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Guia de Obras de Estudantes

Green Abstract

Nome Turma Data

Victor Pasmore, Green Abstract (1948), The Stanley - Audrey Burton Gallery. Reproduzido para fins de referência; todos os direitos reservados ao detentor dos direitos. Veja esta tela sob uma luz em movimento: o desenho, a cor real sob o verniz, o pigmento puro

Informações principais

Artista
Victor Pasmore topimpressionists.com/pt/artists/victor-pasmore_pt/
Datas do artista
1908 – 1998
Pintura
1948
Dimensões originais
46 x 48 cm
Realizado em
The Stanley - Audrey Burton Gallery topimpressionists.com/pt/museums/the-stanley-audrey-burton-gallery-leeds/

No contexto

Green Abstract — Victor Pasmore

Dimensões

As dimensões originais são 46 × 48 cm (altura × largura), representadas aqui ao lado de um adulto de altura média.

Ano de criação

  1. 1900
  2. 1910
  3. 1920
  4. 1930
  5. 1940
  6. 1950
  7. 1960
  8. 1970
  9. 1980
  10. 1990

Linha acima: os anos. Linha abaixo: a idade do artista no início e no fim de cada período — 0 ao nascer, 90 ao falecer.

Pintado quando o artista tinha 40. O artista viveu até aos 90. 31 das 46 obras datadas deste artista em nosso catálogo são anteriores.

Sombreado: a trajetória de Victor Pasmore (1908–1998) ▲ esta obra, 1948 cada pintura datada, década por década

Primeiras obras: até 1940 Principais anos de atividade: 1940–1949 Obras tardias: a partir de 1949

Essas três faixas dividem as obras que este catálogo data em um primeiro quarto, uma metade central e um último quarto. Elas não representam a produção completa do artista: um período de escassez pode ser uma lacuna no registro, em vez de um intervalo de baixa atividade. Os mesmos anos com a vida do artista traçada neles

Obras comparáveis

Escolha uma obra acima: mencione duas semelhanças entre ela e esta, e uma diferença.

Mais obras para acompanhar esta: topimpressionists.com/pt/art/similar/victor-pasmore-green-abstract-AQSH6N-en/

Paleta de cores

Medido a partir da imagem

    Cor principal

    Rosy Brown #a58e79

    Paleta catalogada

    • #A58E79
    • #39766A
    • #37463E
    • #C1D1DD

    Estas cores dentro de toda a paleta do artista Encontre outras pinturas por cor

    Nome da cor principal
    Rosy Brown
    Intensidade
    Balanced O quão saturadas e variadas são as cores, desde um único tom suave até muitos tons vibrantes.
    Contraste
    Statement O grau de variação da luminosidade e saturação das cores ao longo da imagem.
    Harmonia
    Discordant Palette A forma como as cores interagem entre si, desde o contraste marcante até a total harmonia.
    Brilho
    Balanced O nível de luminosidade ou escuridão da imagem como um todo, desde as sombras profundas até os brilhos intensos.
    Saturação
    Subtle Color Quão puras e intensas são as cores, do quase cinza ao totalmente vívido.

    Onde no mundo esta pintura é apreciada?

    • com menos de 1%
    • 1–3%
    • 3–8%
    • 8–20%
    • 20% ou mais
    Esta pintura sozinha possui poucos visitantes registrados para mapear, portanto, a placa apresenta todas as obras de Victor Pasmore nos últimos doze meses — 3 países ao todo. De onde vêm estes números

    Os dez principais países

    1. 1 China 84,2%
    2. 2 Reino Unido 10,5%
    3. 3 Estados Unidos da América 5,3%

    Encontre os três países mais escuros no mapa. O museu que guarda esta pintura está em algum deles? Escreva um motivo pelo qual pessoas de longe poderiam visitá-la.

    As 15 obras mais visualizadas de Victor Pasmore

    1. 1 Pink Roses, 1944 16,7%
    2. 2 Green Abstract, 1948 esta pintura 8,3%
    3. 3 Still Life with Flowers, 1939 8,3%
    4. 4 Carnations in Vase, 1948 8,3%
    5. 5 Roses in a Jar, 1947 8,3%
    6. 6 The Quiet River The Thames at Chiswick, 1943 8,3%
    7. 7 Spiral Motif, Sea and Sky, 1950 8,3%
    8. 8 Abstract in White, Black, Brown and Lilac, 1957 4,2%
    9. 9 The Snowstorm: Spiral Motif in Black and White, 1951 4,2%
    10. 10 Girl with Bows in her Hair, 1930 4,2%
    11. 11 Suburban Gardens, 1947 4,2%
    12. 12 The Café (Tea Gardens), 1935 4,2%
    13. 13 Head of a Girl 4,2%
    14. 14 Synthetic Construction (White and Black), 1965 4,2%
    15. 15 Yellow Abstract, 1961 4,2%

    Juntas, estas obras representam 100,0% de toda a atenção que as pinturas deste artista receberam nos últimos doze meses. O catálogo contém 53 obras deste artista, das quais 15 foram visualizadas pelo menos uma vez. Esta pintura ocupa a 2 posição entre elas, com 8,3% dessa atenção. Os mesmos números, mês a mês

    As barras medem a atenção, não a qualidade. Escolha a obra no topo e esta aqui: mencione um fator que poderia tornar uma pintura famosa para além da sua técnica de execução.

