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Guia de Obras de Estudantes

Coconut Palms

Nome Turma Data

Winslow Homer, Coconut Palms (1898), Baltimore Museum of Art. Domínio público. Veja esta tela sob uma luz em movimento: o desenho, a cor real sob o verniz, o pigmento puro

Dados principais

Artista
Winslow Homer topimpressionists.com/pt/artists/winslow-homer_pt/
Datas do artista
1836 – 1910
Pintura a óleo
1898
Movimento
Realism Painting ordinary people and ordinary work exactly as they are, without making them prettier or grander.
Realizado em
Baltimore Museum of Art topimpressionists.com/pt/museums/baltimore-museum-of-art-baltimore_pt/
Style
Impressionistic watercolor techniques
Subject
Landscape, palm trees, beach, boat

No contexto

Coconut Palms — Winslow Homer

Quando foi pintado?

  1. 1830
  2. 1840
  3. 1850
  4. 1860
  5. 1870
  6. 1880
  7. 1890
  8. 1900
  9. 1910

Linha acima: os anos. Linha abaixo: a idade do artista no início e no fim de cada período — 0 ao nascer, 74 ao falecer.

Pintado quando o artista tinha 62. O artista viveu até aos 74. 451 das 519 obras datadas deste artista em nosso catálogo são anteriores.

Sombreado: a trajetória de Winslow Homer (1836–1910) ▲ esta obra, 1898 cada pintura datada, década por década

Primeiras obras: até 1874 Principais anos de atividade: 1874–1892 Obras tardias: a partir de 1892

Essas três faixas dividem as obras datadas neste catálogo em um primeiro quarto, uma metade central e um último quarto. Elas não representam a produção completa do artista: um período de escassez pode ser uma lacuna no registro, em vez de um intervalo de baixa atividade. Os mesmos anos com a trajetória do artista neles traçada

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Mais obras para acompanhar esta: topimpressionists.com/pt/art/similar/winslow-homer-coconut-palms-8BX2HD-en/

Cores

Medido a partir da imagem

    Cor principal

    Putty #d5c5be

    Paleta catalogada

    • #D5C5BE
    • #291E1D
    • #897B78
    • #52443F

    Estas cores integradas em toda a paleta do artista Encontre outras pinturas por cor

    Paleta
    Neutrals A família de cores predominante na imagem.
    Nome da cor principal
    Putty
    Intensidade
    Monochromatic O quão saturadas e variadas são as cores, desde um único tom suave até muitos tons vibrantes.
    Contraste
    Statement O grau de variação da luminosidade e saturação das cores ao longo da imagem.
    Harmonia
    Softly Mixed Palette A harmonia entre as cores, desde o contraste marcante até a total unidade.
    Brilho
    Bright O nível de luminosidade ou escuridão da imagem como um todo, desde as sombras profundas até os brilhos intensos.
    Saturação
    Muted Quão puras e intensas são as cores, do quase cinza ao totalmente vívido.

    Onde no mundo esta pintura é apreciada?

    • menos de 1%
    • 1–3%
    • 3–8%
    • 8–20%
    • 20% ou mais
    Esta pintura sozinha possui poucos visitantes registrados para mapear, portanto, a placa apresenta todas as obras de Winslow Homer nos últimos doze meses — 51 países ao todo. Origem destes dados

    Os dez principais países

    1. 1 China 57,6%85.800 visits
    2. 2 Estados Unidos da América 8,3%12.400 visits
    3. 3 Singapura 6,0%8.900 visits
    4. 4 Hong Kong 5,6%8.400 visits
    5. 5 Roménia 4,2%6.300 visits
    6. 6 França 2,5%3.700 visits
    7. 7 Brasil 1,4%2.100 visits
    8. 8 Espanha 1,3%1.900 visits
    9. 9 Itália 0,9%1.400 visits
    10. 10 Coréia do Sul 0,9%1.300 visits
    11. · 41 outros países 11,3%16.700 visits

    Encontre os três países mais escuros no mapa. O museu que guarda esta pintura está em algum deles? Escreva um motivo pelo qual pessoas de longe poderiam visitá-la.

