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Guia de Obras de Estudantes

Baron Bexley

Nome Turma Data

Sir Thomas Lawrence, Baron Bexley (1824), Oklahoma City Museum of Art. Domínio público. Veja esta tela sob uma luz em movimento: o desenho, a cor real sob o verniz, o pigmento puro

Dados principais

Artista
Sir Thomas Lawrence topimpressionists.com/pt/artists/sir-thomas-lawrence_pt/
Datas do artista
1769 – 1830
Pintura a óleo
1824
Técnica
Oil On Canvas
Dimensões originais
144 x 114 cm
Período
19th Century
Realizado em
Oklahoma City Museum of Art topimpressionists.com/pt/museums/oklahoma-city-museum-of-art-oklahoma-city/
Artistic style
Neoclassical
Influences
Classical Art
Notable elements
Crown, robe
Subject or theme
Portraiture

No contexto

Baron Bexley — Sir Thomas Lawrence

Qual é o tamanho?

As dimensões originais são 144 × 114 cm (altura × largura), representadas aqui ao lado de um adulto de altura média.

Quando foi pintado?

  1. 1760
  2. 1770
  3. 1780
  4. 1790
  5. 1800
  6. 1810
  7. 1820
  8. 1830

Linha acima: os anos. Linha abaixo: a idade do artista no início e no fim de cada período — 0 ao nascer, 61 ao falecer.

Pintado quando o artista tinha 55. O artista viveu até aos 61. 181 das 227 obras datadas deste artista em nosso catálogo são anteriores.

Sombreado: a trajetória de Sir Thomas Lawrence (1769–1830) ▲ esta obra, 1824 cada pintura datada, década por década

Primeiras obras: até 1801 Principais anos de atividade: 1801–1822 Obras tardias: a partir de 1822

Essas três faixas dividem as obras datadas neste catálogo em um primeiro quarto, uma metade central e um último quarto. Elas não representam a produção completa do artista: um período de escassez pode ser uma lacuna no registro, em vez de um intervalo de baixa atividade. Os mesmos anos com a trajetória do artista neles traçada

Comparar com

Escolha uma obra acima: mencione duas semelhanças entre ela e esta, e uma diferença.

Mais obras para acompanhar esta: topimpressionists.com/pt/art/similar/sir-thomas-lawrence-baron-bexley-D7WVQG-en/

Cores

Medido a partir da imagem

    Cor principal

    Phthalo Green #241f22

    Paleta catalogada

    • #241F22
    • #E5DFDA
    • #74502D
    • #AD9D8C

    Estas cores integradas em toda a paleta do artista Encontre outras pinturas por cor

    Paleta
    Earthy A família de cores predominante na imagem.
    Nome da cor principal
    Phthalo Green
    Intensidade
    Monochromatic O quão saturadas e variadas são as cores, desde um único tom suave até muitos tons vibrantes.
    Contraste
    Statement O grau de variação da luminosidade e saturação das cores ao longo da imagem.
    Harmonia
    Discordant Palette A harmonia entre as cores, desde o contraste marcante até a total unidade.
    Brilho
    Deep_shadow O nível de luminosidade ou escuridão da imagem como um todo, desde as sombras profundas até os brilhos intensos.
    Saturação
    Muted Quão puras e intensas são as cores, do quase cinza ao totalmente vívido.

    Onde no mundo esta pintura é apreciada?

    • menos de 1%
    • 1–3%
    • 3–8%
    • 8–20%
    • 20% ou mais
    Esta pintura sozinha possui poucos visitantes registrados para mapear, portanto, a placa apresenta todas as obras de Sir Thomas Lawrence nos últimos doze meses — 18 países ao todo. Origem destes dados

    Os dez principais países

    1. 1 China 62,6%12.400 visits
    2. 2 Singapura 11,6%2.300 visits
    3. 3 Estados Unidos da América 9,1%1.800 visits
    4. 4 Hong Kong 5,6%1.100 visits
    5. 5 Espanha 1,5%300 visits
    6. 6 França 1,0%200 visits
    7. 7 Reino Unido 1,0%200 visits
    8. 8 Grécia 1,0%200 visits
    9. 9 México 1,0%200 visits
    10. 10 Portugal 1,0%200 visits
    11. · 8 outros países 4,6%900 visits

    Encontre os três países mais escuros no mapa. O museu que guarda esta pintura está em algum deles? Escreva um motivo pelo qual pessoas de longe poderiam visitá-la.

