De todas as pinturas de Graham Sutherland, Welsh Landscape with Roads (1936) é a mais famosa. Logo atrás vêm Large Vine Pergola No.2 (1948) e Flying Bomb Depot (verso) (1945). Entre as 61 obras de Graham Sutherland em nosso catálogo, estas 61 são as mais celebradas, cada uma apresentada com a sua data, o seu museu e a sua história.
Classificado de acordo com o nosso índice de popularidade, que combina buscas, visitas e pedidos de cada obra. Atualizado em Outubro 2026.
To stand before Graham Vivian Sutherland's "Large Vine Pergola No.2" is to step into a vibrant, emotionally charged landscape rendered entirely through pigment and gesture. This piece is not merely a depiction; it is an experience—a confluence of organic energy captured at the height of modern artistic expression. The eye is immediately drawn into the heart of the composition, where bold white forms suggest the graceful, almost architectural sweep of…
Graham Vivian Sutherland's “Flying Bomb Depot (verso),” painted in 1945, isn’t merely a depiction of wartime devastation; it’s a profoundly unsettling meditation on the intersection of nature, destruction, and human vulnerability. Created during a period when Britain was grappling with the realities of aerial bombardment and the looming shadow of defeat, this work transcends its immediate subject matter to become a poignant symbol of a world irrevocably altered. The painting…
Graham Vivian Sutherland’s 1941 painting, “Tree Form,” isn’t merely a depiction of a tree; it’s an immersion in primal emotion and a profound exploration of the natural world filtered through the lens of Surrealism. This arresting work, housed within a relatively modest 39 x 31 cm canvas, immediately commands attention with its unsettling yet captivating composition – a colossal, textured creature emerging from a void of deep indigo. It’s a…
In "Palm and Wall" by Graham Sutherland, a rectangular piece of woven textile is centered against a solid black background. The composition is vertical. It relies on a…
Graham Vivian Sutherland's "Flying Bomb Depot (recto)," painted in 1945, isn’t merely a depiction of wartime architecture; it’s a profound meditation on destruction, isolation, and the unsettling beauty…
Graham Vivian Sutherland's "Pink Vine Pergola," painted in 1947, isn’t merely a landscape; it’s a carefully constructed distillation of mood and memory. It captures a fleeting, almost melancholic…
The Marshalling Yard at Trappes, France Damage Done by RAF is a work by Graham Vivian Sutherland. Completed in 1944, the painting captures a moment of stillness amidst…
In this 1957 work, Graham Sutherland moves away from the heavy, visceral textures of his wartime landscapes toward a more structured, almost dreamlike composition. Portuguese-British alliance presents a…
Graham Vivian Sutherland's "Thorn Tree," painted in 1946, isn’t merely a landscape; it’s an immersion into the heart of Pembrokeshire’s rugged beauty, filtered through the uniquely perceptive eye…
Landscape Undulations with Undergrowth is a work by Graham Sutherland. Created in 1942, the piece emerged during a period when the artist was transitioning from printmaking toward the…
Uma Jornada Escura Entre Espinhos: Uma Análise da Obra de Graham Vivian Sutherland Este artigo explora profundamente “Narrow Road Between Hedges” (Estrada Íngreme Entre Espinhos), uma pintura emblemática…
Graham Vivian Sutherland’s “The Deposition,” painted in 1947, is not merely a depiction of a biblical scene; it's a profoundly moving meditation on loss, sacrifice, and the enduring…
In the quiet moments of contemplation, few scenes capture the soul as tenderly as Landscape in the South of France. Painted in 1950 by the master of British…
In the quiet tension of 1940, amidst the gathering shadows of World War II, Graham Vivian Sutherland birthed a masterpiece that would redefine the boundaries of the British…
Uma Visão Sobre “Palm on Wall”, de Graham Sutherland “Palm on Wall” é uma obra marcante do pintor inglês Graham Vivian Sutherland (1903–1980), que transcende o estilo Expressionista…
Graham Sutherland is best known as a war artist during the Second World War and for his designs for Coventry Cathedral. His early works were almost all etchings…
Os quatro temas que mais aparecem nestas telas, cada um com o seu exemplo mais amado.
Os 8 museus que detêm a maioria das pinturas desta página.
| Museu | Cidade | Obras de Graham Sutherland | Pinturas desta lista |
|---|---|---|---|
| Londres | 5 | Large Vine Pergola No.2, Pink Vine Pergola, Thorn Tree | |
| Chichester | 3 | Landscape in the South of France, Crucifixion, Track Junction in the South of France | |
| Bristol | 2 | Flying Bomb Depot (verso), Flying Bomb Depot (recto) | |
| Ottawa | 2 | Large Vine Pergola, Head | |
| Leeds | 2 | Tree Form, The Marshalling Yard at Trappes, France Damage Done by RAF | |
| Washington, D.C. | 2 | Palm and Wall, Dark Entrance | |
| Leicester | 2 | Estrada estreita entre arbustos, The Laughing Woman (study) | |
| Londres | 2 | Cornfield and Stone, Origins of the Land No.1 |
To stand before Graham Vivian Sutherland's "Large Vine Pergola No.2" is to step into a vibrant, emotionally charged landscape rendered entirely through pigment and gesture. This piece is…
Welsh Landscape with Roads (1936), seguido por Large Vine Pergola No.2 (1948) e Flying Bomb Depot (verso) (1945).
Graham Sutherland, nascido(a) em 1903, tinha 33 anos: Welsh Landscape with Roads data de 1936.
