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Guia de Obras de Estudantes

Terra

Nome Turma Data

Simeão Solomon, Terra (1895), Ben Uri Gallery and Museum. Domínio público. Veja esta tela sob uma luz em movimento: o desenho, a cor real sob o verniz, o pigmento puro

Informações principais

Artista
Simeão Solomon topimpressionists.com/pt/artists/simeao-solomon_pt/
Datas do artista
1840 – 1905
Pintura
1895
Dimensões originais
44 x 24 cm
Movimento
Pre-Raphaelite British painters returning to bright colour and sharp detail, rejecting everything taught after Raphael.
Período
19th Century
Realizado em
Ben Uri Gallery and Museum topimpressionists.com/pt/museums/ben-uri-gallery-and-museum-london_pt/
Artistic style
Pre-Raphaelite
Notable elements or techniques
Orange and white colors, vintage appearance
Subject or theme
Woman's face, contemplation, melancholy

No contexto

Terra — Simeão Solomon

Dimensões

As dimensões originais são 44 × 24 cm (altura × largura), representadas aqui ao lado de um adulto de altura média.

Ano de criação

  1. 1840
  2. 1850
  3. 1860
  4. 1870
  5. 1880
  6. 1890
  7. 1900

Linha acima: os anos. Linha abaixo: a idade do artista no início e no fim de cada período — 0 ao nascer, 65 ao falecer.

Pintado quando o artista tinha 55. O artista viveu até aos 65. 10 das 12 obras datadas deste artista em nosso catálogo são anteriores.

Sombreado: a trajetória de Simeão Solomon (1840–1905) ▲ esta obra, 1895 cada pintura datada, década por década

Primeiras obras: até 1862 Principais anos de atividade: 1862–1878 Obras tardias: a partir de 1878

Essas três faixas dividem as obras que este catálogo data em um primeiro quarto, uma metade central e um último quarto. Elas não representam a produção completa do artista: um período de escassez pode ser uma lacuna no registro, em vez de um intervalo de baixa atividade. Os mesmos anos com a vida do artista traçada neles

Obras comparáveis

Escolha uma obra acima: mencione duas semelhanças entre ela e esta, e uma diferença.

Mais obras para acompanhar esta: topimpressionists.com/pt/art/similar/simeon-solomon-terra-D68GFV-en/

Paleta de cores

Medido a partir da imagem

    Cor principal

    Rosy Brown #b39a7e

    Paleta catalogada

    • #B39A7E
    • #B3906D
    • #B6A48B
    • #B48054

    Estas cores dentro de toda a paleta do artista Encontre outras pinturas por cor

    Paleta
    Neutrals A família de cores predominante na imagem.
    Nome da cor principal
    Rosy Brown
    Intensidade
    Balanced O quão saturadas e variadas são as cores, desde um único tom suave até muitos tons vibrantes.
    Contraste
    Serene O grau de variação da luminosidade e saturação das cores ao longo da imagem.
    Harmonia
    Unified Palette A forma como as cores interagem entre si, desde o contraste marcante até a total harmonia.
    Brilho
    Brilliant O nível de luminosidade ou escuridão da imagem como um todo, desde as sombras profundas até os brilhos intensos.
    Saturação
    Balanced Soft Quão puras e intensas são as cores, do quase cinza ao totalmente vívido.

    Onde no mundo esta pintura é apreciada?

    • com menos de 1%
    • 1–3%
    • 3–8%
    • 8–20%
    • 20% ou mais
    Esta pintura sozinha possui poucos visitantes registrados para mapear, portanto, a placa apresenta todas as obras de Simeão Solomon nos últimos doze meses — 6 países ao todo. De onde vêm estes números

    Os dez principais países

    1. 1 China 61,1%
    2. 2 Portugal 11,1%
    3. 3 Estados Unidos da América 11,1%
    4. 4 Brasil 5,6%
    5. 5 Reino Unido 5,6%
    6. 6 Suécia 5,6%

    Encontre os três países mais escuros no mapa. O museu que guarda esta pintura está em algum deles? Escreva um motivo pelo qual pessoas de longe poderiam visitá-la.