    As 20 obras mais visualizadas de Winslow Homer

    1. 1 O Aviso de Nevoeiro, 1885 15,9%31.000 visits
    2. 2 Barcos de Pesca, Key West, 1903 3,0%5.900 visits
    3. 3 Uma Parede, Nassau, 1898 2,1%4.100 visits
    4. 4 Snap the Whip, 1872 1,5%3.000 visits
    5. 5 Long Branch, Nova Jersey, 1869 1,4%2.800 visits
    6. 6 O Veterano em um Novo Campo, 1865 1,0%2.000 visits
    7. 7 The gulf stream, Metropolitan Mus, 1899 1,0%1.900 visits
    8. 8 Lar Tranquilo, 1863 0,9%1.800 visits
    9. 9 O Rio da Corrente, 1906 0,8%1.600 visits
    10. 10 Luar, Farol de Wood Island, 1894 0,8%1.500 visits
    11. 11 A Caçada da Raposa, 1893 0,7%1.300 visits
    12. 12 Natureza-Morta com Frutas, 1880 0,7%1.300 visits
    13. 13 Crepúsculo em Leeds, Nova York, 1876 0,7%1.300 visits
    14. 14 Árvore de palmeiras, Nassau, 1898 0,7%1.300 visits
    15. 15 A Linha da Vida, 1884 0,6%1.200 visits
    16. 16 Martha, 1835 0,6%1.200 visits
    17. 17 Warm Afternoon (Shepherdess), 1878 0,6%1.200 visits
    18. 18 Canoes in Rapids, Saguenay River, 1902 0,6%1.200 visits
    19. 19 Salto de Truta, 1889 0,6%1.100 visits
    20. 120 Coconut Palms, 1898 esta obra 0,2%400 visits

    Juntas, estas obras representam 34,4% de toda a atenção que as pinturas deste artista receberam nos últimos doze meses. O catálogo contém 700 obras deste artista, das quais 508 foram visualizadas pelo menos uma vez. This painting ranks 120 of them, with 0,2% of that attention (400 visits). Os mesmos números, mês a mês

    As barras medem a atenção, não a qualidade. Escolha a obra no topo e esta aqui: mencione um fator que poderia tornar uma pintura famosa para além da sua técnica de execução.

    Sobre esta obra

    Coconut Palms — Winslow Homer

    A Tropical Reverie: Unveiling Winslow Homer’s *Coconut Palms*

    Winslow Homer's *Coconut Palms*, painted in 1898, offers a captivating glimpse into a tranquil tropical world. This watercolor masterpiece, currently residing at the Baltimore Museum of Art, transcends a simple depiction of a beach scene; it is an evocative exploration of light, atmosphere, and the subtle beauty of nature. Created during a period when Homer sought respite from northern winters in the Caribbean, particularly Nassau, Bahamas, this work reflects his immersion in a new environment and a shift towards more vibrant color palettes.

    Style & Technique: A Masterclass in Watercolor

    *Coconut Palms* is exemplary of Homer’s mature style – a blend of Realism infused with Impressionistic sensibilities. While grounded in the accurate representation of his subject matter, Homer doesn't strive for photographic precision. Instead, he employs loose, fluid brushstrokes and masterful watercolor washes to capture the feeling of the scene. The verticality of the palm trees is emphasized by the composition, drawing the eye upwards towards the sun-dappled canopy. Note how Homer utilizes layering – building up tones with successive washes – to create depth and a sense of atmospheric perspective. This technique allows the background elements, like the distant boat and shoreline, to recede naturally, enhancing the overall spatial illusion. The muted color palette—predominantly browns, grays, and pale blues—contributes to a serene yet slightly melancholic mood.

    Historical Context & Artistic Evolution

    By the late 1890s, Homer had largely moved away from narrative painting and focused increasingly on landscapes and seascapes. His time in the Caribbean proved pivotal. He was captivated by the exotic flora, vibrant light, and slower pace of life. *Coconut Palms* is part of a series of works created during these sojourns, showcasing his experimentation with watercolor as a primary medium. This period represents a significant departure from his earlier, more detailed illustrations and oil paintings, demonstrating an embrace of artistic freedom and a focus on capturing fleeting moments of natural beauty. He was influenced by Japanese woodblock prints in terms of composition and simplification of form during this time.