    As 20 obras mais visualizadas de Sir Thomas Lawrence

    1. 1 Satan Summoning His Legions, 1797 10,6%2.500 visits
    2. 2 Miss Murray, 1826 3,4%800 visits
    3. 3 The Countess of Aberdeen 3,0%700 visits
    4. 4 The Calmady Children (Emily, 1818–?1906, and Laura Anne, 1820–1894), 1823 2,5%600 visits
    5. 5 Harriet Anne, Countess of Belfast, 1823 2,5%600 visits
    6. 6 John Fane, Tenth Count of Westmorland 2,1%500 visits
    7. 7 Portrait of the Children of John Angerstein, 1808 1,7%400 visits
    8. 8 Portrait of Alexander I, 1818 1,7%400 visits
    9. 9 William Carr (1768–1854), Viscount Beresford, GCB, 1818 1,7%400 visits
    10. 10 Lydia Elizabeth Hoare (1786–1856), Lady Acland, with Her Two Sons, Thomas (1809–1898), Later 11th Bt, and Arthur (1811–1857), 1815 1,3%300 visits
    11. 11 Lord Amherst, 1821 1,3%300 visits
    12. 12 George IV, 1822 1,3%300 visits
    13. 13 Harriet Elizabeth Peirse (1790–1825), Lady Beresford 1,3%300 visits
    14. 14 Lady William Gordon (1761–1841), née Frances Ingram 1,3%300 visits
    15. 15 George IV (1762–1830), 1830 1,3%300 visits
    16. 16 Portrait of Canova 1,3%300 visits
    17. 17 PORTRAIT OF A YOUNG OFFICER 1,3%300 visits
    18. 18 The Countess of Darnley, 1825 1,3%300 visits
    19. 19 John, Count Capo d'Istria (1776-1831), 1819 0,8%200 visits
    20. 56 Baron Bexley, 1824 esta obra 0,4%100 visits

    Juntas, estas obras representam 42,1% de toda a atenção que as pinturas deste artista receberam nos últimos doze meses. O catálogo contém 347 obras deste artista, das quais 124 foram visualizadas pelo menos uma vez. This painting ranks 56 of them, with 0,4% of that attention (100 visits). Os mesmos números, mês a mês

    As barras medem a atenção, não a qualidade. Escolha a obra no topo e esta aqui: mencione um fator que poderia tornar uma pintura famosa para além da sua técnica de execução.

    Sobre esta obra

    Baron Bexley — Sir Thomas Lawrence

    A Portrait of Regency Authority: Baron Bexley by Sir Thomas Lawrence

    This meticulously crafted hand-painted reproduction captures the essence of 19th-century British aristocracy through the masterful brushwork of Sir Thomas Lawrence, one of the most celebrated portrait painters of his era. “Baron Bexley,” created in 1824, offers a compelling glimpse into the opulent world of Regency England, showcasing not just a likeness but an embodiment of power and solemn contemplation. The subject, identified as Baron Bexley, is presented with a deliberate formality – a man seated within a richly appointed chair, his hands clasped together in a gesture that speaks volumes about authority and perhaps even quiet reflection. The painting’s immediate impact lies in its technical execution; Lawrence's signature style, characterized by soft, luminous modelling and a remarkable ability to capture texture, is fully realized here. Notice the subtle gradations of light and shadow across Bexley’s robe, the delicate rendering of his crown, and the almost palpable weight of the velvet upholstery – details that elevate this reproduction beyond mere imitation.

    Historical Context: The Rise of Lawrence and the Portraiture Trade

    The Regency Era (1811-1820): “Baron Bexley” was painted during a period of significant social and political change in Britain. The Napoleonic Wars had shaped the nation’s identity, and there was a growing emphasis on civic virtue and national pride. Portraits like this one were not simply commissioned to record appearances; they served as powerful statements of status and influence.

    Sir Thomas Lawrence's Influence: Lawrence rose to prominence through his role as Surveyor General of the King’s Works, overseeing the construction of iconic buildings such as Buckingham Palace. This position afforded him unparalleled access to the royal family and other prominent figures, fueling a prolific portraiture career. He was renowned for his ability to capture not just physical likenesses but also the character and personality of his subjects.

    The Patronage System: The art market during this period relied heavily on patronage – wealthy individuals commissioning portraits to enhance their social standing or commemorate significant events. Lawrence’s success stemmed, in part, from his ability to cultivate relationships with these influential patrons.

