Impressão giclée ou em tela de qualidade de museu, com produção rápida e opções flexíveis de acabamento. ( Comprar pintura feita à mão
Alternar para Imagem Digital)
Escolha entre os nossos tamanhos pré-definidos que respeitam as proporções originais da obra de arte.
Insira a largura e a altura desejadas para se ajustarem à sua moldura ou parede. Uma impressão pode ser apenas cortada, nunca ampliada além da imagem original; portanto, um tamanho com proporções diferentes resultará na perda de parte da imagem. Enviamos uma maquete digital para sua aprovação antes de realizarmos a impressão. A imagem exibida nesta página não mostra o corte real — apenas a maquete o faz.
Entrega mundial () em 2 semanas, em vez das 4/5 semanas padrão. (15 Novembro)
Damiette - Apple Trees
Tamanho da Reprodução
The scene unfolds through the lens of Ferdinand Guillaumin in his 1884 work, Damiette - Apple Trees. This painting captures a specific moment of rural tranquility, where the light filters through a lush, green landscape. Ferdinand Guillaumin, known also as Jean-Baptiste Armand Guillaumin, brings a sense of immediacy to this countryside setting. The air feels heavy with the scent of ripening fruit and the quiet hum of a summer afternoon.
Categorized within the Impressionnisme movement, the work reflects a deep fascination with the way light dances across the natural world. Every brushstroke seeks to translate the fleeting sensation of a sun-drenched meadow. The trees, laden with apples, anchor the composition, offering a glimpse into a serene, pastoral existence. It is a vision of nature as it is perceived in a single, unrepeatable instant.
A lush green field stretches out under a soft light, inviting the eye to wander through the meadow. In the background, trees rise against the horizon, their forms anchoring the landscape. Scattered throughout this verdant expanse, several people move through the scene, their presence adding a sense of life to the quiet countryside. The atmosphere remains serene and peaceful, as if a single, tranquil moment has been caught in mid-breath.
Life unfolds in small, spontaneous details across the grass. Two dogs wander through the landscape, adding to the lively nature of the setting. One dog rests near the center of the composition, while another moves toward the right side of the painting. These figures, both human and animal, ground the scene in the simple, everyday rhythms of rural life. The arrangement of the figures and the natural elements creates an inviting, picturesque view of the world.
The canvas holds its presence with a height of 49.3 cm and a width of 62.3 cm. This scale invites a close gaze, drawing the eye into the dappled light and the quiet movement of the rural scene. Encasing this view is a frame that extends the visual experience, measuring 66.5 cm in height and 81 cm in width.
In the bottom left corner, a subtle mark anchors the work to its moment of creation. The inscription, rendered as Guillaumin / damiette 84, rests quietly against the landscape. These markings provide a direct connection to the artist and the specific place and time captured within the brushstrokes.
This work finds its home within the Musée Petit Palais, a vital part of the musée des Beaux-arts de la Ville de Paris. It rests under the care of this institution, where it is identified by the inventory number PPD1438. The piece is categorized as a work by a dessinateur, preserving the artist's hand within the museum's permanent holdings.
The physical presence of the work is marked by a specific inscription. In the bottom left corner, the artist's signature and the date appear as "Guillaumin / damiette 84". This small detail anchors the piece to its moment of creation in 1884. The dimensions of the object itself measure 49.3 cm in height and 62.3 cm in width.
The artist's hand moves through many different landscapes, capturing the shifting moods of the French countryside. In 1872, the scene shifts to the urban atmosphere of Place Valhubert, Paris. This work finds a different rhythm in 1878 with The Seine at Charenton, where the water and light interact in a quiet dance. These earlier explorations of light and space set a foundation for the more intense colors that emerge in later years. One might wonder how the light changes when the sky opens up in After the Rain, or how the landscape transforms in the Damiette Landscape, about 1890.
As the years pass, the focus shifts from the wide horizon to the intimate details of a life lived before the canvas. A Self-Portrait from 1895 offers a glimpse into the man behind the brush, capturing a moment of personal reflection. Even in the later years, the connection to the earth remains strong, as seen in the Crozant Landscape about 1922. Each piece reveals a different facet of a vision that constantly seeks to translate the immediate sensation of a moment onto the surface of the paint.
"Damiette - Apple Trees", de Armand Guillaumin está em exibição no Musée d'Orsay, Paris, France. A referência ao museu diz respeito à obra original, não a reproduções.
Em "Damiette - Apple Trees", a técnica de Oil encontra o movimento Impressionist Landscape.
"Damiette - Apple Trees", de Armand Guillaumin é uma composição em Panoramic. Vale a pena conferir as proporções antes de escolher o tamanho da impressão.
Nascido Jean-Baptiste Armand Guillaumin em 16 de fevereiro de 1841, em Paris, o homem que viria a ser conhecido como Ferdinand Guillaumin passou os seus primeiros anos equilibrando o trabalho com um interesse silencioso pelo desenho. Antes de se dedicar inteiramente à tela, trabalhou na loja de lingerie do seu tio. Durante as noites, frequentava aulas de desenho para aperfeiçoar o seu traço. Este período de trabalho foi interrompido por uma passagem pelo setor ferroviário do governo francês, um emprego que precedeu a sua entrada formal no mundo das artes.