    As 16 obras mais visualizadas de Simeão Solomon

    1. 1 Day and Night 9,5%
    2. 2 Classical Lady 9,5%
    3. 3 Sappho and Erinna in a Garden at Mytilene, 1864 9,5%
    4. 4 Rabbi Carrying The Torah 9,5%
    5. 5 The Annunciation, 1877 9,5%
    6. 6 Terra, 1895 esta pintura 4,8%
    7. 7 King Solomon, 1874 4,8%
    8. 8 Babylon hath been a golden cup 4,8%
    9. 9 The Book Of Ruth 4,8%
    10. 10 The Toilet Of A Roman Lady - 4,8%
    11. 11 Isaac ^ rebecca 4,8%
    12. 12 Classical Lady - 4,8%
    13. 13 Judith And Her Attendant - 4,8%
    14. 14 Self-Portrait, 1859 4,8%
    15. 15 The Mystery of Faith 4,8%
    16. 16 Faust and Marguerite, 1856 4,8%

    Juntas, estas obras representam 100,0% de toda a atenção que as pinturas deste artista receberam nos últimos doze meses. O catálogo contém 65 obras deste artista, das quais 16 foram visualizadas pelo menos uma vez. Esta pintura ocupa a 6 posição entre elas, com 4,8% dessa atenção. Os mesmos números, mês a mês

    As barras medem a atenção, não a qualidade. Escolha a obra no topo e esta aqui: mencione um fator que poderia tornar uma pintura famosa para além da sua técnica de execução.

    Sobre esta obra

    Terra — Simeão Solomon

    A Vision of Melancholy: The Ethereal Gaze of Simeon Solomon

    In the delicate, haunting strokes of Terra, created in 1895, we encounter one of the most poignant expressions of late Victorian sensibility. The painting presents a close-up study of a woman’s face, her vibrant red hair serving as a fiery contrast to the soft, ethereal tones that define the composition. As she gazes away from the viewer, lost in a profound and silent contemplation, the observer is drawn into her internal world—a realm of quiet longing and introspective sadness. This piece is not merely a portrait; it is an invitation to witness a moment of pure, unadulterated emotion, captured through the masterful lens of Simeon Solomon.

    The technique employed in Terra reflects the artist's unique position within the Pre-Raphaelite movement. Eschewing the heavy, hyper-realistic textures often associated with his contemporaries, Solomon utilizes a palette dominated by warm oranges and luminous whites. This choice of color creates a vintage, almost dreamlike atmosphere that softens the edges of reality. The brushwork is fluid and evocative, allowing light to dance across the subject's features, lending her skin a porcelain-like quality while imbuing her hair with a sense of organic vitality. For the collector or interior designer, this soft-focus aesthetic offers a sophisticated way to introduce warmth and a sense of historical depth into a modern space.

    Beyond its visual beauty, Terra carries the weight of Solomon’s complex biography and the symbolic language of his era. As an artist who navigated the fringes of Victorian society, Solomon often infused his subjects with themes of identity, desire, and spiritual searching. The title itself, suggesting earth or groundedness, stands in beautiful tension with the subject's detached, celestial gaze. There is a profound sense of nostalgia embedded in the work—a longing for a lost innocence or a connection to a classical past. This emotional resonance makes the painting an extraordinary centerpiece for those seeking art that speaks to the soul and provokes deep conversation.

    For those looking to adorn a curated collection or a refined living space, a high-quality reproduction of Terra serves as more than just decoration; it acts as a window into the late 19th century. Its compact dimensions of 44 x 24 cm make it an ideal choice for intimate gallery walls or as a focal point in a study. Whether paired with classical motifs or contemporary minimalism, the painting’s ability to evoke both warmth and melancholy ensures it remains a timeless addition to any sophisticated interior design scheme.