    Symbolism & Emotional Resonance

    While seemingly straightforward, *Coconut Palms* subtly evokes themes of escape, tranquility, and the allure of the exotic. The palm trees themselves are symbols of paradise and relaxation, while the distant boat hints at journeys and possibilities. The overall composition fosters a sense of peaceful isolation – an invitation to contemplate the beauty of nature and find solace in its serenity. There’s a quiet dignity present in the scene; it isn't overly romanticized but rather presented with honest observation. The painting doesn’t shout for attention, instead offering a gentle, contemplative experience.

    A Timeless Appeal for Collectors & Designers

    *Coconut Palms* is more than just a beautiful image; it’s an investment in artistic heritage and emotional well-being. Its calming palette and evocative subject matter make it ideally suited for a variety of interior spaces, from coastal homes to modern offices seeking a touch of natural serenity. High-quality reproductions allow art enthusiasts to experience the beauty and tranquility of Homer’s vision firsthand. The painting's enduring appeal lies in its ability to transport viewers to another world – a sun-drenched paradise where time slows down, and the simple pleasures of life are celebrated. It is a testament to Homer’s skill that even after over a century, this work continues to resonate with audiences today.

    Explore more about Winslow Homer's life and works on Wikipedia: [https://en.wikipedia.org/wiki/Winslow_Homer](https://en.wikipedia.org/wiki/Winslow_Homer)

    Discover similar artworks and learn about the Baltimore Museum of Art’s collection: [https://www.artsmia.org/artist/homer-winslow](https://www.artsmia.org/artist/homer-winslow)

    Artista e museu

    Artista

    Winslow Homer

    Nascido em Boston, Estados Unidos da América

    A Brush with the American Spirit: The Life and Art of Winslow Homer

    Winslow Homer, born in Boston in 1836, wasn’t sculpted by the traditional European art academies that shaped so many of his contemporaries. Instead, he emerged from a distinctly American experience, one rooted in practicality and observation. His journey began not with grand historical canvases, but as a commercial illustrator at the tender age of twelve for Harper's Weekly. This early apprenticeship was formative, honing an exceptional ability to capture scenes with clarity and detail – skills that would become hallmarks of his mature work. He wasn’t learning perspective in Paris; he was learning to see America, its people, and its unfolding story. The bustling streets of Boston, the quiet dignity of rural New England life, these were his first subjects, rendered with a precision born of necessity for the demands of print media. This foundation allowed him to transition into painting, initially in watercolor, before fully embracing the expressive potential of oil paints.

    Early Life and Artistic Beginnings

    Winslow Homer’s childhood was marked by a profound connection to nature—a formative influence that would permeate his entire artistic career. Born Charles Savage Homer Jr., he descended from Captain John Homer, the Englishman who arrived in Boston in 1630 aboard the Anne Dorcas, establishing one of the earliest English settlements in Massachusetts Bay Colony. His father, Charles Savage Homer Sr., was a merchant and instilled in Winslow a strong work ethic and an appreciation for craftsmanship. Henrietta Maria Benson, his mother, possessed artistic talent herself—a passion for painting flowers that nurtured Winslow’s early fascination with visual representation. From a young age, he demonstrated remarkable drawing skills, sketching landscapes and portraits with astonishing accuracy. This innate aptitude was further cultivated by his brother, Charles S. Homer Jr., who worked as a chemist and encouraged Winslow's artistic pursuits. By 19, Homer secured an apprenticeship with John Bufford’s lithographic firm in Boston—a crucial step toward developing his skills as an illustrator and gaining experience in the burgeoning print media industry.

    The Influence of Harper’s Weekly and Commercial Illustration

    Winslow Homer’s initial professional endeavors centered around Harper's Weekly, where he began illustrating scenes from daily life and capturing the spirit of American society. This early engagement with printmaking instilled in him a meticulous attention to detail—a characteristic that would define his artistic style throughout his career. Unlike many artists of his time who pursued formal training abroad, Homer honed his observational skills through direct experience, immersing himself in the landscapes and communities of New England. His illustrations for Harper’s showcased his ability to convey emotion and narrative effectively—skills he would later translate into equally compelling paintings. The firm's demand for precise renderings solidified his technique and established a foundation for his future artistic endeavors. Homer’s early works depicted Boston’s elite, capturing the elegance and sophistication of Victorian society with remarkable realism. He quickly gained recognition as a talented illustrator, securing commissions from prominent publishers and establishing himself as a respected figure in the American art world.

