewing experience, drawing the eye to the intricate textures and emotional resonance of each piece on display. For the art lover or interior designer, this juxtaposition of classical grace and avant-garde geometry offers a profound lesson in how space can elevate subject matter.

    Beyond its permanent treasures, Pallant House Gallery distinguishes itself as a living cultural hub through a vibrant program of temporary exhibitions that consistently introduce fresh perspectives. By showcasing both established masters and emerging voices, the gallery ensures that its narrative remains dynamic and ever-evolving. This commitment to engagement extends into the digital realm through

    Perspectives

    , the gallery’s insightful blog, which offers behind-the-scenes glimpses into the creative process. Whether one is a seasoned collector seeking depth or a curious wanderer looking for inspiration, Pallant House Gallery offers a sanctuary where the legacy of British Modernism can be felt, seen, and deeply understood.

    Onde ler mais

    Encontre online

    QR code que direciona para a página de download de Cumberland

    topimpressionists.com/pt/art/download/raymond-james-coxon-cumberland-AQSE33-en/

    Como citar esta obra

    MLA
    Coxon, Raymond James. Cumberland. 1934, Pallant House Gallery. https://topimpressionists.com/pt/art/raymond-james-coxon-cumberland-AQSE33-en/
    APA
    Coxon, Raymond James (1934). Cumberland [Painting]. Pallant House Gallery. https://topimpressionists.com/pt/art/raymond-james-coxon-cumberland-AQSE33-en/
    Chicago
    Raymond James Coxon. Cumberland. 1934. Pallant House Gallery. https://topimpressionists.com/pt/art/raymond-james-coxon-cumberland-AQSE33-en/
    Harvard
    Coxon, Raymond James (1934) Cumberland. Pallant House Gallery. Available at: https://topimpressionists.com/pt/art/raymond-james-coxon-cumberland-AQSE33-en/

    Observe de perto

    Cumberland — Raymond James Coxon

    Observe de perto

    Responda com suas próprias palavras. Não existem respostas erradas aqui — apenas respostas que você possa explicar.

    1. O que chama a sua atenção primeiro e por quê?
    2. Quais cores ou formas criam a atmosfera — e que atmosfera é essa?
    3. O nosso catálogo classifica esta obra sob: landscape, cows, mountains. Concorda? O que acrescentaria ou removeria?
    4. Relembre Playing Marbles (1928), apresentado anteriormente neste guia. Identifique dois elementos que esta obra compartilha com a anterior e um que seja diferente.
    5. Contemporary Realism: Living artists painting the real world with traditional skill, often from photographs as well as from life. Onde você pode observar isso nesta obra?

    Sua resposta

    Escreva um pequeno parágrafo sobre esta obra de arte. Utilize as informações das etapas anteriores deste guia e as suas respostas acima.

    Perguntas e Respostas

    Posso examinar "Cumberland" com mais detalhes?

    "Cumberland" pode ser examinado camada por camada na página Raio X da obra, um visualizador inspirado em uma mesa de luz de conservação com onze leituras ópticas da imagem.

    Posso ver "Cumberland", de Raymond James Coxon na minha própria parede antes de comprar?

    A página de Prévia em RA de "Cumberland", de Raymond James Coxon utiliza realidade aumentada para mostrar a obra em seu próprio espaço, através de um dispositivo compatível.

    Qual paleta e cor predominante definem "Cumberland"?

    "Cumberland" é definido por uma paleta Dark com destaque para Driftwood (#826e4d).