De todas as pinturas de Mikhail Scotti, Kuzma Minin and Prince Dmitry Pozharsky (1850) é a mais famosa; está exposta no Nizhny Novgorod State Art Museum, em Nizhny Novgorod. Entre as 1 obras de Mikhail Scotti em nosso catálogo, estas 1 são as mais celebradas, cada uma apresentada com a sua data, o seu museu e a sua história.
Classificado de acordo com o nosso índice de popularidade, que combina buscas, visitas e pedidos de cada obra. Atualizado em Outubro 2026. Cada pintura nesta página pode ser encomendada como uma reprodução a óleo pintada à mão sobre tela de linho, ou como uma impressão fine art, feita no tamanho que escolher.
O museu que detém a maioria das pinturas desta página.
| Museus | Cidade | Obras de Mikhail Scotti | Pinturas desta lista |
|---|---|---|---|
| Nizhny Novgorod | 1 | Kuzma Minin and Prince Dmitry Pozharsky |
Um ano, 1850, reúne todas as telas datadas de Mikhail Scotti nesta página: aqui estão elas, começando pelas mais famosas.
Kuzma Minin and Prince Dmitry Pozharsky (1850)
Mikhail Scotti, nascido(a) em 1814, tinha 36 anos: Kuzma Minin and Prince Dmitry Pozharsky data de 1850.
1 obras de Mikhail Scotti estão em nosso catálogo.
Principalmente em Nizhny Novgorod State Art Museum (Nizhny Novgorod); a lista acima indica cada museu e as suas telas.
Sim. Todas as pinturas desta página podem ser encomendadas a partir de sua própria página como uma reprodução a óleo pintada à mão, ou como uma impressão fine art, no tamanho de sua escolha.
Mikhail Scotti nasceu no seio de uma linhagem de pintores. Seu pai, Ivan Karlovich Scotti, atuava como pintor decorativo, tendo sido trazido para a Rússia vindo do norte da Itália. Essa conexão com sua ascendência italiana moldou profundamente o ambiente doméstico de sua infância. Após o falecimento de seu pai, Mikhail foi adotado e criado pelo pintor histórico Alexei Yegorov. Essa transição da família biológica para o cuidado de um mentor definiu seus anos formativos, unindo o legado familiar ao rigor artístico.
Sua educação teve início na escola católica Saint Catherine, onde recebeu sua instrução primária. A partir dali, seu caminho o conduziu em direção à Academia Imperial de Artes. Ele dedicou tempo assistindo a aulas na Academia, absorvendo as exigências técnicas do ofício. Sua mão revelou uma promessa precoce no estudo da forma; ele foi condecorado com uma medalha de prata por sua habilidade em desenhar do natural. Em 1835, Mikhail Scotti concluiu sua formação formal, graduando-se com uma prestigiada medalha de ouro.
Após concluir sua formação formal, Mikhail Scotti dedicou um período de sua vida à propriedade de Shepelev, nas proximidades de Ardatov. Naquele refúgio, seus dias eram preenchidos pela dedicação ao ensino do desenho e pela delicadeza de pintar ícones sacros. Este intervalo de trabalho silencioso e contemplativo foi o prelúdio para uma jornada rumo ao sul. Acompanhado pelo Conde Pavel Kutaisov, ele atravessou a Alemanha em direção à Itália, onde permaneceu até 1844, mergulhando profundamente na luz e nas formas magistrais daquela região.
Sua trajetória artística o conduziu de volta aos temas religiosos, mas sob novas perspectivas e cenários. Em 1844, Mikhail Scotti pintou ícones para a capela ortodoxa russa situada na embaixada em Istambul. Já em 1845, ele se dedicou à criação de uma série de ícones para a Catedral do Salvador, em Nizhny Novgorod. Foram essas encomendas religiosas que consolidaram seu prestígio, culminando na prestigiosa concessão do título de Acadêmico.
Em Moscou, Mikhail Scotti assumiu o cargo de professor e inspetor na Escola de Pintura, Escultura e Arquitetura de Moscou, ocupando a posição anteriormente desempenhada por Fyodor Zavyalov. Ele dedicou seus dias a guiar uma nova geração de pintores, moldando talentos que viriam a marcar a arte russa. Entre aqueles que se formaram sob sua orientação estavam Konstantin Makovsky, Nikolai Nevrev, Vasily Perov e Sergei Gribkov. Com um olhar atento, ele acompanhava o progresso de cada aluno, transmitindo com maestria os fundamentos técnicos que compuseram sua própria e sólida formação.
Sua pincelada, contudo, encontrava um refúgio constante no sagrado. Ao longo desse período, Mikhail Scotti continuou a produzir inúmeras obras de temática religiosa, imbuídas de uma profunda espiritualidade. Em São Petersburgo, sua mão contribuiu para a ornamentação da Igreja da Anunciação, um trabalho realizado sob a direção de Konstantin Thon. Assim, suas mãos transitavam com destreza entre as exigências silenciosas da sala de aula e o rigor disciplinado e constante da pintura eclesiástica.
Em 1857, seus passos o levaram a cruzar fronteiras, expandindo seus horizontes artísticos. Ele passou temporadas na Itália, Espanha e França, percorrendo esses lugares com a mesma fluidez que marcou seus anos de juventude. Essas viagens não eram meros deslocamentos, mas parte integrante de uma vida dedicada à observação meticulosa da luz e das formas que compunham o cenário do continente europeu.
Sua jornada em solo francês encontrou seu desfecho em Paris. Uma enfermidade súbita e breve o levou em 1861, silenciando sua mão criativa. Mikhail Scotti foi sepultado no Cemitério de Montmartre, deixando para trás o legado de uma vida tranquila, mas profundamente artística, de um pintor que transitou com maestria entre as academias da Rússia e os estúdios vibrantes da Europa.