    Artista e museu

    Artista

    Simeão Solomon

    Nascido em Londres, Reino Unido

    A Life Shrouded in Beauty and Scandal: The World of Simeon Solomon

    Simeon Solomon, a name whispered with both reverence and regret within the annals of Victorian art, occupies a unique and often tragic position amongst the Pre-Raphaelites. Born in London in 1840 into a prominent Jewish family – the eighth and final child of merchant Michael (Meyer) Solomon and artist Catherine (Kate) Levy – his life was one of remarkable artistic promise tragically curtailed by societal prejudice and personal demons. Unlike many of his contemporaries who enjoyed long and celebrated careers, Solomon’s trajectory was abruptly altered by scandal, yet his work continues to captivate with its delicate beauty, evocative symbolism, and poignant exploration of themes often considered taboo for the era. He wasn't merely a painter; he was a cultural mirror reflecting the complexities of Victorian England, grappling with faith, desire, and identity in a rapidly changing world.

    Early Influences and Artistic Development

    Solomon’s artistic education began within his own family circle. His mother possessed an amateur talent for miniature painting, while his elder siblings, Abraham and Rebecca Solomon, were both established artists exhibiting at the Royal Academy. It was from them, particularly his brother Abraham, that Simeon received his initial training, learning the fundamentals of draftsmanship and composition. He formally studied at Carey’s Art Academy in 1852 before entering the prestigious Royal Academy Schools in 1856. This period proved pivotal, as it introduced him to the burgeoning Pre-Raphaelite Brotherhood through Dante Gabriel Rossetti. The encounter with Rossetti, along with friendships forged with Edward Burne-Jones and Algernon Charles Swinburne, profoundly shaped Solomon’s artistic sensibilities. He embraced their commitment to detailed realism, vibrant color palettes, and a fascination with literature, mythology, and religious narratives. Early works like Isaac Offered (1858) demonstrate this initial influence, showcasing a meticulous attention to detail and a dramatic narrative style characteristic of the Pre-Raphaelites. However, Solomon quickly began to forge his own path, infusing his paintings with a distinctly personal vision.

    Themes of Faith, Desire, and Identity

    Solomon’s artistic output was remarkably diverse, encompassing biblical scenes, classical mythology, and genre paintings depicting Jewish life and rituals. He found particular inspiration in the Hebrew Bible, creating works such as Moses (1860) and Shadrach, Meshach, and Abednego (1863), which resonated with his own cultural heritage. Yet, it was his exploration of classical themes that truly set him apart. Paintings like In the Temple of Venus (1863) and Bacchus (1867) reveal a fascination with sensuality and beauty, often imbued with an undercurrent of melancholy and longing. These works also hint at Solomon’s growing interest in same-sex desire, a theme he would explore more explicitly – and dangerously – throughout his career. His association with Algernon Charles Swinburne, whose poetry celebrated unconventional love and challenged Victorian morality, undoubtedly fueled this exploration. Solomon's art became a subtle yet powerful commentary on the constraints of Victorian society, hinting at hidden passions and unspoken desires. He was one of the first artists to openly depict homoerotic themes, albeit often veiled in classical allegory or biblical narrative.