    Artista e museu

    Artista

    Victor Pasmore

    Nascido em Chelsham, Reino Unido

    Victor Pasmore: Um Pioneiro da Abstração Britânica

    Primeiros Anos e Formação

    Edwin John Victor Pasmore nasceu em 3 de dezembro de 1908, em Chelsham, Surrey.

    Recebeu sua educação inicial na Summer Fields School, em Oxford, e em Harrow, no oeste de Londres.

    Um ponto de virada ocorreu com a morte de seu pai em 1927, o que o forçou a assumir um cargo administrativo no London County Council.

    Ele dedicou-se à pintura em regime de meio período na Central School of Art e tornou-se associado à Euston Road School.

    Inícios Figurativos e Experiências de Guerra

    Inicialmente, Pasmore experimentou com a abstração, mas mais tarde adotou um estilo figurativo lírico.

    Suas primeiras obras frequentemente retratavam vistas do Rio Tâmisa a partir de Hammersmith, remetendo a J.M.W. Turner e James McNeill Whistler.

    Uma postura moral firme: Durante a Segunda Guerra Mundial, Pasmore foi um objetor de consciência.

    Após ter seu pedido recusado por seu tribunal local, ele foi convocado para o serviço militar em 1942. Ele recusou as ordens e foi submetido a uma corte marcial, recebendo uma sentença de 123 dias de prisão.

    Ele recorreu com sucesso desta decisão e obteveu isenção incondicional do serviço militar.

    A Transição para a Abstração

    O grande salto de Pasmore para a arte abstrata ocorreu por volta de 1947, profundamente influenciado por Piet Mondrian e Paul Klee.

    Ele inspirou-se nos escritos deles sobre a natureza e a criação de uma harmonia dinâmica na arte, acreditando que isso prenunciava uma futura harmonia social.

    Principais Influências: Ele também buscou inspiração em Ben Nicholson e em outros artistas associados ao grupo Circle.

    Seu trabalho abstrato frequentemente envolvia colagem e a construção de relevos, sendo pioneiro no uso de novos materiais e, por vezes, alcançando grandes escalas arquitetônicas.

    Grandes Conquistas e Integração Arquitetônica

    Impacto Revolucionário: Herbert Read descreveu o novo estilo de Pasmore como “o evento mais revolucionário na arte britânica do pós-guerra”.

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    Em 1950, ele foi comissionado para criar um mural abstrato para um depósito de ônibus em Kingston upon Thames.

    Ele contribuiu com um mural para o Festival da Grã-Bretanha em 1951, apresentando diversos construtivistas britânicos.

    The Apollo Pavilion: Em 1955, ele tornou-se Diretor Consultor de Design Arquitetônico para a Peterlee Development Corporation. A peça central deste projeto foi a estrutura de arte pública abstrata, o Apollo Pavilion, que gerou considerável controvérsia, mas permanece como um marco significativo.

    Reconhecimento Internacional e Últimos Anos

    Pasmore representou a Grã-Bretanha na Bienal de Veneza de 1961 e participou da Documenta II em Kassel (1959).

    Ele atuou como curador da Tate Gallery, doando inúmeras obras para o seu acervo.

    Contribuições Educacionais: Ele foi uma figura de liderança na promoção da arte abstrata e na reforma do ensino das belas artes.

    De 1954 a 1961, ele liderou o curso de arte no King’s College, Durham (Newcastle upon Tyne), desenvolvendo um influente curso de arte e design geral inspirado pela Bauhaus.

    Mudou-se para Malta em 1966 e faleceu em Gudja, em 23 de janeiro de 1998, aos 89 anos.

    Legado e Significância Histórica

    A obra de Victor Pasmore marcou um ponto de inflexão na arte britânica, estabelecendo a abstração como uma força vital.

    Sua integração entre arte e arquitetura desafiou fronteiras convencionais e influenciou gerações subsequentes de artistas e designers.

    A Galeria Victor Pasmore, inaugurada em Malta em 2014, abriga uma exposição permanente de suas obras criadas durante seu período na ilha.

    Museu

    The Stanley - Audrey Burton Gallery

    Em exibição em Leeds, United Kingdom

    A Sanctuary of Light and Line

    Nestled within the venerable walls of the Brotherton Library, a Grade II listed masterpiece of Neoclassical design, lies an unexpected jewel of the University of Leeds campus. The

    Stanley & Audrey Burton Gallery

    serves as more than a mere repository for fine art; it is a deliberate invitation to pause and contemplate beauty amidst the academic rigor of university life. As one enters this sanctuary, the Art Deco elegance of the surrounding architecture begins to harmonize with the curated treasures within, creating an atmosphere where history and modernity exist in a delicate, breathless balance. For the art lover or the discerning interior designer, the gallery offers a profound sense of tranquility, acting as a respite where the soul can engage with the sublime.

