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Guia de Obras de Estudantes

Division -Unit

Nome Turma Data

Wassily Wassilyevich Kandinsky, Division -Unit (1934), Sezon Museum of Modern Art. Domínio público. Veja esta tela sob uma luz em movimento: o desenho, a cor real sob o verniz, o pigmento puro

Dados principais

Artista
Wassily Wassilyevich Kandinsky topimpressionists.com/pt/artists/wassily-wassilyevich-kandinsky_pt/
Datas do artista
1866 – 1944
Pintura a óleo
1934
Movimento
Abstract Expressionism Large canvases where the act of painting itself — the drip, the sweep — is the subject.
Realizado em
Sezon Museum of Modern Art topimpressionists.com/pt/museums/sezon-museum-of-modern-art-karuizawa_pt/

No contexto

Division -Unit — Wassily Wassilyevich Kandinsky

Quando foi pintado?

  1. 1860
  2. 1870
  3. 1880
  4. 1890
  5. 1900
  6. 1910
  7. 1920
  8. 1930
  9. 1940

Linha acima: os anos. Linha abaixo: a idade do artista no início e no fim de cada período — 0 ao nascer, 78 ao falecer.

Pintado quando o artista tinha 68. O artista viveu até aos 78. 279 das 319 obras datadas deste artista em nosso catálogo são anteriores.

Sombreado: a trajetória de Wassily Wassilyevich Kandinsky (1866–1944) ▲ esta obra, 1934 cada pintura datada, década por década

Primeiras obras: até 1909 Principais anos de atividade: 1909–1926 Obras tardias: a partir de 1926

Essas três faixas dividem as obras datadas neste catálogo em um primeiro quarto, uma metade central e um último quarto. Elas não representam a produção completa do artista: um período de escassez pode ser uma lacuna no registro, em vez de um intervalo de baixa atividade. Os mesmos anos com a trajetória do artista neles traçada

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Mais obras para acompanhar esta: topimpressionists.com/pt/art/similar/wassily-wassilyevich-kandinsky-division-unit-D5H4KC-en/

Cores

Medido a partir da imagem

    Cor principal

    Castanho Rosado #9f9b93

    Paleta catalogada

    • #9F9B93
    • #7A402B
    • #75716E
    • #354C45

    Estas cores integradas em toda a paleta do artista Encontre outras pinturas por cor

    Paleta
    Tons terrosos A família de cores predominante na imagem.
    Nome da cor principal
    Castanho Rosado
    Intensidade
    Monocromático O quão saturadas e variadas são as cores, desde um único tom suave até muitos tons vibrantes.
    Contraste
    Suave O grau de variação da luminosidade e saturação das cores ao longo da imagem.
    Harmonia
    Paleta dissonante A harmonia entre as cores, desde o contraste marcante até a total unidade.
    Brilho
    Brilhante O nível de luminosidade ou escuridão da imagem como um todo, desde as sombras profundas até os brilhos intensos.
    Saturação
    Suave Quão puras e intensas são as cores, do quase cinza ao totalmente vívido.

    Onde no mundo esta pintura é apreciada?

    • menos de 1%
    • 1–3%
    • 3–8%
    • 8–20%
    • 20% ou mais
    Esta pintura sozinha possui poucos visitantes registrados para mapear, portanto, a placa apresenta todas as obras de Wassily Wassilyevich Kandinsky nos últimos doze meses — 78 países ao todo. Origem destes dados

    Os dez principais países

    1. 1 China 37,9%80.500 visits
    2. 2 Estados Unidos da América 8,8%18.600 visits
    3. 3 Singapura 8,3%17.600 visits
    4. 4 Hong Kong 7,5%15.900 visits
    5. 5 Itália 3,6%7.600 visits
    6. 6 Brasil 3,5%7.500 visits
    7. 7 Espanha 3,1%6.600 visits
    8. 8 França 2,4%5.100 visits
    9. 9 Alemanha 2,1%4.500 visits
    10. 10 México 1,8%3.900 visits
    11. · 68 outros países 21,0%44.700 visits

    Encontre os três países mais escuros no mapa. O museu que guarda esta pintura está em algum deles? Escreva um motivo pelo qual pessoas de longe poderiam visitá-la.

