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      William Strutt, 1825 – 1915

      William Strutt: As 17 pinturas mais conhecidas

      De todas as pinturas de William Strutt, Maria Elizabeth O'Mullane and her children (1854) é a mais famosa; está exposta no National Gallery of Victoria, em Melbourne. Logo atrás vêm Hare Pomare and his wife Hariata and infant son Albert Victor, and a Maori chieftain who accompanied them to England, November 1863 (1864) e A warm response. Entre as 17 obras de William Strutt em nosso catálogo, estas 17 são as mais celebradas, cada uma apresentada com a sua data, o seu museu e a sua história.

      Classificado de acordo com o nosso índice de popularidade, que combina buscas, visitas e pedidos de cada obra. Atualizado em Novembro 2026. Cada pintura nesta página pode ser encomendada como uma reprodução a óleo pintada à mão sobre tela de linho, ou como uma impressão fine art, feita no tamanho que escolher.

      Retrato de William Strutt
      William Strutt · 1825 – 1915
      Nascimento · falecimento
      1825 – 1915, Teignmouth
      Obras em nosso catálogo
      17
      As mais famosas
      Maria Elizabeth O'Mullane and her children (1854)
      Mais obras em
      National Portrait Gallery

      As 10 pinturas mais celebradas de William Strutt

      Maria Elizabeth O'Mullane and her children (1854) de William Strutt
      1

      Maria Elizabeth O'Mullane and her children

      1854 · Oil On Canvas · National Gallery of Victoria, Melbourne

      In this 1854 portrait, we find ourselves in the quiet, structured intimacy of a mid-19th-century interior. The composition is arranged within an elegant oval, a choice that focuses our attention entirely on the central figure of Maria Elizabeth O'Mullane and her three children. There is a profound sense of stability here, anchored by the mother’s presence. She is dressed in a gown of heavy black silk or satin, the fabric…

      Reprodução em óleo pintada à mão de $253 36 × 28 cm Mesmo tamanho da original $410 90 × 68 cm Encomendar no tamanho original →
      Hare Pomare and his wife Hariata and infant son Albert Victor, and a Maori chieftain who accompanied them to England, November 1863 (1864) de William Strutt
      2

      Hare Pomare and his wife Hariata and infant son Albert Victor, and a Maori chieftain who accompanied them to England, November 1863

      1864 · Oil On Canvas · National Gallery of Australia, Canberra

      Hare Pomare and his wife Hariata and infant son Albert Victor, and a Maori chieftain who accompanied them to England, November 1863 is a formal portrait by William Strutt. Created about 1864, the work captures a specific moment of cultural encounter. The subjects include Hare Pomare, his wife Hariata, their infant son Albert Victor, and a Māori chieftain.

      Reprodução em óleo pintada à mão de $253 32 × 32 cm
      A warm response de William Strutt
      3

      A warm response

      Oil

      In this composition, we find ourselves drawn into a sudden, unscripted moment of nature. The central figure is a dog, its mouth open in a gesture that suggests a yawn or perhaps a low growl, capturing a sense of raw, unrefined energy. This animal is not merely a subject but the anchor of a dynamic scene, caught in the midst of a struggle or a sudden discovery. Around the dog,…

      Reprodução em óleo pintada à mão de $178 30 × 33 cm

      Pinturas de William Strutt classificadas de 11 a 17

      O que William Strutt mais pintou

      Os quatro temas que mais aparecem nestas telas, cada um com o seu exemplo mais amado.

      Onde as telas de William Strutt estão expostas

      Os 4 museus que detêm a maioria das pinturas desta página.

      Museus Cidade Obras de William Strutt Pinturas desta lista
      National Portrait Gallery, LondresNational Portrait Gallery Londres 2 Thomas strutt, Untitled (194)
      National Gallery of Victoria, MelbourneNational Gallery of Victoria Melbourne 1 Maria Elizabeth O'Mullane and her children
      National Gallery of Australia, CanberraNational Gallery of Australia Canberra 1 Hare Pomare and his wife Hariata and infant son Albert Victor, and a Maori chieftain who accompanied them to England, November 1863
      Art Gallery of New South Wales, SydneyArt Gallery of New South Wales Sydney 1 David's first victory

      Ano após ano: as telas mais celebradas de William Strutt

      De 1854 a 1864, cerca de uma década de luz e cor: as telas datadas de William Strutt, seguidas ano a ano.

