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      Mary Beale, 1633 – 1699

      As 65 pinturas mais famosas de Mary Beale

      King Charles II (1675) é a pintura pela qual Mary Beale é mais lembrado; pertence ao National Portrait Gallery, Londres. Bartholomew Beale (1663) e Portrait of a lady (1680) completam o trio das telas mais amadas. O nosso catálogo conta com 65 obras de Mary Beale. Aqui estão as 65 mais famosas, com o ano, o museu e a história de cada tela.

      Classificado de acordo com o nosso índice de popularidade, que combina buscas, visitas e pedidos de cada obra. Atualizado em Outubro 2026. Cada pintura nesta página pode ser encomendada como uma reprodução a óleo pintada à mão sobre tela de linho, ou como uma impressão fine art, feita no tamanho que escolher.

      Retrato de Mary Beale
      Mary Beale · 1633 – 1699
      Nascimento · falecimento
      1633 – 1699, Suffolk
      Movimento
      Baroque
      Obras em nosso catálogo
      65
      Mais famosas
      King Charles II (1675)
      Mais obras em
      National Portrait Gallery

      As dez pinturas mais amadas de Mary Beale

      King Charles II (1675) de Mary Beale
      1

      King Charles II

      1675 · Oil On Canvas · National Portrait Gallery, Londres

      The monarch emerges from a deep, shadowy void, his presence commanding the space within an oval frame. King Charles II gazes outward with a somber, regal expression that suggests the heavy weight of sovereignty. Light sweeps in from the upper left, catching the high ridge of his cheekbone and the delicate, intricate folds of a white lace cravat. This directional glow carves his features out of the darkness, creating a…

      Bartholomew Beale (1663) de Mary Beale
      2

      Bartholomew Beale

      1663 · Oil On Paper · Yale Center for British Art, New Haven

      A young boy gazes out from the canvas, his eyes wide and filled with a quiet, thoughtful intensity. He sits slightly off-center, his small form bathed in a soft, directional light that spills from the upper left, casting gentle shadows across the right side of his face. This light creates a sense of three-dimensional volume, making his youthful features feel tangible and present. His hair, a halo of light brown…

      Viscountess Frances Hatton (1664) de Mary Beale
      4

      Viscountess Frances Hatton

      1664 · Oil On Canvas · Smithsonian American Art Museum, Washington, D.C.

      In this close-up portrait of Viscountess Frances Hatton by Mary Beale, the subject is positioned in a three-quarter view. The figure is contained within a painted trompe l'oeil oval frame that sits against a background of deep, dark umber and black. This dark backdrop creates a sharp contrast with the subject, focusing the viewer's attention on the sitter. The color palette is dominated by warm, muted tones, specifically ochre, gold,…

      Mary Beale: telas de 11 a 65 do ranking

      Mary Wither of Andwell (1670) de Mary Beale
      #26

      Mary Wither of Andwell

      1670 · Art Gallery of South Australia

      In this Baroque oil on canvas, Mary Beale presents us with Mary Wither of Andwell. Created about 1670, the work is a quiet study of a young subject,…

      Leve esta luz para casa →

      O que Mary Beale mais pintou

      Os quatro temas que mais aparecem nestas telas, cada um com o seu exemplo mais amado.

      Onde as telas de Mary Beale estão expostas

      Os 8 museus que detêm a maioria das pinturas desta página.

      Museu Cidade Obras de Mary Beale Pinturas desta lista
      National Portrait Gallery, LondresNational Portrait Gallery Londres 6 King Charles II, Thomas Sydenham, Charles Beale the Elder
      Antony HouseAntony House 3 Sir Courtenay Pole, 2nd Bt, MP (1618/19–1695), Possibly Mary Morice, Lady Carew (d. 1698), Rachel Carew, Mrs Ambrose Manaton (1669–1705)
      Sutton HouseSutton House 2 Lady Sadleir, Sir Edwyn Sadleir, 2nd Baronet of Temple Dinsey (1656-1719)
      Dulwich Picture Gallery, LondresDulwich Picture Gallery Londres 2 Portrait of a Physician, Portrait of a Youth
      Osterley Park And House, LondonOsterley Park And House London 2 Master Child, one of the Sons of Sir Francis Child the Elder (1642-1713), Master Child, one of the Sons of Sir Francis Child the Elder (1642-1713)
      Penmaenmawr Museum 2 An Unknown Gentleman (believed to be a Member of the Williams Family), An Unknown Lady (believed to be a Member of the Williams Family)
      Yale Center for British Art, New HavenYale Center for British Art New Haven 1 Bartholomew Beale
      National Gallery of Victoria, MelbourneNational Gallery of Victoria Melbourne 1 Portrait of a lady