    As 20 obras mais visualizadas de Wassily Wassilyevich Kandinsky

    1. 1 Composição VIII, 1923 14,8%45.900 visits
    2. 2 Composição VII, 1913 6,0%18.500 visits
    3. 3 Improvisação. Gorge, 1914 4,9%15.200 visits
    4. 4 Primeira Aquarela Abstrata, 1910 4,2%12.900 visits
    5. 5 Amarelo, Vermelho e Azul, 1925 2,9%9.100 visits
    6. 6 Em Branco II, 1923 2,3%7.300 visits
    7. 7 Todos os Santos Dia I, 1911 1,3%4.100 visits
    8. 8 Interior (My Dining Room), 1909 1,3%3.900 visits
    9. 9 Vista de Murnau com trem e castelo, 1909 1,2%3.600 visits
    10. 10 Arabs I (Cemetery), 1909 1,0%3.200 visits
    11. 11 Estudo para "Composição VII", 1913 1,0%3.100 visits
    12. 12 Improvisação 28 (segunda versão) 1,0%3.000 visits
    13. 13 No Azul 1,0%3.000 visits
    14. 14 Composição IX, 1936 0,9%2.900 visits
    15. 15 Wassily Kandinsky, 1926 0,9%2.900 visits
    16. 16 Circulos em Circulo, 1923 0,9%2.900 visits
    17. 17 Composição X 0,9%2.700 visits
    18. 18 Gabriele Münter pintura em Kallmunz, 1903 0,8%2.500 visits
    19. 19 Construção Suavizada 0,8%2.400 visits
    20. 169 Division -Unit, 1934 esta obra 0,1%400 visits

    Juntas, estas obras representam 48,2% de toda a atenção que as pinturas deste artista receberam nos últimos doze meses. O catálogo contém 517 obras deste artista, das quais 385 foram visualizadas pelo menos uma vez. This painting ranks 169 of them, with 0,1% of that attention (400 visits). Os mesmos números, mês a mês

    As barras medem a atenção, não a qualidade. Escolha a obra no topo e esta aqui: mencione um fator que poderia tornar uma pintura famosa para além da sua técnica de execução.

    Sobre esta obra

    Division -Unit — Wassily Wassilyevich Kandinsky

    Division -Unit: A Symphony of Color and Spirit

    Wassily Kandinsky’s “Division - Unite,” created in 1934 during his formative Parisian period, stands as an emblem of abstract expressionism and a testament to the artist's relentless pursuit of spiritual resonance within visual art. Born in Moscow in 1866, Kandinsky embarked on a transformative artistic odyssey fueled by encounters with Impressionist painting—particularly Claude Monet’s “Haystacks”—and profoundly moved by Wagner’s opera "Lohengrin." These experiences instilled within him an unwavering conviction that art could transcend mere representation and communicate directly with the soul. This conviction would become the cornerstone of his groundbreaking approach to abstraction, forever altering the landscape of modern artistic endeavor.

    Early influences extended beyond purely visual stimuli; Kandinsky absorbed the vibrant hues and symbolic narratives of Russian folk art, gleaned from expeditions into the Vologda region. He meticulously documented these observations, recognizing their capacity to evoke emotional responses akin to musical harmonies—a concept he would champion throughout his career. This intellectual framework underpinned his artistic explorations, guiding him toward a deliberate rejection of conventional pictorial conventions in favor of forms that prioritized color and composition as primary expressive vehicles.

    The painting itself presents a striking visual experience: a square grid serves as the foundational structure for an astonishing array of organic shapes—circles, squares, triangles—interwoven with scattered letters. These elements are not uniformly distributed; rather, they cluster and overlap, generating a palpable sense of controlled chaos that belies Kandinsky’s meticulous planning. Diagonal lines intersect the grid, injecting dynamism into the composition and reinforcing the feeling of movement. The color palette is extraordinarily rich and diverse, encompassing reds, greens, blues, yellows, oranges, and purples—applied in both solid blocks and blended areas to create subtle gradations that heighten visual interest. Dominating the background is a pale grey or off-white hue, allowing the vibrant colors of the shapes to command attention and radiate luminosity.

    Kandinsky’s technique reflects his unwavering commitment to capturing inner experience. Executed primarily with oil paints on canvas—likely stretched taut—the application appears remarkably smooth, minimizing visible brushstrokes and prioritizing tonal harmony. This deliberate restraint underscores Kandinsky's belief that color alone could convey profound emotional significance. The resulting surface possesses a subtle textural quality, suggestive of the paper-like texture of his preparatory sketches, hinting at the artist’s ongoing engagement with traditional drawing methods alongside his pioneering explorations of abstraction.

