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      William Salter, 1804 – 1875

      As 88 pinturas mais famosas de William Salter, classificadas

      A pintura mais amada de William Salter é Sir Henry Murray (1837), que está exposta no National Portrait Gallery, Londres. The Waterloo Banquet (1836) e Arthur Wellesley (1769–1852), 1st Duke of Wellington (1839) vêm a seguir entre as telas que os leitores mais conhecem. O nosso catálogo contém 88 obras de William Salter: aqui estão as 88 mais famosas, cada uma com o seu ano, o seu museu e o que a torna memorável.

      Classificado de acordo com o nosso índice de popularidade, que combina buscas, visitas e pedidos de cada obra. Atualizado em Outubro 2026. Cada pintura nesta página pode ser encomendada como uma reprodução a óleo pintada à mão sobre tela de linho, ou como uma impressão fine art, feita no tamanho que escolher.

      Retrato de William Salter
      William Salter · 1804 – 1875
      Nascimento · falecimento
      1804 – 1875, Honiton
      Movimento
      Neoclassicism
      Obras em nosso catálogo
      88
      Mais famosas
      Sir Henry Murray (1837)
      Mais obras em
      National Portrait Gallery

      As 10 principais pinturas de William Salter: as telas que todos conhecem

      Sir Henry Murray (1837) de William Salter
      1

      Sir Henry Murray

      1837 · Oil On Canvas · National Portrait Gallery, Londres

      This nineteenth-century portrait depicts Sir Henry Murray in a three-quarter profile view, presented from the waist up against a dark, atmospheric background. The subject is positioned slightly off-center, creating a sense of presence within the vertical composition. He is dressed in a military tunic of a vibrant, saturated red, which serves as the primary focal point of the work. The uniform is detailed with gold accents appearing on the epaulettes,…

      The Waterloo Banquet (1836) de William Salter
      2

      The Waterloo Banquet

      1836 · Oil On Canvas

      The room is filled with the heavy scent of wax and old wood. Light spills from a large window, washing over a table crowded with the remnants of a celebration. Men in formal attire and women in delicate lace lean toward one another, their faces caught in the amber glow of a social ritual. A portrait of a man in military uniform watches from the wall, a silent witness to…

      Arthur Wellesley (1769–1852), 1st Duke of Wellington (1839) de William Salter
      3

      Arthur Wellesley (1769–1852), 1st Duke of Wellington

      1839 · Oil · National Maritime Museum, Londres

      The painting depicts Arthur Wellesley, the 1st Duke of Wellington, positioned against a coastal landscape. He is shown from the waist up, oriented toward the viewer but with his gaze directed toward the distance. He wears a military uniform characterized by a high collar and a visible tie. A sword hangs at his side, and a second sword is positioned further back in the composition. The background consists of a…

      Don Miguel Ricardo de Alava (1840) de William Salter
      4

      Don Miguel Ricardo de Alava

      1840 · Oil · National Portrait Gallery, Londres

      This portrait by William Salter captures Don Miguel Ricardo de Alava. The work dates to about 1840. It presents the likeness of a man who navigated the turbulent currents of nineteenth-century politics and warfare. As a Spanish general and statesman, the subject occupied a position of significant weight, eventually serving as the Prime Minister of Spain in 1835.

      Mais telas de William Salter, de 11 a 88

      O que William Salter mais pintou

      Os quatro temas que mais aparecem nestas telas, cada um com o seu exemplo mais amado.

      Onde as telas de William Salter estão expostas

      Os 5 museus que detêm a maioria das pinturas desta página.

      Museu Cidade Obras de William Salter Pinturas desta lista
      National Portrait Gallery, LondresNational Portrait Gallery Londres 78 Sir Henry Murray, Don Miguel Ricardo de Alava, Richard Egerton
      National Maritime Museum, LondresNational Maritime Museum Londres 1 Arthur Wellesley (1769–1852), 1st Duke of Wellington
      Corpus Christi College, OxfordCorpus Christi College Oxford 1 Richard Michell (1805–1877), First Principal of Hertford College (1874)
      Honiton Town Council, HonitonHoniton Town Council Honiton 1 The Entombment of Christ
      Thorvaldsen Museum, CopenhagaThorvaldsen Museum Copenhaga 1 Count Carlo Andrea Pozzo di Borgo