    Scandal, Decline, and Lasting Legacy

    The year 1873 marked a devastating turning point in Solomon’s life. His arrest in a public urinal for attempting to commit sodomy brought swift and brutal consequences. Though he received a relatively light fine, the scandal shattered his reputation and effectively ended his career as a publicly exhibited artist. A subsequent arrest in Paris in 1874 led to a three-month prison sentence. Shunned by much of the art establishment, Solomon descended into alcoholism and poverty. However, despite his ostracization, he continued to create art, albeit often under difficult circumstances. He found support from a small circle of admirers – including Oscar Wilde, John Addington Symonds, and Walter Pater – who recognized his talent and collected his works in private. He spent time in the St Giles Workhouse, continuing to paint even amidst hardship. His death in 1905, resulting from complications related to alcoholism, went largely unnoticed by the wider public. In recent decades, however, there has been a growing reassessment of Solomon’s work and life. Retrospectives at the Birmingham Museum & Art Gallery (2005-6) and the Ben Uri Gallery in London (2006) have brought his art to a new audience, recognizing him as a significant figure within the Pre-Raphaelite movement and a pioneering artist who dared to challenge Victorian conventions. His paintings now reside in prominent collections such as the Victoria and Albert Museum, Wightwick Manor, and Leighton House, ensuring that his unique vision continues to inspire and provoke thought for generations to come. His story serves as a poignant reminder of the fragility of artistic freedom and the enduring power of art to transcend societal boundaries.

    Museu

    Ben Uri Gallery and Museum

    Em exibição em Londres, Reino Unido

    Um Santuário de Narrativas Inaudíveis

    No tranquilo e arborizado enclave de St John’s Wood, resguardado do pulso frenético do centro de Londres, encontra-se um santuário para as vozes que a história da arte convencional muitas vezes sussurrou em vez de proclamar. A

    Ben Uri Gallery and Museum

    é muito mais do que um mero repositório de telas e argila; é uma celebração profunda do espírito imigrante e da marca indelével deixada por artistas judeus, refugiados e migrantes na paisagem visual britânica desde 1900. Entrar na Ben Uri é ingressar em um espaço onde as fronteiras da identidade e da geografia se dissolvem, substituídas por uma rica tapeçaria de experiências que moldaram a própria alma da Grã-Bretanha moderna.

    As origens do museu são tão comoventes quanto a arte que ele preserva. Fundada em 1915, em meio à energia vibrante e agitada do East End londrino, a instituição nasceu da visão de Lazar Berson, um artista emigrante russo que reconheceu as barreiras sistêmicas enfrentadas por artesãos e artistas deslocados. Inspirado pela pioneira Escola Bezalel, em Jerusalém, Berson buscou criar uma plataforma onde aqueles que navegavam pelas complexidades do exílio pudeslassem encontrar ressonância e reconhecimento. Essa nobre ambição — de oferecer um palco aos marginalizados — permanece como o coração pulsante do museu hoje, tornando-o "O Museu de Arte para Todos".

    Um Caleidoscópio de Estilo e Alma

    Para o colecionador exigente ou o amante da estética refinada, a coleção da Ben Uri oferece uma amplitude surpreendente de maestria artística. O acervo permanente, que conta com aproximadamente 1.300 obras, serve como uma jornada deslumbrante pela evolução dos movimentos do século XX. É possível ver-se cativado pelas distorções oníricas do Surrealismo, pela geometria estruturada do Cubismo ou pelo poder bruto e emotivo do Expressionismo Abstrato. Cada peça é uma janela para um momento específico de intersecção cultural, onde a herança tradicional encontra a energia transformadora de um novo lar.

    A versatilidade técnica em exibição é nada menos que extraordinária. As paredes do museu abrigam uma delicada dança de meios: desde as qualidades luminosas e etéreas das aquarelas e a intimidade suave e tátil dos pastéis, até a presença imponente das pinturas a óleo e a precisão intrincada da gravura. Destaques notáveis incluem o marcante simbolismo religioso encontrado em

    “The Paschal Lamb”, de Ansel Krut

    , e as pinceladas evocativas e audazes de

    Barnett Freedman

    , cuja obra “Soldiers in Town” captura a atmosfera sombria, porém vibrante, da Londres em tempos de guerra. Jornadas ainda mais surreais aguardam nas obras de

    Marta Szostakowska

    , onde influências persas se fundem perfeitamente com reflexões pessoais pungentes.