    “Division - Unite” embodies Kandinsky’s mature abstract style—characterized by its rejection of representational imagery and its masterful manipulation of color relationships to evoke spiritual contemplation. It aligns seamlessly with the tenets of Abstract Expressionism, a movement that championed spontaneous gesture and emotional intensity as paramount considerations in artistic creation. More than just a visual spectacle, this artwork invites viewers into a realm where form and color coalesce to communicate unspoken truths—a legacy that continues to inspire artists and collectors alike.

    Composition & Structure

    The square grid serves as the central organizing principle of “Division - Unite,” providing a framework for the arrangement of disparate elements while simultaneously fostering a sense of controlled dynamism. Unlike traditional perspectival representations, Kandinsky eschews depth illusion, opting instead for a flattened surface that emphasizes color and form as independent expressive forces. Diagonal lines intersect the grid, injecting movement into the composition and disrupting any potential static equilibrium. This deliberate disruption mirrors Kandinsky’s philosophical conviction that art should transcend rational thought and tap into primal instincts—a core tenet of his spiritual worldview.

    Color Palette & Harmony

    Kandinsky's masterful use of color is arguably the painting's most striking feature. The palette encompasses a spectrum of hues—reds, greens, blues, yellows, oranges, and purples—each carefully positioned to create visual harmony and convey specific emotional resonances. Solid blocks of color coexist with blended areas, generating subtle gradations that enrich the overall tonal range. The dominant off-white background serves as a counterpoint to the vibrant shapes, maximizing their luminosity and enhancing their impact on the viewer’s eye. Kandinsky's meticulous attention to color theory—informed by Goethean aesthetics—demonstrates his profound understanding of how color can stimulate sensory perception and evoke psychological responses.

    Technique & Materials

    The painting was crafted using oil paints on canvas, a medium favored by Kandinsky for its ability to achieve exceptional tonal fidelity and textural nuance. The application technique prioritizes smoothness and tonal consistency, minimizing visible brushstrokes and emphasizing the artist’s commitment to capturing inner experience through visual form. This deliberate restraint underscores Kandinsky's belief that color alone could convey profound emotional significance—a conviction that underpinned his entire artistic practice.

    Symbolic Significance & Emotional Impact

    “Division - Unite” transcends mere aesthetic beauty; it embodies Kandinsky’s aspiration to communicate spiritual truths through abstraction. The scattered letters within the composition serve as visual anchors, grounding the organic shapes in a realm of intellectual contemplation—a reflection of Kandinsky's engagement with philosophical ideas and his belief that art could illuminate hidden dimensions of human consciousness. Ultimately, this painting invites viewers into a meditative state—a testament to Kandinsky’s enduring legacy as one of the foremost pioneers of abstract expressionism and a visionary artist who dared to explore the uncharted territories of visual perception.

    Historical Context

    Created in 1934, “Division - Unite” emerged during Kandinsky's Parisian period—a time marked by profound intellectual ferment and artistic experimentation. The painting reflects the influence of Bauhaus, where Kandinsky taught from 1922 to 1933, and embodies the broader ethos of Abstract Expressionism—a movement that championed spontaneity and emotional intensity as paramount considerations in artistic creation. It stands as a pivotal work within Kandinsky’s oeuvre, solidifying his reputation as one of the most innovative and influential artists of the 20th century.

    Size & Dimensions

    Unknown Date: 1934

    Artista e museu

    Artista

    Wassily Wassilyevich Kandinsky

    Nascido em Moscou, Rússia

    A Life Immersed in Color and Spirit

    Wassily Wassilyevich Kandinsky, nascido em Moscou em 1866, foi uma figura revolucionária que alterou irrevogavelmente o curso da arte moderna. Sua jornada não foi de um chamado artístico imediato; inicialmente destinado a uma carreira no direito e na economia na Universidade de Moscou, encontrou-se com a pintura impressionista – especificamente as “Palas” de Claude Monet – e uma experiência profundamente emocionante testemunhando a ópera "Lohengrin" de Wagner que acendeu dentro dele um desejo irreprimível de seguir a arte. Este momento crucial, ocorrendo por volta dos trinta anos, não marcou apenas uma mudança de carreira, mas uma transformação completa de perspectiva, abrindo-lhe o caminho para se tornar pioneiro na abstração. Em breve, mudou-se para Munique, matriculando-se na prestigiosa Academia de Artes e estudando sob Franz von Stuck, embora mesmo dentro do treinamento formal, o espírito de Kandinsky anelasse por explorar além dos limites convencionais.

