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Guia de Obras de Estudantes

Casa de trás da Granja

Nome Turma Data

Robert Polhill Bevan, Casa de trás da Granja (1904), Swindon Art Gallery. Domínio público. Veja esta tela sob uma luz em movimento: o desenho, a cor real sob o verniz, o pigmento puro

Dados principais

Artista
Robert Polhill Bevan topimpressionists.com/pt/artists/robert-polhill-bevan_pt/
Datas do artista
1865 – 1925
Pintura a óleo
1904
Dimensões originais
34 x 40 cm
Movimento
Post-Impressionism Artists who kept the bright colour of Impressionism but pushed shape and feeling further than the eye really sees.
Realizado em
Swindon Art Gallery topimpressionists.com/pt/museums/swindon-art-gallery-swindon/
ElementosNotáveis
Casa antiga, Chimenea, Árvores
Meio
Pintura
Movimento
Fauvismo
Título
Back of the Granary, Poland

No contexto

Casa de trás da Granja — Robert Polhill Bevan

Qual é o tamanho?

As dimensões originais são 34 × 40 cm (altura × largura), representadas aqui ao lado de um adulto de altura média.

Quando foi pintado?

  1. 1860
  2. 1870
  3. 1880
  4. 1890
  5. 1900
  6. 1910
  7. 1920

Linha acima: os anos. Linha abaixo: a idade do artista no início e no fim de cada período — 0 ao nascer, 60 ao falecer.

Pintado quando o artista tinha 39. O artista viveu até aos 60. 12 das 89 obras datadas deste artista em nosso catálogo são anteriores.

Sombreado: a trajetória de Robert Polhill Bevan (1865–1925) ▲ esta obra, 1904 cada pintura datada, década por década

Primeiras obras: até 1907 Principais anos de atividade: 1907–1917 Obras tardias: a partir de 1917

Essas três faixas dividem as obras datadas neste catálogo em um primeiro quarto, uma metade central e um último quarto. Elas não representam a produção completa do artista: um período de escassez pode ser uma lacuna no registro, em vez de um intervalo de baixa atividade. Os mesmos anos com a trajetória do artista neles traçada

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Mais obras para acompanhar esta: topimpressionists.com/pt/art/similar/robert-polhill-bevan-casa-de-tras-da-granja-AQSD2X-pt/

Cores

Medido a partir da imagem

    Cor principal

    Verde de seiva #6e754f

    Paleta catalogada

    • #6E754F
    • #779BC2
    • #4D4953
    • #B9896F

    Estas cores integradas em toda a paleta do artista Encontre outras pinturas por cor

    Paleta
    Tons terrosos A família de cores predominante na imagem.
    Nome da cor principal
    Verde de seiva
    Intensidade
    Equilibrado O quão saturadas e variadas são as cores, desde um único tom suave até muitos tons vibrantes.
    Contraste
    Suave O grau de variação da luminosidade e saturação das cores ao longo da imagem.
    Harmonia
    Paleta discordante A harmonia entre as cores, desde o contraste marcante até a total unidade.
    Brilho
    Equilibrada O nível de luminosidade ou escuridão da imagem como um todo, desde as sombras profundas até os brilhos intensos.
    Saturação
    Suave e equilibrado Quão puras e intensas são as cores, do quase cinza ao totalmente vívido.

    Onde no mundo esta pintura é apreciada?

    • menos de 1%
    • 1–3%
    • 3–8%
    • 8–20%
    • 20% ou mais
    Esta pintura sozinha possui poucos visitantes registrados para mapear, portanto, a placa apresenta todas as obras de Robert Polhill Bevan nos últimos doze meses — 7 países ao todo. Origem destes dados

    Os dez principais países

    1. 1 China 77,5%3.100 visits
    2. 2 Austrália 7,5%300 visits
    3. 3 Reino Unido 5,0%200 visits
    4. 4 Alemanha 2,5%100 visits
    5. 5 Dinamarca 2,5%100 visits
    6. 6 França 2,5%100 visits
    7. 7 Estados Unidos da América 2,5%100 visits

    Encontre os três países mais escuros no mapa. O museu que guarda esta pintura está em algum deles? Escreva um motivo pelo qual pessoas de longe poderiam visitá-la.