    Symbolism and Composition: A Study in Power and Restraint

    The composition of “Baron Bexley” is carefully constructed to convey a sense of authority and dignity. The Baron’s seated posture, combined with the formal attire – the crown signifying his rank and the robe denoting wealth and status – immediately establishes him as a figure of importance. The inclusion of two secondary figures, positioned at the periphery of the scene, subtly reinforces this hierarchy. One, near the top left, could represent an attendant or advisor, while the other at the bottom right might be a witness or observer. The curtain in the background adds depth and creates a sense of theatricality, as if Bexley is performing his role before an audience. Lawrence’s use of color – rich reds, blues, and golds – further enhances the painting's opulent feel, reflecting the wealth and prestige associated with the aristocracy.

    Technique and Reproduction: Recreating a Masterpiece

    This hand-painted reproduction utilizes traditional oil painting techniques to faithfully recreate Lawrence’s original style. Skilled artisans meticulously replicate his layering of glazes, his subtle modeling effects, and his masterful use of light and shadow. The result is a stunningly realistic image that captures the nuances of the original painting. The dimensions of 144 x 114 cm provide an appropriately scaled representation, allowing for versatile placement within a variety of interior settings. This reproduction offers collectors and design enthusiasts alike the opportunity to own a piece of art history – a tangible connection to one of Britain’s most celebrated portrait painters.

    Artista e museu

    Artista

    Sir Thomas Lawrence

    Nascido em Bristol, Reino Unido

    A Ascensão de um Mestre do Retrato Regency

    Sir Thomas Lawrence, nascido em Bristol em 1769, emergiu como uma figura singular no cenário artístico britânico – um prodígio precoce cuja habilidade artística floresceu com uma rapidez notável. Seus primeiros anos foram marcados por uma existência itinerante, seguindo os passos de seu pai como proprietário de uma hospedaria em Devizes e, finalmente, para Bath. Foi nesse ambiente acolhedor das hospedarias que o jovem Lawrence começou a cativar públicos, não apenas recitando poesia, mas também esboçando retratos incrivelmente precisos – uma aptidão desenvolvida sem instrução formal, impulsionada por talento inato e observação aguçada. Mesmo nessa fase inicial, ficou claro que se tratava de algo mais do que um mero passatempo juvenil; ele estava sustentando sua família com seus retratos em pastel, demonstrando um espírito empreendedor ao lado de sua paixão pela arte. Essa independência precoce fomentou uma autossuficiência que caracterizou toda a sua carreira, mesmo enquanto navegava pelo complexo mundo da patrocínio aristocrático.

    O Reconhecimento como Pinheiro de Retratos

    A mudança para Londres aos dezessete anos marcou o verdadeiro auge de Lawrence. Ele rapidamente se estabeleceu como um pintor de retratos em óleo, garantindo sua primeira comissão real – um retrato da Rainha Charlotte em 1789 – e catapultando-se para o coração da sociedade londrina. Isso não foi apenas uma questão de habilidade técnica; Lawrence possuía uma capacidade notável de capturar não apenas a semelhança, mas também o caráter, imbuindo seus assuntos com uma presença cativante e perspicaz. Ele se tornou mestre em capturar o glamour e a sofisticação da era Regency, pintando nobreza, realeza e figuras proeminentes com uma técnica virtuosa que atraía comparações com Sir Joshua Reynolds, a quem admirava profundamente. A eleição de Lawrence como associado, depois membro pleno, da Royal Academy em 1791 e 1794, respectivamente, solidificou sua posição no mundo artístico estabelecido. Ele sucedeu Reynolds como Pintor-em-Chefe do Rei em 1792, um cargo que reforçou ainda mais seu status e lhe garantiu acesso aos mais altos escalões de poder. Seu estilo, embora evoluísse sutilmente ao longo do tempo, permaneceu consistentemente elegante e refinado, priorizando poses graciosas, cores ricas e atenção meticulosa aos detalhes.

    Patrocínio, Prestígio e a Câmara Waterloo

    O patrocínio do Príncipe Regente (mais tarde Rei George IV) provou ser fundamental para a carreira de Lawrence. Esse relacionamento levou a uma de suas empreitadas mais ambiciosas: a comissão para pintar retratos de líderes aliados para a Câmara Waterloo em Windsor Castle. Essas obras monumentais, destinadas a comemorar a derrota de Napoleão, não apenas demonstraram a técnica de Lawrence, mas também sua capacidade de lidar com composições em grande escala e capturar a gravidade das figuras internacionais. O projeto lhe rendeu ampla aclamação e reforçou ainda mais sua reputação na Europa. Em 1815, ele foi nomeado cavaleiro, um testemunho de suas conquistas artísticas e serviço à Coroa. Posteriormente, tornou-se Presidente da Royal Academy em 1820, uma posição que manteve até sua morte. Seu envolvimento se estendeu além da pintura; Lawrence desempenhou um papel crucial na fundação da National Gallery e na garantia dos Esculturas Elgin para a Grã-Bretanha, demonstrando um compromisso com a preservação e promoção da arte e cultura britânicas.