    As primeiras influências incluíam a arte folclórica russa, obtida através de uma expedição etnológica à região de Vologda em 1889, que despertou um fascínio pelas paletas de cores vibrantes e imagens simbólicas. Esta base se provou crucial enquanto ele começava a desenvolver sua linguagem artística única. Estas explorações iniciais não eram simplesmente uma preferência estética; estavam enraizadas em uma conexão cultural profunda e em uma compreensão crescente de como a arte poderia comunicar além da letra.

    The Dawn of Abstraction: From Expressionism to Inner Necessity

    As primeiras obras de Kandinsky revelam um forte viés expressionista, caracterizado por cores ousadas e intensidade emocional – peças como “Papeln (Poplars)” de 1902 exemplificam este período. No entanto, ele não estava satisfeito em simplesmente representar o mundo exterior; ele buscava expressar realidades internas, verdades espirituais que transcendiam a mera representação visual. Esta busca levou-o gradualmente para longe da arte representacional e em direção a uma exploração revolucionária de cor, forma e seu ressonância emocional.

    Ele começou a acreditar que as cores possuíam efeitos psicológicos inerentes, capazes de evocar emoções e sensações específicas no espectador. Esta convicção estava intimamente ligada ao seu crescente interesse pela Teosofia, um movimento espiritual que enfatizava o conhecimento esotérico e a fraternidade universal. Ao se aprofundar nessas ideias, as pinturas de Kandinsky tornaram-se cada vez mais não objetivas, abandonando formas reconhecíveis em favor de composições abstratas impulsionadas por uma “necessidade interior”. Não era simplesmente abandonar a representação; era descobrir uma nova linguagem visual capaz de expressar os reinos intangíveis da emoção e da espiritualidade. Ele buscava criar um equivalente visual à música, onde cor e forma harmonizavam para evocar respostas emocionais profundas.

    Geometric Harmony and Spiritual Resonance

    O período seguinte ao seu envolvimento com o influente grupo de artistas Der Blaue Reiter (Os Cavaleiros Azuis), que co-fundou em Munique em 1911, viu uma evolução adicional no estilo de Kandinsky. Embora as primeiras obras frequentemente apresentassem formas fluidas e orgânicas, ele começou a explorar a abstração geométrica, concentrando-se na interação entre círculos, triângulos e quadrados. “Vários Círculos” (140 x 140 cm) é um exemplo primordial desta fase – uma composição dinâmica onde cor e forma interagem em uma dança harmoniosa, mas energética.

    Esta geometria não era fria ou estéril; era imbuída de significado espiritual. Kandinsky acreditava que as formas geométricas possuíam significados simbólicos inerentes e sua disposição dentro da tela poderia evocar respostas emocionais específicas. Seus escritos teóricos, notavelmente “Sobre o Espiritual na Arte” (1911), articulavam estas crenças, lançando as bases para uma nova compreensão da arte abstrata como um meio de expressar verdades espirituais profundas. Ele argumentava que a arte não deveria ter como objetivo imitar a natureza, mas sim revelar o mundo interior do artista e se conectar com o espectador em um nível mais profundo e intuitivo.

    Bauhaus Influence and Lasting Legacy

    A eclosão da Primeira Guerra Mundial forçou Kandinsky a retornar à Rússia em 1914, mas após a Revolução Russa, ele encontrou-se cada vez mais em desacordo com o clima artístico dominante. Em 1920, aceitou uma posição de professor na escola Bauhaus na Alemanha, onde influenciou profundamente gerações de artistas com suas teorias sobre cor, forma e abstração. A Bauhaus forneceu um ambiente ideal para Kandinsky desenvolver ainda mais suas ideias e explorar novos caminhos criativos.