    The heart of the gallery beats most vibrantly through its magnificent

    British Paintings

    collection. Here, the canvases whisper tales of a changing nation, spanning centuries of artistic evolution. Visitors are transported to the sweeping, atmospheric dramas of the Romantic era, where the masterful brushstrokes of

    John Constable

    and

    J.M.W. Turner

    capture the ephemeral light and rugged spirit of the English countryside. These works do not merely depict landscapes; they evoke the very essence of the sublime, inviting viewers to lose themselves in the interplay of mist, shadow, and sunlight. This tradition of observation is complemented by the intimate elegance of Victorian portraiture and the luminous, experimental energy of Impressionistic explorations, making the collection a vital chronicle of the British aesthetic journey.

    A Dialogue Between Eras

    Beyond the borders of Britain, the gallery opens a window onto the broader European tradition, offering a panoramic view of the continent's artistic soul. The collection features the dramatic tension of the Baroque period, where the mastery of artists like

    Rembrandt

    and

    Caravaggio

    is on full display. Through their legendary use of

    chiaroscuro

    —the profound interplay between deep shadow and piercing light—these works command an emotional intensity that remains unparalleled. This dialogue between light and dark is mirrored in the gallery's sculptural offerings, where neoclassical forms celebrating classical ideals stand alongside modernist experiments. These sculptures demonstrate a breathtaking precision, transforming raw, cold materials into evocative representations of the human form and natural grace.

    What truly distinguishes The Stanley & Audrey Burton Gallery is its role as a living, breathing institution of intellectual curiosity. It is a space where temporary exhibitions frequently challenge the status quo, placing cutting-edge contemporary art in direct conversation with historical treasures. This juxtaposition prompts a continuous re-evaluation of how artistic ideas evolve across time and culture. Affiliated with the broader University Library system—including the prestigious

    Treasures Gallery

    and the

    International Textile Collection

    —the gallery is part of a larger legacy of scholarship and creative pursuit, remaining a beacon of inspiration where the enduring legacy of human creativity is both preserved and perpetually reimagined.

    Saiba mais

    Disponível online

    QR code que direciona para a página de download de Green Abstract

    topimpressionists.com/pt/art/download/victor-pasmore-green-abstract-AQSH6N-en/

    Como citar esta obra

    MLA
    Pasmore, Victor. Green Abstract. 1948, The Stanley - Audrey Burton Gallery. https://topimpressionists.com/pt/art/victor-pasmore-green-abstract-AQSH6N-en/
    APA
    Pasmore, Victor (1948). Green Abstract [Painting]. The Stanley - Audrey Burton Gallery. https://topimpressionists.com/pt/art/victor-pasmore-green-abstract-AQSH6N-en/
    Chicago
    Victor Pasmore. Green Abstract. 1948. The Stanley - Audrey Burton Gallery. https://topimpressionists.com/pt/art/victor-pasmore-green-abstract-AQSH6N-en/
    Harvard
    Pasmore, Victor (1948) Green Abstract. The Stanley - Audrey Burton Gallery. Available at: https://topimpressionists.com/pt/art/victor-pasmore-green-abstract-AQSH6N-en/

    Observe de perto

    Green Abstract — Victor Pasmore

    Olhar de perto

    Responda com suas próprias palavras. Não existem respostas erradas aqui — apenas respostas que você possa explicar.

    1. O que chama a sua atenção primeiro e por quê?
    2. Quais cores ou formas criam a atmosfera — e que atmosfera é essa?
    3. Relembre Suburban Gardens (1947), apresentado anteriormente neste guia. Identifique dois elementos que esta obra compartilha com a anterior e um que seja diferente.
    4. Victor Pasmore tinha cerca de 40 anos quando esta obra foi feita. O que nela parece ser o trabalho de um artista nessa fase?
    5. O que o artista pode ter querido que você sentisse?

    Sua resposta

    Escreva um pequeno parágrafo sobre esta obra de arte. Utilize as informações das etapas anteriores deste guia e as suas respostas acima.

    Perguntas e Respostas

    Qual é a tonalidade predominante de "Green Abstract" de Victor Pasmore?

    "Green Abstract" inclina-se para um tom Green to Violet Spectrum.

    Como posso visualizar uma reprodução de "Green Abstract" de Victor Pasmore?

    Para visualizar uma reprodução de "Green Abstract" de Victor Pasmore, acesse a página de Visualização da obra.

    Qual é a proporção de "Green Abstract" de Victor Pasmore e quais são as suas dimensões?

    O formato de "Green Abstract" é Square e a obra original mede 46 x 48 cm. Ambas as informações são úteis ao planejar uma reprodução.