    O Legado Vivo do Deslocamento e da Descoberta

    O que verdadeiramente distingue a Ben Uri é sua capacidade de transformar a dificuldade histórica em triunfo estético. O museu não apenas exibe arte; ele ilumina as paisagens socioculturais de eras definidas por convulsões. Por meio de suas exposições curadas, os visitantes podem traçar as ansiedades do período de guerra, a incerteza emocionante — e muitas vezes aterradora — da migração, e o poder transformador do encontro com novas culturas. É um lugar onde a história da diáspora é escrita em pigmento e luz, oferecendo percepções profundas sobre como o movimento e o deslocamento podem catalisar uma criatividade sem precedentes.

    À medida que o museu continua a evoluir, sua missão estende-se muito além de suas paredes físicas em St John’s Wood. Por meio de iniciativas digitais inovadoras, incluindo exposições online e podcasts imersivos, a Ben Uri garante que essas histórias vitais alcancem um público global. Embora a instituição busque ativamente um local maior e mais central em Londres para realizar plenamente o potencial de sua expansiva coleção permanente, sua essência permanece inalterada: é um farol de inclusividade, um recurso acadêmico e uma referência emocional para qualquer pessoa que busque compreender o belo e complexo mosaico da identidade humana através das lentes das belas artes.

    Saiba mais

    Disponível online

    QR code que direciona para a página de download de Terra

    topimpressionists.com/pt/art/download/simeon-solomon-terra-D68GFV-en/

    Como citar esta obra

    MLA
    Solomon, Simeão. Terra. 1895, Ben Uri Gallery and Museum. https://topimpressionists.com/pt/art/simeon-solomon-terra-D68GFV-en/
    APA
    Solomon, Simeão (1895). Terra [Painting]. Ben Uri Gallery and Museum. https://topimpressionists.com/pt/art/simeon-solomon-terra-D68GFV-en/
    Chicago
    Simeão Solomon. Terra. 1895. Ben Uri Gallery and Museum. https://topimpressionists.com/pt/art/simeon-solomon-terra-D68GFV-en/
    Harvard
    Solomon, Simeão (1895) Terra. Ben Uri Gallery and Museum. Available at: https://topimpressionists.com/pt/art/simeon-solomon-terra-D68GFV-en/

    Observe de perto

    Terra — Simeão Solomon

    Olhar de perto

    Responda com suas próprias palavras. Não existem respostas erradas aqui — apenas respostas que você possa explicar.

    1. O que chama a sua atenção primeiro e por quê?
    2. Quais cores ou formas criam a atmosfera — e que atmosfera é essa?
    3. O nosso catálogo classifica esta obra sob: portrait, woman face, red hair. Concorda? O que acrescentaria ou removeria?
    4. Relembre Sappho and Erinna in a Garden at Mytilene (1864), apresentado anteriormente neste guia. Identifique dois elementos que esta obra compartilha com a anterior e um que seja diferente.
    5. Pre-Raphaelite: British painters returning to bright colour and sharp detail, rejecting everything taught after Raphael. Onde você pode observar isso nesta obra?

    Sua resposta

    Escreva um pequeno parágrafo sobre esta obra de arte. Utilize as informações das etapas anteriores deste guia e as suas respostas acima.

    Perguntas e Respostas

    Para qual tamanho é sugerido "Terra" em um(a) Bedroom?

    Em um(a) Bedroom, sugere-se que "Terra" seja impresso no tamanho Small.

    "Terra" está disponível como uma impressão fine art?

    Para obter uma impressão de "Terra" de Simeão Solomon, basta encomendá-la na sua página de Impressão Fine Art: uma impressão fine art em tela de algodão ou papel canvas de arquivo.

    Qual ambiente é sugerido para "Terra" de Simeão Solomon?

    O espaço recomendado para "Terra" de Simeão Solomon é uma Bedroom. A sugestão pode, naturalmente, ser adaptada ao seu interior.