    Ele continuou a experimentar com formas geométricas e cores vibrantes, frequentemente incorporando técnicas de impasto texturizado para criar superfícies texturizadas que adicionavam profundidade e complexidade às suas composições – como visto em obras posteriores como “Uma Festa Íntima” (1942). Após o fechamento ordenado pelo regime nazista da Bauhaus em 1933, Kandinsky se mudou para a França, onde permaneceu até sua morte. Seu impacto na arte moderna é imensurável; ele é amplamente reconhecido como um pioneiro do expressionismo abstrato e uma figura-chave no desenvolvimento da pintura não representacional. Suas obras são exibidas em importantes museus ao redor do mundo, incluindo a Galeria Tretyakov em Moscou, que abriga seu monumental “Composição VII”, um testemunho de sua visão artística e legado duradouro.

    A exploração de Kandinsky da cor, forma e espiritualidade continua a inspirar artistas hoje, consolidando seu lugar como uma das figuras mais importantes da história da arte do século XX. Ele não pintou apenas pinturas; ele pintou emoções, ideias e a própria essência do espírito humano.

    Museu

    Sezon Museum of Modern Art

    Em exibição em Karuizawa, Japão

    Um Santuário da Modernidade: A Alma de Karuizawa

    Aninhado no abraço esmeralda da deslumbrante paisagem natural de Karuizawa, o Sezon Museum of Modern Art ergue-se como algo muito mais do que um mero repositório de belas artes; é um diálogo profundo entre a criatividade humana e os ritmos serenos da terra. Entrar neste espaço é adentrar um refúvor contemplativo, onde as fronteiras entre a galeria interior e as florestas sussurrantes da província de Nagano começam a se dissolver. A história do museu é uma trajetória de preservação e evolução, remontando sua linhagem a 1962 como o Museu Tanakawa, estabelecido por Yasujiro Tsutsumi para salvaguardar um legado crescente de brilhantismo estético. Ao transitar para sua localização atual em 1981 e, eventualmente, absorver a estimada coleção do Saison Museum, ele amadureceu para se tornar um farol cultural vital, oferecendo um santuário onde o pulso da arte contemporânea bate em perfeita harmonia com as mudanças sazonais das terras altas japonesas.

    A essência arquitetônica do museu é uma aula magistral de integração orgânica, concebida pelo visionário arquiteto Kiyonori Kikutake. Em vez de se impor sobre a paisagem, a estrutura atua como um eco arquitetônico das montanentes e árvores ancestrais ao redor. Utilizando uma paleta de materiais naturais, como o cedro e a pedra, o design honra a profunda reverência do Japão pela conexão ambiental. Grandes e expansivas janelas servem como telas vivas, inundando as galerias com uma luz suave e difusa que sopra vida em cada pincelada e escultura. Esta transparência deliberada permite que a arte exista não de forma isolada, mas dentro de um fluxo contínuo de luz e sombra, convidando os visitantes a experienciar as obras de arte como parte de um ecossistema maior e pulsante.

    Uma Tapeçaria de Mestres Visionários

    A coleção guardada nestas paredes é uma tapeçaria de uma diversidade de tirar o fôlego, tecendo os fios ousados e emotivos da abstração ocidental com as sensibilidades delicadas e sutis do modernismo japonês. Colecionadores e entusiastas encontrar-se-ão cativados pela capacidade do museu de promover conversas inesperadas entre eras e estilos distintos. Pode-se encontrar a presença monumental e saturada de cor de Mark Rothko em uma comunhão silenciosa e poderosa com a precisão escultórica de Isamu Noguchi. Esta justaposição é o coração da coleção Sezon, onde o impacto visceral de Anselm Kiefer encontra as explorações etéreas e surrealistas de Man Ray. A força do museu reside justamente nesta tensão — a habilidade de apresentar um mundo onde formas não representacionais e texturas abstratas desafiam o espectador a engajar-se com a cor e a composição em um nível puramente instintivo.

    Além dos pesos pesados do modernismo internacional, o museu celebra as profundas contribuições de mestres japoneses, como Hisao Domoto, e o espírito inovador de Michael Rikio Ming Hee Ho. A curadoria estende-se para além das paredes da galeria, alcançando os encantadores jardins escultóricos projetados por Isamu Wakabayashi. Aqui, a arte torna-se uma experiência imersiva ao ar livre; as esculturas interagem com bonsais meticulosamente podados e lagos tranquilos, criando um caminho de descoberta que encoraja um ritmo mais lento e meditativo. Para o designer de interiores ou o amante da estética refinada, o museamento serve como a inspiração máxima, demonstrando como o posicionamento da forma e a consideração do espaço podem elevar o espírito humano e transformar um ambiente físico em um retiro espiritual.