      A tela mais famosa de Mary Beale, década após década

      1. 1650s
      2. 1660s
        Bartholomew Beale (1663) de Mary Beale
        Tela 2 de 65

        Bartholomew Beale

        Idade 27 – 36 · Yale Center for British Art

        A young boy gazes out from the canvas, his eyes wide and filled with a quiet, thoughtful intensity. He sits slightly off-center, his small form bathed in a…

      3. 1670s
        King Charles II (1675) de Mary Beale
        Tela 1 de 65

        King Charles II

        Idade 37 – 46 · National Portrait Gallery

        The monarch emerges from a deep, shadowy void, his presence commanding the space within an oval frame. King Charles II gazes outward with a somber, regal expression that…

      4. 1680s
        Portrait of a lady (1680) de Mary Beale
        Tela 3 de 65

        Portrait of a lady

        Idade 47 – 56 · National Gallery of Victoria

        Mary Beale produced this oil on canvas, titled Portrait of a lady, around 1680. The work measures 76.5 × 63.7 cm. It represents a significant example of the…

      5. 1690s

      As telas de Mary Beale, pergunta por pergunta

      Por qual tela Mary Beale é mais lembrado(a)?Leia a resposta

      King Charles II (1675), National Portrait Gallery, Londres. Seguidos por Bartholomew Beale (1663) e Portrait of a lady (1680).

      King Charles II: que idade tinha Mary Beale quando foi pintada?Leia a resposta

      Mary Beale, nascido(a) em 1633, tinha 42 anos: King Charles II data de 1675.

      Quais são as dez telas mais famosas de Mary Beale?Leia a resposta

      King Charles II, Bartholomew Beale, Portrait of a lady, Viscountess Frances Hatton, Lady Elizabeth Cavendish, Countess of Bridgewater (c.1627-1663), Bartholomew Beale, in Profile, An Unknown Man, called John Milton (1608-1674), Portrait of a woman with a black hood, Sir Courtenay Pole, 2nd Bt, MP (1618/19–1695) e Self-Portrait Holding a Palette. Cada tela no ranking acima inclui o seu ano e o seu museu.

      Quantas pinturas Mary Beale criou?Leia a resposta

      65 obras de Mary Beale estão em nosso catálogo, datadas de 1659 a 1697.

      Onde estão expostas hoje as telas mais famosas de Mary Beale?Leia a resposta

      Principalmente em National Portrait Gallery (Londres), Antony House e Sutton House; a lista acima indica cada museu e as suas telas.

      Quando é que Mary Beale pintou as suas telas mais famosas?Leia a resposta

      Em 1680s, que compreende 10 das 65 obras desta página, Portrait of a lady entre elas.

      Qual tela famosa de Mary Beale veio primeiro e qual veio por último?Leia a resposta

      A tela mais antiga aqui é de Anna Maria, Countess of Shrewsbury (1642–1702) (1659); a mais recente é de Portrait of Nell Gwyl (1697).

      Quais temas Mary Beale mais pintou?Leia a resposta

      Portraits (14), Royalty (12) e Portrait (6), entre as 65 obras nesta página.

      Qual técnica é mais presente nas pinturas de Mary Beale?Leia a resposta

      Oil On Canvas, utilizado em 4 das 65 obras nesta página.

      Com qual movimento Mary Beale está associado(a)?Leia a resposta

      Baroque, como mostram as telas nesta página.

      Quais pinturas de Mary Beale estão no National Portrait Gallery?Leia a resposta

      O National Portrait Gallery, Londres detém 6 das obras desta página, entre elas King Charles II, Thomas Sydenham e Charles Beale the Elder.

      Onde posso comprar uma reprodução de uma pintura de Mary Beale?Leia a resposta

      Sim. Todas as pinturas desta página podem ser encomendadas a partir de sua própria página como uma reprodução a óleo pintada à mão, ou como uma impressão fine art, no tamanho de sua escolha.

      Conheça o pintor: Mary Beale

      Uma Vida Iluminada: O Mundo de Mary Beale

      Nascida na tranquila reitoria de Barrow, em Suffolk, no final de março de 1633, Mary Cradock ingressou em um mundo onde a inclinação artística era considerada um passatempo aceitável, mas uma profissão para uma mulher permanecia, em grande parte, inexplorada. Seu pai, John Cradock, um reitor que possuía mãos de pintor, proporcionou-lhe a base inicial nas artes — uma circunstância afortunada que moldaria seu destino. Crescendo perto de Bury St Edmunds, a jovem Mary provavelmente encontrou artistas estabelecidos como Peter Lely e Matthew Snelling, absorvendo influências que mais tarde floresceriam em seu próprio estilo distintivo. Essa exposição precoce à crescente cena artística de Londres plantou uma semente de ambição em seu interior, mesmo quando as expectativas sociais buscavam confinar seus talentos à esfera doméstica. A perda de sua mãe aos dez anos trouxe dificuldades, mas também fortaleceu o vínculo com seu pai e aumentou o foco nas atividades artísticas como uma fonte de consolo e expressão.