    As 20 obras mais visualizadas de Robert Polhill Bevan

    1. 1 Cumberland Marker, North Side, 1915 6,2%300 visits
    2. 2 Casa de trás da Granja, 1904 esta obra 6,2%300 visits
    3. 3 Campo da Cidade, 1914 6,2%300 visits
    4. 4 The Chestnut Tree, 1916 4,2%200 visits
    5. 5 Ploughing on the Downs, 1906 4,2%200 visits
    6. 6 Devonshire Valley, No. 2, 1913 4,2%200 visits
    7. 7 Polish Tavern, 1903 4,2%200 visits
    8. 8 Sob o Martelo, 1914 4,2%200 visits
    9. 9 Ploughing on the Downs, 1907 4,2%200 visits
    10. 10 The Chestnut Tree, 1919 4,2%200 visits
    11. 11 Morning over the Ploughed Fields, 1904 4,2%200 visits
    12. 12 Meadows, Poland 4,2%200 visits
    13. 13 From the Artist's Window, 1915 2,1%100 visits
    14. 14 Sale at Tattersall's, 1911 2,1%100 visits
    15. 15 Mount Stephen, Devon, 1924 2,1%100 visits
    16. 16 Mare and Foal, 1917 2,1%100 visits
    17. 17 Devon Cottage, 1920 2,1%100 visits
    18. 18 Showing at Tattersall's, 1919 2,1%100 visits
    19. 19 Two Bridges, 1912 2,1%100 visits
    20. 20 Cumberland Market, North Side, 1912 2,1%100 visits

    Juntas, estas obras representam 73,2% de toda a atenção que as pinturas deste artista receberam nos últimos doze meses. O catálogo contém 95 obras deste artista, das quais 33 foram visualizadas pelo menos uma vez. This painting ranks 2 of them, with 6,2% of that attention (300 visits). Os mesmos números, mês a mês

    As barras medem a atenção, não a qualidade. Escolha a obra no topo e esta aqui: mencione um fator que poderia tornar uma pintura famosa para além da sua técnica de execução.

    Sobre esta obra

    Casa de trás da Granja — Robert Polhill Bevan

    Notas sobre esta obra

    Elaborado para este guia a partir de fontes publicadas. O registro do catálogo propriamente dito encontra-se na primeira parte deste guia.

    Ano
    1904
    Dimensões
    34 x 40 cm
    EstiloArtístico
    Paisagem Vibrante
    Influências
    Impressionismo
    Localização
    Coleção Particular
    Tema
    Vida Rural

    Uma Jornada pela Luz e Cor da Paisagem Britânica: Robert Polhill Bevan e “Back of the Granary”

    Robert Polhill Bevan (1865–1925) permanece uma figura fascinante no panorama artístico britânico inicial do século XX, frequentemente negligenciada em comparação com seus contemporâneos mais renomados. Sua trajetória artística foi marcada por uma busca incessante pela inovação e pela expressão emocional, consolidando-se como um dos fundadores do Grupo Camden Town e um precursor da estética pós-impressionista que influenciou profundamente o desenvolvimento da arte moderna inglesa. Este grupo de artistas desafiou as convenções estéticas dominantes da época, buscando novas formas de capturar a beleza da natureza e a vida cotidiana com uma intensidade cromática inédita – uma abordagem que Bevan abraçou com fervor e que encontra expressão máxima em obras como “Back of the Granary”, pintada em 1904.

    Estilo e Influências: Bevan se destacou por sua adesão ao movimento Fauvista, liderado por André Derain e Maurice Denis, um estilo que rejeitou a busca pela reprodução fiel da realidade em favor de uma paleta vibrante e expressiva, onde cores puras eram aplicadas diretamente à tela para transmitir emoções e sensações. Essa influência francesa é evidente na tonalidade quente e luminosa da pintura, que evoca o espírito da paisagem britânica do início do século XX.

    Técnica: A obra apresenta uma aplicação meticulosa de tinta óleo sobre tela, caracterizada por pinceladas largas e onduladas que capturam a textura da madeira e a luz difusa do ambiente rural. Bevan dominava técnicas tradicionais, mas aplicava um olhar atento à composição e ao uso da cor para criar imagens poderosas e evocativas.