    Um Legado de Descoberta Intelectual

    Ao longo de sua existência histórica, o Sezon Museum of Modern Art permaneceu na vanguarda do discurso artístico contemporâneo, acolhendo exposições inovadoras que desafiam os limites da percepção espacial. Exibições notáveis do passado, como a exploração colaborativa do espaço por Hiroshi Hara e Madeline Gins, desafiaram o público a reconsiderar como habitamos e interpretamos nossos arredores. A capacidade do museu de celebrar tanto lendas estabelecidas, como a vibrante e hipnotizante Yayoi Kusama, quanto talentos emergentes, garante que sua narrativa nunca seja estática, mas sempre em movimento rumo a novos horizontes de significado. Ele permanece como um destino onde o ato de observar é transformado em um ato de sentir — um lugar onde cada visitante é convidado a contemplar a beleza profunda inerente tanto à obra-prima feita pelo homem quanto ao mundo natural.

    Onde ler mais

    Encontre online

    QR code que direciona para a página de download de Division -Unit

    topimpressionists.com/pt/art/download/wassily-wassilyevich-kandinsky-division-unit-D5H4KC-en/

    Como citar esta obra

    MLA
    Kandinsky, Wassily Wassilyevich. Division -Unit. 1934, Sezon Museum of Modern Art. https://topimpressionists.com/pt/art/wassily-wassilyevich-kandinsky-division-unit-D5H4KC-en/
    APA
    Kandinsky, Wassily Wassilyevich (1934). Division -Unit [Painting]. Sezon Museum of Modern Art. https://topimpressionists.com/pt/art/wassily-wassilyevich-kandinsky-division-unit-D5H4KC-en/
    Chicago
    Wassily Wassilyevich Kandinsky. Division -Unit. 1934. Sezon Museum of Modern Art. https://topimpressionists.com/pt/art/wassily-wassilyevich-kandinsky-division-unit-D5H4KC-en/
    Harvard
    Kandinsky, Wassily Wassilyevich (1934) Division -Unit. Sezon Museum of Modern Art. Available at: https://topimpressionists.com/pt/art/wassily-wassilyevich-kandinsky-division-unit-D5H4KC-en/

    Observe de perto

    Division -Unit — Wassily Wassilyevich Kandinsky

    Observe de perto

    Responda com suas próprias palavras. Não existem respostas erradas aqui — apenas respostas que você possa explicar.

    1. O que chama a sua atenção primeiro e por quê?
    2. Quais cores ou formas criam a atmosfera — e que atmosfera é essa?
    3. Relembre Composição VIII (1923), apresentado anteriormente neste guia. Identifique dois elementos que esta obra compartilha com a anterior e um que seja diferente.
    4. Abstract Expressionism: Large canvases where the act of painting itself — the drip, the sweep — is the subject. Onde você pode observar isso nesta obra?
    5. Wassily Wassilyevich Kandinsky tinha cerca de 68 anos quando esta obra foi feita. O que nela parece ser o trabalho de um artista nessa fase?

    Sua resposta

    Escreva um pequeno parágrafo sobre esta obra de arte. Utilize as informações das etapas anteriores deste guia e as suas respostas acima.

    Perguntas e Respostas

    Qual é o formato de "Division -Unit"?

    "Division -Unit", de Wassily Wassilyevich Kandinsky é uma composição em Quadrado. Vale a pena conferir as proporções antes de escolher o tamanho da impressão.

    Que atmosfera "Division -Unit" traria para um ambiente?

    "Division -Unit", de Wassily Wassilyevich Kandinsky possui uma atmosfera Sereno e é recomendado para um(a) Sala de Estar. O clima é o que a obra traz para o espaço ao seu redor.

    Qual é a situação dos direitos autorais de "Division -Unit", de Wassily Wassilyevich Kandinsky?

    "Division -Unit", de Wassily Wassilyevich Kandinsky, está em em domínio público — seus direitos autorais expiraram. Os termos de direitos autorais são calculados a partir do falecimento do artista, e Wassily Wassilyevich Kandinsky faleceu em 1944.