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      The Morgue, Paris

      Explore Charles Meryon’s haunting ‘The Morgue, Paris.’ A monochrome etching capturing 19th-century Parisian life with gothic detail & mystery. Discover this iconic artwork.

      Explore a beleza assombrosa de Paris através das icônicas gravuras de Charles Méryon. Descubra sua visão gótica e a magistral série 'Eaux-fortes sur Paris'.

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      French printmaker Charles Meryon (1821-68) was the illegitimate son of a British doctor and a French dancer. He entered the French Naval Academy at Brest in 1837 and travelled widely with his parents. Meryon took drawing lessons in 1840 from Vincent Courdouan (1810–93), from whom he learned elegant precision of line. He served as midshipman on the corvette Le Rhin during its mission to the French possessions in Oceania (1842–6). Meryon drew small but lively sketches of shipboard life, ethnographic studies and topographical views. Signs of mental instability occurred as he resigned from the navy in 1848. Meryon’s elaborate monochrome cartoon for the Assassination of Marion Dufrêsne in 1772 (Alexander Turnbull Library, Wellington) was exhibited at the 1848 Salon. In his subsequent studies of etching, he began by copying prints by Philippe de Loutherbourg, Salvator Rosa and, most enthusiastically, Reinier Nooms, the Dutch sailor–artist whom he venerated as ‘another self’ and whose Paris views prompted his Etchings of Paris. The first great original from this series, Petit Pont, was shown at the 1850 Salon and was followed by a spectacular sequence of prints: the Clock Tower Turret, Rue de la Tixéranderies, Saint-Etienne-du-Mont and the Notre-Dame Pump (1852), The Chimera, the Arch of the Pont Notre-Dame, the Notre-Dame Gallery and The Pont-Neuf (1853), and, climactically, the Rue des Mauvais-Garçons, The Morgue and the Apse of Notre-Dame (1854). Prior to commercially published editions, principally for the Artiste, most subjects were proofed through numerous states by Meryon himself, who appreciated the effect of printing variation in wiping, ink tint and paper tone and texture, making presentation impressions of brilliance and subtlety. From the outset his admirers realised that for all the clarity and objectivity of his views of the old buildings of Paris, the plates project a mysterious aura and a dream-like, somewhat sinister atmosphere. From 1855 Meryon’s physical and mental health deteriorated and his incisive style and geometrically crisp composition weakened, although he got increasing recognition—select, but important—from Baudelaire, Gautier, Hugo and others. His precarious livelihood became based on reproductive hack-work, book titles and illustrations, many portraits and ephemera, although the privately commissioned panoramic views of San Francisco of 1856 (based on photographs) is more ambitious. Beset by melancholia and bizarre and complex delusions, Meryon was confined to the asylum at Charenton from 12 May 1858 to 25 August 1859. When he resumed printmaking, Meryon reworked and modified in hallucinatory manner the earlier Paris views and elaborated new subjects, but both conception and execution had deteriorated in intensity and images of arcane and more obvious allegory intrude on the architectural compositions. Wary of drawing publicly from life, Meryon appended reproductive etchings from Paris drawings by earlier artists to the initial group, and etched a sequence of his youthful drawings made in Oceania, together with a frontispiece, between 1860 and 1866 in a loose and more casually diffuse manner. Friends and admirers attempted to obtain sales and commissions for him. The Ministère de la Marine (1865), the sky replete with Polynesian and marine phantasmagoria, was published by the Société des Aquafortistes in 1866. Also from 1866 dates his sole plate for the Louvre engraving series, the Old Louvre, after a painting by Reinier Nooms. Although Meryon exhibited in the Salon from 1863 to 1866, his paranoid delusions, semi-starvation and religious mania led to re-admission to Charenton in late 1866. He died there insane in February 1868 and was buried in Père Lachaise Cemetery, Paris, with a tomb plaque by Félix Bracquemond, who had etched the two most important portraits of the artist. The Morgue, Paris is a 19th-century printmaking icon. In his famous Etchings of Paris, Meryon depicted architectural landmarks that were likely to be demolished or moved in Baron Haussmann

      Perguntas e Respostas

      Qual é a intensidade do contraste em "The Morgue, Paris", de Charles Meryon?

      O nível de contraste de "The Morgue, Paris", de Charles Meryon é Balanced.

      A qual artista "The Morgue, Paris" é atribuída?

      "The Morgue, Paris" foi criado por Charles Meryon. As informações nesta página descrevem a obra original de Charles Meryon.

      Onde posso ver uma prévia de "The Morgue, Paris"?

      Uma prévia de "The Morgue, Paris", de Charles Meryon está disponível na página de Pré-visualização da obra.


      Biografia do Artista

      primeira infância e carreira naval

      charles méryon, o artista francês, nasceu em 23 de novembro de 1821, em paris. sua mãe, uma bailarina da ópera de paris, exerceu uma influência profunda e significativa em seus primeiros anos de vida. devido ao seu daltonismo, méryon viu-se compelido a seguir uma carreira naval, o que o levou a extensas viagens, incluindo uma jornada de quatro anos ao redor do mundo. essa experiência oceânica e cosmopolita serviria, mais tarde, como a semente de inspiração para suas icônicas e sombrias representações em águas-fortes da cidade de paris.

      jornada artística e obras notáveis

      após compreender que o daltonismo tornava a pintura uma via impossível para ele, méryon encontrou seu destino na técnica da gravura em metal em 1848. sua obra mais célebre é a série eaux-fortes sur paris, que transmite com uma força visceral sua visão gótica e singular de paris. executada entre 1850 e 1854, esta série compreende vinte e duas gravuras que hoje são celebradas como um verdadeiro testamento da maestria e do talento artístico de méryon.

      museus e coleções que apresentam a obra de charles méryon

      O the metropolitan museum of art (nova york, estados unidos) abriga diversas gravuras notáveis de méryon, incluindo as etchings of paris; title page to the suite. (ver no TopImpressionists) Além disso, os harvard art museums (cambridge, estados unidos) exibem a obra le stryge de méryon, um testemunho incontestável de sua perícia técnica. (ver no TopImpressionists) descubra mais sobre a vida e a obra de charles méryon na wikipedia: leia mais
      Charles Meryon

      Charles Meryon

      1821 - 1868 , França

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