    “Back of the Granary” não é apenas uma representação visual de uma estrutura agrícola simples; ela carrega consigo uma carga simbólica significativa. O edifício em si simboliza a força da tradição e da conexão com o passado, enquanto o entorno arborizado representa a beleza e a riqueza da natureza inglesa. A luz suave que banha a cena transmite uma sensação de calma e serenidade, convidando o espectador a contemplar a simplicidade e a beleza do cotidiano.

    Contexto Histórico: O trabalho foi produzido em um período de transformação artística e intelectual na Inglaterra, onde artistas como Bevan estavam explorando novas ideias sobre cor, forma e expressão emocional. O Grupo Camden Town buscava romper com o academicismo dominante e criar uma arte que refletisse a experiência humana contemporânea.

    Impacto Emocional: Observadores atentos podem sentir uma profunda conexão com a paisagem retratada, capturando um momento de beleza silenciosa e contemplativa. A pintura convida à reflexão sobre temas como o ciclo da vida, a importância da natureza e a valorização das tradições culturais.

    Uma reprodução de alta qualidade de “Back of the Granary” pode enriquecer qualquer espaço interior, trazendo consigo uma atmosfera acolhedora e inspiradora. Sua beleza estética e sua carga simbólica permanecem relevantes até hoje, testemunhando o legado artístico de Robert Polhill Bevan e a força da arte pós-impressionista em capturar a essência da experiência humana.

    Artista e museu

    Artista

    Robert Polhill Bevan

    Nascido em Hove, Reino Unido

    Robert Polhill Bevan (1865–1925): British Painter & Camden Town Group Founder

    Robert Polhill Bevan, born in Hove in 1865, occupies a pivotal yet often understated position within the narrative of early 20th-century British art. Emerging from a Quaker background steeped in banking connections – his parents were Richard Alexander Bevan and Laura Maria Polhill – he defied conventional expectations to become a daring innovator, a key figure in the transition from Impressionism towards more radical explorations of color and form. His journey was one of constant experimentation, absorbing influences from across Europe while forging a distinctly personal artistic vision that would profoundly impact the development of modern art in Britain. Bevan’s early education at Westminster School of Art under Fred Brown provided a solid foundation, but it was his subsequent studies at the Académie Julian in Paris that truly ignited his creative spark. There, he encountered a constellation of rising stars – Paul Sérusier, Pierre Bonnard, Édouard Vuillard, and Maurice Denis – artists who were challenging academic conventions and embracing new approaches to painting. These encounters proved formative, exposing Bevan to the principles of synthetism and laying the groundwork for his future explorations.

    Brittany, Fauvism, and the Search for Pure Color

    The impact of Brittany on Bevan’s artistic development cannot be overstated. Two significant journeys in 1890 and 1891 immersed him in the atmosphere of Pont-Aven, a small coastal town that had become a magnet for artists seeking an alternative to Parisian salon culture. The bold colors and simplified forms championed by artists like Gauguin resonated deeply with Bevan, influencing his early drawings and prints. He was particularly drawn to the luminous landscapes of Breton Brittany, where he sought inspiration from the Impressionists’ techniques of capturing fleeting moments of light and color. However, it was around 1904 that Bevan truly began to distinguish himself, embarking on a path of experimentation with pure color that anticipated the emergence of Fauvism on the continent. His painting “Courtyard” stands as a remarkable example of this proto-Fauvist approach, demonstrating a willingness to abandon naturalistic representation in favor of expressive chromatic intensity – a boldness that set him apart from many of his British contemporaries. This exploration didn’t remain static; Bevan subsequently adopted a divisionist or pointillist technique, evident in works like “Ploughing on the Downs” and “The Turn-Rice Plough,” showcasing his commitment to exploring different methods of applying color and capturing light. The influence of masters such as Velázquez and Goya remained palpable, alongside more immediate guidance from Renoir regarding the depiction of horses – a testament to Bevan’s broad artistic curiosity and willingness to learn from diverse sources.