Welsh Landscape with Roads, Large Vine Pergola No.2, Flying Bomb Depot (verso), Press for Making Shells, Large Vine Pergola, Flying Bomb Depot The Caverns, Saint Leu d'Esserent, 14 January 1945, Somerset Maugham, Edward Sackville-West, 5th Lord Sackville (1901-1965), Helena Rubinstein in a red brocade Balenciaga gown e Tree Form. Cada tela no ranking acima inclui o seu ano e o seu museu.
61 obras de Graham Sutherland estão em nosso catálogo, datadas de 1936 a 1976.
Principalmente em Coleção do Conselho Britânico (Londres), Pallant House Gallery (Chichester) e Bristol Museum - Art Gallery (Bristol); a lista acima indica cada museu e as suas telas.
Em 1940s, que compreende 38 das 61 obras desta página, Large Vine Pergola No.2 entre elas.
A tela mais antiga aqui é de Welsh Landscape with Roads (1936); a mais recente é de Edward Langton Iliffe, 2nd Baron Iliffe of Yattendon (1908-1996) (1976).
Landscape (9), British art (5) e Pembrokeshire (3), entre as 61 obras nesta página.
Oil On Canvas, utilizado em 4 das 61 obras nesta página.
Surrealism e Expressionism, como mostram as telas nesta página.
O Coleção do Conselho Britânico, Londres detém 5 das obras desta página, entre elas Large Vine Pergola No.2, Pink Vine Pergola e Thorn Tree.
Graham Vivian Sutherland, um titã do Modernismo britânico, possuía a rara habilidade de transformar os contornos familiares do mundo natural em algo profundamente inquietante e espiritual. Nascido em Streatham, Londres, em 1903, a jornada de Sutherland foi de constante metamorfose. Embora seus primeiros anos tenham sido moldados por uma educação clássica no Epsom College, sua verdadeira vocação surgiu longe dos círculos jurídicos de sua família. Sua incursão inicial no mundo técnico de um aprendizado nas oficinas de locomotivas da Midland Railway proporcionou uma base de precisão que mais tarde se manifestaria em suas intrincadas gravuras e pinturas a óleo texturizadas. Ao transitar para a Goldsmiths' School of Árt, Sutherland começou a se afastar da representação tradicional, sentindo-se atraído pelo poder evocativo da gravura e da água-forte.
A estética inicial do artista estava profundamente enraizada no romantismo de Samuel Palmer, mas ele recusou-se a permanecer ancorado ao passado. Em vez disso, Sutherland atuou como uma ponte entre a tradição pastoral inglesa e a energia radical dos movimentos de vanguarda europeus. Ao absorver a lógica onírica do Surrealismo e a emocionalidade crua do Expressionismo, ele desenvolveu uma linguagem visual capaz de capturar tanto a paisagem física quanto o estado psicológico. Suas primeiras gravuras, caracterizadas por um senso de mistério e forma orgânica, lançaram as bases para uma carreira definida pela obsessão com a "estranheza" da natureza — um tema que se tornaria seu legado mais duradouro.
A década de 1940 marcou uma era crucial no desenvolvimento de Sutherland, à medida que seu foco mudava do delicado meio da gravura para as texturas viscerais e impasto da pintura a óleo. Foi durante este período que as paisagens áridas e ventosas de Pembrokes_keshire tornaram-se sua musa principal. Em obras como Thorn Tree, pode-se testemunhar a maestria do artista em fundir a realidade botânica com a distorção surrealista. Ele não apenas pintava árvores; ele pintava a tensão, a luta e a arquitetura esquelética da própria vida. Este período o viu mover-se em direção a uma forma de ver mais abstrata, porém profundamente simbólica, onde espinhos, raízes e ramos retorcidos serviam como metáforas para a vulnerabilidade e a resiliência humana.
A Segunda Guerra Mundial trouxe uma dimensão diferente e mais sombria ao seu trabalho. Servindo como artista de guerra oficial, Sutherland voltou seu olhar para as cenas industriais e muitas vezes assombrosas da frente interna britânica. Suas pinturas desta era, como Flying Bomb Depot The Caverns, são aulas magistrais de atmosfera. Através de texturas pesadas e uma paleta que evoca tanto a decadência quanto o pavor, ele capturou a desolação sinistra dos interiores de tempos de guerra. Estas obras não eram meramente documentação; eram retratos psicológicos de uma era marcada pela ansiedade e pela presença iminente da destruição, refletindo a realidade fraturada de um mundo em guerra.
Nos anos pós-guerra, o trabalho de Sutherland ascendeu a novos patamares de significância espiritual e pública. Ele começou a integrar o simbolismo religioso com seus motivos orgânicos, criando uma síntese poderosa entre o sagrado e o natural. Isso culminou em uma de suas conquistas mais monumentais: o design da enorme tapeçaria central para a nova Catedral de Coventry, intitulada Christ in Glory in the Tetramorph. Esta obra, que utilizou sua habilidade de manipular forma e cor em grande escala, permanece como um testemunho de seu papel na reconstrução cultural da Grã-Bretanha do pós-guerra.
Ao longo de sua carreira prolífica, a versatilidade de Sutherland permitiu-lhe deixar uma marca indelével em múltiplas disciplinas:
Em última análise, Graham Sutherland permanece como uma pedra angular da arte do século XX porque ousou olhar abaixo da superfície da paisagem. Ele encontrou o surreal dentro do real e o divino dentro do orgânico. Seu legado não é encontrado apenas em museus, mas na maneira como percebemos a beleza oculta e muitas vezes irregular do mundo ao nosso redor — um mundo onde cada espinho guarda uma história e cada sombra contém um mistério.