Em 1861, ele direcionou-se para estudos mais sérios na Académie Suisse. Foi entre aquelas paredes que o seu caminho se cruzou com Paul Cézanne e Camille Pissarro. Estas conexões precoces não foram meros conhecidos passageiros; foram o início de amizades para a vida inteira. As experiências partilhadas no estúdio e as lições aprendidas naquelas salas ajudaram a moldar a direção da sua obra posterior.
Sua pincelada carrega uma certeza intrínseca, aplicada com uma mão solta e segura. Em seus primeiros anos, Ferdinand Guillaumin concentrou-se em capturar os efeitos fugazes da luz e da cor, uma marca registrada do movimento Impressionista. Ele frequentemente trabalhava com a tinta a óleo para traduzir a atmosfera de uma cena, fosse uma paisagem urbana parisiense coberta de neve ou a serenidade de uma margem de rio. Sua abordagem nunca buscou o detalhe fotográfico e preciso, mas sim a sensação imediata de um instante capturado no tempo.
À medida que sua carreira progredia, o uso da cor tornava-se cada vez mais intenso. Por volta de 1886, sua paleta lhe rendeu a reputação de um "colorista furioso". Ele se afastou dos tons sutis e naturalistas de seus contemporâneos, optando por uma aplicação muito mais audaciosa. Já na década de 1890, essa transição tornou-se ainda mais pronunciada. Suas cores tornaram-se menos fiéis à aparência real da natureza, inclinando-se para uma intensidade elevada, quase agressiva. Essa evolução sugere que ele já explorava um caminho em direção ao Fauvismo uma década inteira antes do surgimento do movimento.
A maneira como ele manipulava a luz frequentemente pendia para o simbólico, utilizando matizes vibrantes para evocar um senso de misticismo onírico. Essa tensão entre capturar uma paisagem real e utilizar a cor para expressar um estado emocional e interno define grande parte de sua produção. Sua obra situa-se, muitas vezes, no limiar entre a observação do mundo natural e uma interpretação mais subjetiva e expressiva da realidade.
Ferdinand Guillaumin transitava pelo coração do círculo impressionista, participando de seis das oito exposições realizadas pela Société anonyme des artistes peintres, sculpteurs et graveurs entre 1874 e 1886. Sua presença nesses encontros o colocava lado a lado com as próprias figuras que moldavam a linguagem visual da época. Ele chegou a compartilhar um estúdio na Île Saint-Louis com Paul Cézanne, e a proximidade entre os dois artistas era tamanha que Cézanne chegou a produzir gravuras dele. Esse convívio permitiu um intercâmbio constante e silencioso de ideias e métodos durante a década de 1870.
Seu ateliê funcionava frequentemente como um ponto de encontro para uma geração mais jovem de pintores. Nomes como Paul Gauguin, Paul Signac e Georges Seurat eram conhecidos por se reunirem entre suas paredes, encontrando ali um espaço para congregar. Essa conexão com a vanguarda emergente sugere a existência de uma ponte entre o grupo impressionista estabelecido e os movimentos que viriam a seguir. Até mesmo Vincent van Gogh encontrou muito o que admirar na abordagem de Ferdinand Guillaumin, demonstrando grande estima por sua obra através de inúmeras cartas trocadas entre 1888 e 1890.
Grande parte de sua produção artística encontra-se preservada em importantes instituições ao redor do mundo. O Musée d’Orsay, em Paris, abriga 48 de suas obras, oferecendo um olhar profundo e significativo sobre sua evolução técnica e estética. Entre essas preciosidades, destaca-se a obra Place Valhubert, Paris, criada em 1872. Esta peça captura com maestria uma cena urbana de inverno, retratando o movimento de pessoas que caminham por uma paisagem urbana coberta de neve, nas proximidades de uma margem de rio.
Sua dedicação à paisagem frequentemente o conduzia às margens do Sena. The Seine at Charenton é mais um trabalho notável de seu vasto catálogo. A habilidade de Ferdinand Guillaumin em manipular a luz e a cor é evidente nestes estudos que entrelaçam o mundo natural e a vida urbana. Muitas dessas pinturas estão preservadas em diversos museus, garantindo que sua linguagem visual permaneça acessível e inspiradora para todos aqueles que estudam este período fascinante da história da arte.
Uma mudança profunda na trajetória de Ferdinand Guillaumin ocorreu em 1891. Após ganhar 100.000 francos na loteria estatal, ele finalmente encontrou a liberdade de abandonar seu emprego no governo. Essa conquista permitiu que ele se dedicasse inteiramente à pintura, mergulhando sem reservas em sua expressão artística. Nos anos que se seguiram, sua paleta tornou-se ainda mais audaciosa, afastando-se de uma fidelidade estrita à natureza em direção a um estilo que muitos consideram um precursor do Fauvismo, onde a cor assume um papel protagonista e vibrante.
Sua presença no mundo das artes permaneceu constante e influente até seu falecimento, em 26 de junho de 1927. As obras que ele deixou para a posteridade estão preservadas em prestigiadas coleções, incluindo o Musée d’Orsay e o Petit Palais, em Paris. As contribuições de Ferdinand Guillaumin para o movimento Impressionista permanecem inestimáveis para todos aqueles que estudam a fascinante evolução da luz e da cor no final do século XIX.
1841 - 1927 , França