      A tela mais amada de cada década de William Salter

      1. 1820s
      2. 1830s
        Sir Henry Murray (1837) de William Salter
        1 de 88

        Sir Henry Murray

        Idade 26 – 35 · National Portrait Gallery

        This nineteenth-century portrait depicts Sir Henry Murray in a three-quarter profile view, presented from the waist up against a dark, atmospheric background. The subject is positioned slightly off-center,…

      3. 1840s
        Don Miguel Ricardo de Alava (1840) de William Salter
        Classificado em 4 de 88

        Don Miguel Ricardo de Alava

        Idade 36 – 45 · National Portrait Gallery

        This portrait by William Salter captures Don Miguel Ricardo de Alava. The work dates to about 1840. It presents the likeness of a man who navigated the turbulent…

      4. 1850s
      5. 1870s

      Sobre as telas de William Salter: suas perguntas respondidas

      Qual é a pintura mais conhecida de William Salter?Leia a resposta

      Sir Henry Murray (1837), National Portrait Gallery, Londres. Seguidos por The Waterloo Banquet (1836) e Arthur Wellesley (1769–1852), 1st Duke of Wellington (1839).

      Qual era a idade de William Salter quando Sir Henry Murray foi pintada?Leia a resposta

      William Salter, nascido(a) em 1804, tinha 33 anos: Sir Henry Murray data de 1837.

      Quais são as 10 pinturas mais famosas de William Salter?Leia a resposta

      Sir Henry Murray, The Waterloo Banquet, Arthur Wellesley (1769–1852), 1st Duke of Wellington, Don Miguel Ricardo de Alava, Richard Egerton, Stephen Galway Adye, Sir John Elley, Sir Andrew Francis Barnard, Sir Colin Halkett e William George Harris, 2nd Baron Harris. Cada tela no ranking acima inclui o seu ano e o seu museu.

      Quantas obras William Salter pintou ao todo?Leia a resposta

      88 obras de William Salter estão em nosso catálogo, datadas de 1825 a 1874.

      Onde posso ver as telas mais famosas de William Salter?Leia a resposta

      Principalmente em National Portrait Gallery (Londres), National Maritime Museum (Londres) e Corpus Christi College (Oxford); a lista acima indica cada museu e as suas telas.

      Quando é que William Salter pintou as suas telas mais amadas?Leia a resposta

      Em 1840s, que compreende 55 das 88 obras desta página, Don Miguel Ricardo de Alava entre elas.

      Quais são as primeiras e as últimas telas famosas de William Salter?Leia a resposta

      A tela mais antiga aqui é de John Jeffreys Pratt (1759–1840), Marquis Camden (1825); a mais recente é de Richard Michell (1805–1877), First Principal of Hertford College (1874) (1874).

      O que William Salter mais pintou?Leia a resposta

      Portrait (12), Military (11) e Formal (8), entre as 88 obras nesta página.

      Com qual técnica William Salter pintou com mais frequência?Leia a resposta

      Oil On Canvas, utilizado em 2 das 88 obras nesta página.

      A que movimento pertence a pintura de William Salter?Leia a resposta

      Neoclassicism e Academic realism, como mostram as telas nesta página.

      Quais telas de William Salter estão expostas no National Portrait Gallery?Leia a resposta

      O National Portrait Gallery, Londres detém 78 das obras desta página, entre elas Sir Henry Murray, Don Miguel Ricardo de Alava e Richard Egerton.

      Posso comprar uma reprodução de uma tela de William Salter?Leia a resposta

      Sim. Todas as pinturas desta página podem ser encomendadas a partir de sua própria página como uma reprodução a óleo pintada à mão, ou como uma impressão fine art, no tamanho de sua escolha.

      William Salter: uma vida em pintura

      O Retratista Visionário de uma Era em Transformação

      No coração do século XIX, enquanto a Grã-Bretanha navegava pelas profundas mudanças da Revolução Industrial e pela expansão de sua influência global, William Salter emergiu como um pintor capaz de capturar a própria alma da grandeza vitoriana. Nascido em 1804 na pacata cidade de Honiton, Devon, a vida inicial de Salter estava enraizada na tradicional paisagem inglesa, mas seu espírito artístico estava destinado a palcos muito maiores. Sua jornada, de estudante na Honiton Grammar School a uma figura respeitada na cena artística de Londres, foi pavimentada por uma dedicação inabalável ao domínio clássico e uma curiosidade intelectual insaciável. Ao contrário de muitos de seus contemporâneos que buscavam a fama através do mero seguimento de tendências, a abordagem de Salter era de uma imersão profunda e erudita, fundindo a precisão de um documentarista com a profundidade emocional de um verdadeiro contador de histórias.