    Collective Visions: The Camden Town Group and Beyond

    Bevan was not an artist who worked in isolation. He actively sought connection with like-minded individuals, playing a crucial role in the formation of several influential art groups. As a founding member of the Camden Town Group, he joined forces with artists determined to depict modern urban life and challenge established artistic norms. This collective spirit extended to his involvement with the London Group and the Cumberland Market Group, further demonstrating his commitment to progressive artistic movements. The first Allied Artists’ Association exhibition in 1908 provided another important platform for Bevan, introducing him to the burgeoning world of international modernism – most notably, through his encounter with Wassily Kandinsky. These affiliations were not merely social; they fostered a dynamic exchange of ideas that shaped Bevan's artistic trajectory and contributed to the broader evolution of British art. He was particularly influenced by Walter Sickert’s vision for portraying the gritty realities of London life.

    Landscapes, Urban Scenes, and Lasting Legacy

    While Bevan’s subject matter was diverse, encompassing portraits – including notable depictions of his wife, Stanislawa de Karłowska – and urban scenes documenting the decline of the horse cab trade (“The Cab Horse”), he is perhaps best known for his landscapes. His paintings of Sussex and Brittany are imbued with a vibrant energy, capturing the essence of rural life through expressive brushwork and bold color palettes. Works like “In the Downs near Lewes,” “The Chestnut Tree,” and “Landscape in the Blackdown Hills, Devon” exemplify this mastery, showcasing his ability to convey both the physical beauty and emotional resonance of the natural world. Bevan’s distinctive style—characterized by luminous colors and simplified forms—anticipated developments in Fauvist painting and established him as a leading British painter of the early years of the 20th Century. His contribution to the Camden Town Group was instrumental in shaping the direction of British art during this period, cementing his place as an innovator who championed new artistic approaches. Bevan’s legacy continues to inspire artists today, reminding us of the importance of experimentation and engagement with diverse influences. He remains a vital figure for understanding the complex evolution of British painting in the early twentieth century.

    Museu

    Swindon Art Gallery

    Em exibição em Swindon, United Kingdom

    A Modernist Sanctuary in the Heart of Swindon

    Stepping into

    Museum & Art Swindon

    is an experience of architectural grace and historical resonance. Housed within the striking 1938

    Moderne

    structure of the Civic Offices, the museum offers a sanctuary where the geometric optimism of the mid-twentieth century meets the profound depth of British artistic heritage. The building itself, a Grade II listed masterpiece of red brick and reinforced concrete, serves as more than just a container for art; its symmetrical bays and elegant lines provide a rhythmic backdrop that echoes the structured yet expressive nature of the works held within. For the discerning visitor or interior designer seeking inspiration, the museum’s very walls whisper stories of industrial progress and aesthetic refinement.

    The architecture, designed by Bertram, Bertram and Rice, presents a facade of balanced proportions that invites contemplation even before one enters. The interplay of light through its classic casement windows and the sturdy, dignified presence of its red brickwork create an atmosphere of permanence and prestige, making it an essential destination for those who appreciate the intersection of functional municipal design and high aesthetic value.

    A Curated Journey Through British Modernism

    The soul of the gallery lies in its remarkable collection, a curated journey through the evolution of British Modernism. The legacy of the

    Bomford Foundation

    , established in 1944, provides a cornerstone of unparalleled significance, offering intimate encounters with luminaries such as

    L.S. Lowery

    and

    Ben Nicholson

    . These works do not merely hang on walls; they breathe life into the space, inviting contemplation through their masterful use of form, texture, and light. The collection seamlessly weaves together the raw energy of mid-century painting with the delicate precision of studio pottery and the evocative power of photography, creating a panoramic view of an era that redefined how we perceive the world around us.

    Beyond its foundational treasures, the museum thrives as a living entity that bridges the gap between historical mastery and contemporary vision. The galleries frequently host exhibitions that explore the complex intersections of

    British Surrealism

    and

    Abstract Expressionism

    , challenging viewers to find meaning in the relationship between humanity and the natural landscape. By spotlighting emerging talents alongside established masters like

    Graham Sutherland

    and

    Paul Nash

    , the museum fosters a continuous dialogue between the past and the present. This commitment to artistic evolution ensures that every visit offers a fresh perspective, making it a vital hub for anyone captivated by the enduring power of the creative spirit.