    Influências e Impacto Duradouro

    O desenvolvimento artístico de Lawrence foi profundamente influenciado por Sir Joshua Reynolds, cujo ênfase em capturar o caráter e empregar uma pincelada fluida ressoou profundamente com o jovem artista. Ele também estudou diligentemente os desenhos de mestres antigos, particularmente aqueles de Michelangelo e Rafael, absorvendo sua precisão anatômica e habilidades composicionais. Embora enraizado na tradição, seu trabalho também refletiu as sensibilidades emergentes do Romantismo da época, abraçando o glamour e a intensidade emocional. Sua influência pode ser vista nas obras de pintores posteriores que buscavam imitar seu estilo e capturar o espírito de uma era. Apesar das lutas pessoais e de um declínio na popularidade durante a era vitoriana, o legado de Sir Thomas Lawrence perdura como um dos artistas britânicos mais talentosos e cativantes, um testemunho de seu talento, charme e contribuição duradoura ao mundo da arte.

    O Legado em Detalhes

    Lawrence foi conhecido por sua habilidade excepcional em capturar a essência de seus assuntos, indo além da mera representação física para revelar suas personalidades e emoções. Seus retratos são caracterizados por uma atmosfera íntima e envolvente, que convida o espectador a se conectar com os indivíduos retratados. Sua técnica refinada, combinada com um profundo conhecimento de anatomia e composição, resultou em obras-primas que continuam a inspirar admiração e estudo até hoje. Além de sua contribuição artística, Lawrence também foi um intelectual e um colecionador de arte apaixonado, acumulando uma vasta coleção de pinturas, desenhos e livros raros. Sua vida foi marcada por paixões intensas e relacionamentos turbulentos, incluindo seus amores com Sally e Maria Siddons, filhas da famosa atriz Sarah Siddons. Esses relacionamentos, embora proporcionem inspiração, também trouxeram dor e escândalo. Apesar dessas complexidades, o legado de Sir Thomas Lawrence permanece como um testemunho do poder da arte para transcender as limitações da vida humana e deixar uma marca indelével na história.

    Museu

    Oklahoma City Museum of Art

    Em exibição em Oklahoma City, United States of America

    A Beacon of Artistic Vision: The Oklahoma City Museum of Art

    Nestled within the vibrant heart of downtown Oklahoma City, the Oklahoma City Museum of Art (OKCMOA) stands as more than just a repository for artistic treasures; it’s an immersive experience, a dynamic hub where art breathes life into the city and invites visitors on a journey through centuries of creative expression. From its humble beginnings as a grassroots initiative in the early 20th century to its current status as a nationally recognized institution, OKCMOA's story is one of unwavering dedication, visionary leadership, and a profound commitment to making art accessible to all. The museum’s architecture itself—a striking testament to modern design—seamlessly integrates with the collection, creating an environment that both celebrates and enhances the power of artistic vision.

    At the heart of OKCMOA's compelling narrative lies its extraordinary collection, a carefully curated tapestry woven from diverse threads of American and international art. The museum’s strength resides particularly in its powerful representation of postwar abstraction, showcasing the revolutionary works of artists who redefined the boundaries of artistic expression following World War II. These pieces—often characterized by their non-representational forms, bold colors, and evocative textures—invite contemplation and challenge conventional notions of beauty. Beyond this pivotal period, visitors will discover a rich array of American art spanning from classic realism to the energetic experimentation of modernism, alongside an impressive international collection that offers a global perspective on artistic traditions. A truly unforgettable centerpiece is the museum’s unparalleled assemblage of Dale Chihuly glass art, culminating in the breathtaking Eleanor Blake Kirkpatrick Memorial Tower—a swirling cascade of vibrant colors and organic shapes that dominates the atrium and serves as a mesmerizing focal point.

    Architectural Harmony: The Donald W. Reynolds Visual Arts Center

    The building itself is an integral part of the OKCMOA experience, a masterpiece of modern design conceived by architect Rand Elliott. The Donald W. Reynolds Visual Arts Center isn’t merely a structure housing art; it responds to it, providing a neutral yet stimulating backdrop that enhances the viewing experience. A distinctive glass façade floods the interior with natural light, creating an inviting atmosphere and highlighting the brilliance of the artworks within. This thoughtful design philosophy extends beyond aesthetics, prioritizing accessibility and flow to ensure visitors can easily navigate the galleries and fully immerse themselves in the world of art. The building’s open layout encourages exploration, while its strategic use of space creates a sense of both grandeur and intimacy – a perfect balance for appreciating the diverse range of artistic expressions on display.