      A base do brilhantismo técnico de Salter foi estabelecida longe da costa inglesa. Em 1822, ele buscou o treinamento rigoroso oferecido pelos estúdios de James Northcote, uma conexão que se provaria transformadora para seu estilo em desenvolvimento. Este período de aprendizado permitiu-lhe absorver as nuances de luz e sombra, preparando-o para sua subsequente Grand Tour pela Itália. Enquanto viajava pelos centros artísticos de Florença e Pádua, Salter não apenas observava; ele dialogava com os ideais clássicos do Renascimento. Foi durante essa estada italiana que obras como Sócrates perante seus Juízes foram concebidas, rendendo-lhe aclamação significativa entre os intelectuais europeus e estabelecendo sua reputação como um artista capaz de lidar com narrativas históricas complexas com graça e percepção psicológica.

      Um Legado Monumental: O Banquete de Waterloo

      O auge da carreira de Salter chegou em 1836, com a revelação de sua obra mais ambiciosa e celebrada: O Banquete de Waterloo. Comissionada pelo próprio Duque de Wellington, esta obra colossal era muito mais do que uma simples pintura comemorativa; era um tableau vivant de magnitude histórica. A tela serve como uma janela deslumbrante para um momento singular de triunfo britânico, retratando meticulosamente aproximadamente oitenta indivíduos distintos reunidos para celebrar a vitória em Waterloo. Para executar tal feito, Salter precisou possuir uma capacidade extraordinária de observação, capturando não apenas a regalia e o magnífico lustre de prata de Domingos Antonio de Sequeira, mas também a sutil dinâmica interpessoal da elite reunida.

      Dentro desta obra-prima, encontra-se a marca registrada da técnica de Salter — uma fusão perfeita de realismo e atmosfera. Ele conseguiu transmitir a escala monumental do evento sem sacrificar a dignidade individual de seus temas. A pintura, que permanece como uma joia da coroa da Apsley House, ergue-se como um testemunho de sua habilidade em sintetizar a documentação histórica com a grandiosidade artística. Através de seu pincel, a energia celebrativa do banquete é preservada para a eternidade, permitindo que os espectadores modernos sintam o peso do significado político e social daquela era.

      Retratismo, Precisão e Significado Histórico

      Além da escala monumental de suas composições históricas, o repertório de Salter incluía uma gama de retratos íntimos que demonstravam seu domínio do caráter. Sua habilidade em renderizar texturas — o carmesim pesado de um uniforme militar ou a renda delicada de um vestido de gala — tornou-o um pintor muito procurado tanto pela aristocracia britânica quanto por oficiais militares. Obras como Sir John Elley e Sir Colin Campbell demonstram sua destreza no uso do chiaroscuro para criar presenças dramáticas e realistas que comandam a atenção do espectador.

      A contribuição de Salter para a história da arte estende-se para além da tela; ele foi um educador e um viajante cuja vida refletia o vigor intelectual de sua época. Seu legado é definido por vários pilares fundamentais:

      • Domínio Técnico: Um comando profundo das tradições acadêmicas clássicas, refinado através de estudos na Itália e sob mestres como Northcote.
      • Documentação Histórica: A capacidade de transformar eventos históricos em narrativas visuais duradouras que capturam o zeitgeist do século XIX.
      • Profundidade Psicológica: Um talento para o retrato que ia além da mera semelhança, revelando o caráter e o status de seus sujeitos.
      • Impacto Cultural: Seu papel na elevação do retrato britânico a um nível de prestígio internacional durante a era vitoriana.

      Quando William Salter faleceu em 22 de dezembro de 1875, ele deixou para trás um corpo de obras que permanece como um arquivo essencial da identidade britânica. Suas pinturas continuam a servir como pontos de referência vitais para compreender a elegância, a complexidade e as ambições monumentais de uma nação no auge de seu poder.

      Todas as 88 obras de William Salter →