    Onde ler mais

    Encontre online

    QR code que direciona para a página de download de Casa de trás da Granja

    topimpressionists.com/pt/art/download/robert-polhill-bevan-casa-de-tras-da-granja-AQSD2X-pt/

    Como citar esta obra

    MLA
    Bevan, Robert Polhill. Casa de trás da Granja. 1904, Swindon Art Gallery. https://topimpressionists.com/pt/art/robert-polhill-bevan-casa-de-tras-da-granja-AQSD2X-pt/
    APA
    Bevan, Robert Polhill (1904). Casa de trás da Granja [Painting]. Swindon Art Gallery. https://topimpressionists.com/pt/art/robert-polhill-bevan-casa-de-tras-da-granja-AQSD2X-pt/
    Chicago
    Robert Polhill Bevan. Casa de trás da Granja. 1904. Swindon Art Gallery. https://topimpressionists.com/pt/art/robert-polhill-bevan-casa-de-tras-da-granja-AQSD2X-pt/
    Harvard
    Bevan, Robert Polhill (1904) Casa de trás da Granja. Swindon Art Gallery. Available at: https://topimpressionists.com/pt/art/robert-polhill-bevan-casa-de-tras-da-granja-AQSD2X-pt/

    Observe de perto

    Casa de trás da Granja — Robert Polhill Bevan

    Observe de perto

    Responda com suas próprias palavras. Não existem respostas erradas aqui — apenas respostas que você possa explicar.

    1. O que chama a sua atenção primeiro e por quê?
    2. Quais cores ou formas criam a atmosfera — e que atmosfera é essa?
    3. O nosso catálogo classifica esta obra sob: landscape, rural scene, polish art. Concorda? O que acrescentaria ou removeria?
    4. Relembre The Chestnut Tree (1916), apresentado anteriormente neste guia. Identifique dois elementos que esta obra compartilha com a anterior e um que seja diferente.
    5. Post-Impressionism: Artists who kept the bright colour of Impressionism but pushed shape and feeling further than the eye really sees. Onde você pode observar isso nesta obra?

    Sua resposta

    Escreva um pequeno parágrafo sobre esta obra de arte. Utilize as informações das etapas anteriores deste guia e as suas respostas acima.

    Quiz de arte

    Casa de trás da Granja — Robert Polhill Bevan

    O quanto você conhece esta obra de arte?

    Selecione uma resposta para cada uma das 5 perguntas abaixo. Cada uma possui exatamente uma resposta correta.

    1. 1. ¿Quién fue Robert Polhill Bevan?

      • A Un escultor famoso italiano.
      • B Un pintor británico pionero del movimiento impresionista.
      • C Un arquitecto conocido por edificios modernos.
    2. 2. ¿En qué año se creó esta obra maestra?

      • A 1890
      • B 1904
      • C 1915
    3. 3. ¿Cuál es el estilo artístico predominante en esta pintura?

      • A Realismo clásico.
      • B Expresionismo alemán.
      • C Fauvismo francés.
    4. 4. ¿Dónde estudió Robert Polhill Bevan sus estudios de arte?

      • A Universidad Sorbona París
      • B Academia Beaux Arts París
      • C Universidad Oxford
    5. 5. ¿Qué elementos destacan en la composición de esta pintura?

      • A Una paleta de colores apagados y tonos neutros.
      • B Una representación detallada del paisaje rural polaco.
      • C Una atmósfera tranquila y armoniosa.

    Minha pontuação: ____ de 5

    Gabarito — para o professor

    Isto inicia uma nova página impressa, de modo que ela pode simplesmente ser omitida das cópias.

    1B · 2C · 3C · 4B · 5C

    Confira qualquer resposta comparando com o registro do catálogo desta pintura

    Perguntas e Respostas

    Que emoção a obra "Casa de trás da Granja" do Post-Impressionism transmite?

    A emoção Serenidade de "Casa de trás da Granja" acompanha seu estilo Post-Impressionism.

    A imagem de "Casa de trás da Granja", de Robert Polhill Bevan pode ser reproduzida livremente?

    Quanto aos direitos autorais, "Casa de trás da Granja" está em em domínio público — seus direitos autorais expiraram.

    Com que idade Robert Polhill Bevan criou "Casa de trás da Granja"?

    Quando "Casa de trás da Granja" foi criada em 1904, Robert Polhill Bevan — nascido(a) em 1865 — tinha 39 anos.