    The Civil War Years: Witnessing History Through Art

    The outbreak of the American Civil War profoundly impacted Winslow Homer’s artistic vision—transforming his focus from idyllic landscapes to confronting the brutal realities of conflict. Recognizing Harper's Weekly's need for visual documentation, Homer volunteered as a war correspondent, traveling extensively throughout Virginia and documenting the experiences of soldiers and civilians alike. Unlike many artists who glorified warfare, Homer eschewed heroic narratives and grand strategies—instead, he sought to portray the human cost of the war with unflinching honesty. His sketches from Camp Douglas and Richmond captured the grim conditions endured by Union prisoners—a poignant reminder of the suffering inflicted upon ordinary people during wartime. Homer’s depictions of battle scenes were notable for their lack of romanticism—he eschewed heroic poses and idealized imagery, opting instead for gritty realism that conveyed the psychological impact of combat. His photographs from Gettysburg and Petersburg powerfully documented the devastation wrought by the war—capturing the solemnity of remembrance and conveying the profound grief experienced by those who had lost loved ones. Homer’s Civil War illustrations stand as testament to his commitment to portraying history with compassion and accuracy—a legacy that continues to inspire artists today.

    A Master of Landscape Painting and Symbolism

    Winslow Homer's artistic style evolved dramatically after the Civil War, embracing a bolder approach characterized by textured surfaces and expressive brushstrokes. He moved from Boston to Gloucester, Massachusetts, establishing a studio overlooking Cape Ann—a location that would serve as his home for decades and inspire countless paintings depicting the rugged beauty of the Maine coast. Homer’s landscapes are imbued with a palpable sense of atmosphere—capturing the shifting moods of sea and sky with remarkable sensitivity. He skillfully employed color to convey emotion—using vibrant hues to depict sunsets ablaze with glory or muted tones to evoke feelings of melancholy and solitude. Homer's technique involved layering paint thickly onto canvas—creating tactile surfaces that mirrored the textures of the natural world. His paintings often explored themes of isolation, resilience, and humanity’s relationship with nature—reflecting his own contemplative spirit and conveying profound philosophical insights. Breezing Up (A Fair Wind) exemplifies Homer's masterful command of light and color—a celebration of maritime life that captures the exhilaration of sailing under a brilliant summer sun. Similarly, The Gulf Stream, painted in 1899, portrays a lone fisherman battling the forces of nature—a powerful metaphor for human struggle against overwhelming odds. Homer’s enduring legacy rests on his ability to transform observation into art—creating images that resonate with viewers across generations and capturing the essence of American identity.

    His paintings are celebrated for their emotional depth and psychological insight

    Homer's technique—thick impasto—became synonymous with American Realism

    Museu

    Baltimore Museum of Art

    Em exibição em Baltimore, Estados Unidos da América

    Um Legado Forjado na Resiliência: A História Duradoura do Baltimore Museum of Art

    Aninhado no coração vibrante de Baltimore, Maryland, o Baltimore Museum of Art (BMA) ergue-se como um testemunho não apenas da conquista artística, mas também da notável capacidade da cidade para a renovação. Fundado nas cinzas do devastador Grande Incêndio de Baltimore em 1904 – um evento trágico que consumiu grande parte da paisagem urbana – as origens do museu estão inextricavelmente ligadas a uma determinação coletiva de reconstruir e fomentar uma vida cultural próspera. Desde suas humildes origens com uma única pintura, “Travessura” de William Sergeant Kendall, doada pelo benfeitor da cidade Dr. A.R.L. Dohme, o BMA floresceu até se tornar um dos principais repositórios de arte moderna e contemporânea da América, um farol que ilumina a rica herança artística tanto de Baltimore quanto da nação como um todo. A história do museu está entrelaçada com o próprio tecido da cidade – uma metrópole dinâmica que abraça a inovação ao mesmo tempo em que valoriza sua profunda história, espelhando a própria evolução do BMA de uma instituição nascente para um marco cultural globalmente reconhecido.