      1. 1854
        Maria Elizabeth O'Mullane and her children (1854) de William Strutt
        Tela 1 de 17

        Maria Elizabeth O'Mullane and her children

        Idade: 29 · National Gallery of Victoria

        In this 1854 portrait, we find ourselves in the quiet, structured intimacy of a mid-19th-century interior. The composition is arranged within an elegant oval, a choice that focuses…

      2. 1864

      As suas perguntas sobre as pinturas de William Strutt, respondidas

      Qual é a pintura mais celebrada de William Strutt?Leia a resposta

      Maria Elizabeth O'Mullane and her children (1854), National Gallery of Victoria, Melbourne. Seguidos por Hare Pomare and his wife Hariata and infant son Albert Victor, and a Maori chieftain who accompanied them to England, November 1863 (1864) e A warm response.

      Qual era a idade de William Strutt na época de Maria Elizabeth O'Mullane and her children?Leia a resposta

      William Strutt, nascido(a) em 1825, tinha 29 anos: Maria Elizabeth O'Mullane and her children data de 1854.

      Quais são as dez pinturas mais famosas de William Strutt?Leia a resposta

      Maria Elizabeth O'Mullane and her children, Hare Pomare and his wife Hariata and infant son Albert Victor, and a Maori chieftain who accompanied them to England, November 1863, A warm response, Thomas strutt, Black Thursday, February 6th. 1851, Study of a man on a camel, Nubian playing tambourine, Study of an East Indian's Head, Beneath An Angel's Wing e The gamekeeper's companion. Cada tela no ranking acima inclui o seu ano e o seu museu.

      Quantas pinturas de William Strutt são conhecidas?Leia a resposta

      17 obras de William Strutt estão em nosso catálogo, datadas de 1854 a 1864.

      Em quais museus se encontram as telas mais conhecidas de William Strutt?Leia a resposta

      Principalmente em National Portrait Gallery (Londres), National Gallery of Victoria (Melbourne) e National Gallery of Australia (Canberra); a lista acima indica cada museu e as suas telas.

      Quais são a primeira e a última das telas famosas de William Strutt?Leia a resposta

      A tela mais antiga aqui é de Maria Elizabeth O'Mullane and her children (1854); a mais recente é de Hare Pomare and his wife Hariata and infant son Albert Victor, and a Maori chieftain who accompanied them to England, November 1863 (1864).

      Quais temas aparecem com mais frequência nas pinturas de William Strutt?Leia a resposta

      Woman (2), Children (2) e Dog (2), entre as 17 obras nesta página.

      Com o que William Strutt costumava pintar?Leia a resposta

      Oil On Canvas, utilizado em 2 das 17 obras nesta página.

      O que posso ver de William Strutt no National Portrait Gallery?Leia a resposta

      O National Portrait Gallery, Londres detém 2 das obras desta página, entre elas Thomas strutt e Untitled (194).

      Posso encomendar uma cópia pintada à mão de uma obra de William Strutt?Leia a resposta

      Sim. Todas as pinturas desta página podem ser encomendadas a partir de sua própria página como uma reprodução a óleo pintada à mão, ou como uma impressão fine art, no tamanho de sua escolha.

      William Strutt: a história do pintor

      William Strutt: Um Cronista Visual da Colonização Australiana e Neozelandesa

      William Strutt, nascido em Teignmouth, Inglaterra, em 1825, trilhou um caminho artístico singular que o levou das academias de Paris à vibrante e desafiadora paisagem colonial da Austrália e Nova Zelândia. Descendente de uma família com raízes artísticas profundas – seu avô, Joseph Strutt, era um autor e gravurista renomado, e seu pai, William Thomas Strutt, um talentoso miniaturista –, William recebeu uma educação artística formal na École des Beaux-Arts em Paris, sob a tutela de Michel Martin Drölling. Essa formação o imbuíu com um apreço pela tradição clássica, especialmente a influência de Rafael, que se manifestaria em sua busca por composição equilibrada e narrativa clara. No entanto, a vida de Strutt não foi uma trajetória linear de sucesso artístico na Europa; dificuldades pessoais o levaram a buscar um novo começo no outro lado do mundo, emigrando para a Austrália em 1850, marcando o início de uma jornada que o transformaria em um cronista visual da colonização.