    A Living Museum: Exhibitions and Community Engagement

    OKCMOA is far more than a static collection; it’s a vibrant, evolving institution dedicated to fostering engagement with the arts. The museum consistently enriches its offerings through rotating exhibitions that bring fresh perspectives and showcase both established and emerging artists. Beyond visual art, OKCMOA actively cultivates a thriving cultural scene, hosting film screenings—featuring independent, foreign, and classic cinema—lectures by renowned scholars, and special events designed to appeal to diverse interests. These programs are thoughtfully curated to engage visitors of all ages and backgrounds, fostering a deeper appreciation for the arts and encouraging creative exploration. The museum’s commitment to education is evident in its numerous workshops and outreach initiatives, ensuring that art remains accessible and relevant within the community it serves.

    A Legacy of Innovation and Community Impact

    What truly sets OKCMOA apart is its unique blend of artistic excellence, architectural innovation, and an unwavering dedication to public engagement. Its central location within downtown Oklahoma City makes it a convenient destination for both tourists and locals alike, surrounded by other cultural attractions and vibrant urban amenities. The museum’s diverse collections cater to a wide range of tastes, ensuring that every visitor will discover something to inspire and captivate them. From the iconic Dale Chihuly Tower to the profound impact of its collection of American and international art, OKCMOA stands as a testament to the power of art to enrich lives and strengthen communities – a true beacon of creativity in the heart of the American landscape.

    Additional Resources

    Website:

    https://www.okcmoa.com/

    Wikipedia:

    https://en.wikipedia.org/wiki/Oklahoma_City_Museum_of_Art

    Onde ler mais

    Encontre online

    QR code que direciona para a página de download de Baron Bexley

    topimpressionists.com/pt/art/download/sir-thomas-lawrence-baron-bexley-D7WVQG-en/

    Como citar esta obra

    MLA
    Lawrence, Sir Thomas. Baron Bexley. 1824, Oklahoma City Museum of Art. https://topimpressionists.com/pt/art/sir-thomas-lawrence-baron-bexley-D7WVQG-en/
    APA
    Lawrence, Sir Thomas (1824). Baron Bexley [Painting]. Oklahoma City Museum of Art. https://topimpressionists.com/pt/art/sir-thomas-lawrence-baron-bexley-D7WVQG-en/
    Chicago
    Sir Thomas Lawrence. Baron Bexley. 1824. Oklahoma City Museum of Art. https://topimpressionists.com/pt/art/sir-thomas-lawrence-baron-bexley-D7WVQG-en/
    Harvard
    Lawrence, Sir Thomas (1824) Baron Bexley. Oklahoma City Museum of Art. Available at: https://topimpressionists.com/pt/art/sir-thomas-lawrence-baron-bexley-D7WVQG-en/

    Observe de perto

    Baron Bexley — Sir Thomas Lawrence

    Observe de perto

    Responda com suas próprias palavras. Não existem respostas erradas aqui — apenas respostas que você possa explicar.

    1. O que chama a sua atenção primeiro e por quê?
    2. Quais cores ou formas criam a atmosfera — e que atmosfera é essa?
    3. O nosso catálogo classifica esta obra sob: portraiture, royal figure, baron bexley. Concorda? O que acrescentaria ou removeria?
    4. Relembre Portrait of the Children of John Angerstein (1808), apresentado anteriormente neste guia. Identifique dois elementos que esta obra compartilha com a anterior e um que seja diferente.
    5. Sir Thomas Lawrence tinha cerca de 55 anos quando esta obra foi feita. O que nela parece ser o trabalho de um artista nessa fase?

    Sua resposta

    Escreva um pequeno parágrafo sobre esta obra de arte. Utilize as informações das etapas anteriores deste guia e as suas respostas acima.

    Perguntas e Respostas

    "Baron Bexley" permaneceu no país de origem do seu artista?

    Não – a obra de arte encontra-se no exterior. "Baron Bexley" está guardada em United States of America, enquanto Sir Thomas Lawrence nasceu em Reino Unido.

    Qual disposição melhor se adapta ao formato de "Baron Bexley", de Sir Thomas Lawrence?

    Com o seu formato Portrait, uma reprodução de "Baron Bexley" é sugerida para um(a) Reception.

    Que humor e emoção "Baron Bexley", de Sir Thomas Lawrence transmite?

    A atmosfera de "Baron Bexley", de Sir Thomas Lawrence é Elegant, e seu tom emocional é Reflective.