    O edifício em si, projetado pelo celebrado arquiteto John Russell Pope em 1929, é uma personificação da elegância neoclássica e harmonia arquitetônica. Pope combinou magistralmente proporções monumentais com curvas graciosas, criando um espaço que integra perfeitamente a luz natural e a grandeza escultórica. Dois jardins meticulosamente paisagísticos, adornados com esculturas encomendadas especificamente para o museu – obras de luminárias como Constantin Brâncuși e Alexander Calder – realçam ainda mais essa sensação de tranquilidade e imersão artística. Esses espaços ao ar livre convidam à contemplação em meio à beleza da arte e da natureza, oferecendo aos visitantes um refúgio da agitação urbana, sublinhando o compromisso do BMA em criar uma experiência holística e enriquecedora.

    Uma Sinfonia de Cor e Forma: A Coleção Cone e Além

    No coração da renomada coleção do Baltimore Museum of Art reside a extraordinária Coleção Cone, um legado singular das irmãs Claribel e Etta Cone que remodelou fundamentalmente a história da arte americana. Esta notável assembleia, abrangendo mais de 1.000 obras-primas, é ancorada pelas vibrantes telas de Henri Matisse – obras repletas de cor, energia e uma sensação incomparável de alegria. Além das visões cativantes de Matisse, a coleção revela um deslumbrante conjunto de paisagens impressionistas, retratos imbuídos de profundidade psicológica e esculturas que capturam momentos fugazes de graça. A Coleção Cone representa um momento crucial na história da arte, demonstrando o olhar perspicaz das irmãs para o talento e sua dedicação ao apoio de vozes artísticas inovadoras.

    No entanto, a história do BMA não termina com a Coleção Cone. O museu possui uma vasta coleção que se estende muito além do Impressionismo, abrangendo obras da África – uma coleção celebrada por sua profunda importância cultural e oferecendo uma janela para diversas tradições artísticas; artes decorativas europeias e americanas que abrangem séculos, mostrando artesanato requintado e refletindo sensibilidades estéticas em evolução; e arte asiática, incluindo têxteis e cerâmicas que exemplificam a arte e a sofisticação de várias culturas. O compromisso do museu com a diversidade é evidente em sua seleção cuidadosamente selecionada, que reflete a natureza global da expressão artística e celebra as contribuições de artistas de todo o mundo.

    Grandeza Arquitetônica: A Visão de Harmonia de Pope

    A presença física do BMA incorpora elegância arquitetônica e reflete o espírito de seu momento fundador. Projetado em 1929 pelo celebrado arquiteto americano John Russell Pope – um mestre do design neoclássico – o edifício do museu ocupa uma posição proeminente na North Charles Street, com vista para o Wyman Park – um oásis verde que oferece descanso da agitação urbana. Pope combinou habilmente proporções monumentais com curvas graciosas, criando um espaço que integra harmoniosamente a luz natural e a grandeza escultórica. A fachada do edifício é pontuada por colunas e arcos elegantes, enquanto amplas janelas inundam as galerias de luz solar, iluminando as obras de arte em seu interior. A atenção meticulosa aos detalhes – desde o trabalho em pedra cuidadosamente elaborado até os tetos altos – cria uma atmosfera de formalidade e calor, convidando os visitantes a mergulhar no mundo da arte.

    Dois jardins paisagísticos adornam o exterior, povoados por esculturas encomendadas especificamente para o museu – obras de artistas como Constantin Brâncuși e Alexander Calder – que complementam a magnificência arquitetônica do edifício e convidam à contemplação em meio à beleza da arte e da natureza. Esses espaços ao ar livre servem como uma extensão perfeita do interior do museu, borrando os limites entre o interior e o exterior e criando uma experiência verdadeiramente imersiva para os visitantes.

    Uma Voz Contemporânea: Inovação e Diálogo no Século XXI

    Hoje, o BMA continua a defender a inovação artística e promover o diálogo intercultural – uma missão enraizada em seus princípios fundadores e sustentada pela colaboração contínua com artistas, estudiosos e comunidades em todo o mundo. As exposições exploram questões sociais prementes – desde a sustentabilidade ambiental até a justiça racial – iluminando o papel da arte como um veículo para reflexão crítica e transformação. Os curadores do museu se esforçam para envolver os visitantes em vários níveis – estimulando intelectualmente sua curiosidade, ao mesmo tempo em que promovem a empatia e ampliam as perspectivas sobre a experiência humana.