      Da Arte Europeia à Realidade Colonial: Uma Adaptação Necessária

      A chegada a Melbourne representou um choque cultural e profissional para Strutt. Inicialmente, buscou oportunidades como ilustrador para a *Illustrated Australian Magazine*, mas logo percebeu que o mercado local não estava preparado para as grandes pinturas históricas em que havia sido treinado. Essa necessidade de adaptação o levou a explorar outras vias, aceitando comissões para designs de selos postais e caricaturas políticas – trabalhos práticos que, embora menos ambiciosos artisticamente, aguçaram suas habilidades de observação e desenho. Contudo, foi o devastador incêndio de Black Thursday, em 6 de fevereiro de 1851, que despertou verdadeiramente seu propósito artístico na nova terra. Testemunha ocular da catástrofe, Strutt registrou com fervor a cena caótica e desesperadora, capturando a fuga frenética de pessoas e animais em meio às chamas. Esses esboços iniciais seriam posteriormente transformados em sua obra-prima, *Black Thursday, 6 February 1851* (1864), uma representação visceral e comovente do desastre que se tornou um documento histórico inestimável. Sua experiência nas minas de Ballarat, embora não lucrativa, lhe proporcionou uma compreensão profunda da vida dos garimpeiros, alimentando sua capacidade de retratar a realidade colonial com autenticidade.

      Documentando o Novo Mundo: Nova Zelândia e as Expedições

      A busca por novas paisagens e temas levou Strutt à Nova Zelândia em 1855, onde passou um ano documentando a beleza natural da ilha e os conflitos que marcavam a relação entre Māori e colonos. Suas pinturas da região de Taranaki, incluindo *View of Mt Egmont, Taranaki, New Zealand, taken from New Plymouth, with Maoris driving off settlers' cattle*, revelam uma sensibilidade aguçada para as tensões sociais e políticas subjacentes à paisagem aparentemente idílica. Retornando à Austrália, Strutt se dedicou a registrar os preparativos e o início da expedição Burke e Wills, um empreendimento ambicioso que terminaria em tragédia. Seus esboços detalhados capturam a complexidade logística e a determinação dos exploradores, oferecendo uma perspectiva única sobre esse evento crucial na história australiana. A influência de artistas como Rafael permanece visível em sua composição e atenção aos detalhes, mas agora aplicada à representação da realidade colonial com um realismo pungente.

      O Retorno à Europa e o Legado Duradouro

      Em 1862, preocupações religiosas sobre a educação de seus filhos levaram Strutt a retornar à Inglaterra com sua família. Lá, ele transformou seus esboços australianos e neozelandeses em pinturas a óleo monumentais, como *Bushrangers, Victoria, Australia, 1852* e o retrato de Robert O’Hara Burke, consolidando seu estilo único que combinava a técnica clássica europeia com a temática colonial. Embora não tenha alcançado grande reconhecimento durante sua vida – falecendo em 1915 –, William Strutt deixou um legado artístico duradouro como um dos mais importantes cronistas visuais da colonização australiana e neozelandesa. Suas obras oferecem uma janela fascinante para a história, a cultura e as complexidades de uma sociedade em formação, capturando tanto os momentos grandiosos quanto as lutas cotidianas do povoamento desses novos mundos. *Black Thursday*, em particular, permanece como um testemunho poderoso da força destrutiva da natureza e um lembrete comovente do custo humano das mudanças ambientais.

      Principais Obras

      • Black Thursday, 6 February 1851 (1864): Uma representação impactante dos incêndios devastadores em Victoria.
      • Bushrangers, Victoria, Australia, 1852: Retrata um momento da era do garimpo na Austrália.
      • Robert O’Hara Burke (1861): Um retrato do líder da expedição Burke e Wills.
      • View of Mt Egmont, Taranaki, New Zealand, taken from New Plymouth, with Maoris driving off settlers' cattle (1859): Ilustra um episódio da Guerra de Taranaki.
      • Jerusalem Pilgrims (1872): Demonstra a versatilidade de Strutt e seu interesse por temas religiosos.