      Navegando pelas Convenções: Retratismo e Vida Familiar

      Em 1652, Mary casou-se com Charles Beale, um funcionário público que se tornaria não apenas seu marido, mas também seu parceiro indispensável na navegação pelas complexidades de uma vida profissional. A relação deles era uma colaboração incomum para a época — uma verdadeira parceria construída sobre o respeito mútuo e a ambição compartilhada. Os Beale estabeleceram um lar e uma família, acolhendo dois filhos, Bartholomew e Charles Jr., enquanto simultaneamente construíam a carreira artística de Mary. Trabalhando inicialmente em suas residências em Covent Garden e, mais tarde, em Albrook, Hampshire, ela começou a aceitar encomendas, ganhando reconhecimento gradual por sua habilidade. Charles desempenhou um papel fundamental, gerenciando as questões práticas de seu estúdio — preparando materiais, cuidando das finanças e registrando meticulosamente cada detalhe de seu trabalho em seus agora famosos cadernos. Esses registros oferecem um vislumbre inestimável da prática artística do século XVII e fornecem evidências convincentes do sucesso crescente de Mary. Seus retratos não eram meras semelhanças; eram estudos íntimos de caráter, capturando a essência de seus modelos com um grau notável de realismo e sensibilidade. Ela especializou-se em retratar membros de sua família, amigos, a pequena nobreza local, a aristocracia e o clero — uma clientela diversificada que atesta sua crescente reputação. Uma Sensibilidade Barroca: Estilo e Técnica O estilo artístico de Mary Beale estava profundamente enraizado no período Barroco, caracterizado pela iluminação dramática, cores ricas e uma atenção aguçada aos detalhes. No entanto, ela não era simplesmente uma imitadora das tendências predominantes. Desenvolveveu uma abordagem distinta que a diferenciava de contemporâneos como Lely, infundindo seus retratos com um calor e uma profundidade psicológica que ressoavam com seus modelos. Sua técnica envolvia observação cuidadosa e uma representação meticulosa, mas também uma disposição para experimentar materiais e métodos. As notas de Charles Beale revelam sua exploração inovadora de suportes mais baratos para pinturas — como sacos de cebola e tecidos de colcha — demonstrando tanto engenhosidade quanto um compromisso com a acessibilidade. Ela era particularmente hábil em capturar as texturas dos tecidos e as nuances da expressão humana, criando retratos que pareciam incrivelmente vivos. Seu manuscrito de 1663 sobre técnicas de pintura, focando especificamente em tons de damasco, permanece como o texto instrucional mais antigo conhecido de uma pintora em língua inglesa — um testemunho de seu conhecimento, habilidade e disposição para compartilhar sua expertise.

      Quebrando Barreiras: Legado e Significância Histórica

      A carreira de Mary Beale não foi isenta de desafios. Como mulher artista na Inglaterra do século XVII, ela enfrentou restrições sociais que limitavam as oportunidades de avanço profissional. No entanto, ela perseverou, estabelecendo uma prática próspera enquanto cumpria simultaneamente seus papéis de esposa e mãe — um feito extraordinário em uma era em que as mulheres eram amplamente excluídas da vida pública. Sua independência financeira, alcançada através de sua arte, foi particularmente notável, desafiando as expectativas convencionais e demonstrando sua perspicácia comercial. Ela recebeu elogios de artistas proeminentes como Sir Peter Lely e reconhecimento em escritos contemporâneos sobre a arte britânica, consolidando sua posição na comunidade artística. O legado de Beale estende-se além de suas conquistas individuais; ela abriu caminho para as futuras gerações de mulheres artistas, provando que o talento não conhecia gênero. Nas últimas décadas, sua obra passou por uma redescoberta merecida, com maior atenção acadêmica e exposições que exibem suas contribuições notáveis para o retratismo inglês. Os registros detalhados mantidos por Charles Beale fornecem percepções inestimáveis sobre o mundo da arte, os costumes sociais e a vida cotidiana da Inglaterra do século XVII, garantindo que a história de Mary Beale — e sua arte — continue a inspirar e cativar o público até hoje. Sua obra é preservada em plataformas como TopImpressionists, TopImpressionists, entre outras, garantindo sua presença duradoura no cenário cultural.

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