    Além disso, a Gertrude’s Chesapeake Kitchen – operada pelo aclamado chef John Shields – oferece aos visitantes uma experiência culinária única ao lado dos tesouros artísticos do museu – um testemunho do compromisso de Baltimore em promover a criatividade em todas as suas formas. O BMA permanece dedicado a servir como um centro cultural vital para a cidade e além, evoluindo continuamente para atender às necessidades de sua comunidade diversificada, mantendo seu legado de excelência artística.

    Onde ler mais

    Encontre online

    QR code que direciona para a página de download de Coconut Palms

    topimpressionists.com/pt/art/download/winslow-homer-coconut-palms-8BX2HD-en/

    Como citar esta obra

    MLA
    Homer, Winslow. Coconut Palms. 1898, Baltimore Museum of Art. https://topimpressionists.com/pt/art/winslow-homer-coconut-palms-8BX2HD-en/
    APA
    Homer, Winslow (1898). Coconut Palms [Painting]. Baltimore Museum of Art. https://topimpressionists.com/pt/art/winslow-homer-coconut-palms-8BX2HD-en/
    Chicago
    Winslow Homer. Coconut Palms. 1898. Baltimore Museum of Art. https://topimpressionists.com/pt/art/winslow-homer-coconut-palms-8BX2HD-en/
    Harvard
    Homer, Winslow (1898) Coconut Palms. Baltimore Museum of Art. Available at: https://topimpressionists.com/pt/art/winslow-homer-coconut-palms-8BX2HD-en/

    Observe de perto

    Coconut Palms — Winslow Homer

    Observe de perto

    Responda com suas próprias palavras. Não existem respostas erradas aqui — apenas respostas que você possa explicar.

    1. O que chama a sua atenção primeiro e por quê?
    2. Quais cores ou formas criam a atmosfera — e que atmosfera é essa?
    3. O nosso catálogo classifica esta obra sob: tropical beach, palm trees”, “coastal scene”. Concorda? O que acrescentaria ou removeria?
    4. Relembre O Aviso de Nevoeiro (1885), apresentado anteriormente neste guia. Identifique dois elementos que esta obra compartilha com a anterior e um que seja diferente.
    5. Realism: Painting ordinary people and ordinary work exactly as they are, without making them prettier or grander. Onde você pode observar isso nesta obra?

    Sua resposta

    Escreva um pequeno parágrafo sobre esta obra de arte. Utilize as informações das etapas anteriores deste guia e as suas respostas acima.

    Quiz de arte

    Coconut Palms — Winslow Homer

    O quanto você conhece esta obra de arte?

    Selecione uma resposta para cada uma das 5 perguntas abaixo. Cada uma possui exatamente uma resposta correta.

    1. 1. In what year was Winslow Homer's 'Coconut Palms' created?

      • A 1888
      • B 1898
      • C 1908
    2. 2. Where is 'Coconut Palms' currently housed?

      • A The Metropolitan Museum of Art, New York
      • B The Baltimore Museum of Art
      • C The National Gallery, Washington D.C.
    3. 3. What artistic movement is 'Coconut Palms' most closely associated with?

      • A Impressionism
      • B Realism
      • C Abstract Expressionism
    4. 4. The image description notes the painting evokes a certain atmosphere. Which of these best describes it?

      • A Energetic and vibrant
      • B Serene and melancholic
      • C Bold and dramatic
    5. 5. What medium did Winslow Homer primarily use to create 'Coconut Palms'?

      • A Oil on canvas
      • B Acrylic on board
      • C Watercolor on paper

    Minha pontuação: ____ de 5

    Gabarito — para o professor

    Isto inicia uma nova página impressa, de modo que ela pode simplesmente ser omitida das cópias.

    1B · 2B · 3B · 4B · 5C

    Confira qualquer resposta comparando com o registro do catálogo desta pintura

    Perguntas e Respostas

    Onde "Coconut Palms", de Winslow Homer está em exibição hoje?

    A obra original "Coconut Palms" pode ser vista no Baltimore Museum of Art, Baltimore, Estados Unidos da América.

    Quem criou "Coconut Palms"?

    "Coconut Palms" é atribuída a Winslow Homer.

    Como faço para baixar a imagem de "Coconut Palms", de Winslow Homer?

    Um download está disponível para "Coconut Palms": a página de Download da obra oferece download de imagem digital em alta resolução.